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CONTOS DO LEITOR



Me sentindo completo





Meu nome é Everton, vivo a sete anos uma historia de amor com Milton.
Milton era meu vizinho. Ele é dois anos mais velho que eu. Crescemos juntos, brincávamos, brigávamos, fazíamos as pazes em minutos. Estudamos juntos, isto é na mesma escola. Ele sempre foi muito alegre e divertido e isto me encantava sua espontaneidade facilidade de fazer amigos, se socializar, principalmente porque eu não era assim, ao contrario, eu era bem tímido.

Eu sempre me senti bem ao lado de Milton, gordinho, usuário de óculos, eu era muito zoado e como sou muito tímido não conseguia responder a altura, mas se Milton estivesse perto ele me defendia retrucando a zoação.

Quando Milton tinha 18 anos ele sofreu um acidente andando de bicicleta. Foi atropelado por um carro, o que o deixou paraplégico. Todos ficamos tristes e incertos do futuro, mas Milton permaneceu alegre, tirando sarro, fazendo piadas das situações, dificuldades e eu sempre por perto.

O tempo foi passando e Milton não se fez de coitadinho sempre tentando ser o mais independente possível, mas sabendo reconhecer suas limitações, pedindo ajuda ou encontrando maneiras criativas de superar os obstáculos. Aquilo fazia de Milton para mim ainda mais especial. Muitos dos seus "amigos" se afastaram, mas seu sorriso fácil, seu jeito alegre e contagiante trouxe novos amigos.

_ Everton quero fazer academia vai facilitar muito minha vida, vou precisar de mais força nos braços agora além de querer dar aquela definida ne?
Disse Milton me dando uma piscada.
_ Acho uma boa ideia! Até eu deveria ir junto para ver se perco alguns quilinhos, mas me da um desanimo.
_ Que isso cara, vem comigo! Se você desanimar eu te animo, afinal você é ou não meu escudeiro?

Fiquei todo vermelho com aquelas palavras e com aqueles olhos me olhando seu sorriso aberto não resisti e aceitei o desafio.

A primeira dificuldade foi encontrar uma academia minimamente adaptada ou seja, que Milton conseguisse entrar com a cadeira de rodas, ir ao banheiro, circular entre os aparelhos. Conseguimos uma no bairro ao lado. Confesso que a ideia não me agradava muito, mas o fato de estar mais um tempinho junto com Milton o esforço compensava e como kkkk.

A força de Milton, sua disposição era contagiante mesmo quando eu não queria ir na academia ou parava os exercícios lá vinha meu amigo me animar, o que realmente fez com que os resultados aparecerem. Milton desenvolveu seus ombros, seus braços. Nossa que delicia aquele tanquinho com seus pelinhos que desapareciam no short! Eu também perdi alguns quilos e já podia ver um pouco de desenvolvimento nos braços, ombros e pernas, não como Miltom, mas já havia emagrecido muito desde que começamos.

Um dia voltando da academia percebi que estava sem as chaves de casa e ao chegar em casa bati a campainha e ninguém atendeu.
_ Há cara, minha mãe saiu e estou sem chaves!
_ Sem problemas vamos para minha casa.
_ Mas eu estava muito afim de um banho estou morto e fedido.
_ Então somos dois cara, mas da nada não toma banho lá em casa.
_ Sei não Milton.
_ Que isso Everton? Que mal há em você tomar banho lá em casa, se for vergonha dos meus pais relaxa eles ainda não chegaram e a Margo (empregada da casa) já deve ter ido embora a uma hora dessas.


Aceitei e lá fomos nos para a casa de Milton, que mal entrou já tirou sua camisa.
_ Pode tomar banho primeiro enquanto eu preparo um lanche para nós que estou varado de fome e você deve estar também. Se a cadeira atrapalhar coloque ela aqui no quarto.
_ Não Milton não precisa depois eu compro qualquer coisa para comer.
_ Não tá confiando no sanduba do Miltão aqui não é?
_ Não é isso cara, é que....
_ Então relaxa vai tomar seu banho que logo vai comer o melhor sanduíche da tua vida kkkk.

Eu não estava acreditando, eu estava tomando banho na casa do Milton, no banheiro dele. Quantas vezes eu sonhei com aquilo, claro que nos meus sonhos eu estava tomando banho com ele né, mas isso já era coisa da minha cabeça.

