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MINHA VIDA GAY


Italiano pede namorado em casamento com ajuda de familiares e amigos.




O casamento entre pessoas do mesmo sexo não é permitido na Itália. Talvez por isso, um pedido de casamento em flash mob esteja fazendo tanto sucesso nas redes sociais. Há cerca de um mês, Alberto decidiu que não podia mais esperar  para fazer a pergunta decisiva para Matteo. Reuniu familiares e amigos e fez um pedido de casamento surpresa para o namorado, ao som de "Marry You" de Bruno Mars.

Os dois vivem em Bolonha e estão juntos há cinco anos. Após o aguardado "sim", os dois agora pretendem se casar em Portugal e, ao retornarem para seu país, fazer uma festa em sequencia. Confira o pedido de casamento filmado por amigos.


Príncipe Harry defende soldado gay de ataques homofóbicos no exército britânico.




Já não bastasse ser lyndo e herdeiro do trono britânico, o príncipe Harry provou que é um fofo e um defensor da diversidade. Ele, que se aposentou do exército inglês na última sexta (19), foi citado por um ex-colega militar num artigo publicado por James Wharton para o site The Huffington Post.

James é autor do livro “Out in the Army: My Life as a Gay Soldier” (Assumido no exército: minha vida como um soldado gay) e escreveu o artigo como uma forma de homenagear o príncipe Harry pelo seu trabalho servindo às forças armadas.




Em um trecho, James narrou o que pra ele é “o momento mais importante que eu lembrarei”, quando Harry o defendeu de ataques homofóbicos.

“Teve uma vez que o príncipe entrou em cena e disse a um grupo de soldados infelizes pra cair fora e me deixar em paz. Isto foi na sequência de um incidente que tinha ocorrido na noite anterior, durante o qual eu tinha me aproximado de um soldado de outro regimento enquanto bebia no bar. Pela manhã Harry teve que vir em meu socorro, porque espalharam a fofoca entre os outros do regimento sobre o que tinha acontecido entre eu e um deles, e um grupo de sargentos irritados queria meu sangue, porque pra eles, eu era, obviamente, o culpado. Harry controlou a situação e confrontou os oficiais mais velhos não comissionados, e deixou claro que eles estariam em maus lençóis se me dessem mais um segundo sequer de aborrecimento sobre essa questão (minha sexualidade).

Eu me lembro de vê-lo colocar esses soldados, muito mais experientes muito mais velhos firmemente em seu lugar e o grupo se afastou, visivelmente, com o rabo entre as pernas. Ele voltou para mim e disse, despretensiosamente, “você não vai ouvir mais nada sobre isso novamente”.

No artigo, James reforçou também o legado de Harry: “Ele se juntou a nós, ele mergulhou em nossa comunidade, ele aprendeu conosco, e nos ensinou também. Ele nos guiou e agora sempre irá defender a gente. [...] Ele será um campeão do exército pelo resto de sua vida”.


James se casou em 2010 com Thom McCaffrey e é um ativista
da luta contra homofobia, sobretudo no exército

Quando a gente achava que não podia amar mais esse lyndo, vem ele e faz isso…

Deixe-se conhecer com a campanha Que tipo de pessoa você é.




Felipe Mastrandea está com um novo e profundo, além de revelador, desafio. Que tipo de pessoa você é? Esta é a pergunta que guia várias outras sobre os mais diferentes assuntos. Uma maneira de se deixar conhecer e ótima inspiração para quem também quiser gravar um vídeo. A hashtag Felipe diz logo no começo do vídeo.


Clipe-Trilha LGBT: Joey Contreras em "LOVE WILDLY" ft. Eric Krop.



Trilha Especial: Ricky Martin em "La Mordidita" ft. Yotuel





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FOTOS DE VISITANTES

Aqueles que quizerem ter suas fotos publicada aqui, envie para: andersoncelsius@yahoo.com.br
 

Envie de 2 e no maximo de 5 fotos, com ou sem o rosto. Evitem de enviar numeros de telefone que possam posteriormente, ser pedido para ser retirado.


