Slide 1 Slide 2 Slide 3

CONTOS DO LEITOR



O Estranho do Bar




Não! O sexo não rolou no bar. Mas foi lá onde eu o conheci. Tenho que dizer que ainda não lembro de seu nome. É tão ridículo o como as pessoas de quem menos lembramos serem as que causam um impacto maior em nossas vidas, não? Eu me lembro de que estava com muita raiva nesse dia. Acabara de completar 20 anos uns dias atrás e eu ainda me sentia uma criança imatura, em busca de ascensão na vida, mas eu não conseguia entender a minha vida e quem eu realmente era. Então lá fui eu, ver meu velho amigo. Aquele que iria me dar bons conselhos e consolar a minha amargura... O álcool.

Foi então que eu o vi. eu estava sentando no balcão e ele no banco ao lado lendo um livro. Eu bufei e perguntei:
- O que leva uma pessoa a trazer um livro pra um bar e lê-lo?

Ele se virou pra mim e abriu um sorriso e eu pensei: É! Eu quero esse homem na minha cama. Ele era mais baixo do que eu, seu cabelo castanho e seus olhos verdes, tinha uma barba rala e dentes brancos que exibiam um belo sorriso.

- Porque as palavras são minhas melhores amigas. - Ele disse.
- Engraçado. - Ergui o copo com o whisky - O álcool é o meu! - Virei todo o copo.
- Saúde! - Ele disse.

Esse foi o começo da conversa. Eu não me lembro direito o que conversamos depois, mas me lembro quando ele falou sobre um livro que ele tinha em seu apartamento que tinha ilustrações sexuais. Acho que falávamos de sexo. É incrível como tantos assuntos acabam nos levando a mesma coisa em um bar.

Atravessamos a rua e dobramos a esquina, dividindo o único cigarro que eu tinha em meu bolso e eu ainda não sei porque não comprei um maço novo.

Entramos numa rua e no final dela havia um prédio. Subimos as escadas rindo sem parar e ele dizia:
- Shh... Minha síndica é um porre! Vai acabar expulsando você com a ajuda de uma polícia.
- Foda-se! - Eu gritei.

Rimos ainda mais e subimos as escadas. Entramos no seu apartamento sem parar de rir e ele me ofereceu uma água.
- Não! Eu quero um whisky. Você tem whisky? - Eu perguntei.

Ele me serviu e deitamos no sofá. Eu deitei de um lado e ele do outro, de frente pra mim. Ficamos olhando pro teto e falando sobre nossas vidas miseráveis e como estávamos nos odiando naquele momento. Meu pé estava perto do rosto dele e as pernas dele se entrelaçavam no meu braço. O copo que estava na minha barriga caiu em cima de mim e a gente riu. Foi então que ele cheirou meu pé.

- Sabia que eu tenho um tesão em pé?

- O que? - Eu perguntei levantando a cabeça e olhando pra ele. Ele deu uma fungada e eu ri. - Você é louco!
- É! Louco por pé! - Ele riu. - E você? Qual é seu fetiche?
- Eu não tenho um fetiche.
- Ah!, qual é? Todo mundo tem!
- Eu não tenho.




Ele continuou cheirando meu pé e então ele tirou a minha meia e resolveu beija-lo. Fez cócegas. Eu ri, ele riu, mas continuamos ali e ele beijando o peito do meu pé e então ele mordiscou meu polegar e isso me fez ri mais. Me levantei do sofá e me sentei, olhando pra ele. Ele se levantou e caminhou até aonde deveria ser seu quarto.

