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FILMES TEMATICOS GLS

FILMES DA QUARTA-FEIRA (WEDNESDAY´S MOVIES)


*Recomendo aos cinefilos, a baixarem o programa do TORRENT que sao muito mais praticos, pois nao se perde o downloads mesmo que caia a conexao. Ao voltar a conexao, o Torrent termina o downloads sem que vc tenha que tomar qualquer açao. Quando terminar o dewnloads, vc notara uma pasta no ``MEUS DOCUMENTOS``, onde estara o arquivo baixado. Devido a politica americana de proteger os direitos autorais, as servidoras estao proibidas de upar arquivos de filmes. Muitos sites de filmes de tematica, ja nao tem mais opçoes e estao inativos.

FILME(INEDITO): TENSION SEXUAL VOLUMEN2: VIOLETAS (FRANCE-2013-LONGA TORRENT- COM LEGENDAS)


VEJAM  O TRAILER NO FIM DO POST


SINOPSE: Quais são as regras que determinam como atração e desejo são livres? Olhares, sorrisos inesperados, confiando em mulheres desconhecidas. Fantasias há muito acalentado, amizades íntimas e encontros inesperados. No volume 2 do díptico tensão sexual, Marco Berger e Marcelo Mónaco levar-nos numa viagem através das voltas e reviravoltas de sedução feminina: dois hóspedes de um albergue se tornar companheiros (e mais); um assistente de loja interessada ajuda uma mulher incerto sobre o vestido para comprar; o início de uma grande paixão entre duas meninas durante um piquenique, mesmo que um deles tem um namorado. No filme, encontramos também uma conversa sobre Woody Allen entre uma garçonete e uma mulher, que vai longe demais; e dois acompanhantes de alta classe que descobrem que são atraídos um pelo outro, quando eles estão na cama com um cliente. O filme finalmente mostra o que poderia acontecer, mas nunca aconteceu, e provavelmente nunca irá acontecer, a duas mulheres de trinta anos de idade. Talvez seria melhor não ter relações sexuais com pessoas que amamos. Sexo ...

SYNOPSIS: Quelles sont les règles qui déterminent comment l'attraction et le désir sont libres? Looks, sourires inattendus, en se fondant sur les femmes inconnues. Fantasmes longtemps chéries, les amitiés intimes et des rencontres inattendues. Dans le volume 2 de la tension sexuelle de diptyque, Marco Berger et Marcelo Monaco nous emmènent dans un voyage à travers les tours et détours de la séduction féminine: deux clients de l'auberge deviennent compagnons (et plus); un assistant à la boutique intéressés aide une femme incertain à propos de la robe pour acheter; le début d'une grande passion entre deux filles lors d'un pique-nique, même si l'on a un petit ami. Dans le film, on trouve aussi une conversation à propos de Woody Allen entre une serveuse et une femme qui va trop loin; et deux escorte de haute classe qui découvrent qu'ils sont attirés les uns aux autres quand ils sont au lit avec un client. Le film montre enfin ce qui pourrait arriver, mais il n'a jamais eu lieu, et probablement ne se produira jamais, les deux femmes âgées de trente ans. Il serait peut-être préférable de ne pas avoir des relations sexuelles avec des personnes que nous aimons. Sex ...

SYNOPSIS: What are the rules that determine how attraction and desire are free? Looks, unexpected smiles, relying on unknown women. Fantasies long cherished, close friendships and unexpected encounters. In volume 2 of the diptych sexual tension, Marco Berger and Marcelo Monaco take us on a journey through the twists and turns of female seduction: two guests of a hostel become companions (and more); a wizard interested store helps a woman uncertain about the dress to buy; the beginning of a great passion between two girls during a picnic, even if one has a boyfriend. In the film, we also find a discussion about Woody Allen between a waitress and a woman who goes too far; and two escort high class who discover they are attracted to each other when they are in bed with a client. The film finally shows what could happen, but it never happened, and probably will never happen, the two women thirty years old. Perhaps it would be better not to have sex with people we love. Sex ...





FILME(INEDITO): SKINNING (SERBIA-2010-LONGA TORRENT- COM LEGENDAS MULTILINGUE)


VEJAM O TRAILER NO FIM DO POST


SINOPSE: Um jovem, do ensino médio de Belgrado, fica seduzido pelo mundo dos skinheads e por seu líder, Relja. Ele junta-se à gangue na tentativa de superar o status de nerd na escola, mas logo é sugado para dentro de um mundo de violência, racismo e vandalismo.

SINOPSIS: Un joven de una escuela secundaria en Belgrado, es seducido por el mundo de los cabezas rapadas y su líder Relja. Se une a la banda en un intento de superar el estado friki en la escuela, pero pronto se aspira a un mundo de violencia, el racismo y el vandalismo.

SYNOPSIS: Un jeune lycée à Belgrade, est séduit par le monde de skinheads et leur chef Relja. Il rejoint le gang dans une tentative de surmonter l'état de geek à l'école, mais est bientôt aspiré dans un monde de violence, le racisme et le vandalisme.

SYNOPSIS: A young high school in Belgrade, is seduced by the world of skinheads and their leader Relja. He joins the gang in an attempt to overcome the geek status in school, but is soon sucked into a world of violence, racism and vandalism.




LEGENDA PORTUGUES: http://depositfiles.org/files/3f8zerycm

LEYENDA ESPANOL: http://depositfiles.org/files/p0x06d5ij

LÉGENDE FRANÇAISE: http://depositfiles.org/files/m0q0r9r4g

ENGLISH SUBTITLE: http://depositfiles.org/files/ixis0khqe

FILME(REPOSTAGEM): THE IMITATION GAME (USA-2014-LONGA TORRENT- COM LEGENDA MULTILINGUE)


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SINOPSE: Durante a Segunda Guerra Mundial, o governo britânico monta uma equipe que tem por objetivo quebrar o Enigma, o famoso código que os alemães usam para enviar mensagens aos submarinos. Um de seus integrantes é Alan Turing (Benedict Cumberbatch), um matemático de 27 anos estritamente lógico e focado no trabalho, que tem problemas de relacionamento com praticamente todos à sua volta. Não demora muito para que Turing, apesar de sua intransigência, lidere a equipe. Seu grande projeto é construir uma máquina que permita analisar todas as possibilidades de codificação do Enigma em apenas 18 horas, de forma que os ingleses conheçam as ordens enviadas antes que elas sejam executadas. Entretanto, para que o projeto dê certo, Turing terá que aprender a trabalhar em equipe e tem Joan Clarke (Keira Knightley) sua grande incentivadora.