Podem ser fotos casuais ou sensuais e se quizerem , mandar recados aos visitantes.
Nao postamos emails caso nao queiram e os nomes podem ser pseudonimos. As fotos podem ser apenas para exibiçao ou possivel interesse de amizade ou algo mais, neste caso, seria otimo  mencionar juntamente com as fotos enviadas.
Os visitantes interessados ao autor das fotos, deixem recados nos comentarios, que o mesmo pode ou nao responder. Recomendamos que o autor das fotos entrem em contacto com possiveis interessados via email, como forma de privacidade. Neste caso, e´necessario do email que devera ser postado nos `COMENTARIOS``pelos visitantes interessados.


* NAO TOLERAMOS DESRESPEITO COM O AUTOR DAS FOTO E NEM TERMOS OFENSIVOS. PORTANTO, E´MELHOR ABSTER DE FAZER ALGUM COMENTARIO DO TIPO. CONFIAMOS NA SUA IDONEIDADE MORAL E NA CONFIANÇA DESTE BLOG, FEITO POR VOCES E PARA VOCES. OBRIGADO PELA COMPREENSAO.









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FOFOCAS DE CELEBRIDADES- GOSSIPS

'Acho incrível', diz Kris Jenner sobre  transformação da ex, Caitlyn.


Para Kris, Caitlyn é uma inspiração para muitas pessoas


Kris Jenner quebrou o silêncio sobre a nova identidade de seu ex-marido, que assumiu-se como Caitlyn Jenner.

“Eu acho que é incrível”, disse Kris. “Eu penso que alguém que segue seus sonhos é um verdadeira inspiração para um monte de gente. Você tem de fazer o que te deixa feliz.”

Caitlyn assumiu aa nova identidade há um mês na capa da revista “Vanity Fair”. Toda a família a apoiou, mas houve alguns detratores, que lançaram, por exemplo, um abaixo-assinado pedindo que devolva as medalhas olímpicas conquistadas quando pertencia ao sexo masculino.

Padre e pastor lavam os pés de transexual crucificada na Parada Gay.





Olha aí mais uma prova de que é possível aparar as diferenças e criar um mundo onde a tolerância seja um princípio básico da sociedade. Afinal, pequenos gestos são capazes de realizar grandes mudanças!

Na tarde deste sábado (27), no Largo do Arouche em São Paulo, o padre Júlio Lancelotti e o pastor evangélico da Igreja Batista José Barbosa Júnior lavaram os pés da transexual Viviany Belebone, como forma de pedir a ela desculpas pelas ameaças e ofensas que sofreu de pessoas que se dizem cristãs. O ato é uma alusão à cerimônia sagrada e secular de lavar os pés, em que Jesus purificou os apóstolos antes da Santa Ceia.

Para quem não sabe, Viviany fez um protesto na Parada do orgulho LGBT de 2015, onde apareceu crucifixada para alertar sobre as agressões que as pessoas trans sofrem no Brasil. O ato gerou polêmica entre setores conservadores da sociedade, inflados pelo ódio bélico do pastor Marco Feliciano, que usa o nome de Deus para pregar o preconceito.

Nas redes sociais, a transexual disse apenas: “Me sentindo abençoada”. Vale lembrar que as figuras que aparecem na foto se encontraram também no mais recente vídeo do Põe na Roda, que abordou a tolerância religiosa com a comunidade LGBT. Confira!



Noivos




O DJ Harry Louis pediu seu namorado, Allyson Chinalia, em casamento na Espanha, ao vivo, em um programa de TV, nesta quinta-feira. No programa "El atico TV" falando sobre sua participação na Parada do Orgulho Gay deste final de semana, o brasileiro deu uma aliança da sua recém lançada linha de jóias. Juntos há 6 meses, Harry planejava fazer o pedido na Torre Eiffel mas que preferiu fazer ao vivo na Espanha por se identificar com o país, onde já morou, e para levantar a bandeira na TV. Os noivos sonham com um casamento tradicional, inclusive religioso, com a presença das famílias.

