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HOMOSSEXUALIDADE

Etiqueta sexual não é crime!



Por: Leandro Allegretti.


Sexo para mim já foi casual, mas é intimidade. É ótimo quando se ama, mas é bom sempre.
 
Independentemente do que seja para você, em uma coisa é precisamos concordar: respeito ao parceiro é mais do que necessário, é afrodisíaco!
 
Escrevo isso porque, em tempos de libertação sexual via apps de relacionamentos e afins, parece que as pessoas perderam o rumo...

Como a oferta é tamanha e as dificuldades são quase nulas, basta ter local, meio de transporte e disposição para que um encontro recheado de segundas intenções aconteça.

O problema está justamente na falta de educação, inclusive em encontros para sexo casual.

Por exemplo, abaixar as calças e falar para um desconhecido algo como “você nunca tinha visto uma piroca dessa grossura, diz aí!” pode ser MUITO broxante para quem ouve, e até para quem diz, caso a resposta não seja o que se espera.

Mandar um “que boquete gostoso, você deve ter chupado vários para fazer bem assim!” não é elogio. É escroto.

Soltar frases como “você é gostoso, mas ficaria muito mais gostoso se fosse cinco quilos mais magro”; “prefiro homens velhos como você, não tenho paciência para ensinar garotinhos” e perguntar de cinco em cinco minutos “você já gozou?” é pedir para o parceiro te bloquear na vida!

Se os exemplos já estavam ruins, o que dizer sobre mencionar o ex na hora H? E mesmo depois, em efeitos comparativos do tipo “só gozava assim com o meu ex!”.

Até para a sinceridade existem regras de etiqueta. Se você acha super importante ser sincero, mesmo quando não te perguntaram nada, reveja seus conceitos.
 
Ouvir “acha que eu tenho peito de gordo?” é tão broxante quanto “vem cá, me deixa mamar esses peitos de gordo obeso”.
 
Tem dúvida do que dizer por que não ficaria ofendido em ouvir certas coisas? Pense o seguinte: se não tem intimidade com o boy, melhor pecar pelo silêncio do que pelo falatório inconsequente.

Além disso, vale lembrar que safadeza e “sincerocídio” são coisas totalmente diferentes. E mais, na hora da transa, a cama, a rua e nem a fazenda são lugares para compartilhar neuras, ego inflado ou falta de educação.

Se você se achava muito sensual ao dizer coisas como as citadas aqui, repense e mude. Ainda dá tempo de usar a oferta de desconhecidos buscando sexo casual a seu favor! Boa sorte.

Leandro não sabe se prefere sexo, silêncio ou os dois juntos. Na dúvida, acha melhor ficar calado.

 Casais gays cristãos estão evitando fazer sexo antes de casar.




Pra você ver como a sociedade é interessante. Como a gente te mostrou, os gays agora podem se casar legalmente nos Estados Unidos. Um super avanço, mas que veio acompanhando de outro comportamento bastante, digamos, conservador: alguns casais do mesmo sexo estão esperando pela noite de núpcias para ter sua primeira relação sexual, algo muito raro para a maioria dos norte-americanos.

Um artigo recente publicado na The Atlantic falou sobre como é difícil que pessoas homossexuais com fortes crenças religiosas se mantenham virgens até o casamento. Este é um tópico que praticamente não existia antes do movimento pela igualdade ganhar força.

Em entrevista à publicação, Julie Kerr, filha de um pastor batista, revelou que cresceu como uma cristã que queria esperar para ter relações sexuais somente após o casamento. Na adolescência, ela percebeu que a pessoa pela qual ela queria esperar era uma mulher.

O curioso é que a esmagadora maioria dos norte-americanos perde a virgindade antes do casamento, de acordo com um estudo de 2007 intitulado “Trends in Premarital Sex in the United States, 1954-2003,” realizado por Lawrence B. Finer, diretor de pesquisas domésticas do Guttmacher Institute, que estuda a saúde sexual e reprodutiva no mundo todo.

“O sexo antes do casamento é um comportamento normal para a grande maioria dos norte-americanos, e tem sido assim há décadas,” disse Finer. Existem estatísticas do WaitingTillMarriage.org, um site a favor da abstinência, que mostram que apenas 3% dos cidadãos do país esperam o casamento para iniciar a vida sexual.

Kerr, uma barista de 33 anos da Califórnia, Estados Unidos, disse ao The Atlantic, “É por causa da minha fé que eu sinto um chamado para esperar até o casamento, ou esperar até que eu conheça o amor da minha vida. Para mim, o amor da minha vida será, definitivamente, uma mulher.”

Diferentemente de muitos jovens heterossexuais que fazem votos de castidade diante de suas famílias e congregações, pessoas homossexuais que querem esperar até o casamento raramente contam com o apoio de grupos religiosos fundamentalistas, que não aceitam a sua sexualidade e nem o seu direito de se casar.

Manter-se virgem atualmente é algo difícil, mas a tarefa se torna ainda mais complicada quando precisamos cumpri-la sozinhos, diz Jonathan Alpert, um psicoterapeuta de Nova Iorque, Estados Unidos, com uma grande clientela de pessoas homossexuais.

“Eu acho que é difícil que alguém espere pelo casamento se não tiver uma forte motivação religiosa para fazer isso,” Alpert disse ao Yahoo Health: “Se a pessoa tem o apoio de sua religião ou igreja, o objetivo se torna mais fácil.”

Felizmente para eles, o número de homossexuais cristãos está aumentando. Uma pesquisa sobre congregações religiosas norte-americanas, realizada em 2014 pela Duke University e pela University of Chicago, ambas nos Estados Unidos, identificou que entre 2006 e 2012 o percentual de congregações permitindo que casais declarados homossexuais se tornassem membros, subiu de 37% para 48%.

A recente decisão de legalizar o casamento homossexual nos Estados Unidos abriu as portas para que estes casais esperem até o casamento para ter sua primeira relação sexual, algo que o autor e ativista Matthew Vines acredita que irá se tornar cada vez mais comum.

Vines, que promove a inclusão de pessoas homossexuais dentro do Cristianismo, disse ao The Atlantic que “conforme mais pessoas que possuem crenças religiosas e fazem parte da comunidade LGBT começarem a receber o apoio de seus familiares e igrejas, creio que esperar pelo casamento vai se tornar algo relativamente comum.”

Alpert, coautor de ‘Be Fearless: Change Your Life in 28 Days,’ diz que pessoas homossexuais que planejam esperar para ter relações sexuais somente após o casamento precisam criar seus próprios grupos de apoio em vez de esperar pelo suporte das congregações religiosas.

“As pessoas precisam encontrar este apoio de outras maneiras,” diz Alpert. “Tenho certeza de que há homossexuais que acreditam na abstinência; é uma questão de encontrar pessoas que pensem de forma semelhante. E você não deveria ter medo de criar o seu próprio grupo. Há diversas igrejas mais progressistas que aceitam as ideias de casamento e abstinência homossexual.”


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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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