SYNOPSIS: During World War II, the British government assembles a team that aims to break the Enigma, the famous code that the Germans use to send messages to submarines. One of its members is Alan Turing (Benedict Cumberbatch), a mathematician than 27 years strictly logical and focused at work, which has relationship problems with almost everyone around him. Not long before Turing, despite its intransigence, lead the team. His great project is to build a machine for analyzing all Enigma coding possibilities in just 18 hours, so that the British know the orders sent before they are executed. However, for the project to work, Turing will have to learn to work in teams and have Joan Clarke (Keira Knightley) a great promoter.

SINOPSIS: Durante la Segunda Guerra Mundial, el gobierno británico reúne un equipo que tiene como objetivo romper el Enigma, el código famoso que los alemanes utilizan para enviar mensajes a los submarinos. Uno de sus miembros es Alan Turing (Benedict Cumberbatch), un matemático de 27 años estrictamente lógico y se centró en el trabajo, que tiene problemas de relación con casi todo el mundo a su alrededor. No mucho antes de Turing, a pesar de su intransigencia, dirigir el equipo. Su gran proyecto es la construcción de una máquina para el análisis de todas las posibilidades de codificación Enigma en sólo 18 horas, por lo que los británicos saben los pedidos enviados antes de ser ejecutados. Sin embargo, para que el proyecto de trabajo, Turing tendrá que aprender a trabajar en equipo y tener Joan Clarke (Keira Knightley) un gran promotor.

SINOSSI: Durante la seconda guerra mondiale, il governo britannico assembla una squadra che mira a spezzare la Enigma, il codice famoso che i tedeschi usano per inviare messaggi ai sottomarini. Uno dei suoi membri è Alan Turing (Benedict Cumberbatch), un matematico di 27 anni strettamente logico e concentrato sul lavoro, che ha problemi di relazione con quasi tutti intorno a lui. Non molto tempo prima di Turing, nonostante la sua intransigenza, guidare la squadra. Il suo grande progetto è quello di costruire una macchina per l'analisi di tutte le possibilità di codifica Enigma in appena 18 ore, in modo che gli inglesi conoscono gli ordini inviati prima della loro esecuzione. Tuttavia, per il progetto di lavoro, Turing dovrà imparare a lavorare in team e hanno Joan Clarke (Keira Knightley) un grande promotore.

SYNOPSIS: Au cours de la Seconde Guerre mondiale, le gouvernement britannique assemble une équipe qui vise à briser l'énigme, le fameux code que les Allemands utilisent pour envoyer des messages aux sous-marins. Un de ses membres est Alan Turing (Benedict Cumberbatch), un mathématicien de 27 ans strictement logique et concentré au travail, qui a des problèmes relationnels avec presque tout le monde autour de lui. Peu de temps avant Turing, en dépit de son intransigeance, diriger l'équipe. Son grand projet est de construire une machine pour analyser toutes les possibilités de codage Enigma en seulement 18 heures, alors que les Britanniques savent les commandes envoyées avant leur exécution. Cependant, pour le projet au travail, Turing devra apprendre à travailler en équipe et avoir Joan Clarke (Keira Knightley) un grand promoteur.


(O LINK DO TORRENT DA ULTIMA POSTAGEM APRESENTOU DEFEITO E ESTAMOS REPOSTANDO NOVAMENTE COM OUTRO LINK. ESPERO QUE ESTEJA OKAY).


https://www.limetorrents.cc/-torrent-5979389.html



LEYENDA ESPANOL: http://depositfiles.org/files/t26l80dsg

LEGGENDA ITALIANA: http://depositfiles.org/files/uta9nl5if

LÉGENDE FRANÇAISE: http://depositfiles.org/files/uk5bm429t

ENGLISH SUBTITLE: http://depositfiles.org/files/vkaym7ap0

FILME(REPOSTAGEM): YVES SAINT LAURENT (FRANCE-2014- LONGA RMVB-LEGENDADO EM PORTUGUES)


VEJAM O TRAILER NO FIM DO POST


SINOPSE: Paris, 1957. Com apenas 21 anos, Yves Saint Laurent (Pierre Niney) é chamado para se encarregar do futuro da prestigiosa grife de alta costura fundada por Christian Dior, falecido recentemente. Depois de seu primeiro desfile triunfal, ele vai conhecer Pierre Bergé (Guillaume Gallienne) e este encontro irá abalar sua vida. Amantes e parceiros de trabalho, os dois se associam a fim de criar a grife Yves Saint Laurent. Apesar de suas obsessões e demônios interiores, Saint Laurent vai revolucionar o mundo da moda com sua abordagem moderna e iconoclasta.

Synopsis: Paris, 1957. Avec seulement 21 ans, Yves Saint Laurent (Pierre Niney) est appelée à prendre en charge l'avenir du prestigieux designer de haute couture fondée par Christian Dior, décédé récemment. Après sa première parade triomphale, il rencontrera Pierre Bergé (Guillaume Gallienne) et cette rencontre va secouer votre vie. Lovers et partenaires de travail, les deux sont associés afin de créer la marque Yves Saint Laurent. Malgré leurs obsessions et démons intérieurs, Saint Laurent va révolutionner le monde de la mode avec son approche moderne et iconoclaste.

Sinopsis: París, 1957. Con sólo 21 años, Yves Saint Laurent (Pierre Niney) está llamada a hacerse cargo del futuro de la prestigiosa diseñadora de alta costura fundada por Christian Dior, que murió recientemente. Después de su primer desfile triunfal, se reunirá con Pierre Bergé (Guillaume Gallienne) y esta reunión va a sacudir su vida. Los amantes y compañeros de trabajo, los dos están asociados con el fin de crear la marca Yves Saint Laurent. A pesar de sus obsesiones y demonios internos, Saint Laurent va a revolucionar el mundo de la moda con su enfoque moderno e iconoclasta.