O Banheiro era um suíte todo adaptado feito especialmente para Milton depois do acidente. Tirei a cadeira de banho do meu amigo, tirei toda minha roupa e comecei meu banho. Terminei o banho, pego a toalha e antes de me enxugar, cheiro para sentir o cheirinho do meu amor platônico. Nossa que delicia que cheiro bom! Olho para o cesto de roupas e não resisto, pego uma cueca de Milton e começo a cheirar. Quando escuto um barulho jogo a toalha no cesto a porta se abre me assusto.
_ Que foi cara?
_ Me assustei com você abrindo a porta, e por falar nisso sai daqui estou pelado!
_ kkkkk larga de bobeira Everton, os sanduíches estão prontos, quer uma roupa minha?
_ Sim mas sai do quarto para eu me vestir digo me escondendo na toalha.

Milton puxa minha toalha e joga do outro lado do quarto e empurra sua cadeira que vai para trás rápido rindo da minha cara.
_ Que criancice Milton.
_ Você ai todo cheio de timidez só estamos nos aqui Everton tá com medo de quem te ver pelado, eu?
_ Sabe que tenho vergonha.
_ De que cara? Se você ficar com vergonha de você mesmo, quem vai te respeitar? Um cara tão legal, divertido inteligente, se escondendo, porque?

Por causa de um par de óculos, uma gordurinha? Se você quiser pode usar lente e ficar parecido com os outros, pode emagrecer e se você prestar atenção já está com um corpo bem mais magro. Agora olha para mim, eu estou numa cadeira de rodas, não há nada que eu possa fazer para mudar isso e mesmo assim eu não vou deixar ninguém tirar sarro de mim por isso. Não vou me esconder porque sou diferente, vou treinar, aprender coisas ficar mais e mais independente, o que eu não souber ou não conseguir fazer sozinho eu pedirei ajuda, farei o possível para estar sempre bonito, cheiroso, charmoso e alegre não só por mim, mas por todos que estão ao meu lado.

Ouvindo tudo aquilo que Milton disse meus olhos ficaram cheios de lágrimas e quando ele terminou num impulso me atirei sobre a cadeira e o abracei.
Kkkk que isso cara? Que carência é essa agarrando um cadeirante todo suado?
_ Eu gosto do teu cheiro

Disse sem pensar, quando percebi o que estava fazendo me levantei e me afastei todo vermelho de vergonha.
_ Desculpa, desculpa eu.. eu... ai meu De...
_ Hum então você curte um cheirão de macho suado?
Disse Milton tirando sua roupa.
_ Pronto agora nos dois estamos pelados, vem cá dar um cheirão no meu sovaco.
_ Não Milton foi um erro cara eu não.
_ Qual é Everton, já tem maior tempão que você tá afim cara diz ai? Nós nunca tivemos uma oportunidade antes e a culpa foi minha, antes com todas aquelas mulheres dando em cima de mim eu mesmo sentindo que faltava algo não sabia o que era, pensava apenas que não tinha encontrado a mulher certa. Depois do acidente todas sumiram, aos poucos fui conhecendo outras, mas aí ficava com medo de estarem comigo por pena, até que um dia eu percebi você. Não sei quando foi só sei que percebi seus olhares, sua dedicação a nossa amizade, comecei a sentir coisas sabe, fiquei confuso, mas não sei. Algo me diz que você também sente algo por mim e eu não quero perder mais tempo eu... desculpa se não sente o mesmo por mim, mas eu não vou ficar mais com isso engasgado dentro de mim, eu....




Sem me conter mais, beijei Milton que correspondeu ao meu beijo me puxando para cima da cadeira. Sentei em seu colo e continuamos a nos beijar nem sei por quanto tempo, ficamos assim acariciando um ao outro nos beijando, olhando um para o outro, voltando a nos beijar.

_ Tem certeza que é isso que você quer?
_ Eu que pergunto se você tem certeza, vai mesmo querer um gordinho, quatro olhos?
_ E você, percebeu que sou um cadeirante?
_ já te disse que sou fascinado por tudo que tem rodas?
_ Já te disseram que quem gosta de osso é cachorro?

Rimos muito levantei da cadeira, Milton pediu para eu levar a cadeira de banho de volta para o banheiro e foi tomar banho e eu fui ajuda-lo, não que ele precisasse, mas como um ato de carinho, lavei suas costas alisei ensaboei seu corpo com o sabonete. Seu pau ficou duro e não resisti, caí de boca naquele cacete banquinho de cabeça rosada tirando suspiros de prazer em Milton que depois de algum tempo pediu para eu me levantar e empinar a bunda. Miltom abriu minhas nádegas e enfiou sua língua me fazendo um delicioso cunete. Eu nunca tinha sentido nada igual na vida, meu corpo se arrepiava e meu cu piscava enlouquecidamente chegando as vezes prender a língua de Milton. Meu amigo passou a enfiar seus dedos em meu anel. Como eu era virgem, ele pediu para eu pegar o shampoo, lubrificou seus dedos e voltou a me penetrar. Logo ele estava com três dedos em meu buraco e meu pau duro feito rocha babando. Me virei, dei mais uma chupada no pau de Milton ensaboei bem seu cacete com o shapoo e sentei.

