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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Igreja Mórmon proíbe crianças  filhas de pais homossexuais.


Intolerância dá o tom da nova regra da igreja fundada nos EUA



A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias – também conhecida como Igreja Mórmon – determinou que filhos de pais homossexuais não serão mais aceitos na congregação.

As crianças estão proibidas de serem membros da igreja e também de serem batizadas. Segundo a nova norma, a única maneira de quem tem pais gays ou lésbicas pertencer à congregação é esperar ter “idade legal” para sair de casa e negar a “prática de co-habitação e casamento entre pessoas do mesmo sexo”.

Mesmo assim, ainda será necessário uma autorização do Gabinete da Primeira Presidência da Igreja.

Adoção por casais homossexuais  é aprovada na Colômbia.


Casais de gays e lésbicas são autorizados a adotar no país sem restrições


A adoção por casais homossexuais na Colômbia passou a ser uma realidade na quarta-feira, 04. A Corte Constitucional do país derrubou as restrições que existiam para esses casais.

Até então, casais de gays e lésbicas podiam adotar apenas se a criança fosse filha biológica de um dos pais ou de uma das mães.

O tribunal teve longas horas de debate e decidiu pelos arco-íris por 6 votos a 2. “Orientação sexual ou de gênero não são em si mesmas indicativo de uma falta de idoneidade moral, física ou mental para adotar”, disse a juíza Maria Victoria Calle Correa, da Corte Constitucional.

Após pressão internacional: Estudante tunisiano condenado  por sexo gay é liberado.


Mais de 80 mil pessoas assinaram petição para jovem ser libertado


Um estudante tunisiano de 22 anos identificado como Marwan e que foi condenado a um ano de prisão por sexo gay foi liberado após um protesto internacional.

Segundo a Agência France-Presse, o jovem teve de pagar uma fiança de 230 euros (cerca de R$ 940). Marwan foi levado para interrogatório na cidade de Sousse, em 6 de setembro, depois que seu número de telefone foi encontrado junto ao corpo de uma vítima de assassinato.

Depois de seis dias sob custódia policial e alegação de abuso, o jovem confessou ter tido relações sexuais com o homem. Seu advogado disse que a polícia lhe ameaçou fazer uma acusação de assassinato contra ele se ele não explicasse seu relacionamento.

Inocentado de suspeita de assassinato, Marwan foi então investigado por sexo gay e forçado a se submeter a um exame anal. A entidade Human Rights Watch decretou o exame como “grosseiramente intrusivo, invasivo e abusivo”, e mais de 80.000 pessoas assinaram uma petição exigindo a libertação do rapaz.

Homem suspeito de matar universitária seria amante do namorado da vítima.




Foi preso em Extrema, no Sul de Minas, o suspeito de mandar matar uma universitária de 21 anos, que estava desaparecida há 12 dias e, nesta terça-feira (3), foi encontrada morta.

O corpo de Larissa Gonçalves de Souza, de 21 anos, foi encontrado na Serra da Mantiqueira, com ferimentos na cabeça e marcas de estrangulamento. Ela desapareceu depois de parar o carro no estacionamento da rodoviária de Extrema, onde morava. Todos os dias ela ia de ônibus até Bragança Paulista, onde fazia faculdade de biomedicina.


Nesta terça (3), a polícia prendeu um suspeito de ser o mandante do crime: o comerciante José Roberto Freire, de 35 anos. Segundo a polícia, ele pagou R$ 1 mil pelo assassinato da estudante. O comerciante teria encomendado a morte da jovem por ciúmes. De acordo com o delegado, uma testemunha que se apresentou espontaneamente na delegacia revelou que José Roberto e Lucas Gamero, namorado de Larissa, teriam um relacionamento amoroso.

O delegado disse que, assim que foi preso, José Roberto confessou o assassinato na frente do advogado dele. Por hora, o namorado de Larissa (foto abaixo) é tratado como testemunha no caso. No começo das investigações, ele foi ouvido e deve depor mais uma vez. A polícia ainda procura por outras três pessoas que teriam sequestrado e matado a estudante.

Larissa foi enterrada no início da madrugada. Centenas de pessoas acompanharam o velório. Durante a noite, os moradores se revoltaram e depredaram a loja do suspeito de encomendar o crime.

Passo importante: Boletim de ocorrência passa a registrar crimes homofóbicos em SP.




O registro do Boletim de Ocorrência passou a ter, desde ontem (5), espaços para o preenchimento do nome social e para a inserção da motivação do crime, caso ele seja decorrente da orientação sexual ou identidade de gênero da vítima.

A medida atende um pedido da comunidade LGBT e pretende contribuir com o esclarecimento de crimes homofóbicos. "É um passo importante na questão do respeito à diversidade, que é a marca do nosso estado", declarou o governador Geraldo Alckmin.

A mudança também valerá para o BO eletrônico, feito através da Delegacia Eletrônica. É facultativa a declaração do nome social, orientação sexual, identidade de gênero e motivo presumido de discriminação e violência motivada por orientação sexual e identidade de gênero.

Além disso, policiais em formação terão a disciplina de Direitos Humanos ampliada para abordar a diversidade sexual. As aulas serão obrigatórias e contarão com palestras realizadas por militantes LGBT.

As duas medidas são provenientes do Grupo de Trabalho, criado em 2013, pela Secretaria de Segurança para desenvolver ações destinadas ao aprimoramento das políticas públicas estaduais referentes à diversidade sexual, no âmbito da SSP. O grupo é constituído por membros da SSP, Polícia Civil, Polícia Militar, Casa Civil, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), militância LGBT, Defensoria Pública e Ministério Público.

O evento também marcou a comemoração dos 14 anos da Lei Anti-homofobia (nº 10.948/01), sancionada pelo governador em 5/11/2001. "Foi uma lei pioneira no país contra a intolerância, a homofobia e a transfobia", disse Alckmin.

O governador ainda acrescentou que "a diversidade está no DNA de São Paulo. Uma terra que recebe gente dos quatro cantos do país e do mundo. Essa miscigenação é característica do nosso estado, por isso temos o dever de liderar estas conquistas que dizem respeito a toda sociedade, pois a injustiça cometida contra uma pessoa é uma ameaça a toda sociedade."

Mais conquistas

Há, desde 2006, a Decradi (Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância), criada por meio do decreto 50.594, de 23 de março daquele ano. A finalidade da Delegacia é reprimir e analisar os delitos de intolerância de um grupo em relação a outra pessoa ou grupo caracterizados por convicções ideológicas, sexuais, religiosas, raciais, culturais e étnicas.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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