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CONTOS DO LEITOR



Eu era Hetero mas agora...
(Parte Final)

 
Sandro me levou para a cama. Eu meti nele com ele por baixo e de lado. Acabamos assim abraçados. com meu pau dentro dele, apagamos. Acordei assustado de madrugada peguei minhas coisas e sai quando cheguei em casa tentei não fazer barulho, mas não foi o suficiente enquanto eu tomava banho Lais abriu a porta do Box.

_ Bonito em Sr. Naldo? Dinheiro para por dentro de casa o Sr não tem, mas para sair em pleno meio de semana encher a cara e voltar de madrugada você consegue NE?

_ Lais eu....
_ Não, pode parar nem quero ouvir explicação nenhuma uma hora dessas com esse bafo imundo de cerveja pra mim já deu!

No outro dia Lais saiu sem dizer nada, fui procurar emprego e novamente cheguei sem nada, o mesmo no outro dia. Estava chegando no condomínio quando encontro com Sandro.

_ E ai Nandão tenho boas noticias cara, consegui uma entrevista para você na boate XY , mas é praticamente uma formalidade o dono de la disse que esta precisando e se você quiser a vaga é sua!
_ Muito bom, obrigado cara nem sei como agradecer.

Disse abraçando dando tapinhas nas costas de Sandro.

_ Sobe comigo que tenho umas idéias rsrsrs
Disse Sandro com a maior cara de safado do mundo.

_ Não cara eu... desculpa ai é que eu sou casado... e...
_ Ei, ei calma foi só uma brincadeira Naldo eu sei, nos tínhamos bebido e acabou... você sabe. O emprego eu só estou ajudando dois amigos, você e o Julio o dono da boate que é meu amigo, me contrata sempre, fiz sem segundas intenções pode acreditar.
_ Valeu cara e desculpa qualquer coisa ai.

Minha vontade realmente era de subir e fuder muito com Sandro, mas eu não poderia fazer aquilo, o certo era eu conseguir o emprego, e recolocar minha vida e meu casamento no eixo novamente.

Fui na entrevista, Julio era super gente boa e me contratou de imediato na próxima noite eu já começaria. Voltei para a casa e contei a novidade a minha esposa sua resposta?
_ Finalmente, já estava na hora!

Disse com tom de desaforo, mas não me abalei era questão de tempo para tudo voltar ao normal.

Os dias foram passando e as coisas em casa não melhoravam tudo era motivo de reclamação para Lais meu horário, eu estar dormindo de dia atrapalhando ela arrumar a casa, sem falar nas antigas reclamações de sempre os vizinhos, o som de Sandro, as contas... Juro que pensei que Lais seria mais companheira ela não era assim. Toda aquela situação me magoava e acabava me fazendo lembrar dos momentos com Sandro, tentava tirar esses pensamentos da cabeça ai ele começava a tocar e era impossível não lembrar eu ficava excitado as vezes tomava banho frio, outras procurava Lais, mas geralmente irritada me repelia e eu acabava na punheta lembrando da boca de Sandro, do seu corpo das nossas transas.

Cheguei em casa e abri a porta, Lais estava em casa conversando com a mãe pelo telefone no quarto, percebi que falava de mim entrei sem fazer barulho e o que ouvi me deixou arrasado. Lais me detonando para sua mãe que já não gostava muito de mim e tinha feito de nossas vidas um verdadeiro inferno quando morávamos nos fundos da casa deles. Fiquei com muita raiva, mas preferi sair, pois confrontar Lais naquele momento não seria uma boa coisa.


