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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Londres tem duas vezes  mais gays que a Escócia.


Há o dobro de gays, lésbicas e bissexuais em Londres do que na maioria das outras regiões do Reino Unido


Uma pesquisa revelou que há quase o dobro de pessoas que se identificam como gays, lésbicas ou bissexuais em Londres do que no restante do Reino Unido.

Segundo o Escritório Nacional de Estatísticas do Reino Unido, 2,6% dos habitantes de Londres se identificam como LGB.

Na Escócia, o número de LGB é de apenas 1,1%, no País de Gales, 1,5% e na Irlanda do Norte, 1,6%. De todas as 13 regiões pesquisadas, a das Terras do Leste é a que tem o índice mais baixo de LGB, 1%.

A média geral de todo o Reino Unido de lésbicas e gays é de 1,1% e de bissexuais, 0,5% – somados, 1,6%. Os que se identificam como héteros são 92,8%. Não sabem ou se recusaram a responder, 3,9%, sem resposta, 1,4% e outros, 0,3%.

Zimbábue: Robert Mugabe discursa  contra os gays na ONU.


Homofóbico insiste em desrespeitar os direitos humanos


Robert Mugabe, presidente do Zimbábue, deu show de intolerância em discurso na ONU, na segunda-feira, 28.

O líder da nação africana disse: “Em nenhum lugar, a Carta [da ONU] arroga o direito de alguns de se sentar em julgamento sobre os outros, para a realização desta obrigação universal [aos direitos humanos].”

“A este respeito, rejeitamos a politização desta questão importante e à aplicação das normas duplas para vitimar aqueles que ousam pensar e agir de forma independente dos prefeitos auto-ungidos do nosso tempo.”

“Nós igualmente rejeitamos as tentativas de prescrever novos direitos que são contrários aos nossos valores, as nossas normas, tradições e crenças.”
Em seguida, ele deixou de ler o discurso e disse por impulso: “Nós não somos gays”, arrancando gargalhadas mas também aplausos do público.

'São livres', diz Vladimir Putin afirma que gays  não são perseguidos na Rússia.


Putin posou de bom moço no famoso programa de entrevistas dos EUA


Em rara entrevista à televisão norte-americana, no domingo, 27, o presidente russo Vladimir Putin disse que as violações aos direitos humanos em seu país são exageradas no exterior.

Putin disse que os LGBT não são perseguidos na Rússia e estão livres para “viver em paz”, desde que eles fiquem dentro da esfera de uma lei de 2013 que proíbe a “propaganda das relações sexuais não-tradicionais” para os menores.

“Nós não fazemos nenhuma perseguição”, disse Putin, ao programa “60 Minutes”, da CBS. “As pessoas de orientação sexual não-tradicional vivem em paz, elas são promovidos, recebem prêmios estaduais por suas realizações na ciência, nas artes ou outras áreas. Eu, pessoalmente, já entreguei medalhas a eles.”

E prosseguiu: “Na Rússia existem direitos iguais para todos, inclusive para pessoas de orientação sexual não-tradicional”, disse ele, afirmando que há pelo menos quatro Estados norte-americanos onde “orientação homossexual é um crime.” (CBS observou que essas leis foram invalidadas em uma decisão da Suprema Corte de 2003).

Questionado se condenaria uma lei que tornasse ilegal ser gay em seu país, Putin respondeu com um sonoro “sim”. “Eu definitivamente condenaria isso”, disse ele. “Eu acredito que não deveria haver qualquer processo criminal ou qualquer outra acusação ou violação dos direitos dos povos, com base em sua raça, etnia, orientação religiosa ou sexual. Nós não temos isso.”

Já quando o tema da conversa foi especificamente a controversa lei que proíbe a “propaganda gay” (sancionada em 2013), ele disse: “Eu não vejo nada de antidemocrático neste ato jurídico. Creio que devemos deixar as crianças em paz. Devemos dar-lhes uma chance de crescer, ajudá-los a perceber quem são e decidir por si mesmos.”

Papa Francisco se encontrou  com tabeliã homofóbica.


Papa encontrou a homofóbica de Kentucky que se recusa a casar gays

O Papa Francisco se encontrou secretamente com Kim Davis, a tabeliã homofóbica de Kentucky, Estados Unidos, que foi presa este mês por ter se recusado a emitir licenças para casais gays.

Mat Staver, advogado e fundador do Conselho da Liberdade, disse ao canal CBS News, que o papa encontrou Kim e seu marido na embaixada do Vaticano em Washington na quinta-feira, 24, durante sua visita aos Estados Unidos.

