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NOTICIAS DO MUNDO GAY


Morre o psiquiatra que derrubou o mito de que homossexualidade seria doença.


Bob Spitzer desmistificou a homossexualidade

Até 1973 a homossexualidade era considerada um "transtorno antissocial da personalidade". Mas um psiquiatra, empenhado em classificar de forma empírica as doenças mentais, a tirou da lista.



Seu nome era Robert Spitzer, considerado o pai da classificação moderna das doenças mentais, morto na última sexta-feira aos 83 anos devido a um problema cardíaco.

O psiquiatra desempenhou um papel fundamental para a criação do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM, na sigla em inglês), tido até hoje como a "Bíblia" da psiquiatria mundial.

Desmistificando a homossexualidade

Em suas pesquisas, o médico determinou que a homossexualidade não era uma doença desde que os homossexuais se sentissem confortáveis com sua sexualidade, valendo a mesma lógica para os heterossexuais.

Em 1973, Spitzer conseguiu firmar um acordo no qual ficava estipulado que, para descrever pessoas cuja orientação sexual, seja homossexual ou heterossexual, lhes causava angústia, o diagnóstico passaria a ser o de "distúrbio de orientação sexual".

"Um transtorno médico deve estar associado a uma angústia subjetiva, sofrimento ou incapacidade da função social", disse Spitzer ao jornal norte-americano The Washington Post.

Em 2001, ele chegou a publicar um estudo no qual apoiava as polêmicas e criticadas terapias que pretendem "converter" homossexuais em heterossexuais, há muito tempo descreditadas por psiquiatras, psicólogos e sexólogos.

A iniciativa de Spitzer foi duramente criticada por ativistas.

Dez anos mais tarde, o psiquiatra pediu desculpas e assegurou que essa pesquisa era a única coisa de sua carreira que lamentava.

Dá-lhe Iga! Cidade japonesa reconhecerá as uniões homossexuais.


Iga é a terceira cidade do Japão a reconhecer casais homossexuais
A cidade de Iga, localizada na região central do Japão, se juntará com Shibuya e Setagaya no pequeno grupo de municípios que reconhecem uniões homessexuais no país. De acordo com a agência japonesa Kyodo, os casais poderão exercer alguns direitos e ter acesso a um número limitado de serviços a partir de abril do próximo ano.

O prefeito de Iga, Sakae Okamoto, explica que o objetivo da mudança é permitir que os casais sejam tratados com igualdade em hospitais e nas casas administradas pelo governo municipal. Isso porque os documentos não serão legalmente vinculados com o país, já que o Japão ainda não reconhece esse tipo de união.

"Iga, com uma população de cerca de 95 mil habitantes, conta com mais de 6.000 pessoas pertencentes à comunidade LGBT. É nosso papel criar uma sociedade na qual as minorias sexuais possam viver com orgulho", disse Sakae.

Zhou Enlai - 1º premiê comunista da China  era gay, diz livro.


Político era apaixonado por um colega de classe da escola

Zhou Enlai, primeiro premiê da China comunista e que foi casado por longo tempo, possivelmente era homossexual e apaixonado por um colega de classe.

Ao menos isto é o que diz um novo livro que será lançado em 2016. Segundo a Agência Reuters, a obra apresenta argumentos que certamente vão criar controvérsias na China, onde o Partido Comunista gosta de manter seus grandes líderes como moralmente intocáveis e onde a homossexualidade é malvista, embora não seja mais repreendida oficialmente.

A autora, sediada em Hong Kong, Tsoi Wing-mui, é uma ex-editora de uma revista política liberal no país, onde escreveu artigos sobre homossexualidade antes, e este é seu primeiro livro.

Ela releu cartas já publicamente disponíveis e diários que Zhou e sua esposa, Deng Yiangchao, escreveram, incluindo os que detalhavam os sentimentos de Zhou por um colega de escola e o afastamento emocional de sua esposa, para concluir que Zhou provavelmente era gay.

Zhou foi premiê da revolução em outubro de 1949, que levou o Partido Comunista ao poder, até morrer de câncer em 1976.

Lésbica é agredida pela mãe e dois irmãos com cabo de enxada, diz polícia.




Uma ajudante geral de 29 anos foi agredida com um cabo de enxada pela mãe, neste domingo (27), no bairro Campestre em Piracicaba (SP). Além da mulher de 52 anos, a irmã de 19 anos da vítima e um irmão dela de 26 anos ameaçaram a vítima de morte por ela ter assumido um relacionamento com outra mulher, segundo a Polícia Civil. A frentista de 33 anos, namorada da mulher, também foi ameaçada.

A vítima relatou à Polícia Civil que há tempos recebe ameaças de morte da mãe e dos irmãos pelo fato deles não aceitarem sua orientação sexual e o namoro. Por volta das 18h do domingo, a mãe e a irmã atingiram a ajudante geral com um cabo de enxada. Ela ainda teve os cabelos puxados pela jovem e ouviu ameaças de morte do irmão.

Ainda segundo o registro policial, os suspeitos foram até o posto de combustíveis onde a namorada da mulher trabalha como frentista para ameaçá-la.

As vítimas foram orientadas pela polícia a representar contra os suspeitos na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM).

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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