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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Hillary Clinton diz que maioria  das pessoas da sua idade  mudou de opinião sobre união gay.


Hillary era contra a união gay nos anos 1990 e 2000


Possível indicada pelo Partido Democrata para concorrer à presidência dos Estados Unidos, Hillary Clinton afirmou que a maioria das pessoas de sua idade mudou de opinião sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Nos anos 1990 e 2000, Hillary manifestou-se contra a união gay, mas mudou de opinião nesta década. Em evento no Estado norte-americano de New Hampshire, a política foi questionada por um homem bissexual sobre sua posição inicial a respeito do assunto.

“Sim, meus pontos de vista evoluíram, e acho que a maioria das pessoas da minha idade diria o mesmo”, respondeu Hillary, de 67 anos. “Em grande parte, por causa da minha forte oposição à discriminação de qualquer tipo e as minhas relações pessoais com um monte de gente ao longo dos anos, eu concluí que a igualdade no casamento deve ser a lei da terra… e fiquei emocionada quando o Supremo Tribunal de Justiça fez a lei da terra.”

4 vítimas: Serial killer de gays vai  a julgamento em Londres.


Homem encontrava vítimas por aplicativos gays


Na quarta-feira, 21, vai a julgamento um homem acusado de matar quatro homossexuais em Londres no período de 15 meses. Stephen Port (foto abaixo), de 40 anos, conhecia suas vítimas por meio de aplicativos de encontros.



Entre junho de 2014 e setembro deste ano, Port assassinou Anthony Patrick Walgate, de 23 anos; Gabriel Kovari, de 22 anos; Daniel Whitworth, de 21 anos; e Jack Taylor, de 25 anos.

Segundo os promotores, o assassino oferecia GHB, droga que tem bastante penetração na comunidade gay e que resulta em perda de consciência.

Mais de 15 mil casais homossexuais  já se uniram na Inglaterra.


Lésbicas se casaram mais que gays no período


Mais de 15 mil casais homossexuais já se casaram na Inglaterra e País de Gales desde que a união homo foi legalizada nos dois países em 29 de março de 2014.

Segundo o Escritório de Estatísticas Nacionais, das 15.098 uniões, 7.366 foram casamentos e outras 7.732 foram parcerias civis convertidas em casamento.

Agosto (alto verão no Hemisfério Norte) foi o mês preferidos dos casais de gays e lésbicas: 844 casamentos aconteceram neste mês. As mulheres se casaram um pouco mais que os homens, 55% contra 45%.

Governo do Chile lança campanha para  promover lei de união civil homo.


Enquanto lei do casamento não vem, a de união civil é muito bem-vinda


O governo chileno lançou uma campanha, na terça-feira, 20, para promover uma nova lei de união civil que entra em vigor na quinta-feira e valerá para casais heterossexuais e do mesmo sexo.

“Como o Chile mudou e para melhor! Isso era impensável alguns anos atrás”, comemorou o porta-voz do governo, Marcelo Diaz, no lançamento da campanha “Uma lei para todas as famílias”.

Segundo a Agência France-Presse, a nova legislação permite que homens e mulheres em relações hétero ou homossexuais, vivendo sob o mesmo teto, possam compartilhar bens, receber herança e benefícios de pensão, além de tomar decisões médicas.

Vampirismo? Homem mata  amante e bebe o sangue.




Um sueco de 23 anos é acusado de cortar a garganta do amante, de 32 anos, beber o sangue da vítima e desenhar um pentagrama na parede de sua sala.

O incidente aconteceu em junho em Estocolmo, Suécia, mas só agora foi divulgado. “Quando eu vi o sangue, eu tive uma visão de que tinha de bebê-lo”, disse o acusado. Ele próprio procurou a polícia logo depois do assassinato e confessou o crime.

Segundo seu advogado, o acusado sofre de “distúrbio psiquiátrico grave”. Mas o promotor não acredita. Ele diz que o crime foi premeditado já que encontraram pesquisas no computador do acusado com termos como “cortar a garganta”. Para o promotor, o homem quis esconder que havia feito sexo com outro homem, já que demorou a admitir que tinham feito sexo e disse ter vergonha disso.