Eu fui atrás dele, andando devagar. Assim que cheguei na porta do quarto, eu o encontrei de costas tirando a blusa e a jogou no chão. Ele se abaixou e tirou suas meias e arriou sua calça jeans preta que já estava desabotoada quando estávamos no sofá. Só de cueca box, preta, ele enfiou sua mão nas suas nádegas, de costas, sem olhar pra mim e ficou ali se alisando. Ele batia na própria bunda e brincava com suas nádegas, alisando e apertando. Ele ia pra arriar sua calça quando eu cheguei por trás e o agarrei. Alisei seu abdômen definido e beijei seu pescoço. Belisquei seu mamilo e sua cabeça deu voltas e ele suspirava um gemido agradável. Chupei seu pescoço, levando meus dedos andarem como pés pelo seu abdômen até dentro de sua cueca. Eu queria tira-la, mas ainda não era hora. Eu então envolvi na minha mão seu pênis e comecei a punheta-lo, com a mão dentro de sua cueca. Seu gemidos ficavam mais alto, ele não abria boca. Estava de olhas fechados e com a cabeça encostada no meu ombro. Eu não parava de beijar seu pescoço, até ele virar e olhar nos meus olhos. Ele desabotoou devagar os primeiros botões da minha blusa social. Enfiou a cara no meu peito e o cheirou.

- Gosto desse perfume. - Ele disse, beijando até meu umbigo.
- Não estou usando perfume. - Eu respondi.
Ele cessou os beijos e olhou pra cima.
- Exatamente. - Foi o que ele disse.




Ele voltou a beijar, enquanto desabotoava a blusa. Sem tirar a blusa, ele apenas ficou beijando abaixo do meu umbigo e novamente ele voltou a cheirar. Não era só da boca dele que saía gemidos, da minha também!

'Ele se levantou e beijou meu lábio. Não teve língua por um instante. Foi um beijo calmo e sereno, somente nossos lábios se tocando e se envolvendo. Ele estava segurando meu pescoço. Sua outra mão agarrou meu quadril com força e eu deixei ele enfiar sua língua na minha boca. Estava mais intenso a cada segundo. Eu acariciava e apertava sua bunda por dentro da cueca. Ele arriou minha blusa e a deixou cair no chão. Me empurrando pra trás, também fui ao chão, deitando com ele sem parar de beija-lo. Ele beijou meu pescoço até meu peito e começou a brincar com meu mamilo esquerdo, passando a língua e o mordiscando. Eu estava de olhos fechados, porque não precisava ver, apenas sentir.
Deixei que ele tirasse minha calça, mas ele não tirou minha samba-cação, apenas pois o pau pra fora e começou a me chupar. Seus lábios eram quentes e densos. Ele pressionava os lábios no meu pinto com força e descia e subia a boca e deixava escorrer toda saliva me fazendo contorcer todo o corpo. Suas mãos acariciavam meu peito e ele não parava de chupar, chupava com força até a base. Tirava o pau da boca e cheirava minhas bolas, pra em seguida as lamber. Lambia e se deliciava com todo meu caralho em sua boca, me fazendo xingar e ir as nuvens, de olhos fechados e revirados, cabeça pra trás, corpo enrijecendo e tremendo, ele sugava com toda força, cada extremidade do meu pênis.

Ele se levantou me puxando e dessa vez ele quem deitou. Beijei sua boca gostosa e chupei seu pescoço novamente, com força pra marcar. Tirei sua cueca e o deixei peladinho. Contemplei aquele corpinho todo e realmente o beijei todinho. Eu lambia seu corpo, e deixava um chupão marcado em cada parte. Minha boca passou pela barriga, pela lateral de seu corpo e até as suas costas, quando ele se virava bem devagar. Beijei todas suas costas e cheguei a sua bunda, que mordi e chupei, um chupão bem forte. Enfiei minha cara entre suas nádegas e minha língua entrou no seu cu. Fiz um cunete nele tão gostoso que agora sua boca estava aberta e gemendo. Eu chupava seu cu e o mordia também. Seu gemido era alto e eu ficava louco com ele mexendo sua bunda na minha cara. Ele xingava e dizia pra eu não parar, mas eu parei. Parei beijando sua bunda, suas costas e novamente seu pescoço, até ele virar pra mim e nossos olhares se cruzarem e meus olhos e os deles se fecharam quando nossas língua se entrelaçaram e eu o beijei com mais intensidade.
Fizemos uma guerra de espadas, minha pica dura se esfregando na pica dele que não parava de babar.




