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MINHA VIDA GAY

Juntas há 72 anos, casal de lésbicas finalmente celebra união.




Li a notícia publicada pelo tablóide Daily Mail, e não tem como não se sentir inspirado. <3 Vale a pena conhecer a história de amor dessas duas idosas americanas, Alice Dubes,d e 90 anos e Vivian Boyack, de 91. As duas tem um relacionamento que já dura 72 anos, e conseguiram (finalmente!) se casar, no Estado onde moram, em Iowa, após a aprovação do casamento gay em todo o país.


A juíza que conduziu a cerimônia se disse especialmente feliz por poder celebrar a união: “Já fiz muitos casamentos que acredito que não tenham durado. E me pergunto, como que estas duas pessoas puderam ser impedidas de oficializar sua união que já dura 72 anos?”. As duas se conheceram na juventude, quando estudaram juntas no Iowa State Teachers College, e desde então, não se separaram mais. Hoje ambas vivem juntas em uma casa de repouso para idosos.

Sobre a formalização do amor, Vivian afirmou: “A melhor parte foi todo carinho que recebemos como respostaa de todas as pessoas.”.

Separamos algumas fotos das duas abaixo. Olha que amor…





PS: E ainda deve ter quem diga que esse lance de curtir mulher “é só uma fase!” rs…

O amor sempre vence: União poliafetiva entre três mulheres é oficializada no Rio de Janeiro.




Em outubro de 2015, um cartório carioca oficializou a união estável de três mulheres, reconhecendo e legitimando o poliamor. A família, formada por uma empresária, 34, uma dentista, 32, e uma gerente administrativa, 34, conta que a decisão permitiu que todas fossem incluídas no mesmo plano de saúde, tivessem testamentos vitais e de bens e abriu a possibilidade de terem um bebê que poderá ser registrado com os três sobrenomes, plano que pretendem realizar este ano.
 
O entendimento, o reconhecimento e os direitos de pessoas que vivem o poliamor ainda são nebulosos no país. Por exemplo, apesar da ação favorável da tabeliã, não há nenhuma legislação ou recomendação legal que legitime a poligamia. Aliás, você sabe o que é o poliamor? O primeiro ponto é que o poliamor depende muito mais de uma relação afetiva do que sexual, então, adeptos de surubas e ménages não são, necessariamente, adeptos do poliamor. A segunda questão de extrema importância é que os poliamoristas defendem que os seres humanos não devem se privar do instinto natural de manter mais de um relacionamento amoroso ao mesmo tempo. Dessa forma, a exclusividade não é uma regra em todos os casos.

Vale ressaltar, entretanto, que o respeito e a concordância são os aspectos centrais de um relacionamento poliamoroso. Todos os envolvidos precisam estar de acordo com as regras estipuladas para que as pessoas somem, ao invés de causar mágoas e problemas.
 
No caso das três cariocas, a união estável define um amor triplo, como já havia sido retratado no cinema nacional, em “Dona Flor e Seus Dois Maridos” e “Eu, Tu, Eles”. A Tabeliã Fernanda Leitão, responsável pelo registro do trio, resolveu dar melhores contornos ao tema e organizou um encontro, na Casa do Saber do Rio de Janeiro, para debater com convidados de diferentes áreas. Estarão presentes o cineasta João Jardim, da série documental “Amores Livres”, e o professor titular de Direito Civil da Uerj, Gustavo Trepedino. O evento acontecerá no dia 18 de fevereiro.
 
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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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