É o amor...



Agora noivo, Harry Louis revela ter feito sexo com integrante do Põe na Roda.




Domingo maravilhoso, onde boa parte da sociedade mundial acordou tocada pelo poder do arco-íris emanado diretamente dos Estados Unidos, que acaba de liberar o casamento entre pessoas do mesmo sexo. A luta continua!

Portanto, nada melhor do que vivenciar nossa liberdade de amar e curtir com muito prazer o entretenimento gay. Por falar em prazer entretenimento, o Põe na Roda acaba de lançar um vídeo com a ilustre presença de Harry Louis, o ex-ator pornô, que já mexeu coma imaginação sexual de muitos e que acaba de pedir o namorado em casamento.

Mas engana-se quem pensa que a carreira do belo moreno acabou ai. Além de ter se relacionado com um dos gays mais poderosos da moda, Marc Jacobs, Harry tem uma bem sucedida marca de chocolates, a HL, e manda muito bem como DJ pelo mundo afora.

Polêmico, alegre e inspirador, Louis abriu o coração, expôs sua intimidade e respondeu 24 perguntas sacaninhas e inesperadas.




Bruno Gagliasso faz campanha contra homofobia e pede doações para o Grupo Argo-Íris.




Bruno Gagliasso aderiu a uma campanha contra homofobia criada por sua amiga Lela Gomes, empreendedora que pilota uma marca descolada de camisetas. O ator postou a foto uma foto em seu Instagram, e a galera pirou. 20% das vendas da peça, que você encontra no site da Maô Camiseteria, será doado à Grupo Arco-Íris, que há vinte anos dedica-se a causas LGBT.

O ator também pediu para seus seguidores nas redes sociais ajudar a ONG que esta prestes a fechar. "Há 22 anos eles lutam pelos direitos da população LGBT, com assistência a vítimas de discriminação e violência, testagem rápida do HIV, oficinas educativas e mais várias atuações muito bacanas. Vamos ajudar! É possível fazer doações de R$ 10 a R$ 50, eu já fiz a minha!" postou Gagliasso.

A campanha teve participação de uma série de famosas. "Mais do que qualquer coisa, a gente quer mostrar que preconceito é cafona", diz Lela.





9 meses de namoro: 'Não me considero lésbica',  diz Monique Evans.


Apresentadora falou sobre como percebeu que estava apaixonada


Em seu primeiro relacionamento lésbico na vida, Monique Evans revelou ao “Ego” que não se sente homossexual. A apresentadora também contou como a amizade com a DJ Cacá Werneck se tornou namoro (que completou nove meses) e como lidou com os filhos a respeito disso.

“Nos conhecemos na rede social”, disse Monique. “Meu primeiro papo com ela foi quando elogiei aquele abdômen, todo trincado. Ela me contou que fazia caminhadas e malhava muito e, como éramos vizinhas de prédios quase grudados, me convidou para acompanhá-la.”

A “titia” disse que percebeu que o que sentia pela DJ era mais que amizade quando foi internada por crises depressivas. “Ali, assim que ela chegou, eu senti algo estranho, que não sabia dizer o que era. Depois reparei que os homens da clínica a olhavam muito e fiquei com muito ciúme. Em um outro momento, quando já estava em casa, vi fotos da Cacá com algumas mulheres e senti mais ciúme ainda. Foi aí que percebi que estava apaixonada e não sabia nem como lidar com aquilo.”

A apresentadora também revelou como os carinhos íntimos começaram. “Me senti uma virgem. Nós começamos com um selinho e ela já foi embora de casa vibrando. Demorou alguns meses para rolar o primeiro sexo. Todos acham que sou super descolada quando o assunto é sexo, mas não, eu não sabia nada de sexo com mulher. Foi bom, muito bom, mas tudo por conta da pele e do contato. Foi que nem quando conhecemos homens diferentes, com cada um é uma nova descoberta.”