Lei Maria da Penha pode ser aplicada também para mulheres transexuais.





A 9ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) determinou hoje que medidas previstas na Lei Maria da Penha sejam aplicadas em favor de uma transexual ameaçada pelo ex-companheiro. Segundo a decisão, o homem não poderá se aproximar nem entrar em contato com a vítima, seus familiares e testemunhas do processo.

De acordo com o TJ, a vítima informou que manteve relacionamento amoroso por cerca de um ano com o homem. Após o fim da relação, ele passou a ofendê-la e ameaçá-la. A transexual então registrou boletim de ocorrência e pediu medidas de proteção à Justiça.

O pedido foi negado pelo juiz de primeiro grau, sob justificativa de que a vítima pertencia biologicamente ao sexo masculino, fora do campo de ação da Lei Maria da Penha.

Na segunda instância, em julgamento de mandado de segurança, a desembargadora Ely Amioka, relatora do caso, considerou que a lei deve ser interpretada de forma ampla, sem ferir o princípio da dignidade da pessoa humana.

“A expressão 'mulher', contida na lei em apreço, refere-se tanto ao sexo feminino quanto ao gênero feminino. O primeiro diz respeito às características biológicas do ser humano, dentre as quais a impetrante não se enquadra, enquanto o segundo se refere à construção social de cada indivíduo, e aqui a impetrante pode ser considerada mulher”, afirmou a desembargadora.

“É, portanto, na condição de mulher, ex-namorada, que a impetrante vem sendo ameaçada pelo homem inconformado com o término da relação. Sofreu violência doméstica e familiar, cometida pelo então namorado, de modo que a aplicação das normas da Lei Maria da Penha se fazem necessárias no caso em tela, porquanto comprovada sua condição de vulnerabilidade no relacionamento amoroso”, acrescentou.

Além da relatora, o julgamento teve participação dos desembargadores Sérgio Coelho e Roberto Solimene. A decisão foi por maioria de votos.

300 mil participam da 14ª Parada  do Orgulho Gay de Belém.


Manifestantes tomaram ruas da capital paraense

O domingo 18 foi de celebração arco-íris no Pará. Cerca de 300 mil pessoas participaram da 14ª Parada do Orgulho Gay de Belém, de acordo com a Agência Pará de Notícias.

O evento, que teve como tema a transexualidade, começou às 13h30 na Avenida Presidente Vargas e seguiu até a Praça Waldemar Henrique, onde ocorreria uma programação cultural até o início da noite.

O apoio do Governo do Estado ao evento foi comemorado pelos organizadores. “Mesmo com tantos eventos ocorrendo na cidade, a nossa segurança foi garantida com o esforço da Polícia Militar. Durante a semana, todos os órgãos de segurança pública participaram da reunião para esquematizar o apoio à parada. Isso é muito bom”, disse João Augusto Ramos, gerente de Livre Orientação Sexual da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh).

Assassinato de haitiano em SC ocorreu depois de ato de homofobia.




O haitiano Fetiere Sterlin, 33 anos, morto na noite do último sábado em Navegantes, Santa Catarina, ocorreu depois de ele revidar um xingamento em que foi chamado de “masisi”, ou homossexual em língua crioula. O imigrante, que estava acompanhado de sua companheira brasileira e outros quatro amigos haitianos, respondeu ao “xingamento”, dizendo que gays eram os rapazes, que estavam de bicicleta.

Os garotos juraram o homem de morte e em 10 minutos voltaram em um grupo maior. Agora em 10 pessoas, todos supostamente menores, os agressores partiram para cima do homem que foi morto a facadas e a golpes de pás e pedaços de ferro. O grupo ainda roubou o celular do homem. 