Sinossi: Paris, 1957. Con solo 21, Yves Saint Laurent (Pierre Niney) è chiamata a farsi carico del futuro del prestigioso designer di alta moda fondata da Christian Dior, recentemente scomparso. Dopo la sua prima sfilata trionfale, incontrerà Pierre Bergé (Guillaume Gallienne) e questo incontro sarà scuotere la vostra vita. Amanti e partner di lavoro, i due sono associati al fine di creare il marchio Yves Saint Laurent. Nonostante le loro ossessioni e demoni interiori, Saint Laurent rivoluzionerà il mondo della moda con il suo approccio moderno e iconoclasta.
Synopsis: Paris, 1957. Mit nur 21, Yves Saint Laurent (Pierre Niney) aufgerufen, die Verantwortung für die Zukunft der prestigeträchtigen Haute Couture Designer von Christian Dior, der vor kurzem gestorben gegründet werden. Nach seinem ersten Triumphzug, wird er treffen Pierre Bergé (Guillaume Gallienne) und dieses Treffen wird Ihr Leben zu schütteln. Liebhaber und Arbeitspartner, die beiden sind, um die Marke Yves Saint Laurent zu erstellen verbunden. Trotz ihrer Obsessionen und inneren Dämonen, wird Saint Laurent die Modewelt mit seinem modernen und bilderstürmerischen Ansatz revolutionieren.

Synopsis: Paris, 1957. With only 21, Yves Saint Laurent (Pierre Niney) is called to take charge of the future of the prestigious haute couture designer founded by Christian Dior, who died recently. After his first triumphal parade, he will meet Pierre Bergé (Guillaume Gallienne) and this meeting will shake your life. Lovers and work partners, the two are associated in order to create the Yves Saint Laurent brand. Despite their obsessions and inner demons, Saint Laurent will revolutionize the fashion world with its modern and iconoclastic approach.


https://equipegd1.app.box.com/s/wtqglequozzkbvvnl02k


TORRENTZ:



LEYENDA ESPANOL: http://depositfiles.org/files/lgimbfttr

LEGGENDA ITALIANA: http://depositfiles.org/files/tmrb97wik

DEUSTSCH LEGENDE: http://depositfiles.org/files/iihkpjs65

ENGLISH SUBTITLE: http://depositfiles.org/files/u22ow6u36


1.Como legendar os filmes
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CONTOS DO LEITOR


O Professor







Oi. Meu nome é Marcus e já fazia tempo que eu não visitava o blog e tive vontade de contar uma experiência que eu tive com um professor. Foi no Ensino Médio, os alunos não sabiam graças a Deus, mas eu nutria desejo pelo professor de Filosofia. Não tinha como não olhar para a bunda e o "pacote" e eu tinha de me controlar para não ter uma ereção. Não sabia como me aproximar então tive a ideia de conversar com ele quando acontecia o término da aula. No começo, foram conversar comuns, mas à medida que nossa amizade fluía os assuntos foram para o outro lado e eu decidi arriscar. O nome dele era Cláudio.

- Cláudio, você conhece algum aluno que seja gay?

Ele ficou pensando por um tempo...tive impressão de que ele sabia onde eu queria chegar.

- Alguns sim, Marcus, mas não são assumidos ainda. Por que pergunta isso? Acha que é gay também?


Tinha vontade de falar eu não acho, tenho certeza, mas preferi guardar para mim. Só ri um pouco.

- Bom... eu já quis saber como é beijar um homem. Nunca beijei um.


Cláudio ficou me avaliando por um tempo e foi até a porta olhar para os corredores. Não tinha ninguém então ele trancou a porta. Depois, ele encostou na mesa cruzou os braços e ficou esperando que eu continuasse a falar.

- Que foi, Cláudio?

- To esperando você continuar a falar. Tem alguém que você gostaria de beijar?


Eu olhei para o lado sem coragem de olhá-lo nos olhos.

- Sou eu que você quer beijar?

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Postado por Mac Del Rey | (1) Comente aqui!

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Devo contar aos pais?



O relato de hoje foi enviado pelo visitante Edson que tem 22 anos e  mora na cidade de Belo Horizonte -MG.

Ele vive um dilema que e conta aos pais sobre a sua sexualidade e pede ajuda de vocês de como lidar com essa situação,pois pelo relato a família dele e bem conservadora.

  
" meu pai, pois ele é já e de idade e bem ignorante." 

Titulo sugerido:


Devo contar aos pais?





Segue o relato:



Boa noite, eu acompanho o blog de vocês ha um bom tempo, e sempre gostei muito não somente das matérias mas claro das fotos.

Mas eu vim aqui pra vocês me  me ajudarem com alguns conselhos, eu não sou assumido ainda, mas alguns amigos já sabem e eu gostaria de falar para meus pais, mas meus amigos não aconselham, porque meu pai estava doente com trombose, mas ele já se recuperou, e eles me aconselharam a não contar porque pensam que pode dar algo de errado com meu pai, pois ele é já e de idade e bem ignorante. 

Qual seria o conselho de vocês, eu preciso me assumir, pois eu me sacrifico por conta do medo de meus pais descobrirem de outra forma, por isso nunca tive  um relacionamento,  nunca beijei e  e já tenho 22 anos, penso que estou perdendo minha vida, não estou vivendo, eu só não sei mais o que fazer. Obrigado pela atenção!


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DICA DE SAÚDE


Massagem testicular aumenta a testosterona.

(Blog Andrologia)






Os testículos são as glândulas sexuais masculinas, também chamadas ‘gônadas’. Desempenham um papel importante na fertilidade e na produção hormonal de tetstosterona.


Estudos comprovam que fazer a massagem testicular diariamente, ativa a circulação local, aumenta os níveis de testosterona e o número dos espermatozóides.


Os testículos têm duas funções essenciais: a primeira diz respeito à produção de testosterona, o mais importante hormônio sexual do organismo do homem. A segunda concerne à produção dos espermatozoides, que só ocorre se houver testosterona o bastante na circulação sanguínea, especialmente onde os eles são produzidos. Em suma, a fertilidade e potência do homem depende diretamente da função dos testículos e da testosterona.


Não há dúvida de que os testículos são órgãos importantes para a saúde masculina, e que mantê-los saudáveis é fundamental para uma vida sexual ativa, tanto em relação à ereção, ao desejo, à ejaculação quanto para a fertilidade. Justamente por isso eles merecem um cuidado todo especial. Existem tratamentos a base de spray sublingual com HCG que também ativam a circulação testicular.


A prática de massagem nos testículos é um ótimo recurso, pois amplia a circulação do sangue, que é basicamente o que assegura o bom funcionamento dos órgãos, e também potencializa a produção de testosterona, de esperma e dos fluidos seminais. A consequência é nitidamente um aumento da energia sexual.

