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MINHA VIDA GAY

Abriu o armário! Atleta britânico que disputará a Olimpíada no Rio revela ser gay.




Tom Bosworth, atleta britânico da marcha atlética, declarou ser gay em entrevista a um programa da BBC, emissora de rádio e televisão do Reino Unido, na última segunda-feira (12). Bosworth disse ter tomado "uma grande decisão" após fazer a revelação.

"Senti ser o momento certo para falar sobre a minha sexualidade. Atingi outro nível, agora tenho maior procura da mídia", disse o rapaz de 25 anos, referência no esporte no cenário local e que treina para a Olimpíada do Rio, de 2016. Tom é detentor dos recordes nas disputas de 5 km e 10 km no Reino Unido, além de ser o número um britânico para 20 km - esta última é a única das três provas no programa olímpico.

Seu desempenho em competições internacionais, contudo, não anima tanto: nos 20 km, foi 24º no último Mundial da modalidade, disputado na China em 2015, e 12º no europeu de 2014.

"A revelação não mudará nada na minha vida. Estou confortável e em uma relação feliz nos últimos quatro anos", completou ele, que já havia contado a amigos e familiares anteriormente.

Bosworth é o segundo britânico da marcha atlética a abrir ao público que é gay – o primeiro foi Robert Newton, que competiu nos Jogos de 2004, em Atenas.

"Sei que dizer isso ainda é notícia, mas em alguns anos qualquer um poderá fazê-lo com tranquilidade", projetou. O atleta relatou ter sido vítima de preconceito no próprio ambiente de treinamento: "Foi muito desagradável, agravado pelo fato de eles se divertirem com aquilo. Felizmente, era uma minoria".

"No fim", prosseguiu, "simplesmente os ignorei. Entendi que não tinham nada a acrescentar de positivo na minha vida e, por sorte, tinha gente suficiente ao meu redor para buscar apoio", completou Bosworth.

Yoko Ono revela que John Lennon tinha desejos bissexuais.




A ex-esposa do cantor e compositor John Lennon, Yoko Ono, afirmou, para o tabloide Daily Mail, que o músico tinha desejos bissexuais, mas que nunca tinha conseguido, de fato, ter relações com homens.

As palavras foram dadas em uma entrevista do jornal com a artista. A reportagem relembrou as especulações de um romance gay entre Lennon e o empresário dos Beatle, Brian Epstein, quando o músico ainda era casado com sua primeira esposa, Chynthia Lennon, falecida este ano.

Yoko afirmou que, em conversas pessoais com Lennon, o ex-Beatle dizia que no fundo todo ser humano é, provavelmente, bissexual, mas que poucos se descobrem por conta das pressões da sociedade. Segundo Yoko, no início de 1980, numa conversa, o cantor disse: "Eu poderia ter feito isso, mas eu não posso, porque simplesmente nunca encontrei alguém que fosse tão atraente".

A viúva não acredita que ele tenha chegado a consumar relações sexuais com homens: "Não, eu não penso assim [...] Eu acho que ele tinha o desejo de [ter], mas acho que ele era muito inibido"

Paraense 'dá adeus' ao marido de 11 anos diante de destroços do voo MH17.


O brasileiro Claudio Manoel Villaça Vanetta (à esq.) com o companheiro Glenn Thomas


Familiares visitaram reconstrução de avião derrubado em julho de 2014. Brasileiro era casado com funcionário da OMS que morreu no voo.

O brasileiro Claudio Manoel Villaça Vanetta, que perdeu seu marido no voo MH17, visitou a fuselagem do avião na manhã desta quarta-feira (14), na Holanda. O voo foi derrubado em julho de 2014 na Ucrânia, deixando 298 mortos.

Mais de um ano depois da tragédia, o paraense disse que isso foi “uma etapa essencial no processo de luto”. “Nada podia nos ajudar mais a avançar no nosso processo de luto do que ver e tocar o avião reconstruído, como se desta vez nós pudéssemos voltar atrás no tempo e dizer adeus”, completa.

Claudio Manoel contou que nesse tempo, muitas perguntas passavam em sua cabeça. “O que realmente aconteceu com os nossos próximos? Tiveram tempo de entender, de sentir, de ter medo? Sofreram?”, questionava. Para ele, o relatório divulgado nesta terça-feira (13) e a visita à fuselagem do avião o ajudarão a “levar a vida adiante”.

Paraense que perdeu marido visita fuselagem de avião nesta quarta-feira (14).
Dia da tragédia
O brasileiro lembra exatamente a hora da última ligação que recebeu de seu marido, o inglês Glenn Thomas: 11h32, horário de Amsterdã. Como fazia sempre que viajava, Glenn, que era jornalista da Organização Mundial da Saúde (OMS), ligava para o companheiro logo antes de embarcar. “Ele me mandou um beijinho e disse: ‘Assim que eu chegar eu te ligo’”, conta.

Mas quem ligou para Claudio algumas horas depois foi o chefe de Glenn, para informar que o avião em que ele estava, o voo MH17 da Malaysia Airlines, havia caído na Ucrânia. Eram 17h30 em Genebra, onde Claudio mora, e ele estava tão concentrado no trabalho que ainda não tinha visto notícias sobre o acidente.

