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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Igreja da Noruega  celebrará união gay.


Casamento homo é legalizado no país desde 2008


A Igreja Evangélica Luterana da Noruega aprovou medida para permitir que casais do mesmo sexo possam se unir nas igrejas. A medida foi aprovada pelo Sínodo geral da instituição nesta semana.

Isso significa que a maioria dos casais de gays e lésbicas, se quiserem, poderão ter suas uniões celebradas nas igrejas, já que a Igreja da Noruega é a religião de três quartos (75,2%) dos habitantes do país.

A igreja foi tolerante com os intolerantes: a medida permite que padres e outros membros da congregação não participem da cerimônia se assim o desejarem.

O casamento entre pessoas do mesmo sexo é legalizado no país desde 2008.

Lei do casamento gay é  assinada na Irlanda.


País foi o primeiro a aprovar casamento gay por referendo


Cinco meses após o referendo que aprovou a união de casais do mesmo sexo na Irlanda, a lei que regulariza essas uniões foi assinada pela presidência, na quinta-feira, 29.

“Este é um momento muito emocional para aqueles que, como nós, fizeram campanha por tanto tempo”, disse a senadora Katherine Zappone, que fez campanha para que seu casamento com sua esposa canadense fosse reconhecido na Irlanda, em um comunicado. “Na verdade, esta vitória pertence a toda a nação, é um grande momento para todos nós”, acrescentou.

Em maio, a Irlanda se tornou o primeiro país a aprovar o casamento gay por meio de um referendo – de 62,1%, escolheram que o casamento pertence a duas pessoas “independentemente do sexo”.

 Holanda encerra proibição  a gays doarem sangue.


Medida não ajuda muito a gays, diz ativista


Gays e homens bissexuais poderão doar sangue pela primeira vez na Holanda. Ainda assim, a nova norma é discriminatória: eles só podem doar se não tiverem tido relação sexual com homens nos últimos 12 meses.

Até então os gays e homens bissexuais eram proibidos de doar sangue seja por quanto tempo não tivessem tido sexo com homens. A mudança não chegou a ser comemorada por ativistas LGBT.

“A nova política permanecerá desnecessariamente discriminatória”, disse Tanja Ineke, disse a diretora da COC, uma das maiores entidades arco-íris do país, ao canal AT5. “A política só é de importância prática para homens bissexuais em relações monogâmicas de longo prazo com uma mulher.

A discriminação a gays na doação de sangue causa estranhamento na Holanda, já que ela descriminalizou a homossexualidade no longínquo ano de 1811 e foi o primeiro país a aprovar o casamento gay, em 2001.

Milhares participam da 13ª  Parada LGBT de Taiwan.


País é um dos mais inclusivos da Ásia


Cerca de 78 mil pessoas participaram da 13ª Parada LGBT de Taiwan, em Taipei, neste fim de semana.

Cartazes e bandeiras arco-íris foram vistos no evento. Muitos dos participantes se fantasiaram, e foram lembrados personagens como o do desenho japonês Sailor Moon.

Taiwan é uma das nações asiáticas mais progressistas em relação as direitos gays. Um projeto que legaliza a união homo foi apresentado no Parlamento em 2013 e ainda não foi à votação.

21 mulheres trans foram presas  na Malásia este mês.



Transgêneros estão sofrendo no país asiático


A Malásia continua intolerante aos LGBT. Desde que o Tribunal Federal restabeleceu a proibição de cross-dressing, no início deste mês, 21 transgêneros foram presos, segundo uma entidade arco-íris.

A proibição da Sharia, lei muçulmana, teoricamente seria aplicada somente às pessoas que seguem o Islamismo, mas não é isso o que está acontecendo, de acordo com o Justice for Sisters.

“Uma vez que a decisão do Tribunal Federal restabeleceu a Seção 66, incursões e detenções tiveram lugar em Kuala Lumpur, Penang e Terengganu, desencadeando uma onda de medo entre a comunidade transgênero para caminhar livremente”, disse o grupo.

Padre gay polonês diz que Vaticano  é desumano com homossexuais.


