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HOMOSSEXUALIDADE

Postagens na internet ofensivas às mulheres, negros, LGBTs e indígenas entram na mira do governo.




Ferramenta buscará agressões e manifestações de ativistas em rede social. Serviço será apresentado por ministério até o fim de novembro.

Hoje submersos no mar de posts das redes sociais, os comentários ofensivos contra negros, mulheres, indígenas e à comunidade LGBT estão prestes a entrar no radar do governo federal.

A pedido da antiga Secretaria de Direitos Humanos (SDH), da Presidência da República, o Laboratório de Imagem e Cibercultura (Labic), da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) criou um serviço que funcionará como uma peneira. Irá vasculhar de forma automatizada Twitter, Facebook e Instagram em busca de manifestações de ativistas, apoio a vítimas de discriminação e, principalmente, agressões aos direitos humanos.

O chamado Monitor dos Direitos Humanos exibirá as mensagens compiladas na íntegra, mas não trará a identidade dos autores. Os links originais serão incluídos. A ferramenta ainda está inacabada e em fase de testes.

Segundo a SDH, a ferramenta foi criada “para que os órgãos do governo que trabalham com a temática [dos direitos humanos] tenham conhecimento do que circula publicamente”. A pasta foi fundida com outras duas pastas em outubro, na reforma ministerial promovida pela presidente Dilma Rousseff, para dar origem ao Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos.

De acordo com Fábio Malini, um dos coordenadores do Labic, nem todas as publicações reunidas serão indicativos de crimes de ódio. “Na modelagem de dados, a gente separa, dentre os milhões de citações ao racismo, o que é ameaça, o que é ‘empoderamento’ negro, intolerância religiosa e o que é expressão de violência contra o negro.” As mensagens poderão ser crivada por tempo (15 minutos, 24 horas, 7 ou 30 dias).

Algoritmos serão responsáveis pela coleta, filtragem e exibição das mensagens. Por trás do Monitor, há 15 desses programas. Cada um possui uma função específica. O Marta, por exemplo, nomeado em homenagem à jogadora de futebol, coleta o histórico de um perfil no Twitter.

#SomosTodosTaisAraújo

No fim de outubro, a atriz Taís Araújo foi alvo de comentários racistas no Facebook. A campanha de apoio a ela criou a hashtag #SomosTodosTaísAraújo, que foi um dos temas mais discutidos no Twitter.

Para evitar que casos de grande repercussão dominem os resultados, o Monitor não peso somente aos assuntos que viram “trending topics”. Por isso, as mensagens são filtradas por meio de palavras-chave e não apenas pela popularidade nas redes.

Por ser uma ferramenta de acompanhamento, destinada a militantes, jornalistas, gestores públicos e jornalistas, terá poder apenas para jogar luz sobre o que é dito nas redes sociais, mas não para responsabilizar possíveis criminosos. Ele indicará os canais atuais de denúncia, como Disque 100 e Humaniza Redes.

O Monitor é uma ferramenta de que a SDH ainda não dispõe. Essa lacuna acabará no fim de novembro, para quando está prevista a apresentação oficial. Malini diz que os planos são de entregá-lo a tempo do Dia da Consciência Negra, em 20 de novembro.

Suposta mensagem assinada pela Renault em apoio aos gays viraliza nas redes sociais.





Na manhã desta quarta-feira (11), começou a circular nas redes sociais uma montagem muito interessante envolvendo a montadora de carros Renault.

Na imagem, um casal gay trocando afeto dentro de um carro da empresa, abre espaço para uma suposta mensagem enviada pelo Instituto Renault, em relação a possíveis críticas que a foto com dois homens teria recebido pelo público homofóbico. “Até quando você vai aceitar isso?”, questiona a montagem.



Apple é acusada de racismo após expulsar estudantes negros de loja.




A Applese meteu numa confusão daquelas e precisou se desculpar com seis estudantes negros que foram impedidos de permanecer em uma loja da empresa em Melbourne, na Austrália.

O bafo ficou gigante após um vídeo publicado no Facebook mostrar o momento em que o funcionário explica que todos precisam sair porque a segurança teme que eles roubem algum produto.

“Esses rapazes [da segurança] estão um pouco preocupados com a sua presença na nossa loja. Eles temem que vocês talvez roubem alguma coisa”, diz ele. Quando os estudantes protestam, o funcionário os interrompe: “Fim de discussão, eu preciso pedir que vocês saiam da nossa loja.”

Segundo reporta o The Guardian, o diretor da escola onde os garotos estudam os acompanhou à loja para procurar o gerente, que se desculpou. Pelo Facebook, Mohamed Semra, uma das vítimas do ocorrido, confirmou: “Eles se desculparam, então estamos tranquilos, não há necessidade de levar isso adiante.”
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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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