A polícia trabalha com a hipótese de crime de ódio, por xenofobia. Um adolescente de 16 anos que deu entrada em um hospital foi identificado pela companheira do haitiano como um dos agressores. O homem trabalhava como isolador naval em um estaleiro da cidade e o crime chamou a atenção em todo o país por conta da brutalidade e racismo.

UNA-LGBT: Nova rede LGBT traz viés político e reúne 400 militantes de 19 estados.




A União Nacional LGBT, a UNA-LGBT, é a mais nova organização de luta pelos direitos LGBT e foi fundada no dia 16 de outubro na Assembleia Legislativa de São Paulo por 400 militantes oriundos de 19 estados brasileiros. A nova rede foi articulada pelos grupos de esquerda do Partido Comunista do Brasil, PC do B, e da União Juventude Socialista, UJS, entre outros grupos. A UNA-LGBT é uma organização pluripartidária, aberta, laica, democrática, que visa lutar em todos os setores da sociedade para obter para a comunidade a cidadania plena para todos e todas. Com forte inserção nos movimentos estudantis, o grupo reúne não apenas organizações voltadas exclusivamente para a causa gay, como a ABGLT - Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros, que também participa da UNA-LGBT.

“UNA-LGBT nasce num momento importante  para  resistir e  contribuir  na  luta  pela  cidadania  plena  de  todos e  todas e defender  todas  as  famílias,  educação  para  diversidade,  criminalização  da  LGBTfobia,  atuação  no  Supremo Tribunal Federal, defender o Estado   Laico e enfrentar o avanço  do fundamentalismo e  fascismos  nas  casas  legislativas”, afirmou Toni Reis, Secretário de Educação da ABGLT.
 
“A UNA tem o objetivo de unificar diferentes forças políticas, movimentos sociais, em uma só trincheira, onde tenhamos condições de combater às ameaças de retrocesso e opressões”, afirmou Andrey Lemos considera que, o momento atual, requer cuidado e unidade das forças progressistas”, militante e um dos idealizadores da UNA-LGBT.
 
Durante a fundação, a presidenta nacional do PCdoB e deputada federal (PE) Luciana Santos participou da fundação bem como a deputada estadual Leci Brandão (PCdoB-SP), a ex-deputada estadual Ângela Albino (PCdoB-SC) e a vice-prefeita de São Paulo, Nádia Campeão (PCdoB-SP). A fundação antecedeu o 1º encontro nacional LGBT da União da juventude Socialista (UJS), no domingo, no sábado foi anunciada a primeira diretoria da entidade.

Grandes empresas fizeram doações a parlamentares conservadores do Estatuto da Família.



Uma matéria interessante do site Muda Mais Congresso, publicada no final de setembro, chama atenção para o fato de grandes empresas financiarem indiretamente o conservadorismo no país por meio doações a campanhas eleitorais de parlamentares como os 17 deputados que aprovaram o texto do Estatuto da Família (PL 6583), que define a família como uma instituição formada por homem, mulher e seus descendentes. O controverso estatuto tem como objetivo barrar as conquistas recentes no Judiciário que aprovou a união entre pessoas do mesmo sexo com base na união estável e sua conversão em casamento em julgamento de Ação Direta de Inconstitucionalidade da proibição no Supremo tribunal Federal em 2012.
 
Empresas tradicionais como Seara, Sadia, Perdigão, Ambev Bebidas, JBS (Friboi), Amil, Bradesco, Embraer, Itaú entre tantas outras, que sempre em seus comerciais mostram famílias felizes nos moldes que defende o estatuto, financiaram a campanha de pastores e deputados conservadores que reconheceram um estatuto que exclui todas as novas famílias, como  mães solteiras, filhos órfãos, dois pais, duas mães, padrastos, madrastas, avó e neto, entre tantas outras. O site ressalta que algumas doações não foram diretas aos candidatos mas a seus partidos. Ainda assim é de se questionar até onde essas empresas assinam em baixo das atitudes dos parlamentares que elas ajudaram a eleger.

