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HOMOSSEXUALIDADE

Você sabe qual é o principal fator que leva a traição?




Já dizia o dito popular: “Quem não dá assistência, abre para concorrência”. Isso é uma verdade quase que absoluta, assim como a falta de comunicação entre o casal, o principal fator que leva a traição, segundo pesquisa revelada pela psicológa Rachel Kramer Bussel para o site El Confidencial.

Quanto maior a sintonia e intimidade na hora de comunicar, sem medo de repressão, maior o comprometimento e fidelidade do casal.

Segundo Rachel, entre um casal de homens, o sexo é uma das principais fontes de prazer. Já entre duas mulheres, o carinho e sentimento as mantém felizes e estáveis na maioria das vezes. E isso se dá pelo fator genético, comprovado científicamente desde Freud, profundo explorador de mentes humanas através do sexo e desejo.

Para homens, o sexo não está necessariamente ligado a emoção, por lidarem através do consciente racional. As mulheres lidam e agem de forma sentimental, o que prova que a maioria das traições executadas por homens tendem a ser sexual e, dentro de um casal lésbico, sentimental.

A intimidade além da cama, mas acima de tudo na comunicação, é um fator primordial numa relação saudável. Ter vontades, desejos sexuais e fantasias faz parte de qualquer consciente humano e jamais deverá ser reprimido, ainda mais com seu parceiro. Rachel Kramer Bussel acredita ter encontrado a frase que nos incita a cometer uma infidelidade: “O meu parceiro não me faz isto”/ “A minha parceira não me faz isto”.   

Perante um reconhecimento ou uma insinuação deste calibre – especialmente se há atração entre o comprometido e outra pessoa que se mostra disponível para realizar o desejo há muito reprimido – é muito provável que se dê um envolvimento e uma traição, ainda que seja só uma vez, para responder ao desejo específico.

Na minha opinião, alimentar o desejo do parceiro é uma das formas mais eficazes de tê-lo ao seu lado, com a segurança de que não vá procurar nada na rua, afinal, agindo desta maneira, você anula a famosa emoção do “proibido é mais gostoso”, fazendo com que seu companheiro/a se sinta cada vez mais confortável e saciável dentro de casa.

Rachel diz ainda que “indagar fora de casa se alguém está disposto a fazer-nos o que os nossos parceiros não estão dispostos a tolerar, pode conduzir à vontade de satisfazer um desejo escondido e à traição, ainda que seja só uma vez”.

A “falta de amor” não esta necessariamente ligada ao desejo sexual por outra pessoa. Pessoas traem e continuam amando seus parceiros, por acreditarem que estão apenas matando sua vontade da nova descoberta.

FETICHE: CADA UM COM O SEU.




Quando falamos em fetiche imaginamos aquelas roupas de couro, chicotes mas fetiche vai muito alem da chibata sado, existe muitos, em uma conversa com alguns amigos gays de diferentes perfis obtive respostas diferentes quando falamos do assunto, veja o fetishe  de alguns amigos.

Mark (nome fictício) é o tipo de pessoas que como eu já teve muitas experiências sexuais, já fomos companheiros de surubas no passado, fica difícil ele ter um fetiche se já experimentou de tudo, mas o que ele gostaria é de tranzar com dois homens, não apenas dois homens mas dois homens passivos  vorazes. Posso dizer que isso vai além de sexo a três. Dois homens passivos para um ativo, precisam ser bem selecionados, não podem ter frescuras ne nem serem competitivos senão não dará certo.



Richard (outro nome fictício) tem a tara de transar em lugares públicos sem falar que tem atração em ver homens nús com os pés calçados (lembra uma peça que a atriz dizia: tirem tudo menos meus sapatos vermelhos), o fetiche de transar em lugares públicos tomam conta da cabeça de muitas pessoas, eu mesmo já fiz isso na juventude, até porque não tinha emprego, nem local, dai já viu né? Transar em lugares públicos é diferente de transar ao ar livre. O primeiro é mais perigoso.



Outro de seu fetiche é a bandagem, nós e amarras, segundo ele adora se sentir dominante, ama ver a exposição e dessa forma o sexo cria um toque de arte. É Amigo, sexo é uma arte!



Sammy (todos os nomes são fictício cacete! Não ou avisar mais), tem o fetiche de tranzar não apenas num lugar publico, mas um lugar consagrado, ele tem o desejo ardente de tanzar loucamente dentro de uma igreja... que sacrilégio! (Já vi que já fiz de tudo mesmo).


Willian (já sabe que é fictício né?) sente tesão por seu professor de psicologia gostoso e tem a tara de transar selvagemente com ele no birô da sala de aula, uma cena clássica em filmes pornôs, mas esse fetiche nunca fiz, imagina que delicia transar com o mestre de sua admiração, já fui atraído por um professor no ensino médio que por ventura era pastor de igreja.


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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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