Não me lembro se usei caminha, mas me lembro dele olhando fundo nos meus olhos quando eu estava deitado na sua cama e ele enfiando bem devagar seu pau no meu cu, de frente pra mim. Eu agarrei seu cabelo e beijei ele. Seu quadril mexia de uma forma inexplicável. Ele mexia o quadril e enfiava e tirava o pau do meu cu e eu sentia sua rola fazer um vai e vem gostoso dentro de mim. Ele me possuiu. Me abraçou e me beijou. Minha perna envolta de seu corpo e minhas mãos alisando suas costas. Trocamos de posição e eu estava deitado de bruços com a bunda pro alto e ele apenas agarrando e metendo seu cacete dentro de mim com mais intensidade. Ele foi aumentando o ritmo e eu podia ouvir o barulho dos nossos corpos se chocando e sentia sua bola raspar nas minhas nádegas. Depois de tanto meter, chupei um pouco sua rola. Eu estava deitado na cama e ele ficou enfiando sua rola na minha boca. Agarrou minha cabeça e fodeu minha boca com seu pau que era grande e gostoso, cabeçudo e delicioso. As veias pulsavam e a pele raspava na minha língua. Ele então me botou sentado no puff que estava em seu quarto e sentou de frente pra mim.




Ele foi sentando devagarinho no meu pau e minha rola foi entrando, entrando naquele cuzinho apertado e eu podia sentir arregaçar. Eu sentia o meu pau entrando naquele espaço quentinho.




Logo o nosso ritmo começou e estamos quicando naquele puff. Eu mexia meu quadril e ele rebolava sua bunda redondinha no meu colo. Meu pau entrava no seu cu com um vai e vem muito foda. Gemiamos e xingávamos um ao outro. Ele era gostoso demais e rebolava gostoso demais. Eu batia e agarrava sua bunda gostosa, e deixava ele sentar gostoso. Ele saiu de cima de mim e se virou, sentando novamente. De costas, nosso ritmo foi mais intenso. Eu deixava ele quicar no meu colo e minhas bolas batiam em suas nádegas. Eu sentia seu cuzinho gostoso e apertando piscar com meu pau dentro e eu enlouquecia. Meu pau latejava doido pra gozar. Beijei seu corpinho lindo e lambi seu mamilo, enquanto continuávamos no mesmo ritmo, quicando sem parar. Agarrei sua rola que estava dura que nem pedra. Ele soltou um cuspe e mirou certinho no próprio pau. Bati punheta pra ele no mesmo ritmo que fodíamos. Meus gemidos estavam mais altos, comecei a urrar e senti seu pau latejar e ele não parava de xingar. Fiz um "Ploc! Ploc! Ploc!", metendo com força nele e ele gozou, jatos e mais jatos de porra saíram do seu pau, espirrando alto e era muita goza e eu gozei dentro do seu cu, gritando, xingando e revirando os olhos...

Me lembro de ter dormido na casa dele. Me lembro de ter acordado pela manhã junto com ele, tomado banho com ele e fodido de novo. Me lembro que ele fez café pra nós e que vimos o tal livro que ele ia me mostrar no dia anterior. Tenho quase certeza de que ele me disse seu nome, assim como eu disse o meu, mas não me lembro mais o nome dele. Nem me lembro se trocamos número de telefone. Fiquei bastante tempo sem frequentar aquele bar. Voltei lá uns dias atrás, passei pela mesma rua onde ele morava, mas não o vi. Nunca mais ouvi falar dele. Tem coisas sobre ele que não lembro, mas eu sinto falta... Sinto falta de um completo estranho.

 
Poderá gostar também de:
Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

0 comentários:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...