O Muda Mais Congresso consultou as prestações de contas das campanhas dos candidatos no ano passado e deu nome aos bois. Tem ainda muitas construtoras envolvidas com os recentes escândalos de corrupção entre os doadores. Vale lembrar que o Estatuto, mesmo que não aprovado ainda, já é uma afronta aos direitos das minorias e um incentivador à homofobia e preconceito aos casais do mesmo sexo. As empresas, marcas queridas e grandes anunciantes, deveriam se posicionar melhor sobre a questão e não coloborar com que o modelo de família perfeita de seus comercial se torne norma padrão segundo o excludente estatuto.

Confira a lista dos deputados e seus doadores:

Aureo Ribeiro (SD-RJ): Bradesco Vida e Previdência S.A; UTC Engenharia, Bradesco Saúde S.A, Construtora Queiroz Galvão.
Anderson Ferreira (PR-PE): Sadia, Perdigão e Seara
Carlos Andrade (PHS-RR): Ambev
Conceição Sampaio (PP-AM): Concessionária Jg Rodrigues E Cia Ltda
Diego Garcia (PHSPR)
Eduardo Bolsonaro (PSC-SP): Construtora OAS e 2 N Engenharia
Elizeu Dionizio (SD-MS): JBS
Evandro Gussi (PV-SP): Granol
Flavinho Silva (PSB-SP): Amil Assistência Médica Internacional S.A
Geovania de Sá (PSDB-SC): Rio Deserto
Jefferson Campos (PSD-SP)
Marcelo Aguiar (DEM-SP): Bradesco, URC, Camargo Correa
Pastor Eurico (PSB-PE): Arosuco, Grupo Via
Pastor Marco Feliciano (PSC-SP): Bradesco, Embraer, OAS, Itaú
Prof Victorio Galli (PSC-MT)
Silas Câmara (PSD-AM)
Sóstenes Cavalcante (PSD-RJ)

MinC emite nota de repúdio a projeto de lei que tenta barrar Cultura LGBT.




Nesta quinta-feira, o Ministério da Cultura, MinC,  emitiu nota de repúdio contra um projeto de lei apresentado na Câmara na semana passada pelos deputados Marcos Feliciano (PSC/SP) e Eduardo Bolsonaro (PSC/SP) que visa barrar iniciativas da pasta na promoção da Cultura LGBT. “O Projeto usa argumentos formais para talvez encobrir outras intenções, em desrespeito ao reconhecimento de direitos fundamentais da população LGBT” alerta a nota oficial que repudia o projeto claramente com intenção homofóbica de barrar a pauta LGBT e sem argumentos senão que a portaria criou de forma permanente a pauta dentro do ministério. Segundo o Minc, a atuação está dentro das leis e atribuições constitucionais. O Ministério da Cultura aproveitou a nota para se manifestar "o seu compromisso com a garantia do direito à diversidade, à cidadania e ao combate à criminalização às Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais".
 
Segundo o texto do projeto de lei dos deputados, já conhecidos por “defender a família heterossexual”, as ações dos comitês preveem aporte para a promoção e defesa da cidadania LGBT mas em momento algum é apresentado o propósito do projeto ou justificativa considerável. “Diante de todo o exposto acima, e tendo em vista que são órgãos colegiados do Ministério o Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais e o Conselho Nacional de Combate à Discriminação, que podem trabalhar nas mesmas vertentes ora propostas pelo Comitê, entendemos não haver justificativas plausíveis para transformação deste Comitê Técnico em instância permanente dentro do Ministério da Cultura, que sempre funcionou em caráter temporário”.
 
O projeto de lei foi recebido nesta quinta-feira pelas Comissões de Cultura e Constituição e Justiça e de Cidadania que devem se manifestar antes do projeto ir a plenário. O PLC 235/2015 é descrito da seguinte forma em seu caput: “Susta a aplicação da Portaria nº 94 de 30 Setembro de 2015, do Ministério da Cultura, que "cria o Comitê Técnico de Cultura de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis(LGBT), no âmbito do Ministério da Cultura".
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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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