Encontrei com Sandro na escada que percebeu meu estado e me chamou para conversar. Contei o que estava acontecendo bebendo cerveja com ele que estava lindo sentado no braço do sofá sem camisa. Sandro me pediu o controle remoto do som e na entrega nossas mãos se tocaram meu tesão me dominou segurei a mão de Sandro o puxei para perto, mas quando fui beija-lo ele colocou a mão em minha boca e disse que estava afim, que eu mexia com ele, mas não ira continuar com aquilo de eu ficar magoado com Lais e ir desabafar com ele, transarmos e eu ir embora como se nada tivesse acontecido, que não era certo continuarmos mantendo aquela situação. Ele disse que errou por ter cedido das outras vezes e até se sentia culpado por ter deixado as coisas chegarem aquele ponto, mas que de agora em diante seriamos apenas amigos sem nenhum outro envolvimento. Ou, se eu realmente estivesse gostando de estar com ele e me sentido mal no casamento para que eu me separasse de Lais.
Eu disse que ele estava certo pedi desculpas e sai.

Quando voltei para o apartamento Lais já não estava mais fui para o chuveiro e deixando a água cair refleti sobre minha vida. Esperei Lais chegar e disse que queria conversar. Expus a nossa situação, sem mencionar Sandro, e pedi o divorcio. Lais furiosa jogou a aliança em mim e foi arrumar suas coisas.

Como teríamos que vender o apartamento e as coisas voltei a morar com meus pais. Contei a Sandro sobre minha decisão, mas que naquele momento preferia ficar sozinho, não me envolver com ninguém precisava ver como as coisas ficariam por minha cabeça no lugar.

O tempo ia passando, consegui vender o ágio do apartamento e dividi com Lais. Entretanto, voltar a casa dos meus pais era estranho, não conseguia tirar Sandro da cabeça.

A noticia de que eu estava disponível novamente acendeu a curiosidade de algumas ex namoradas, meus amigos me levaram de volta as festas me apresentavam mulheres, eu até ficava, mas não era como antes, faltava algo intensidade, desejo, faltava... há não sei aquela cumplicidade que eu tinha com Sandro aquela sintonia não só no sexo, mas na conversa mesmo quando tínhamos opiniões diferentes elas não se opunham meio que eram paralelas ou se completavam. E mesmo sentindo tudo isso, tinha algo que me impedia de ir falar com Sandro. Depois da nossa ultima conversa ele se afastou ainda mais de mim, apenas me cumprimentava e só.

 

Estar perto e ao mesmo tempo tão longe de Sandro não estava me fazendo bem, principalmente quando eu via algum carinha ao seu lado conversando com mais intimidade. As vezes nossos olhos se cruzavam, ele ficava serio desviava o olhar. Eu o estava perdendo por medo, por puro machismo.

Era terça feira, fui a um aniversario de um amigo de infância, um churrasco. Tudo ia bem até eu ver um carinha de costas, parecia tanto com Sandro pensei estar ficando louco será que eu estava tão alucinado que já estava vendo o cara em outras pessoas? De repente chega um rapaz bombadinho perto de Sandro e começaram a conversar, o cara passou a esbarrar o braço no rapaz que parecia com o Sandro, tocar no braço dele, logo já estava com a mão no ombro dele enfim ele virou um pouco o rosto. Não era alguém parecido era o Sandro! Aquilo que já estava me deixando desconfortável se transformou em ciúme. Algo quente dentro de mim subiu de uma só vez e me aproximei. Sandro ficou surpreso com minha presença, ele era cunhado do meu amigo e não sabíamos. Sandro percebeu que eu não estava gostando da presença do cara e disse que iria pegar mais cerveja, mas o cara se prontificou a pegar nos deixando sozinhos.

_ Quem é esse cara? O que ele quer? Você esta afim?

_ Porque? Está com ciúmes dele ou de mim? Sei que é difícil para você admitir algumas coisas a si mesmo, mas você não é mais nenhuma criança já esta adulto o suficiente para saber o que é melhor para você! Gostei de estar com você, mas não posso parar minha vida esperando que um dia você decida sair do armário cara, como você viu tem muita gente afim, se você esta em duvida, se não quer...

Eu estava perto de Sandro, seus olhos me fitando, sua boca deliciosa ali a centímetros, ele dizendo que outros estavam interessados, vários sentimentos tesão, ciúmes, desejo, medo, amizade, carinho, vontade se misturaram...

