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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Será? Vaticano diz que encontro do Papa com  Kim Davis não significa apoio.


Tabeliã foi presa por se negar a casar homossexuais



O Vaticano afirmou, na sexta-feira, 02, que o encontro do Papa Francisco com a tabeliã homofóbica Kim Davis não significa um apoio incondicional a suas posições e ações.

Em comunicado, o porta-voz da Santa Sé, Federico Lombardi, disse que Francisco se encontrou com “diversas pessoas” na embaixada do Vaticano antes de deixar Washington para Nova York.

De acordo com o Vaticana, tais encontros ocorrem devido a “amabilidade e disponibilidade do Papa”, e que Francisco teve apenas uma audiência com estudantes e seus familiares.

“O Papa não entrou em detalhes sobre a situação da senhora Davis e seu encontro com ela não deve ser considerado uma forma de apoio a sua posição em todos os seus aspectos complexos e particulares.”

A tabeliã norte-americana do Estado do Kentucky chegou a ficar presa por alguns dias no mês passado por ter se recusado a emitir licenças matrimoniais a casais homossexuais.

Tim Cook: Ainda há muito que fazer  pelos direitos LGBT nos EUA.


Cook foi homenageado por sua luta pelos direitos LGBT


Tim Cook, CEO da Apple e abertamente gay, acredita que, a despeito do casamento homossexual ser uma realidade nos Estados Unidos, há muito o que conquistar para os LGBT no País.

“Em trinta e um Estados, mais de metade das estrelas em nossa bandeira americana, não há leis que protejam homossexuais e pessoas trans da discriminação”, disse o poderoso empresário em evento promovido pela entidade Human Rights Campaign, no sábado, 03.

“A discriminação simplesmente não desvanece. Tem que ser empurrada para trás, desafiada, superada”, disse. Cook foi homenageado pela ONG por usar sua plataforma como líder de uma gigante global de tecnologia para lutar pelos direitos arco-íris.

Discriminação: Duas lésbicas são presas na  Indonésia por se abraçar em público.


Província é a única na Indonésia onde quem manda é a lei religiosa



Duas jovens mulheres da capital da província de Banda Achém, na Indonésia, foram presas por terem se abraçado em público. Localizada no extremo norte da ilha de Sumatra, a região é a única no país muçulmano que segue a legislação islâmica, a Lei da Sharia.

Segundo o Jakarta Post, as adolescentes de 18 e 19 anos foram detidas na segunda-feira, 28, pela patrulha religiosa na área de Ulee Lheue. “Elas estavam sentadas e abraçadas. Nós suspeitamos que era lésbicas”, disse Evendi A. Latief, chefe de divisão da polícia da Lei da Sharia.

A Human Rights Watch, maior entidade LGBT norte-americana, apelou para que as moças fossem soltas e que a província revogasse sua legislação discriminatória.


Dono de motel é acusado de manter 12 rapazes como escravos sexuais.



Um homem de Aurora, no Estado norte-americano do Colorado, está sendo acusado de manter 12 rapazes como escravos sexuais. De acordo com relato de uma das vítimas de de 23 anos, Sean Crumpler, 48, conhecia-os através do Grindr. Ele procurava rapazes sem lar e que precisassem de ajuda e oferecia auxílio, desde que os jovens fizessem sexo sem preservativo com ele e com quem ele mandasse.

Em entrevista ao jornal Fox31, o jovem diz que seu namorado era um dos “escravos” de Crumpler. O rapaz, de 20 anos, conheceu o acusado quando tinha 16. Crumpler tatuou seu nome “Sean” no rapaz, junto a uma imagem de um pássaro, para que os frequentadores das festinhas que ele dava – “sugar daddies”, nas palavras do denunciante, soubessem a quem pertencia o rapaz.

A vítima diz que quando seu namorado foi expulso de casa, ele perambulou pelas ruas de Denver por quatro a cinco meses, viciou-se em metanfetamina e apanhava. “Certo dia, ele tinha quebrado todos os seus dentes, e uma espécie de cavaleiro de armadura brilhante (Crumpler) chega e diz que vai cuidar de tudo, todas as contas médicas, tratamentos dentários, todos os medicamentos que você poderia querer”, conta.

Ainda segundo seu relato, a maioria dos rapazes que vivia com Crumpler passava os dias jogando videogame, assistindo Netflix e fazendo filmes pornôs caseiros online. “Eles não percebem que são vítimas. Eles pensam que ele está lá para ajudá-los e que podem ter tudo o que eles querem e eles não têm de trabalhar ou conseguir emprego ou participar da sociedade normalmente”, diz.

O rapaz diz que Crumpler é soropositivo e que ninguém na casa fazia sexo seguro. Ele relata que o namorado, assim como alguns outros, também são soropostivos, e que ele tomam antirretrovirais.