Monique disse que logo se preocupar em revelar a sua família a nova relação. “Não por sentir culpa, mas sim por uma felicidade que eu queria dividir com eles. Contei primeiro para a minha nora, mulher do Armando. Na mesma noite minha nora contou para o meu filho, que logo me mandou mensagem dizendo que ficava muito contente com a minha alegria. Com a Bárbara já foi diferente. Ela é muito esperta e jogou verde. ‘Ah, e essas fotos com a sua namorada?’, disse ela, já sacando que estava rolando algo. Mas a Bárbara também aceitou numa boa. É até engraçado, porque minha filha é curiosa e me pergunta intimidades. Quando vou contar ela fica tímida e desiste de ouvir (risos)”.

“Não sei se mudei, não me considero lésbica. Eu gosto da Cacá. Eu não olho para outra mulher, mas também, hoje em dia, não olho para nenhum homem. É uma coisa muito louca ainda para mim. Me apaixonei pela Cacá e é isso que eu sou hoje”, disse a apresentadora que está com 58 anos.
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NO PARAISO























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HOMOSSEXUALIDADE

Entenda as diferenças entre o casamento gay dos EUA e do Brasil.




A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu nesta sexta-feira (26) derrubar os vetos de Estados contrários ao casamento gay, o que na prática legalizou a união entre pessoas do mesmo sexo para todo o território americano. O fato tem paralelo no Judiciário brasileiro, que já havia tomado decisão semelhante há quatro anos.

A maior autoridade jurídica americana julgou nesta semana o caso "Obergefell vs. Hodges", no qual James Obergefell processou o estado de Ohio (representado pelo político Richard Hodges) pedindo reconhecimento como viúvo de seu falecido parceiro, John Arthur. A decisão deve abrir precedente para todos os casais homossexuais do país oficializarem suas uniões, apesar da resistência de alguns Estados conservadores.

No Brasil, o casamento gay ocorre na prática desde 2011, quando o STF (Supremo Tribunal Federal) reconheceu a equiparação da união homossexual à heterossexual. Dois anos depois, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) decidiu que os cartórios brasileiros fossem obrigados a celebrar casamento entre pessoas do mesmo sexo, e nem se recusar a converter união estável homoafetiva em casamento.

Entenda melhor as nuances dessas duas decisões e o impacto em seus respectivos países.

As decisões:

Nos EUA: a Suprema Corte julgou que os 14 Estados que atualmente se negam a unir duas pessoas do mesmo sexo devem agora casá-las e também reconhecer seu casamento se ele foi celebrado em outra jurisdição. Cinco juízes votaram a favor, e quatro contra.

No Brasil: Em decisão unânime, dez ministros do STF equipararam a união homossexual à heterossexual. No entender do Supremo, casais gays devem desfrutar de direitos semelhantes aos de pares heterossexuais, como pensões, aposentadorias e inclusão em planos de saúde. Os homossexuais que tentarem a adoção devem acabar apelando à Justiça.
Alcance.

Nos EUA: O parecer da Suprema Corte deverá valer para todo o país, mas há alguma controvérsia sobre retirar dos Estados seu próprio poder de decisão sobre o assunto, como ocorria até então. Procuradores-gerais de alguns Estados que eram contra o casamento gay, como Mississippi e Louisiana, já informaram que ela não entrará em vigor imediatamente, enquanto as cortes locais estudam e interpretam o parecer. John G. Roberts Jr., um dos juízes da Suprema Corte que votaram contra o casamento gay, também disse no texto final que a questão deveria ter sido deixada para os Estados.