Não pensei em mais nada, interrompi as palavras de Sandro segurando seu rosto e o beijando forte intenso na frente de todo mundo. Quando nos separamos, o bombadinho estava na nossa frente com a cerveja na mão, todo mundo nos olhando.

 

Segurei na mão de Sandro e passando no meio de toda a festa, fui em até o aniversariante, me despedi e fui embora. Sandro não falava nada até o apartamento dele, apenas segurava firme minha mão.

Sandro abriu a porta, entramos. Fechou a porta e eu já o imprensei com meu corpo na porta e fui beija-lo.

_ Tem certeza que é isso que quer?
_ Quero, não posso te perder e que foda o resto!

Nos beijamos um tirando a roupa do outro. Sandro chupava meus mamilos, lambia meu peito, voltava a beijar minha boca; eu chupava seus lábios, seu pescoço, o virei de costa beijando sua nuca sua orelha a mordendo. Sentei no braço do sofá, curvei Sandro, empinei sua bunda a abri, cheirei e lambri seu cu escutando seus gemidos de prazer. 


 

Sandro se virou, abriu minhas pernas lambeu minha viria meu saco e me fez o melhor boquete que alguém já havia me feito. Meu cacete que já estava excitado, endureceu como uma rocha. Novamente um beijo e Sandro se virou. Levantei-me o abracei por traz sarrando-o, beijando seu ombro, sua nuca. Nos viramos, ele se apoiou no encosto do sofá se inclinado e eu o penetrei.

Metia com vontade naquele cu gostoso. Nosso sexo é assim intenso sem frescura com desejo sem hesitação muito diferente do sexo com Lais cheio de restrições e moderação.


 

Levei Sandro para a cama um travesseiro por baixo para que aquele rabão ficasse mais empinado me deitei por cima meu quadril se mexia com vontade e tesão meu peito se esfregava nas costas de Sandro minha língua invadia a sua orelha a mordia, Sandro gemia nossos corpos suavam o tesão aumentava e no ritmo minhas bombadas também o virei fui entrando no meio de suas pernas beijava sua boca e agora metia olhando para seu rosto safado, gostoso, suado bombava sem pudor ele gemia alto sem sem se importar com vizinhos, meu gozo estava vindo urrei como um urso Sandro começou a gozar também apertando meu pau com seu cu o que me fazia jorrar mais porra a dentro urrávamos os dois cai exausto ao seu lado nos beijamos o abracei de conchinha.

Passamos a namorar, logo estávamos morando juntos. Lais quando descobriu não poupou criticas, mas ela já estava em outra e creio que um dos motivos daquela irritabilidade comigo já era por ela estar envolvida com o patrão, pois logo que nos separamos eles já estavam juntos. Meu pai ficou furioso quando descobriu e mal fala comigo, minha mãe ficou decepcionada, mas disse que eu era o filho dela e que me aceitaria como eu sou, meus irmãos ficaram chocados, mas não apoiaram nem recriminaram sempre dizendo que era estranho, mas que a vida é minha. Alguns amigos afastaram outros nem ligaram e alguns ficaram ainda mais próximos, fiz novas amizades, estou descobrindo um novo mundo de possibilidades e prazeres.

Somos como dois grandes amigos, nossa conversa flui dividimos os afazeres de casa, nossos horários os dois trabalham a noite embora eu saia antes e chegue mais tarde, ele me compreende, nos amamos com tesão desejo e carinho. Cara a melhor coisa que fiz foi tomar esta decisão de me livras das barreiras sociais que me prendiam e me deixar livre para viver este momento delicioso da minha vida e que essa nossa felicidade se perdure para sempre!.

 

FIM

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Postado por Mac Del Rey | (2) Comente aqui!

2 comentários:

  1. Belo conto!! E um ótimo final, só faltou a morte da Laís rsrs

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  2. Gostei muito desse conto, só peço mais cuidado na correção do Português, neste caso, na pontuação. No mais, excelente história, prendeu minha atenção na trama e me deliciou com sua sensualidade.

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