A polícia disse que o acusado possui um motel na Tailândia e que apreendeu seu passaporte. O juiz concordou com um pedido dos promotores de proibir acesso à internet ao acusado. Crumpler foi indiciado, dentre outros crimes, por tráfico de sexo e delito sexual com aviso de HIV. Ele voltará ao tribunal em 23 de novembro.

Apelo conjunto: Em iniciativa inédita, doze agências da ONU lançam declaração a favor dos direitos LGBT.



Em uma iniciativa inédita, 12 agências da Organização das Nações Unidas (ONU) fizeram, nessa terça-feira (29), um apelo conjunto para acabar com a violência e discriminação contra jovens, adolescentes e adultos LGBT.

“Esta é a primeira vez que tantos membros da família das Nações Unidas uniram forças em defesa dos direitos fundamentais das pessoas lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e pessoas intersex”, ressaltou, em nota, o chefe de Assuntos Globais do Escritório de Direitos Humanos das Nações Unidas, Charles Radcliffe.

“É tanto uma expressão de compromisso por parte das agências da ONU quanto um poderoso chamado à ação aos governos de todo o mundo para fazer mais no combate à violência homofóbica e transfóbica e no combate à discriminação e aos abusos contra pessoas intersex”, acrescentou.

A declaração destaca o elo entre abusos dos direitos humanos contra pessoas LGBT e problemas de saúde, rupturas familiares, exclusão social e econômica e oportunidades perdidas para o desenvolvimento e o crescimento econômico.

O texto estabelece medidas específicas que os governos devem tomar para coibir a violência e proteger os indivíduos de discriminação. Entre elas estão ações para melhorar a investigação e o comunicação de crimes de ódio, tortura e maus-tratos, proibir a discriminação e rever e revogar todas as leis usadas para prender, punir ou discriminar pessoas com base em sua orientação sexual e identidade ou expressão de gênero.

“A violência e a discriminação contra as pessoas com base na orientação sexual, identidade de gênero e características sexuais biológicas violam os direitos humanos e empobrecem comunidades inteiras. É por isso que as agências das Nações Unidas que trabalham em uma ampla gama de áreas – saúde, educação, emprego, desenvolvimento, direitos das crianças, igualdade de gênero, segurança alimentar e refugiados – se uniram para estimular a mudança”, disse Radcliffe.

“Embora o simbolismo disto seja importante, as recomendações práticas que apresentamos são ainda mais importantes. Esperamos que esta declaração possa fornecer um modelo para os governos, bem como para as equipes da ONU em países ao redor do mundo”, completou.

Rio Branco: Gays fazem beijaço em  evento evangélico e  Feliciano cancela participação.


Evento aconteceu na sexta-feira, 02, no Centro de Rio Branco

Ativistas LGBT promoveram um beijaço em protesto contra a presença do pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) em um evento evangélico no Acre.

O “Aviva Rio Branco”, que aconteceu na sexta-feira, 02, na Concha Acústica do Parque da Maternidade, no Centro de Rio Branco. Feliciano acabou cancelamento sua ida ao evento alegando estar doente.

O parlamentar tinha presença confirmada no evento e deveria ser uma das principais atrações. Segundo o G1, um grupo de aproximadamente 50 militantes foi até o local do evento para promover o beijaço.



Um dos organizadores do evento, o pastor Maycon Gomes chegou a minimizar a participação dos ativistas. “Eles criam esses movimentos, mas diante da força desse evento gospel, eles são fracos. Não conseguem inibir o evento e o conferencista, que é o pastor Marco. Isso não acontece só aqui, mas em vários lugares, mas o que vai prevalecer aqui é a vontade de Deus e também a razão e a opção do pastor Marco Feliciano de lutar contra esse evento”, disse.

Nojento! Membro do Psol no Acre diz  que não filia homossexuais. Partido afastará o homofóbico.


Evangélico ainda disse que tem amigos homossexuais. Quem tem amigo assim, para que inimigos?


A homofobia pode vir de todos os lugares, até mesmo de um partido liberal como o Psol, que abriga o único deputado federal do país abertamente gay.

José de Queiroz, de 64 anos, e que se dizia representante da legenda em Cruzeiro do Sul, no Acre, declarou em uma entrevista a uma emissora local, na quinta-feira, 1º, que não iria permitir que homossexuais se filiassem ao partido.

“Aceitamos filiação, desde que sejam de pessoas decentes e idôneas e que não tenham passado sujo. Porque quem nasceu filho da santa, continua filho da santa, e quem é filho da outra, continua sendo filho da outra. Como pessoa, eu não filio homossexuais, mas o partido é livre para aceitar qualquer pessoa. Por isso é PSOL, onde o sol nasce para todos”, disse.

A declaração preconceituosa e discriminatória caiu péssimo para Queiroz. O presidente regional do partido, Jamyr Rosas, disse que Queiroz não é diretor do partido, como se apresenta e, depois das declarações, deve sofrer sanções. Segundo o G1, Queiroz se filiou ao Psol em julho deste ano e fazia parte de uma comissão que formaria o diretório do partido na cidade.

