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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Após 30 anos, EUA derrubam proibição para doações de sangue por gays e bissexuais.


A medida alinha os EUA a outros países como o Reino Unido, a Austrália e a Nova Zelândia

Doações são aceitas 12 meses após último contato sexual. Ativistas LGBT dizem que nova política ainda é discriminatória.

O governo dos Estados Unidos derrubou nesta segunda-feira (21) a proibição de 30 anos para doações de sangue por gays e bissexuais masculinos dizendo que todos agora podem doar 12 meses depois do seu último contato sexual com outro homem.

A agência para alimentos e medicamentos dos Estados Unidos (FDA) afirmou que sua decisão de reverter a política teve como base um exame dos últimos dados científicos que mostram que uma proibição indefinida não é necessária para prevenir a transmissão do HIV, o vírus que causa a Aids.

"No fim das contas, a janela de 12 meses de espera é apoiada pela melhor evidência científica disponível, neste momento, de relevância para a população dos Estados Unidos", declarou o vice-diretor da divisão biológica da FDA, Peter Marks, em comunicado.

A medida alinha os EUA a outros países como o Reino Unido, a Austrália e a Nova Zelândia, que também têm períodos de espera de 12 meses. Defensores dos direitos LGBT afirmaram que a nova política continua discriminatória.

"É ridículo e contrário à saúde pública que um gay casado numa relação monogâmica não possa doar sangue, mas que um homem heterossexual promíscuo, com centenas de parceiras sexuais no último ano, possa", declarou o parlamentar democrata Jared Polis.

A FDA afirmou que tem trabalhado com outras agências do governo, considerado a contribuição de organismos externos e "cuidadosamente examinado as evidências científicas mais recentes disponíveis para sustentar a revisão da política".

A agência declarou que suas políticas têm ajudado a reduzir a transmissão de HIV por transfusão de sangue de 1 em cada 1.200 para 1 em cada 1,47 milhão.

Israel ganha 1º deputado  abertamente gay.


Político mora com marido e filhos gêmeos


Amir Ohana, do partido direitista Likud, assumirá esta semana uma cadeira no Parlamento de Israel. Ele se tornará, assim, o primeiro parlamentar abertamente gay no país.

Ohana ocupará a cadeira de Silvam Shalom, deputado e ministro do Interior, que pediu demissão após queixas de assédio sexual contra ele.

Ohana é líder do fórum gay dentro da legenda e é casado e têm filhos gêmeos junto com o marido. “Infelizmente aconteceu [a posse] em momentos infelizes. Eu farei o meu melhor pelo estado de Israel”, disse.

Maioria diz 'não' ao casamento  gay na Eslovênia.


Referendo pode anular lei que regularizou uniões homossexuais


No domingo, 20, os eslovenos foram às ruas para votar em um referendo sobre casamento gay. Com 93% dos votos apurados, a Comissão Eleitoral declarou que o “não” venceu com 63% dos votos.

Por causa disso, a lei que regulariza as uniões entre pessoas do mesmo sexo, aprovada pelo Parlamento do país em março, pode ser anulada.

Segundo a Agência Efe, além da maioria de votos, para anular a lei era preciso que votassem contra ela pelo menos 20% dos aproximadamente 1,7 milhão de eslovenos com direito a voto, ou seja cerca de 340.000 pessoas.

Embora a participação na consulta tenha sido baixa, apenas 35% dos eleitores, o número total de votos opostos ao casamento homossexual superou esse mínimo.

A pergunta feita aos eslovenos foi: “Você está a favor que entre em vigor a lei sobre emendas e complementos da lei do casamento e família que o parlamento aprovou em 3 de março de 2015?”.

A lei igualava completamente os direitos dos casais homossexuais com os dos heterossexuais, incluindo a adoção de crianças e o casamento.

Após a aprovação da lei, associações conservadoras e católicas reuniram em um tempo recorde as 40.000 assinaturas necessárias para convocar uma consulta popular, possibilidade rejeitada pelo parlamento argumentando que esse referendo seria homofóbico e poderia levar à discriminação por questões de orientação sexual.

Posteriormente, o Tribunal Constitucional anulou essa resolução do parlamento e abriu as portas à realização da consulta.

Jogador belga é suspenso após  declarações homofóbicas.


Raman foi afastado e receberá apoio psicológico para não ter mais comportamento homofóbico


Um jogador belga foi suspenso após fazer declarações homofóbicas. Benito Raman, de 21 anos, que joga no clube KAA Gent, fez os comentários a respeito de torcedores de um time rival após uma partida no domingo, 20.

Após a partida com o Club Brugge, Raman cantou na TV “Alle Boeren zijn homos” (Todos os Boeren são viados). “Boeren”, que significa “agricultores”, é como os torcedores deste clube são chamados.

“KAA dissocia-se inteiramente das declarações inapropriadas de Benito Raman feitas ontem depois do jogo”, declarou o KAA Gent. “Tais declarações são completamente contrárias aos valores do clube. KAA Gent considera a diversidade e a tolerância de primordiais importância.

O clube, então, pediu desculpas à comunidade gay e aos torcedores do clube rival e disse que o atleta está suspenso por tempo indeterminado. Disseram ainda que Rama receberá apoio psicológico para evitar novos incidentes, que são resultado de sua indiscrição juvenil.

 Desenvolvimento de vacina contra o HIV tem resultados animadores.




Uma empresa norueguesa de biotecnologia está trabalhando em uma vacina contra o HIV e anunciou que os primeiros resultados animadores, no marco de um tratamento que pretende desalojar e, posteriormente, eliminar o vírus do corpo dos soropositivos.

“É uma grande vitória para encontrar uma cura funcional para o HIV”, explicou nesta terça-feira à AFP o porta-voz da Bionor, Jørgen Fischer Ravn.

Até agora, os tratamentos antirretrovirais permitem controlar o vírus nos pacientes soropositivos, mas não de se desfazer dele definitivamente.

O HIV permanece alojado no corpo das pessoas submetidas a tratamentos, em forma latente, mas volta a aparece no momento no qual é interrompida a medicação.

Esta reserva viral é um dos maiores obstáculos para a elaboração de um tratamento que permita garantir uma cura completa.

O experimento realizado pela Bionor na Universidade de Aarhus, na Dinamarca, em 20 pacientes soropositivos permitiu desalojar o vírus inativo na reserva graças ao medicamento romidepsin, um anti-cancerígeno, e depois eliminá-lo parcialmente.

Cada paciente havia sido vacinado previamente com Vacc-4x, desenvolvida pela Bionor.

Após ativar o vírus, o que normalmente deveria acarretar a detenção do mesmo no sangue, a Vacc-4x eliminou células que o produzem levando-as a “um nível indetectável ou muito baixo no sangue em 15 dos 17 pacientes” que participaram do estudo até o final, informou Fischer Ravn.

A estratégia de “ativar” o vírus inativo, expulsá-lo e eliminá-lo, conhecida em inglês como “kick and kill”, parece promissora, contudo, os experimentos realizados pela Bionor ainda não foram validados, nem publicados por uma revista científica.

Com mais de 34 milhões de mortos até agora, o HIV, vírus responsável pela aids, continua sendo um grande problema de saúde pública, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No final de 2014, 36,9 milhões de pessoas no mundo viviam com o HIV.
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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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