Já o porta-voz chefe do Vaticano, padre Federico Lombardi, disse que não iria confirmar ou negar o relato e que não havia mais comentários. Segundo a Agência Reuters, isso é incomum para o Vaticano, que normalmente emite confirmações ou negações.

Francisco, durante o voo dos Estados Unidos à Itália, disse a jornalistas que funcionários públicos têm o direito humano de se recusarem a realizar alguns trabalhos.

Funcionários podem recusar licença para casamentos do mesmo sexo, diz Papa.
O papa Francisco disse nesta segunda-feira (28) que funcionários públicos têm o "direito humano" de se recusarem a realizar alguns trabalhos, como emitir licenças de casamento para pessoas do mesmo sexo, caso isso viole sua consciência.

Falando a repórteres na volta para casa após uma viagem de 10 dias aos Estados Unidos e Cuba.

Embora o pontífice argentino tenha comentado sobre temas que são motivo de debates políticos nos Estados Unidos durante sua visita, ele nunca se referiu especificamente aos casamentos de pessoas do mesmo sexo, que a Igreja é firmemente contra.

No voo de volta a Roma, ele foi perguntado se apoiava indivíduos, como funcionário do governo, que se recusam a acatar algumas leis, como a emissão de licenças para casamentos entre pessoas do mesmo sexo.

"A objeção de consciência deve estar em toda estrutura jurídica porque é um direito", disse Francisco.

Anteriormente neste mês, uma funcionária municipal do Estado norte-americano de Kentucky, Kim Davis, foi presa após se recusar a emitir uma licença matrimonial para um casal do mesmo sexo, contrariando decisão da Suprema Corte dos EUA que legalizou casamentos igualitário em todo o país.

Discriminação: Adolescente é expulso de escola  católica por ser gay.


Colégio se defende dizendo que tentou proteger o menino dos colegas

Um adolescente de Monza, no norte da Itália, acusa a escola onde estuda de tê-lo expulsado da sala de aula pelo fato de ser homossexual.

Segundo a Agência Ansa, em um e-mail ao diretor do colégio – um instituto ligado à Igreja Católica -, o pai do jovem de 16 anos disse que seu filho foi obrigado a ficar no corredor por ter tirado uma foto ao lado de outro menino e postado a imagem nas redes sociais.

“Todas as decisões adotadas foram tomadas no exclusivo interesse do adolescente. Em todo caso, ele não ficou no corredor, mas em um espaço para protegê-lo daquilo que estava ocorrendo na sala de aula”, afirmou o diretor. Segundo ele, o menino estava sendo incomodado pelos colegas por conta da foto.

“Estou sem palavras. Como se pode obrigar um adolescente e ficar fora da própria classe durante as lições, discriminando-o e marcando-o no caráter e na dignidade, apenas por ser gay? Se isso for confirmado, me comprometo pessoalmente para que se tome sérias medidas contra a escola”, afirmou o chefe da Autoridade para Tutela da Infância e da Adolescência da Itália, Vincenzo Spadafora.

Polícia encontra três corpos e uma ossada na casa de serial killer homofóbico.




“Ele vivia falando de gays, que não gostava de gays, que odiava”, assim descreve uma vizinha o pintor Jorge Luiz Morais de Oliveira, de 41 anos, preso depois de se render na última quinta-feira, 25, em sua casa no bairro Jabaquara, São Paulo. Sua última vítima foi Mudinho, um jovem de 21 anos, homossexual, surdo e mudo da região de quem o assassinato o pintor assumiu a autoria, depois que a polícia pediu para sua mãe telefonar para ele e ele se entregar. O crime teria ocorrido dentro de sua residência na terça-feira.
 
Duas lésbicas desaparecidas da região podem ser outras vítimas do homem. Em sua casa, a polícia encontrou três corpos enterrados, entre eles o cadáver de Mudinho, além de uma ossada. Depois de detido, o homem afirmou que Mudinho entrou com um comparsa em sua casa e o agrediu com uma faca, razão pela qual o teria matado. Disse ainda que se desesperou e enterrou o corpo e fugiu.
 
A família do homem precisou ser removida do local sob escolta policial, em razão da revolta dos moradores da região, que acusam a mãe de esconder os crimes do filho.
Ate o presente momento, foram encontradas 6 ossadas sem identificaçao.

Curitiba: Homem é quase morto depois de suposto encontro sexual com dois rapazes.