Foi assim que ficou sabendo que havia perdido o companheiro de 11 anos – “11 anos maravilhosos”, como fez questão de frisar durante toda a entrevista --, uma pessoa “com o sorriso mais lindo que o planeta já pôde fazer”.

“Ainda não parece realidade. Parece um sonho, uma brincadeira. Não consigo aceitar”, disse Claudio ao site G1. Filho de uma paraense com um suíço, Claudio morou no Brasil até os 10 anos de idade, quando se mudou para o país do pai. Hoje, aos 52, trabalha no departamento financeiro de um banco em Genebra.

Ele conheceu Glenn em um restaurante japonês. “Era uma pessoa extremamente alegre, cheia de humor. Nunca vi um sorriso tão lindo. Era um sorriso mágico, que ele herdou da mãe dele”, conta.

Os dois perceberam logo que tinham muito em comum. "Tínhamos o mesmo senso de humor, o mesmo gosto pela música, por viagens, pela moda. Não precisávamos falar muito. Era uma identificação total”, conta.

Cinema no DF pede beijo gay como prova de namoro para dar desconto na Noite do Casal.


Michael Nascimento diz ter sofrido preconceito em cinema

Michael Nascimento, de 31 anos, diz que heterossexuais não precisavam provar relação.

Um vigilante do Distrito Federal diz ter sido vítima de homofobia ao apresentar um primo como namorado para ganhar desconto na entrada de um cinema em Santa Maria nesta terça-feira (13). Funcionários do local teriam pedido para que eles se beijassem na boca para comprovar a relação.

Michael Nascimento, de 31 anos, disse que o primo não é gay, mas que ambos ficaram ofendidos com a discriminação. Às terças-feiras, dia da Noite do Casal, o cinema vende ingressos a R$ 6. O preço normal é R$ 12. Nascimento diz que ele, o primo e um casal de amigos aguardavam na fila quando um funcionário perguntou com quem ele estava fazendo par.

“Eu apontei para o meu primo e disse que ele era meu namorado. O atendente se surpreendeu e perguntou se estávamos de sacanagem. Quando achava que o preconceito não poderia ser pior, ele nos mandou dar um beijo na boca. Eu sou gay e fiquei perplexo com tamanha homofobia”, disse o vigilante.

Indignado com a situação, ele procurou o gerente, que, segundo ele, repetiu o ato do funcionário. “Ele disse que para conseguirmos os ingressos deveríamos dar um beijo na boca. Além do meu primo, estávamos com mais outro casal. Só porque são homem e mulher não precisam provar que estão juntos? Fiquei boquiaberto com o preconceito, pois até crianças estavam entrando nas salas de cinema. A promoção não era exclusiva para casais.”

A irmã de Nascimento, Crisdele Rodrigues, de 20 anos, também estava no cinema. Ela declarou que a situação foi constrangedora e deixou todos tristes e envergonhados. “Já fomos outras vezes no cinema em dias de promoção e nunca tinha acontecido algo parecido. A fila estava enorme, a praça de alimentação lotada. Todos ouviram e ficaram nos olhando. Não tem nada no site informando que a noite do casal deve ser exclusivo de homem e mulher. Semana que vem vou lá de novo e dizer que namoro minha irmã. Quero ver fazerem alguma coisa".

Ingressos para filme em cinema do Distrito Federal

Depois da confusão, o cinema acabou liberando a entrada do vigilante e do primo dele com o desconto nos ingressos. Eles assistiram ao filme "Perdido em Marte". Nascimento disse que, apesar do constrangimento, não tem intenção de registrar boletim de ocorrência na polícia.

Danos morais
O especialista em direito do consumidor Rafael Rodrigues explica que a conduta do cinema pode ser considera ilegal e abusiva. Segundo ele, Nascimento tem o direito de ingressar com uma ação judicial exigindo pagamento de indenização por dano moral.

"Faltou bom senso aos funcionários. Eles deveriam ter cautela e arrumado uma outra forma de provarem que os envolvidos não eram um casal, já que a promoção era exclusiva para namorados. Além disso, o cinema também pode responder por homofobia, que é considerado crime."

A redação tentou contato com o cinema em várias oportunidades na manhã desta quarta, mas ninguém atendia na empresa.

 Sou gay, virgem, tímido, afeminado, solteiro e preciso de ajuda.




Problemas na vida sexual sempre rendem boas discussões. E tem uma fase na vida onde o sexo parece ser um problema ainda maior: na adolescência. Como se já não bastasse as encanações típicas da idade, vivemos numa era onde o a relação íntima entre duas (ou mais) pessoas está escancarada na internet. Seja por causa dos filmes pornôs, ou pelas nudes consensuais invadindo as redes sociais e até mesmo a cobrança por se encaixar num padrão comportamental que não existe.

No caso dos gays, que aparentemente vivem uma liberdade sexual maior, essas imposições deixam qualquer jovem inseguro. Qual é a hora certa de perder a virgindade? Como se já não bastasse isso, muitos ainda enfrentam a timidez e preconceito por ser afeminado, por exemplo.

Mistura maluca? Pois foi esse caso que tentamos desmistificar no último programa da primeira temporada do Ajuda, Põe na Roda. O vídeo inédito está logo acima e abaixo, você confere os outros programas desta série que voltará completamente renovada!


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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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