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HOMOSSEXUALIDADE

No escuro, gay se engana e lubrifica pênis do boy com algo inimaginável.




Cuspe, sabonete, manteiga, graxa… A galera usa tudo o que você pode imaginar na hora de fazer sexo. Afinal, lubrificar bem o ânus (e o pinto) é uma das principais regras para não causar desconforto na hora de colocar o amigo pra dentro.

Aliás, aqui cabe um adendo: opte sempre por lubrificantes à base de água para não estourar a camisinha. Sua saúde está sempre em primeiro lugar! Recado dado, é hora de ligar a “zoeira never ends” das redes sociais…

Navegando pelo Facebook, a gente deu de cara com o relato curioso de um usuário. Durante o rale e rola com aquele boy magia, ele se enganou e, ao invés de pegar o KY, acabou passando base liquida na neca do rapaz. O problema é que ele só notou depois que o coito acabou.

Na publicação, ele falou do seu constrangimento ao se ver todo lambuzado com a maquiagem e buscou apoio dos seus amigos.

Isso já aconteceu com você?



Novo aplicativo BRO conecta homens heterossexuais em busca de pegação.




No inverno de 2015, o lançamento do livro “Not Gay: Sex between straight white men”, de Jane Ward, causou grande polêmica ao defender a tese de que há uma parcela considerável de heterossexuais que praticam sexo com outros homens sem que isso mude a forma de identificação da sua sexualidade. Um novo aplicativo, o BRO, surge para reforçar essa ideia.

Um estudo do CDC, Centro de Controle de Doenças dos EUA, descobriu que cerca de 2.8% dos heterossexuais se identificam com o sexo gay e admitem praticar o sexo oral ou anal com outros homens. Pode parecer uma estatística baixa mas, na verdade, representa uma parcela bastante considerável, equivalente ao número de judeus nos Estados Unidos, por exemplo.

Homens heterossexuais que estão à procura de uma mão amiga de outro homem, ou um bromance, como eles dizem, podem usar a rede social para conhecer caras com o mesmo objetivo. A descrição do app diz que “vai além de rótulos, e é destinado a homens interessados em outros homens”. O aplicativo tem a opção de ir marcando as fotos até surgir um match ou procurar por distância.

Os criadores do aplicativo, que já está disponível em inglês para EOS e Android, afirmam que o app é mais seguro e as pessoas logam por redes sociais, aumentando a autenticidade. As pessoas inserem mais dados, então é mais fácil saber o que a pessoa procura, e mais fácil de encontrar alguém certo com muitos filtros de busca disponíveis.  O aplicativo oferece as funcionalidades de procurar, conversar, favoritar e chamar a atenção de outros caras. “Se você sabe o que procura, BRO vai te ajudar a encontrar”, finaliza a descrição do aplicativo.

Apesar da pegada "não gay" o aplicativo já tem muitos usuários assumidos, fora do perfil proposto pelo lançamento. Será mais um Grindr? Aliás, a venda recente do Grindr mostra que eles previam a forte concorrência adiante. E parece que o Bro quer mesmo mostrar que é mais rápído, confiável e inteligente que o rei dos aplicativos de pegação gay, que teve o controle majoritário assumido por chineses este mês, por 93 milhões de dólares.

HSH: “Banheirão” gay é tema de trabalho de Mestrado.




A pegação entre homens em espaços públicos faz parte das relações urbanas em qualquer cidade, principalmente entre homens que fazem sexo com homens (HSH), homossexuais e bissexuais não assumidos. Seja em trilhas, bosques ou em banheiros públicos - o famoso “banheirão existe em qualquer cidade. A prática de sexo casual e pegação entre homens nestes espaços não é mais segredo e com a dissertação de Mestrado de Tedson da Silva Souza, pela Universidade Federal da Bahia, é jogada luz sobre este tabu conhecido da comunidade LGBTQ.
 
Em tempo, o trabalho "Fazer Banheirão: As dinâmicas das interações homoeróticas nos sanitários públicos da estação da Lapa e adjacências", que é de 2012, traz uma perspectiva antropológica sobre a construção da sexualidade e a interação sexual nesses espaços, que são resignificados através da prática. Para isso, Tedson usa a Estação da Lapa, terminal de transporte de Salvador como ponto de partida. Ele coletou referências históricas e relatos de personagens que frequentam o local, seja para fazer o gang bang (sexo coletivo), ou para aliviar com apenas uma bronha.

Homem negro, morador do Subúrbio Ferroviário de Salvador, Tedson é adepto e praticante do “banheirão” e, por isso, usou o método autoetnográfico para a sua pesquisa. O que quer dizer que ela foi construída não só através da percepção do outro, mas da participação do pesquisador no fenômeno analisado. Ou seja, Tedson relacionou a memória e a experiência pessoal com os depoimentos de outros homens que compartilham do mesmo desejo sexual. Bafo, né?
 
História
O livro Além do Carnaval, de James Green, também fruto de uma pesquisa antropológica histórica, aborda a história da homossexualidade masculina no século XX, no Brasil. Um dos capítulos do livro trata justamente sobre o fato desses espaços sempre existirem historicamente nos espaços urbanos como uma forma da construção sexual do homem homossexual. Ele traz como exemplo a praça Tiradentes, no período da Bella Epóque do Rio de Janeiro, assim como fala das matinês nos cinemas.

Em Curitiba
Na capital paranaense, esses espaços já até ganharam chamadas em jornais locais. Quem não se lembra da dupla que foi flagrada fazendo sexo nas trilhas do Parque Barigui? Acontece que aquele não foi um caso esporádico. Os bosques do parque, entre as avenidas Manuel Ribas e Cândido Hartmann, atraem homens de toda a cidade que estão em busca de sexo fácil e em local público.
 
Outros espaços famosos pelo mesmo motivo são o banheiro público da Praça Osório, o do Passeio Público e o do Shopping Curitiba, agora que o da praça Osvaldo Cruz está desativado para reforma, além de terminais de ônibus espalhados pela cidade.

 
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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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