A polícia ainda não sabe se foi uma emboscada ou uma festa que terminou mal. Dois rapazes de 22 anos foram presos em flagrante na madrugada desta segunda-feira depois de uma festinha particular macabra. A Polícia Militar chegou a uma residência na Alameda Lamenha Lins, no Rebouças, depois de uma denúncia de roubo, e em frente ao local encontrou um homem de 32 anos, inconsciente, coberto de sangue, sendo agredido pelos jovens com um facão e barras de metal.
 
Os rapazes xingavam o homem de ladrão e quase o mataram de tanto bater. Para a polícia disseram que o espancado furtava a casa deles quando eles chegaram, versão que foi imediatamente colocada em xeque pelos militares ao verem que os rapazes trajavam toalha e bermuda, sem calçados. O homem por instantes recobrou a consciência e declarou que foi ao local para um encontro sexual, o que fez os policiais insistirem para entrarem na residência. Apesar da negativa dos rapazes, dentro da casa os policiais encontraram o celular da vítima acoplado a um som além de bebidas e sinais de luta corporal.
 
Os rapazes foram levados ao plantão da Polícia Civil onde foi ainda encontrado um vídeo no celular de um deles onde mostra a vítima acorrentada sendo torturada ao passo que os rapazes o chamam de ladrão e dizem: “olha como se trata ladrão”, ao espancarem o homem. O homem está internado com risco de morte e é peça fundamental para elucidar o estranho caso.
 
Segundo o delegado Guilherme Luiz Dias, de plantão na hora do crime, não se sabe se foi uma emboscada ou um furto, mas a polícia vai investigar para elucidar o estranho caso. Ele informou ainda que um dos acusados, que já estão com a prisão preventiva solicitada, reside em São Paulo e que aparentemente os rapazes não são homossexuais assumidos.

SP- Transfobia: Adolescente transgênero tem fotos e ficha de alistamento postados na web.



A adolescente transgênero Marianna Lively, 18 anos, teve duas fotos e todos os dados pessoais divulgados na internet instantes depois de fazer o alistamento na Junta de Serviço Militar em Quitaúna, em Osasco, na Grande São Paulo, na quarta-feira (23). Na ocasião, ela ainda tinha 17 anos. A jovem não usa o nome de registro desde os 15 anos e pediu à reportagem que fosse identificada pelo nome acima.

O Exército Brasileiro foi procurado para se posicionar sobre o ocorrido, mas ainda não se manifestou. O autor das fotos e o responsável pela divulgadas das imagens e dos dados pessoais da jovem ainda não foram identificados. Um Boletim de Ocorrência foi registrado na sexta-feira (25).



Por conta da divulgação das imagens e do endereço e telefones, Marianna disse que começou a receber inúmeras ligações, ora com elogios, ora com ofensas. "Cheguei para me alistar às 7h e saí às 7h30. Foi tudo rápido e fui embora sem ter sofrido preconceito algum. Mas quando chegou perto das 14h comecei a receber ligações de pessoas me procurando pelo meu nome de registro", disse ela.

Marianna, que sempre teve apoio dos pais por ser transgênero, disse que sofreu preconceito na escola quando mais nova. "Todo transgênero tem suas fases. Quando ainda era homossexual sofri muito problema na escola. Depois, no ensino médio, voltei a ter problemas com preconceito. Fazia curso técnico em logística e não consegui terminar o terceiro ano."

Logo que as ligações ofensivas começaram a se repetir, Marianna buscou o apoio de sua mãe. Juntas, decidiram que a jovem voltaria para o quartel falar com o comandante sobre o ocorrido. Foram mãe e filha. "Falamos com o capitão França. Ele pediu desculpas pela infantilidade dos soldados, mas me pediu para deixar a poeira baixar e pediu para eu trocar o número do celular para cessar as ligações. Como se isso resolvesse o problema de terem divulgado meu endereço e meus documentos todos", disse ela.

Rotina alterada

Marianna afirmou que desde o ocorrido não fica mais na casa onde vivia com a mãe. "Estou com medo de que façam alguma coisa comigo. Estou ficando na casa de parentes."

Ela resolveu procurar a polícia depois que dois militares do Exército passaram na casa dela. "Eles falaram para minha mãe que queriam nos levar para o batalhão, mas não estava em casa e não fomos. Achei estranho", disse a jovem. Nesta segunda-feira (28), Marianna disse que um militar com a identificação no peito escrita "Gomes" passou em sua casa procurando por ela, mas perguntando: "aqui mora o David?"
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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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