No Brasil: A decisão do STF teve efeito vinculante, ou seja, alcança toda sociedade, mas assim como nos EUA, não é equivalente a uma lei sobre o assunto. O artigo 1.723 do Código Civil estabelece a união estável heterossexual como entidade familiar. O que o Supremo fez foi estender este reconhecimento a casais gays. Mas assim casais gays podem entrar na Justiça em casos de não-reconhecimento dos casais e provavelmente ganharão a causa, pois os juízes tomarão sua decisão com base no que disse o STF sobre o assunto. Nos últimos anos, o Congresso teve projetos de lei sobre o assunto para serem votados, mas não os colocou em pauta por razões políticas.

Argumentos

Nos EUA:
O juiz Anthony Kennedy afirmou na decisão que o interesse na dignidade pessoal é fundamental para a cláusula do devido processo da 14ª Emenda da Constituição americana, que diz que nenhum Estado deve "privar qualquer pessoa da vida, liberdade ou propriedade, sem o devido processo legal". "As liberdades fundamentais protegidos por esta cláusula incluem a maior parte dos direitos enumerados na Declaração de Direitos".

No Brasil:
Alguns ministros do STF evocaram o princípio de igualdade da Constituição para estender os direitos dos heterossexuais aos homossexuais. "Por que o homossexual não pode constituir uma família? Por força de duas questões que são abominadas pela Constituição: a intolerância e o preconceito", afirmou o ministro Luiz Fux. "A discriminação é repudiada no sistema constitucional vigente", afirmou a ministra Carmen Lúcia. Outros ministros, como Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski, deram seus votos favoráveis com ressalvas. Para Mendes, ainda existem "uma série de questões e divergências" nesse tema, mas seu voto não entraria no mérito dos "desdobramentos" deste reconhecimento.
Histórico.

Nos EUA:
A luta dos movimentos LGBT para oficializar o casamento entre pessoas do mesmo sexo existe há pelo menos 40 anos nos EUA. Em 1971, a Suprema Corte recebeu pela primeira vez um caso do tipo por parte de um casal homossexual de Minnesota. O Estado de Massachusetts se tornou em 2004 o primeiro do país a legalizar o casamento homossexual.

No Brasil:
Na época, o então ministro do STF Ayres Britto pediu um levantamento nos Estados para saber se a união estável de homossexuais já era reconhecida apesar da falta de um pronunciamento do Supremo. Decisões nesse sentido já tinham sido tomadas em tribunais do Acre, Alagoas, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Sul e São Paulo. Essas decisões, de primeira ou segunda instâncias, pesaram no julgamento no STF.
Consequências

Nos EUA:
Além de garantir direitos de diversas naturezas decisão dos EUA reconhece que pessoas que acreditam que o casamento deva ser apenas entre um homem e uma mulher poderão continuar a se opõem ao casamento gay, com base na liberdade religiosa garantida na Primeira Emenda da Constituição do país. Esse debate deve continuar, disse o juiz Anthony Kennedy, mas os casamentos deverão ser permitidos.

No Brasil:
Mesmo após a decisão do STF, em 2011, ainda havia cartórios que se recusavam a fazer a conversão para casamento. No mesmo ano, um juiz de Goiânia cancelou um dos primeiros contratos de união civil entre homossexuais do país; o ministro Luiz Fux chamou o ato de "atentado ao STF" passível de cassação. Em 2013, o CNJ aprovou a resolução que prevê que, em caso disso acontecer, que seja levado para análise do juiz corregedor do respectivo Tribunal de Justiça.

Casamento gay ganha apoio no Facebook; veja como mudar seu perfil.




A Suprema Corte dos Estados Unidos legalizou nesta sexta-feira (26) o casamento entre pessoas do mesmo sexo em todo o país. Prontamente, uma legião de usuários do Facebook trocou as fotos de perfil para simbolizar apoio à decisão histórica. E é muito fácil aplicar o filtro de arco-íris ao seu avatar na rede social, já que o próprio Facebook criou uma ferramenta para isso. Basta clicar aqui.

A ferramenta detecta automaticamente sua foto de perfil atual e aplica o filtro por cima. Dá até para editar a legenda da imagem, se quiser, e depois é só clicar em "Use as profile picture".