Padre foi suspenso e não poderá mais rezar missa


O padre polonês Krzysztof Charamsa, que criou polêmica ao se declarar gay na véspera do último Sínodo dos bispos, afirmou que o tratamento que recebeu do Vaticano é “desumano” e que não é “um “monstro” por sua orientação sexual” em carta enviada ao Papa Francisco.

Segundo agências internacionais, na carta, o religioso acusa a Igreja de fazer a vida de homossexuais em todo o mundo “um inferno”. E também criticou uma suposta hipocrisia do Vaticano por banir sacerdotes gays, enquanto o clero está “lotado de homossexuais”.

Charamsa foi demitido no mesmo dia em que se declarou gay e apresentou o companheiro à imprensa da função de professor da Universidade Pontifícia Gregoriana e na Universidade Pontifícia Regina Apostolorum e afastado da função de secretário-adjunto da Comissão Teológica Internacional. Na semana passada, ele foi suspenso e não poderá mais celebrar missa ou usar batina.

Casal lésbico é agredido e preso no  Havaí por dar beijo no rosto.


Courtney e Taylor foram agredidas, humilhadas e presas por policial homofóbico


Um casal de lésbicas entrou com um processo federal contra um policial do Havaí, nos Estados Unidos, após elas terem sido agredidas e presas apenas por andar de mãos dadas e trocar um beijo no rosto.

Courtney Wilson e Taylor Guerrero, que são da Califórnia, visitavam o Estado em março. Em uma mercearia, elas foram abordadas pelo policial Bobby Harrison, que não estava em serviço, dizendo: “Vocês, garotas, não podem fazer isso aqui”.

Elas o ignoraram, mas ele voltou com um empregado da loja ameaçando-as. O homofóbico agarrou Courtney pelo braço, Taylor tentou intervir. “Eu levei um soco no rosto. Abriu meu nariz. Estávamos no chão”, contou Courtney ao Honolulu News Now.

Elas foram levadas até o porão da loja e continuaram sendo ameaçadas, perguntadas se a conduta delas valeu a pena. As mulheres ainda foram presas acusadas de agressão a um policial, precisaram pagar 12 mil dólares de fiança e não podiam deixar a cidade, e acabaram dormindo num parque.

Depois de tudo isso, o Departamento de Polícia de Honolulu abriu uma investigação interna e pediu desculpas.

Vão ter que me engolir! Após ameaça, Jean Wyllys dá resposta esmagadora diante de um plenário lotado.




Um bate-boca com troca de ofensas entre os deputados Jean Wyllys (PSOL-RJ) e João Rodrigues (PSD-SC) paralisou por alguns minutos as votações desta quarta-feira (28) no plenário da Câmara. A discussão começou quando Rodrigues subiu à tribuna para criticar parlamentares que se opõem à revogação do Estatuto do Desarmamento.

O deputado de Santa Catarina sugeriu que parlamentares que são contra a flexibilização, como Wyllys, “se postam como que se fossem verdadeiros defensores de bandido”.

Rodrigues lembrou que o deputado do PSOL foi eleito com a ajuda da exposição que teve no reality show Big Brother, da TV Globo, do qual foi o vencedor da edição 5, em 2005. “Pela sua história, ele não merece meu respeito e da maioria dos deputados”, afirmou o parlamentar catarinense.

“Posso até ser criticado pelas minhas posições, mas vindo do senhor é um elogio, porque um parlamentar que defende a liberação das drogas e o perdão para traficantes, um parlamentar que defende que o adolescente pode trocar de sexo sem autorização dos pais. Isso é não é deputado, é a escória da política desse País”, disse Rodrigues.

Resposta de Jean Wyllys

Pouco depois, Jean Wyllys tomou o microfone da Casa para dizer que não será intimidado por “ladrões” e “fascistas”. De acordo com Wyllys, Rodrigues é acusado de roubar dinheiro público e já foi condenado por improbidade administrativa.
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Deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) respode aos ataques        
“Homens decentes não assistem vídeo pornô em plena sessão plenária; homens decentes não são condenados por improbidade administrativa, por roubar dinheiro público como o deputado foi. Quem não tem moral para representar o povo, é ladrão”, disse o deputado e acrescentou: “resta saber se o vídeo que o senhor assistia era homossexual ou heterossexual”

O deputado do PSOL se referia ao flagra feito pela imprensa, em maio deste ano. Durante uma votação de propostas da reforma política na Casa, Rodrigues foi flagrado assistindo vídeo e vendo fotos pornôs.