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MINHA VIDA GAY

Gays.




POR:  MVG


Afinal de contas qual é a diferença em ser gay?

Por mais que a gente queira buscar uma diferenciação, afastando-nos do que achamos ruim ou pejorativo dos modelos do homem heterossexual, ser gay é muito mais próximo do conceito “homem” do que imaginamos. E essa afirmação serve para o gay pensar e para o heterossexual também.

No exercício de buscar resoluções, ou para nos tornar pessoas mais resolvidas se esse é o real interesse, levar para a consciência que a negação ao homem heterossexual traz mais dificuldades que benefícios é bastante importante. Muitas vezes queremos nos destacar tanto do homem heterossexual, negar e impor um novo modelo que acabamos “forçando” uma diferenciação pela aparência/estética ou na exposição da sexualidade (casos mais comuns). No final, acabamos nos limitando a isso, nos pegamos num “beco sem saída”, dificultando inclusive a nossa própria inclusão social, dificultando o desenvolvimento de relacionamentos afetivos e nos confundindo, como até mesmo idealizar homens heterossexuais. O gay, muitas vezes, “esquece” que é homem ou nega.

A diferença primordial é que o gay se atrai por outra pessoa do mesmo sexo ao passo que o heterossexual se envolve pelo sexo oposto. Além disso estão as referências sociais, as percepções de mundo e sensibilidades individuais que podem tornar a vida gay confusa ou muito simples. Simples se entendermos que somos todos parecidos, somos seres humanos acima dos gêneros e das sexualidades. Confuso se quisermos ser muito diferente assumindo para a sociedade um personagem, que não precisa ser só a “bicha louca”, mas o gay “machão”  que não se envolve com o afeminado também.

Precisamos de uma aceitação social? Claro. É fundamental que a sociedade enxergue o gay com naturalidade. Mas o próprio gay precisa encontrar dentro de si essa naturalidade, sair da busca frequente de se auto-afirmar como tal, colocando muito o foco na “personificação da sexualidade”, dos apelos estéticos e dos vícios do meio.

Nos identificamos com os homens ou com as mulheres heterossexuais? Com os dois, nas combinações mais íntimas, particulares e variadas possíveis, mas até aí o mesmo acontece com os heterossexuais. Seremos sempre ou pelo menos a maioria das vezes, a soma de referências positivas e negativas de nossos pais, amigos e grupos sociais. Impossível tirar a influência dessa rede, e quanto mais tempo negamos as referências mais tempo postergamos um certo amadurecimento. É o mesmo que querer enganar a si mesmo.

A libido do homem gay costuma ser evidente. Mas para o homem heterossexual é a mesma coisa. No fundo, gays e homens heterossexuais, independentemente da orientação sexual, adotam modelos semelhantes, instituídos a milênios para o “ser homem”: uma voracidade pelo sexo que funciona como válvula de escape, para relaxar, para esquecer dos problemas e para resgatar a auto-estima. A falta de tato para articular, dividir questões íntimas e demonstrar fragilidades porque “homem não precisa dessas coisas”. Martelam isso na nossa cabeça desde muito cedo.

Em outras palavras, somos hábeis para criar intimidade com uma melhor amiga que faz ela própria achar o gay “o máximo”, mas na hora que estamos cara-a-cara com o parceiro normalmente entramos num jogo de competição que dá um tempo somente para o sexo. Passamos a viver um modelo “paixão e ódio” ou traumatizamos tanto que não conseguimos nem começar uma outra história. Mas e quando o tesão da paixão acaba? Normalmente acabam os relacionamentos gays e o casal nem chega a trocar a real intimidade que se adquire com o tempo e com o convívio. Que se adquire vivendo a relação muito além do sexo e diz respeito a trocar intimidades.

Intimidade? Segundo a sociedade na qual vivemos, que martelou isso na nossa cabeça desde a infância, homens não devem abrir a intimidade. Homem age e não discute, não demonstra fraqueza, não apresenta imperfeições, não chora e, assim, o gay que também é homem vive um ciclo “sem fim” de relações de intensidades de paixão e sexo e só, sem conhecer direito a outra pessoa. Afortunado é o gay que supera essa barreira e aí consegue “puxar” o relacionamento para outros capítulos. Mas são poucos ainda na sociedade brasileira.

Dá para ser um gay feliz, assumido, resolvido e realizado? Dá, mas o caminho que é das pedras, tem suas dificuldades. Nada muito diferente das dificuldades de qualquer vida nesse planeta, mas que pode ficar mais complicada dependendo exclusivamente da nossa cabeça. Culpar a sociedade não vai modifica-la.

O problema de ser gay, se existe, começa antes dentro da gente.

Estudante hétero convida aluno gay para ser seu par em baile de formatura.


Em uma faixa, Jacob disse: 'Você é muuuuuito gay e eu sou muuuuuito hétero, mas você é como meu irmão. Então, quer ser meu par?


Jovem fez uma faixa para surpreender o amigo: 'Você é como um irmão'. Anthony Martinez organiza bailes e nunca tinha sido chamado para um.

Um convite para o baile de formatura de uma escola do ensino médio de Las Vegas, nos Estados Unidos ganhou grande repercussão nas redes sociais. Um aluno heterossexual convidou seu melhor amigo, que é homossexual, para ser seu par na festa. Para o convite, Jacob Lescenski fez uma faixa com a mensagem a Anthony Martinez: “Você é muito gay e eu sou muito hétero, mas você é como meu irmão. Então, quer ser meu par?”

Jacob (esq.) e Anthony (dir.) após a surpresa- Foto: Reprodução/Twitter/Anthony Martinez

A ideia de fazer a surpresa surgiu depois de Jacob ler um post no Twitter de Anthony Martinez, que queria um par para o evento. "Eu não quero um namorado. Eu quero apenas uma companhia para o baile. Eu sempre ajudo a planejar os bailes e nunca sou convidado para um", escreveu Anthony.

Jacob então chamou um outro amigo para ajudá-lo com a surpresa. "Uma noite eu vi Anthony, que é meu melhor amigo, twittando sobre querer um par. Então, eu tive a ideia e chamei o meu amigo Mia para participar comigo e o convidei no dia seguinte. Foi uma surpresa gigante para todos, especialmente para o Anthony”, contou Jacob.