“A gente repudia veemente essas declarações, não aceitamos e ele vai passar por sanções. Agora ele deve ser afastado e o processo vai ser encaminhado para o conselho de ética. Ele não tinha autorização para falar como presidente, não existe direção montada na cidade. Não tinha autorização para dar entrevistas”, enfatizou.

Ao G1, o homofóbico tentou se explicar e se contradisse. Segundo ele, a agremiação possui sete pessoas que são livres para filiar qualquer pessoa, porém, ele diz não aceitar a “prática homossexual”.

“Não interessa a posição e sexo ou a maneira que ele queira agir, porque cada um é dono de si. Porém, eu como evangélico, digo que não concordo com isso, mas tem sete pessoas e cada um filia quem quiser. A prática é que não aceito, mas tenho muitos amigos homossexuais, que a gente se dá muito bem. Mas, não concordo filiar gente assim”, enfatizou.

Mato Grosso: Empregada lésbica do frigorífico JBS  ganha indenização após discriminação.


Testemunhas comprovaram que funcionária sofria homofobia no trabalho


Uma funcionária de um frigorífico da JBS discriminada após se declarar homossexual ganhou na Justiça indenização de R$ 7 mil por danos morais.

De acordo com o site Olhar Jurídico, testemunhas confirmaram que a mulher ouvia, diariamente, depreciações sobre seu trabalho fundamentadas na sua orientação sexual. Ela também era chamada de estressada e nervosa devido “a falta de homem” e frequentemente lhe faziam gestos sugerindo o órgão genital masculino.

De acordo com o desembargador Osmair Couto, relator do processo, da 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso, trata-se de “homofobia, conduta que passa muito longe daquilo que pode ser considerada como brincadeiras baseadas na liberdade existente dentro do ambiente de trabalho”, pois sua chefe “perseguiu e hostilizou reiteradamente a Autora pelo fato desta ser homossexual, ou, ao menos, utilizava desta situação para impingir-lhe depreciação ao seu trabalho”.

Além da indenização por assédio moral, o tribunal concedeu à empregada o pagamento do adicional de insalubridade em grau médio (20%). Conforme entendimento da 1ª Turma, as provas periciais foram convincente para provar que o trabalho exercido pela empregada era insalubre no setor de abate do frigorífico.

Ministério da Cultura cria comitê permanente de cultura LGBT.




Comitês apoiarão a implementação de políticas culturais voltadas para a população LGBT e grupos da diversidade sexual

O Ministério da Cultura instalou nesta quinta-feira (1º) o Comitê Técnico de Cultura de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT) para fazer análises e monitoramento das políticas culturais voltadas para esse público. Criado em 2013, em caráter temporário, ele agora será uma instância permanente de controle social dentro do ministério. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União.

O MinC informou que a composição do comitê foi ampliada, e que, em breve, será lançada uma chamada pública para os interessados. Serão destinadas, para a seleção, duas vagas para acadêmicos e pesquisadores que tenham a cultura LGBT como foco de estudo, sendo duas para representantes de notório conhecimento na área de cultura LGBT e duas para movimentos sociais LGBT que atuem na área cultural; e duas para representantes da classe artística ou agente cultural da área LGBT.

O comitê será composto por dois representantes da Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural do MinC, que coordenará o comitê, e um representante para cada uma das secretarias do Minc: Executiva, de Políticas Culturais, de Articulação Institucional, de Economia Criativa e do Audiovisual. Também integrarão o comitê um representante da Fundação Nacional de Artes e um da Fundação Cultural Palmares.

Serão convidados representantes das secretarias de Direitos Humanos, de Políticas de Promoção de Igualdade Racial, de Políticas para as Mulheres e Secretaria Nacional de Juventude, todas da Presidência da República. Também receberão um convite a Frente Parlamentar Mista pela Cidadania de LGBT; os fóruns nacionais de Secretários Municipais e Estaduais e Distrital de Cultura e de Gestores LGBT; e os conselhos nacionais de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos Humanos de LGBT, de Política Cultural, da Juventude, de Políticas de Igualdade Racial e dos Direitos da Mulher.

Entre as atribuições do comitês estão a apresentação subsídios para apoiar a implementação de políticas culturais voltadas para a população LGBT e grupos da diversidade sexual, diretrizes, ações e estratégias de atuação para o fomento, reconhecimento, valorização, intercâmbio e difusão das produções, manifestações e expressões artísticas e culturais de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e demais grupos da diversidade sexual, que tenham como foco principal a promoção dos direitos humanos dessa população e o combate ao preconceito à homofobia, lesbofobia e transfobia.

O comitê também deverá acompanhar e monitorar as ações do MinC que focam a população LGBT ou tratem de questões relativas à diversidade sexual, considerando sempre os recortes geracional, raça/cor, povos e comunidades tradicionais, regionalidade e pessoas com deficiência; e articular e mobilizar o movimento LGBT e outros possíveis parceiros a fim de ampliar e divulgar as ações e políticas culturais LGBT.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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