A decisão na Suprema Corte dos EUA veio por cinco votos contra quatro. Os 13 estados que ainda proibiam não podem mais barrar os casamentos entre homossexuais, que passam a ser legalizados em todos os 50 estados americanos.

O casamento tem sido uma instituição central na sociedade desde os tempos antigos, afirmou o tribunal, "mas ele não está isolado das evoluções no direito e na sociedade". Ao excluir casais do mesmo sexo do casamento, explicou, nega-se a eles "a constelação de benefícios que os estados relacionaram ao casamento".

O tribunal acrescentou: "O casamento encarna um amor que pode perdurar até mesmo após a morte". "Estaria equivocado dizer que estes homens e mulheres desrespeitam a ideia de casamento... Eles pedem direitos iguais aos olhos da lei. A Constituição lhes concede este direito", ressaltou, segundo a agência AFP.

A decisão não entrará em vigor imediatamente porque a Suprema Corte concede ao litigante que perdeu o caso aproximadamente três semanas para solicitar uma reconsideração, como informa a Reuters.

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NOTICIAS DO MUNDO GAY

ONU diz que reconhecimento de casamento igualitário nos EUA é grande passo.


Ativistas LGBT comemoram a decisão histórica da Suprema Corte dos EUA, que derrubou vetos estaduais ao casamento entre pessoas do mesmo sexo, legalizando a prática para o todo o território americano.


O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, parabenizou decisão "histórica".

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, parabenizou nesta sexta-feira a decisão "histórica" do Tribunal Supremo dos Estados Unidos de reconhecer em todo o país o casamento entre pessoas do mesmo sexo e afirmou que representa "um grande passo para os direitos humanos".

Através de seu porta-voz, Ban disse que a decisão "abre a porta para que gays e lésbicas americanos vejam reconhecidas suas relações, sem importar em que parte do país vivem". Segundo o diplomata coreano, negar a estes casais o reconhecimento legal consiste em "uma discriminação generalizada" e a decisão de hoje terminará com essa situação.

A decisão do Tribunal Supremo anula o poder dos estados de proibir as uniões entre entre pessoas do mesmo sexo e transforma o casamento igualitário em um direito constitucional.

Ela determina que os 13 Estados do país que ainda proibiam as uniões legais passem a permiti-la e foi festejada, entre outros, pelo presidente americano, Barack Obama, como um "grande passo rumo à igualdade".

Casamento gay vai gerar 13 mil empregos e US$ 2,6 bi na economia dos EUA.




A decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos, que aprovou o casamento homoafetivo em todo o país, ainda está rendendo boas pautas. Como você sabe, o capitalismo nasce naquela terra e a vida dos americanos é movimentada por dólares. E quanto mais, melhor!

Você também sabe que casar não é barato. A gente precisa de fotógrafos, cozinheiros, músicos e outros profissionais envolvidos na cerimônia. Agora, milhares de casais gays devem se unir aos olhos da lei e, ao mesmo tempo, injetar dinheiro na economia americana.

Um estudo do Williams Institute, da Escola de Direito da Universidade da Califórnia em Los Angeles, estimou o tamanho do impacto do casamento gay. No país inteiro, ele deve disparar US$ 2,6 bilhões em gastos que devem gerar US$ 185 milhões em receita para cidades e estados e a criação de 13 mil empregos.

A maior parte deste impacto, no entanto, já foi começando na medida em que os estados foram legalizando o casamento gay individualmente. Um estudo de 2009 sobre Massachusetts, primeiro estado americano a legalizar o casamento gay, concluiu que isso teve um impacto positivo de US$ 111 milhões na economia do estado ao longo dos 4 anos e meio anteriores.

A parcela de impacto dos 13 estados que vão liberar o casamento só a partir de agora é de US$ 550 milhões destes US$ 2,6 bi. Só no Texas, o estudo estima que 23.200 casais do mesmo sexo escolham se casar nos primeiros 3 anos de legalização. No primeiro ano, isso significa um impulso de US$ 116 milhões na economia.