Os dois estudam na Desert Oasis High School.

Para expressar sua gratidão e emoção, Anthony escreveu em outra rede social: “Adivinhem quem foi convidado para o baile de formatura? Por um cara hétero!", destacou.

"Ele é meu melhor amigo e um homem de verdade, dado o fato de que ele tem coragem de realizar meu sonho de estudante gay que sempre ajuda a planejar os bailes, mas nunca é chamado. Não poderia pedir por uma pessoa melhor na minha vida. Obrigado Jacob e eu mal posso esperar pelo dia 2 de maio [dia do evento]!"

O convite de Jacob se tornou viral nesta semana e muitos internautas elogiaram o adolescente pelo gesto de amizade.

***(Andy: Meus olhos se encheram de lagrimas de felicidade. Neste mundo , onde vemos tantas desgraças e desamor, nunca devemos esquecer que EXISTEM pessoas MARAVILHOSAS que nos faz acreditar na esperança de um mundo melhor.)

"Meu amigo gay"




Por: Ruth Manus


Você acha que o conhece?

Se tem uma coisa que me cansa é quando eu digo que sou uma advogada paulistana e a pessoa automaticamente conclui que eu ganho rios de dinheiro, voto no Alckmin e uso conjuntinho de blazer e saia-lápis. Não, essa não sou eu. Mesmo. Ou quando alguém diz que eu sou blogueira, e os outros já presumem que eu sou magra, ultra saudável, ando sempre bem vestida, com calça esquisita e salto fino. Não, outra vez, não sou eu. 

É chato quando tiram conclusões precipitadas sobre a gente e, ao invés de podermos mostrar quem somos, temos que perder tempo demonstrando quem não somos, comprovando o que não fazemos, esclarecendo do que não gostamos.

Pois é. Essa é a história diária dos meus tantos amigos gays.

“Que legal, você tem um amigo gay? Ele deve ter dar vários conselhos sobre moda, arrumar seu cabelo, te ensinar coreografias, dançar descamisado até o dia amanhecer, ir com você às compras, te ligar te chamando de gaaaaaata.”

Então. Na verdade não.

Eu até tenho um amigo gay que entende muito de moda. Mas tenho outro que só entende de terno. Outro que se veste que nem o Agostinho Carrara. Outro que não tá nem aí pra moda, tem um jeans velho e olhe lá.

Eu, de fato, tenho um amigo gay que é cabeleireiro. E tenho outro que é um super advogado. Outro que trabalha em plataforma de petróleo. Outro que tá sem emprego, na luta, com várias contas atrasadas.

Eu tenho um amigo gay que me ensinou a coreografia do Show das Poderosas. Outro que me apresentou uma banda dinamarquesa fantástica. Outro que toca bateria numa banda de rock. Outro que mal consegue bater palma no ritmo certo no “parabéns pra você”. Eu tenho um amigo gay que me leva para as melhores baladas, das quais nunca voltamos antes das 8 da manhã. Outro que só gosta de sair pra correr no parque. Outro que me chama para ir assistir jogo da Champions no bar. Outro que só me encontra depois da missa. Outro que nunca sai porque está estudando que nem louco pra concurso público.

Eu até tenho um amigo gay com quem gosto de ir ao shopping. Mas tenho outro que é a melhor companhia para hamburger cheio de bacon e milk shake. E outro que é ótima companhia para ir na Leroy Merlin porque entende tudo de obra. Outro com quem adoro abrir uma garrafa de vinho e conversar sobre filosofia.

Eu tenho um amigo gay que me liga e fala “gaaaaaaaaaata vamos pra balada?”. Mas que às vezes me liga e fala “Rú, vem almoçar aqui, minha mãe fez bacalhau”. E me liga e diz “to ferrado no trabalho, não vou ter fim de semana”. E me ligou e disse “minha avó morreu, vem pra cá por favor”.

Às vezes dá vontade de dizer: meu amigo gay? Meu amigo gay é uma pessoa sobre a qual você só sabe duas coisas- que é meu amigo e que é gay. Para saber o resto, o jeito, o gosto musical, o tom de voz, a profissão, você precisa conhecê-lo. Te garanto que ele não cabe em nenhum molde que você tenha na cabeça.

Com amigas lésbicas é pior ainda. “E você não acha que ela quer te pegar? E ela calça 42? E ela fala grosso? Tem cabelo curtinho com gel?”. Caceta. Não, ela não quer me pegar, nem me atacar durante a noite. Ela é minha amiga e eu sou amiga dela. Ela calça 36. Tem uma que fala grosso, outra parece uma gralha. Uma de cabelo joãzinho, outra que gasta mil reais no cabeleireiro fazendo luzes.

Será possível que nessa altura do campeonato ainda precisamos explicar que“gay” não é um tipo de pessoa, mas uma característica de uma pessoa como qualquer outra? Que eles não pertencem a uma espécie à parte? Que eles não cabem numa forma padrão, com personalidades, atitudes e discursos pré-definidos?

Complicado…

E no dia em que me perguntaram “mas por que você tem tanto amigo gay?” eu só consegui responder “ah, sei lá”.

Mas, pensando melhor, eu não tenho muito amigo gay. Eu tenho, graças a Deus, muitos amigos. Dentre eles, tem hétero, tem gay, tem jogador de poker, fã do NX zero, hippie de estrada, testemunha de Jeová. Tem muita gente. Muita gente amada, do jeito que é. E é isso que importa.

Meu amigo gay é super gente fina. Você vai gostar de conhecê-lo. Mas, por favor, não se esqueça: você ainda não o conhece.

'Eu sou uma mulher': Bruce Jenner  confirma transexualidade


Milionário foi padrasto de Kim e Kourtney Kardashian quando era casado com a mãe delas, Kris Jenner

Ex-campeão olímpico e estrela do reality “Keeping Up with the Kardashians”, Bruce Jenner confirmou que está em processo de transição de gênero.

“Para todos os efeitos, eu sou uma mulher”, disse Jenner à jornalista Diane Sawyer, em entrevista que ainda não foi ao ar nos Estados Unidos.

“As pessoas olham para mim de uma forma diferente. Elas o vêem como este macho, mas o meu coração e minha alma, e o que eu faço na vida … é uma parte de mim – esse lado feminino é parte de mim”, explicou.