Meu cu foi aos poucos recebendo aquele mastro que não é grande nem grosso como os geralmente relatados nos contos e que eu via em filmes, depois é claro medimos e descobri que ele tem 16 cm de comprimento e 10 de circunferência. Tamanho e grossura que fizeram meu cuzinho virgem arder a principio, mas logo que estava todo dentro de mim e relaxei me senti totalmente completo e preenchido. Milton acariciava meu corpo eu subia, descia rebolava em seu cacete, gemíamos e aqueles gemidos nos davam ainda mais tesão. Meu amor mordiscava minha orelha e me dizia coisas como:

_ Que corpo macio gostoso! Nossa que cuzinho quente apertado! Delicia de rabo gostoso!!!

Seu cacete começou a pulsar dentro de mim, meu cu por sua vez piscava ainda mais rápido dando-lhe apertões. Nossas respirações ficaram mais ofegantes até que senti jatos quentes de porra me invadirem.




Relaxei meu corpo, me virei na cadeira sentando de frente para Milton, nos beijamos intensamente novamente. Milton percebendo que eu ainda não havia gozado, bateu uma punheta em mim até que eu gozasse melando todo nosso peito.

Esta foi nossa primeira vez, a partir daí nunca mais nos desgrudamos. Eu saia do trabalho e ia para a academia e depois íamos direto para a casa de Milton namorar. Ficamos por dois anos no sigilo até que um dia a mãe de Milton nos pegou dormindo juntos pelados na cama, foi uma tremenda confusão. Tivemos que nos encontrar em outro lugar pois os pais de Milton não permitiam mais minha entrada na casa, meus pais também eram contra. Minha mãe só chorava por meses dizendo que aquilo não era verdade e meu pai enfurecido não falava comigo.

Aos poucos a família de Milton foi aceitando a nossa situação e permitiram nosso namoro, mas eu não podia ir sem a presença deles ou ao menos de Margô na casa.

Consegui passar em um concurso público em outra cidade, ganhava melhor, aluguei uma casa e passei a ir todo fim de semana ver minha família que pensaram que longe eu tinha me esqueceria de Milton erroneamente, pois depois de passar algumas horas com eles eu ia, claro, namorar com Milton.

Isso durou uns seis meses até que Milton decidiu vir morar comigo. No começo seus pais foram contra, mas os convencemos que assim seria melhor para nós. Milton conseguiu um emprego na nova cidade e alguns meses depois financiamos uma casa juntos. Foi maravilhoso entrarmos em algo nosso, todo adaptado as nossas necessidades. O projeto foi feito em acordo com a construtora, as portas mais largas, rampas, barras de apoio, altura das pias, vaso, tudo para facilitar nosso dia a dia.

Quando meus pais descobriram, ficaram desconsolados. Os pais de Milton tentaram nos ajudar a convence-los de que não estávamos fazendo nada de errado e que apenas queríamos viver juntos. Em vão, meus pais cortaram definitivamente relações comigo. É claro que eu fiquei muito triste com isso, mas Milton nunca deixou de me apoiar.

Hoje já não estou mais gordinho porém não conseguí ficar definido, não resisto a doces e a gordices kkk. Consigo manter um peso bom, mas não consigo definir, apesar que meu lindo diz que tenho o corpo mais gostoso do mundo e isso basta para mim. Não me adaptei a lentes e continuei a usar óculos, não só isso, incorporei esse acessório definitivamente em minha vida como algo não só necessário, mas de estilo. Tenho vários modelos e tamanhos que são escolhidos sempre após um aval do meu amor que ama me ver de óculos.

Milton está com um corpo bem definido, cada bração que é uma coisa de louco, todo seu corpo é bem estruturado e definido exceto as pernas. Sexualmente vamos muito bem obrigado, prefiro a posição de passivo e sempre estamos descobrindo novas posições. As vezes faço ativo também, mas é bem raro. Algo que gosto muito é de sexo oral, aí nos esbaldamos em 69 kkkk.

Trabalhamos, arrumamos a casa, cozinhamos, transamos, vivemos uma vida maravilhosa juntos, um completando o outro, um dando força, apoio, carinho ao outro e espero que essa felicidade dure por muitos e muitos anos.

Autor: Mrpr2

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Postado por Mac Del Rey | (3) Comente aqui!

3 comentários:

  1. Adorei a história. Desejo muito viver uma história parecida com essa!

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  2. Que bom poder ler hoje em dia histórias como essa! Muita gente tá a fim de viver histórias parecidas!

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