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NOTICIAS DO MUNDO GAY

USA: Rapaz gay é mais uma vítima dos  ataques homofóbicos em Dallas.




Geoffrey Hubbard, de 25 anos, foi brutalmente atacado na quinta-feira, 19, em Dallas, nos Estados Unidos. Este foi o 12º ataque a um gay em apenas dois meses no bairro de Oak Lawn da cidade.

O rapaz foi abordado enquanto ia para casa de um amigo após deixar o trabalho por volta de 23h. Ao canal WFAA, ele relatou que foi atingido por um objeto desconhecido pelas mãos de um homem que surgiu de repente. Ele rastejou-se para baixo de um carro para se salvar. Hubbard chegou a ser internado na UTI com fratura do crânio.

A polícia ainda não tem um suspeito nem desse nem dos outros ataques e trata apenas um deles como um crime de ódio anti-gay. Muitas das vítimas são trabalham em bares gays e são pegas após sair do trabalho.

A partir de 2017: Vietnam aprova lei que legaliza  transexuais no país.


Transexuais do país saírão da ilegalidade


Vitória para os transexuais no Vietnã. Na terça-feira, 24, o Parlamento do país aprovou lei que as tira da penumbra e as reconhece, assim como derrubou a proibição de que elas façam a cirurgia de redesignação do sexo.

Agora, quaisquer transexuais que passem pela cirurgia poderão ter novos documentos de acordo com seu gênero. Antes, transexuais iam para a Tailândia fazer o procedimento cirúrgico e ainda assim quando voltavam ao país não tinham o reconhecimento de seu gênero.

Há uma estimativa de 270 mil transexuais no Vietnam. “Pessoas transgêneros agora podem executar a mudança de sexo com acessibilidade e segurança no Vietnam”, disse Luong Ngoc Minh, diretor do Instituto de Estudos sobre a Sociedade, Economia e Meio Ambiente.

Expectativa de vida dos transexuais  na América Latina é de 35 anos.


Expulsas das famílias e escolas, muitas transexuais têm as ruas como destino


A Comissão Interamericana de Direitos Humanos denunciou que a expectativa de vida das pessoas transexuais na América Latina é de 35 anos.

Segundo o relatório “Registro de Violência”, um grande número de mulheres trans são assassinadas. Já os homens trans são vítimas de violência principalmente na própria família.

De acordo com a Organização dos Estados Americanos (OEA), os países membros da OEA não têm um sistema que recolha dados considerando a identidade de gênero, e muitas vezes a identidade de gênero é confundida com orientação sexual.

O relatório também destaca a importante relação entre a exclusão, a discriminação e a curta esperança de vida das pessoas trans, segundo o estudo, abusadas desde a tenra idade.

A nova lei, no entanto, ainda demorará um pouco para começar a valer: somente em janeiro de 2017

Este mês: Aplicativo vai monitorar  mensagens de ódio no Brasil.


Aplicativo foi desenvolvido pela Universidade Federal do Espírito Santo


Um aplicativo na internet vai monitorar postagens nas redes sociais que reproduzam mensagens de ódio, racismo, intolerância e que promovam a violência.

O aplicativo foi criado pelo Laboratório de Estudos em Imagem e Cibercultura da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), será lançado este mês e permitirá que usuários sejam identificados e denunciados.

Chamado de Monitor e Direitos Humanos, o aplicativo foi encomendado pelo Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos e buscará palavras-chaves em conversas que estimulem violência sexual contra mulheres, racismo e discriminação contra negros, índios, imigrantes, gays, lésbicas, travestis e transexuais. Os dados ficarão disponíveis online.

Homofóbico: TJ obriga homem a pagar R$ 3 mil  por agressão a vizinho gay.


Vizinho se irritou com ato decidido em reunião que ele sequer compareceu e agrediu verbal e fisicamente o síndico


O Tribunal de Justiça do Distrito Federal condenou um homem a pagar R$ 3 mil a um vizinho gay após briga em uma reunião de condomínio na Asa Norte. O escritor Fernando Alcântara diz que foi agredido fisicamente e verbalmente com frases homofóbicas. Já o suposto agressor, Marcello Barroso, informou que apenas se defendeu de ofensas ditas por Alcântara e o companheiro, que é síndico do prédio. Cabe recuso à decisão.

O advogado da vítima, Kayo Miranda Leite, disse ao portal G1 que as discussões começaram após o escritor e o companheiro retirarem do prédio alguns objetos de decoração. A iniciativa tinha objetivo de diminuir o orçamento do condomínio.

“O Marcello, morador antigo do prédio, tinha um apreço pelos ornamentos. Como ele não participava de reuniões do condomínio, onde foi votada a retirada dos ornamentos, ele foi pego de surpresa e ficou chateado”, disse.

Em uma nova reunião do condomínio, o profissional liberal, de 51 anos, compareceu e disse palavras de baixo-calão para Alcântara, segundo o advogado Kayo Miranda Leite. Ele teria dito, na frente de outros moradores, que “todo veado é assim mesmo: escroto”, se referindo ao escritor e o companheiro. Além disso, ele também teria agredido fisicamente Fernando.

“Foi uma situação vexatória, constrangedora, que envergonhou pessoas que estão tentando salvar financeiramente o condomínio. O Marcello poderia ter tido uma outra reação. Entretanto, ele preferiu ofender a sexualidade de Fernando. Tudo está provado. Existem gravações, que inclusive, foram levadas ao juiz. As provas são absurdas e contundentes, denunciam de forma inequívoca a violência.”


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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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