República Checa se divide em  relação ao casamento gay.


País conta com parceria civil entre homossexuais, mas não o casamento


Os moradores da República Checa estão bem divididos sobre o casamento gay. Uma nova pesquisa mostra que 49% apoiam a união homossexual e 47% são contra.

Em relação à adoção gay, o número de apoiadores diminui: 44%. Ainda assim, ele mais que dobrou em dez anos. Em 2005, apenas 19% eram favoráveis que casais homossexuais adotassem crianças.

Vale lembrar que os números são para lá de positivos se lembrarmos que o país pertence ao Leste Europeu e estes são dados muito mais próximos da Europa Ocidental.

A República Checa já possui parceria civil para casais de gays e lésbicas desde 2006, mas ainda não legalizou o casamento homo.

Medieval: Quirguistão deve aprovar lei  homofóbica pior que a da Rússia.


Última leitura da lei será feita ainda este ano no Parlamento


Desde 2013, vigora na Rússia uma lei que pune a “propaganda gay”, ou seja, falar de qualquer outra relação que não a considerada por eles como tradicional em frente a menores de idade.

No Quirguistão, que já foi uma república soviética, uma lei similar, mas ainda mais rígida, foi aprovada, na quarta-feira, 24, em uma segunda leitura pelo Parlamento do país – foram 90 votos a favor e apenas 2 contra.

A terceira e última leitura da lei será em outubro e, como se viu pelo número de deputados que a apoiam, ela tem tudo para ser aprovada.

Na Rússia, quem transgride essa lei, paga uma multa. No Quirguistão, haverá além da multa (equivalente a mais da metade de um salário médio no país), pena de um ano de prisão.

Ativistas arco-íris avisam à imprensa que quase nenhum político tem coragem de se declarar contra a infame legislação para não ser taxado de homossexual ou de ir contra os “valores da família”.

 Atraso: Gay é preso no Egito após  marcar encontro pelo Grindr.


Polícia usa aplicativo para encontrar gays e prendê-los


Um homem foi sentenciado a um ano de prisão no Egito após marcar um encontro pelo Grindr, famoso aplicativo gay.

O homem é sírio e fugiu de seu país com medo dos extremistas islâmicos. No Egito, ele marcou um encontro, mas foi ludibriado, pois se tratava de um policial passando-se por gay para prendê-lo.

A vítima foi obrigada a passar por “teste anal” e foi condenada por “incitar a libertinagem” e “solicitação para cometer atos imorais em público”, segundo o jornal “Times of Israel”.

Este sistema da polícia de usar o Grindr para encontrar gays já havia sido denunciado aqui em setembro. No último ano, vários relatos na mídia internacional informaram sobre dezenas de prisões de homossexuais pela polícia egípcia.

Procurador da República quer que  Congresso criminalize homofobia.


Rodrigo Janot procolou documento no STF no último dia 19

Se o Congresso, rendido e/ou dominado por fundamentalistas, não toma uma atitude contra a violência a LGBT por iniciativa própria, eles podem ser pressionados pelo Judiciário a tomar.

Rodrigo Janot, procurador-geral da República, enviou parecer ao Supremo Tribunal Federal (STF) recomendando que a Corte dê ao Congresso prazo “razoável” para concluir a votação de projeto que criminaliza a homofobia e a transfobia.

Segundo o portal G1, o documento, protocolado no STF no último dia 19, é a favor de uma ação do PPS que pede que o Congresso seja considerado omisso por não editar uma lei sobre o tema.

Janot recomenda que, caso o Congresso não cumpra o prazo a ser determinado pela Corte, o próprio Supremo determine punição para a homofobia. A ação foi protocolada no fim de 2013 e o relator é o ministro Celso de Mello.

Rio aprova projeto de lei  que pune a homofobia.