Jenner, de 65 anos e que foi casado com a mãe de Kim e Kourtney Kardashian, virou reportagem de tablóides em janeiro que o fotografaram com cabelos longos, unhas pintadas e até seios e, segundo uma fonte, ele estava assumindo sua transexualidade.

Heterossexuais Respondem Parte 2 (Caras Bonitos / Olhares / Falar xingando / Coisas de viado).



Clipe Especial LGBT: "Kiss All The Bullies Goodbye" com Sir Ivan.



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FOFOCAS DE CELEBRIDADES- GOSSIPS

Empresária: Ex 'rei do boxe', transexual Kellie  Maloney quer retornar ao esporte.


Kellie largou o boxe em 2013 por sentir-se desiludida com o esporte


Kellie Maloney assumiu sua transexualidade em agosto passado e agora diz querer voltar ao boxe, como empresária, que fez sua fama. “Eu tenho que começar de baixo novamente e não há como ser de outra forma. A oportunidade e o desafio pessoal são muito grandes”, disse Kellie.

Kellie aposentou-se da profissão em 2013, após 30 anos, devolvendo a licença que tinha à Comissão de Controle do Boxe Britânico por se dizer desiludida com o esporte.

Como Frank Maloney, foi considerada o “rei do boxe”, responsável pela ascensão meteórica do campeão mundial Lennox Lewis, nos anos 1990, além de títulos com outros campeões, como Paul Ingle e Scott Harrison.

Ouça 'Close Baby': As Baphônicas, primeira banda  de drags, lança single.


Trio gravará clipe em maio e sairá em turnê nacional


O trio pop carioca As Baphônicas, formado pelas drag queens Ravena Creole, Chloe Van Damme e Natasha Fierce, acaba de lançar seu primeiro single, “Close Baby” A música é de autoria do compositor Felipe Soares e é assinada pelo produtor e DJ Thiago Araujo.

O trabalho é o primeiro autoral do grupo, que promete investir pesado na promoção do movimento drag no Brasil, influenciados pela renovação do gênero iniciada com o sucesso internacional do reality show da americana RuPaul.




E as ‘meninas’ já começaram a carreira com o pé direito! Isso porque foram escolhidas pela produção do grupo The Week para abrir o show das cantoras Anitta e Ludmilla na filial carioca da boate! O single, “Close Baby”, já disponível no canal oficial da banda no YouTube, terá lançamento mundial em todas as lojas virtuais no dia 28 de abril de 2015!

Em maio, As Baphônicas gravam o clipe da música, e também caem na estrada com a tour nacional, que já tem datas no Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Salvador e Belo Horizonte!


Papa Wear: gato peludo Eliad Cohen posa para ensaio provocante em uma praia no México.



O israelense Eliad Cohen, 26 anos, divulgou em sua página do Facebook um novo ensaio realizado para divulgar sua linha de sungas Papa Wear, baseado no nome da famosa festa comandada por ele e que já rodou várias cidades ao redor do mundo. O muso do “bigodinho” foi clicado pelo fotógrafo Bruno Olvez e abusou das sungas que valorizam ainda mais seu corpão sarado em uma praia no litoral mexicano.






Doug Fordyce só de cuequinha para a Gay Times.


Doug vem no recheio



Gay Times lança nova edição com dupla de atores e ginasta delícia em suas páginas

A inglesa “Gay Times” lança sua nova edição neste mês trazendo na capa e recheio a dupla de lindos e lisinhos atores do espetáculo “Beatiful Thing” Sam Jackson e Thomas Law. Tem ainda ensaio com o gostoso ginasta Doug Fordyce. A GT traz também John Lithgow e Alfred Molina falando sobre seu novo filme gay, “Love Is Strange”.

Dá pra espiar um pouquinho dos bastidores no vídeo aqui embaixo. Para baixar a versão digital é só acessar o www.gtdigi.co.uk now.



E se você achasse um quarto cheio de dinheiro?


Atores já são conhecidos do público gay


Já conhecidos do público gay, os atores Michael Urie ("Ugly Betty") e Randy Harrison ("Queer As Folk") vivem no longa “Such Good People” um casal que descobre um quarto secreto cheio de dinheiro enquanto cuidam da casa de outro casal (vivido por Scott Wolf e Kate Reinders).

Quando os donos da casa morrem em circunstâncias misteriosas no exterior, começa um jogo de gato e rato por um milhão de dólares em dinheiro, o que pode pertencer a amigos dos proprietários (Carrie Wiita e James Urbaniak) ou aos órfãos do Butão.



Casal gay entra em apuros depois de descobrir quarto cheio de dinheiro em novo longa
 
O longa já foi exibido em festivais e está disponível nas plataformas de filme on demand. O elenco conta ainda com o ex-boy band Lance Bass e Scott Wolf, Ana Ortiz, Tom Lenk, Alec Mapa, Drew Droege, Carrie Wiita, Rick Overton, Kate Reinders, Tania Gunadi, Mitch Silpa e James Urbaniak.

Harry Louis vem gostoso como sempre em novo vídeo do Põe na Roda



 Harry Louis é o convidado especial e gostosérrimo do novo vídeo do canal Põe na Roda, que lança uma novidade toda terça-feira às 11h24. Ele e Pedro HMC protagonizam uma DR toda baseada em hits das divas pop, indo de Whitney à Valesca Popozuda. Imperdível!


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SE ESBALDAAA !!
























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HOMOSSEXUALIDADE

Homem trans e negro nas trincheiras do cotidiano.




Por Jarid Arraes


Em entrevista à Fórum, o escritor e ativista Marcelo Caetano fala sobre a experiência de ser um homem trans e negro: “Ser reconhecido como homem é algo que me deixa satisfeito, mas agora as pessoas me veem como um perigo”

É muito difícil abarcar toda a complexidade de quem vivencia discriminações em sociedade; sobretudo porque ninguém é apenas uma coisa nem possui apenas uma face de sua identidade. Pelo contrário, há cada vez mais a necessidade de se falar em intersecionalidade nos movimentos sociais, promovendo uma maior conscientização a respeito de experiências mais específicas. Dessa forma, a experiência de ser um homem negro ganha nova profundidade quando o referido homem é trans.
 