Em postagem no Facebook, Jean Wyllys divulgou uma foto do deputado do PSD com a seguinte frase: “Bandido bom é bandido rico, com terno, gravata e gabinete”.

Sobre a foto, trechos de material do jornal Diário Catarinense. Em reportagem, a publicação informa que João foi denunciado pelo Ministério Público Federal por indícios de irregularidade no fornecimento da merenda escolar em Chapecó, no período entre 2007 e 2009, quando foi prefeito do município.

Deputada Jandira Feghali defende Jean Wyllys e reclama do retrocesso da Câmara.


A deputada Jandira Feghali, do PCdoB do Rio de Janeiro, em plenário da Câmara


"Orientação sexual é um direito humano. Cada uma faz o que a vida lhe dá como felicidade" discursou a parlamentar do PCdoB na tribuna.

A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) discursou na tribuna em defesa do colega de Estado Jean Wyllys (PSOL-RJ) na última quarta-feira, 28, na sessão plenária.
Tudo começou quando João Rodrigues usava a tribuna da Câmara para criticar parlamentares que eram contra a flexibilização do Estatuto do Desarmamento, aprovada na terça-feira, 27, por uma comissão especial da Casa.
O deputado de Santa Catarina sugeriu que parlamentares que são contra a flexibilização, como Jean Wyllys, "se postam como que se fossem verdadeiros defensores de bandido".

Em resposta, Jean Wyllys acusou Rodrigues de roubar dinheiro público. "Homens decentes não assistem vídeos pornôs durante a sessão plenária. Homens decentes não são condenados por improbidade administrativa, por roubar dinheiro público, como o deputado foi", disparou.

O deputado do PSOL se referia ao flagra feito pela imprensa, em maio deste ano. Durante uma votação de propostas da reforma política na Casa, Rodrigues foi flagrado assistindo vídeo e vendo fotos pornôs. Na época, o parlamentar afirmou que tinha apenas aberto um vídeo enviado em grupo do aplicativo WhatsApp.

Jandira repudiou as agressões sofridas por Wyllys feita pelo o deputado João Rodrigues. Comentou do momento de retrocesso que vive a Câmara e falou em favor dos direitos LGBT. "Orientação sexual é um direito humano. Cada uma faz o que a vida lhe dá como felicidade" concluiu a deputado.

Mulheres organizam manifestação contra lei absurda criada por Eduardo Cunha.




Após denúncias gravíssimas de contas secretas na Suíça, depois tentar instituir a criminização da heterofobia no Brasil e promover o coronelismo na Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB – RJ) vai enfrentar a ira do povo.

Nesta sexta-feira (30),rolou em São Paulo uma manifestação contra o Presidente da Câmara, na Praça do Ciclista, na AV. Paulista. O movimeno organizado por mulheres indignadas com o PL 5069/2013, que foi aprovada no último dia 21 de outubro pela CCJ.

Esse projeto de lei é de autoria de Eduardo Cunha e ordena que profissionais da saúde que auxiliem ou informem as mulheres vítimas de violência sobre métodos abortivos (permitido por lei desde 1940 em casos de estupro) terão pena de prisão de 5 a 10 anos.

Além disso, a vítima de violência sexual perderá a garantia do fornecimento da pílula do dia seguinte, além de não ser mais informada sobre seus direitos legais e sobre os serviços sanitários disponíveis. Neste espectro, mulheres pobres e negras são as que mais sofrerão com isso.

Obviamente, a instatisfação é geral e uma excelente oportunidade para todos os cidadãos de bem, que não toleram desvios de dinheiro e abuso de poder, lutarem. Acesse a página do evento no Facebook e passe essa ideia pra frente!

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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