Governador do Estado provavelmente sancionará projeto de lei



A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, na quinta-feira, 25, o Projeto de Lei 2054/2013, apresentado pelo então governador Sérgio Cabral, que pune estabelecimentos comerciais e agentes públicos do Estado que discriminarem pessoas em razão de sua orientação sexual ou identidade de gênero.

Segundo o deputado estadual Carlos Minc (PT-RJ), um dos maiores defensores do PL, o governador Luiz Fernando Pezão pretende sancionar o projeto em breve.

Quem infringir a lei poderá ser penalizado com advertência, multa, suspensão da inscrição estadual por até 30 dias ou cassação da inscrição estadual, em caso de reincidência.

Também podem ser aplicadas sanções alternativas, como confecção de materiais informativos sobre enfrentamento à discriminação.

Estão enquadrados, no texto, como atos discriminatórios: recusar o acesso ou a permanência de indivíduos em estabelecimentos esportivos, culturais, casas de diversões, associações, fundações ou repartições públicas; negar ou dificultar o acesso de pessoas, devidamente habilitadas a qualquer cargo ou emprego; impedir o acesso ou o uso de transportes públicos; negar o atendimento em qualquer hospital, pronto socorro ou ambulatório; cobrar tarifa extra para ingresso em recinto público ou particular; dificultar a inscrição de aluno em estabelecimento de ensino público ou privado; entre outros. Atos de coação, violência física ou verbal ou omissão de socorro também são punidos.

Um dos incisos mais polêmicos da lei, que pune a prática ou incitação de preconceito pelos meios de comunicação, também foi aprovado pela Alerj, apesar da oposição de setores conservadores.

Cristianismo do bem.




A paróquia Nossa Senhora do Carmo do bairro de Itaquera, Zona Leste de São Paulo, distribuiu no último Domingo durante a missa um folheto que pede aos fiéis durante a oração agirem contra "a ofensiva homofóbica, fundamentalista e histérica presente no Congresso Nacional seja enfrentada com ousadia e serenidade pelo ascenso das causas libertárias". O panfleto pede ainda a criminalização da homofobia e os direitos de LGBTs:  "para que o diálogo sobre sexualidades leve as Igrejas cristãs a superar a demonização das relações afetivas; suplicamos. Para que cesse no Brasil a criminalidade sexual, e a todas as pessoas sejam garantidos os direitos quanto à orientação da sua própria sexualidade; suplicamos".
 
A iniciativa faz parte de um projeto de debates semanais que ocorre durante as missas, com a inclusão de temas diversos na liturgia da missa, com a proposta de promover o debate social. “O próprio Papa Francisco desencadeou a oportunidade de falarmos livremente sobre isso em seus posicionamentos. A intolerância religiosa faz mal para qualquer pessoa. Então, acho muito importante discutir esse assunto”, afirmou o padre Paulo Sérgio Bezerra, que celebrou a missa da semana, para a imprensa. “As religiões sérias precisam se organizar para combater esse fundamentalismo”, disse ele.

Agressores homofóbicos de universitário são multados em R$ 21 mil cada um.


André Cardoso Gomes Baliera sofreu um corte na cabeça e ficou com hematomas abaixo do olho esquerdo


Um empresário e um personal trainer que agrediram um universitário por homofobia em 2012 em SP vão ter que pagar, cada um, multa de R$ 21.250. A punição foi aplicada pela Secretaria de Estado da Justiça e da Defesa da Cidadania. André Cardoso Gomes Baliera foi xingado ao sair de uma farmácia em Pinheiros e revidou os insultos. Os autores desceram do carro e deram socos e chutes no estudante de direito.

A defesa deles tentou caracterizar o caso como briga de trânsito, tese rejeitada pelo secretário Aloísio de Toledo César. Com base na fala de testemunhas, ele concluiu que o motivo das agressões foi discriminação em razão de orientação sexual. A vítima sofreu um corte na cabeça e ficou com hematomas abaixo do olho esquerdo.

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