O escritor e ativista Marcelo Caetano sabe disso muito bem. Em seus textos divulgados pelas redes sociais, ele conta sobre suas vivências e chama atenção para a importância da militância, muitas vezes praticada pelo ato rotineiro de resistir. Em entrevista à Fórum, Caetano compartilhou algumas de suas ideias sobre questões raciais e de gênero:
 
Fórum – Na sua experiência, o que emergiu primeiro em sua identidade: a compreensão a respeito das questões de gênero ou a compreensão sobre as questões raciais no Brasil?
 
?Marcelo Caetano - A questão racial sempre esteve presente, afinal de contas, eu sempre fui negro. Cresci em uma região periférica de Santos?, cresci na rua e, junto com as outras crianças, fazia coisas como guardar carros e engraxar sapatos. Era curioso, porque eu era uma menina, normalmente no meio de um monte de meninos, mas isso me era muito útil. Nessa de engraxate, mesmo, eu ganhava bem mais dinheiro do que os outros meninos, porque as pessoas achavam graça de uma menina que engraxava sapatos tão bem. Nessa época, não tinha noção alguma sobre questões de gênero; hoje, olhando pra trás, consigo identificar vários processos e sentimentos que apontavam para a questão trans, mas eles simplesmente não tinham nome e eu só seguia a vida normalmente.
 
A primeira vez que ouvi falar em transexualidade, tinha 18 ou 19 anos. Foi numa aula na faculdade (eu fazia Direito na UFPR) e, de repente, tudo meio que fez sentido. Fui buscar mais informações e alguns meses depois decidi que era isso mesmo que queria. Mas, veja, eu já tinha 20 anos quando comecei o processo de transição. Então, por 20 anos da minha vida fui visto como uma menina e mulher negra e isso teve consequências muito práticas no meu cotidiano, especialmente na infância; a rua pode ser um ambiente bastante difícil para as meninas negras, há exposição a diversos tipos de violência.
 
Fórum – Como foi o seu processo de compreensão e identificação enquanto homem trans e negro? São experiências que andaram separadas?
 
Caetano – Por algum tempo, fiquei bastante focado ?em pensar só na questão trans; era um mundo novo que se abria e eu tinha mesmo um monte de coisas para descobrir, pensar e resolver. Mas assim que comecei a ser reconhecido como homem em espaços que iam para além das minhas relações pessoais (no ônibus, na padaria), a questão racial foi se tornando inevitável. Acho que dois momentos foram cruciais nesse processo: quando eu ganhei barba e quando deixei o cabelo crescer. A barba se mostrou como o signo que não deixa dúvidas, uma pessoa de barba é sempre um homem! Então, quando comecei a ter barba, em nenhum lugar as pessoas erravam os pronomes ou indagavam sobre minha identidade de gênero (mas lógico que quando se tem algum documento a ser apresentado, o problema se torna outro).
 
O processo do cabelo também foi muito importante. A primeira coisa que fiz ao começar a transição foi cortar o cabelo. Eu tinha um cabelo realmente enorme e, para mim, era bastante simbólico me livrar dele, ter um cabelo curto era uma marca importante da minha masculinidade. Mas resolvi deixar o cabelo crescer e comecei a usar black, o que se tornou uma marca da minha negritude. Temporalmente, esses processos (a barba e o cabelo) aconteceram meio que juntos e eu pude perceber a mudança ao andar na rua: as pessoas atravessam [a rua], os táxis não param, as mães trazem as crianças para mais perto.
 
Não tive como me tornar um homem e, depois, me tornar um homem negro; acho que as duas coisas aconteceram juntas, mas é um processo muito louco mesmo. Uma coisa é me reconhecer enquanto um homem negro (algo que eu fazia desde que me entendi como trans), outra coisa é perceber que todo mundo me reconhece assim, mas que só sou capaz de perceber esse reconhecimento porque passo a ser uma ameaça. Então, ao mesmo tempo em que, para mim, isso é algo que me deixa satisfeito, ser reconhecido como homem, também é algo que me deixa incomodado; afinal, as pessoas agora me veem como um perigo. Antes de ser um homem negro, eu só sabia teoricamente o que era ser um, mas viver na carne é outra experiência.
 
Fórum – Com relação aos espaços de ativismo, você consegue identificar racismo no movimento trans ou transfobia no movimento negro? Você faz parte de algum movimento organizado?
 
Caetano - Sem dúvida, há racismo nos espaços trans e transfobia nos espaços negros, pois as duas violências são estruturais e se manifestam em todas as relações sociais. Essa é uma das coisas que me fazem ter certa dificuldade de militar em movimentos organizados. Já passou demais da hora dos movimentos perceberem que há diversos corpos que articulam em si mais do que uma única identidade.
 
De maneira geral, recentemente algumas militâncias têm discutido mais a questão da interseccionalidade, mas ainda não é suficiente, especialmente porque não vejo essas discussões reverberando nas práticas. E isso vai desde as práticas diárias e cotidianas dos movimentos até a hora em que se encontram em espaços oficiais de deliberação. Falta muita autocrítica e um pouco de humildade pra perceberem que precisamos rever nossas pautas e agendas programáticas para dar conta de outros corpos que se apresentam com questões tão legítimas quanto as nossas. Então, quando você é um corpo com múltiplas identidades políticas, é bastante difícil encontrar um espaço que realmente dê conta de tudo aquilo que você carrega, ou mesmo que esteja disposto a fazê-lo. Acho que é por aqui que podemos começar a consertar as coisas, nos dispondo a ouvir os nossos que também são outros.
 
Fórum – Como tem sido a experiência da militância para você?
 
Caetano - A militância acabou sendo um caminho meio que inevitável, mas foi também uma escolha. Já senti na carne diversas opressões, racismo e transfobia, mas também sexismo, classismo e mesmo lesbofobia; sempre me vi em locais de fala subalternizados, então não parecia haver muitas opções. Por isso, digo que foi inevitável. Mas foi também uma escolha, porque é um processo exaustivo. Primeiro que nem sempre é fácil assumir publicamente, sem restrições, que se é uma pessoa trans. Nunca escondi de ninguém, mas as pessoas tendem a achar que isso dá a elas o direito de fazer qualquer pergunta, a qualquer momento. Sou abertamente trans, pois esta é também uma identidade política e identifico a importância de se colocar assim no mundo, mas não significa que esteja aberto a discutir com todo mundo a minha vida íntima. E também porque o cenário político anda bastante complicado; é preciso ter muita convicção do que se defende para manter o ânimo.
 
Fórum – Você poderia elaborar a importância de se abordar as questões raciais no movimento trans e as questões de gênero no movimento negro?
 
Caetano - Raça e gênero são categorias elementares da estrutura social, que precisam ser sempre pensadas, em todos os contextos. Ser uma pessoa cis negra não é o mesmo que ser uma pessoa trans negra. Ainda que a raça seja um elemento comum, essa outra distinção (entre cis e trans) posiciona os sujeitos em lugares diferentes.
 
Acho que todos os movimentos tendem a centralizar a identidade que os mobiliza, o que é normal. O problema é quando essa centralização serve para operacionalizar o apagamento de outras especificidades. No movimento LGBT, as orientações sexuais e identidades de gênero é que estão em jogo, mas nenhuma dessas coisas pode ser pensada sem considerar a raça, a classe, as capacidades físicas, porque há sujeitos que carregam em seus corpos diversas dessas marcas e sempre ao mesmo tempo, tudo junto e misturado. Eu simplesmente não posso escolher entre ser trans quando estou no movimento LGBT e negro quando estou no movimento negro; não tenho condições de pensar em raça sem pensar em gênero, porque essas duas questões são elementares na minha vida, organizam minha percepção de mundo e estão inscritas em todas as minhas experiências: sou sempre trans e negro. Mas, por diversas vezes, os movimentos tendem a esquecer disso.
 
Ainda tenho muito dificuldade de pautar as questões trans no movimento negro, talvez porque nossas demandas sejam sempre tão urgentes, sempre de vida e morte. Sinto uma resistência grande das pessoas para entenderem a importância da questão trans. Só que não dá mais pra ignorar. Por exemplo, discutimos muito o encarceramento da população negra (em especial dos homens negros), mas ainda não vi nenhum debate realmente profundo do movimento negro que se disponha a pensar a articulação dessa pauta com as identidades trans, o que se faz urgente, pois o encarceramento para a população trans tem um significado bastante específico, uma violência que se manifesta de forma brutal e no sentido sempre da eliminação de nossa identidade trans. O caso da Verônica Bolina está aí pra jogar isso na nossa cara de uma vez por todas.
 
Fórum – Na sua experiência pessoal, como as situações de transfobia e racismo se relacionam?
 
Caetano - A transfobia e o racismo estão sempre presentes. Há poucas coisas na nossa sociedade (se é que há alguma) que não estão organizadas a partir da perspectiva cis e da perspectiva branca?, mas muita coisa tem mudado desde que passei a ter um maior reconhecimento da minha identidade masculina. Afinal, ser homem vem com alguns privilégios. Então, no início da transição, o que ocorria eram mais manifestações de transfobia, as piadas, pessoas errando o nome, fazendo graça da minha voz fina ou da minha cara de menino pela ausência de barba.
 
?Depois, quando passei a ser visto sempre como homem, o racismo se fez mais forte e tornou a violência mais cotidiana. Porém, tenho muita dificuldade de sinalizar em que ordem essas opressões acontecem. Acho que nos lugares em que hoje eu acesso alguns privilégios masculinos, o racismo vem primeiro, pois, diversas vezes, eu sou visto apenas como um homem negro e não como um homem trans negro. Ao mesmo tempo, já sofri agressões físicas que se deram em razão da minha transexualidade, mas que foram fortemente marcadas pelo racismo. O ponto é que, sendo identificado como homem, a transfobia muda bastante as suas práticas e, por isso, a questão da raça parece ficar mais evidente. Mas acaba que racismo e transfobia se retroalimentam, de modo que cada tipo de violência adiciona especificidades ao outro.
 
Fórum – Como você se posiciona no mundo quanto às suas identidades?
 
Caetano - É muito difícil se posicionar no mundo quando se carrega diversas identidades. Como já mencionei, apenas um quinto da minha vida foi vivida como um homem; no restante, me identifiquei e fui identificado como uma mulher negra e, ainda, por algum tempo, como uma mulher negra lésbica. Hoje, sou visto como um homem negro, mas as experiências que vivi sendo reconhecido de outra forma não simplesmente se apagaram; elas não deixaram de existir e são cruciais para quem eu sou hoje. Mas preciso identificar meu local de fala atualmente e esse não é um processo simples.
 
Ainda tenho uma dificuldade grande de discutir e pensar a masculinidade negra, pois essa nunca é pensada fora do padrão cisnormativo e isso muitas vezes me deixa em um vácuo de referências, onde o único ponto de apoio sou eu mesmo. Enquanto homem trans, também não posso me furtar a reconhecer alguns pequenos privilégios que surgem quando minha aparência física denuncia ali apenas mais um homem, mas também não posso permitir que todas as minhas outras vivências sejam apagadas, como se elas não tivessem se dado com este mesmo sujeito que sou eu. Esse privilégio é também bem específico e pontual; afinal, minha identidade trans é uma realidade, ainda que, hoje, pareça menos identificável.
 
Enfim, gostaria apenas de dizer que se entender enquanto um homem trans negro traz uma série de desafios às minhas práticas cotidianas, mas também um monte de aprendizados e possibilidades de existir no mundo de uma forma revolucionária.

Leitores elogiam capa da revista Exame que aborda o tema LGBT no trabalho.


“Chefe, sou gay” é a chamada da nova capada revista da Editora Abril


Desde esta quinta-feira 23, quando divulgou a capa de sua nova edição nas redes sociais, a revista Exame tem recebido muitos elogios dos leitores, e principalmente provocado o debate.

A chamada principal diz “Chefe, sou gay – surge a primeira geração de executivos brasileiros que tratam sem rodeios uma questão por muito tempo mantida como tabu nas empresas – e todos ganham com isso”.

“APLAUSOS à Exame. Tem que ter coragem e pioneirismo pra fazer a coisa certa”, escreveu Bruno Grimaldi. “Parabéns a revista pela coragem em trazer à tona um tema extremamente atual e relevante. Infelizmente, ainda há muitas empresas preconceituosas que discriminam seus funcionários com base na orientação sexual e não no seu desempenhoprofissional”, comentou Guilherme Vianna Bertola.

A reportagem menciona como exemplo do CEO da Apple, Tim Cook, que disse ter “orgulho de ser gay” e considera esse “um dos maiores dons que Deus lhe deu”, e traz como personagens Sérgio Giacomo, da GE, Ricardo Yuki, do Citibank, Gisela Pinheiro, da Química Dow, e Ezra Geld, da agência J.W. Thompson.

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