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CONTOS DO LEITOR



Como uma canção


 


Me chamo Roberto, minha pele é clara bronzeada pelo trabalho no sitio. Minha rotina era acordar de madrugada, tirar leite das vacas, tomar meu café da manhã, dar comida aos animais (vacas, galinhas, porcos, patos e cavalos) e ir a escola. Após a aula eu voltava para o sitio e almoçava a deliciosa comida preparada por minha mãe. Depois de um cochilo de no máximo meia hora, auxiliar meu pai na lida do sitio capina, plantio, colheita, manuseio com os animais. Amo andar a cavalo, nadar: tocar meu violão e cantar.

Quando terminei o Ensino Médio aos 19 anos, meu padrinho Gerson me incentivou a fazer o vestibular e caso eu passasse eu poderia ir morar com eles até terminar o curso e trabalharia no supermercado com ele ou até encontrar um outro emprego que conciliasse com a faculdade. E assim foi feito. Passei e fui para a cidade onde meu tio morava e ficava a faculdade.

Meu padrinho tinha três filhos homens: Gilmar, Mario que já eram casados e Antônio o mais novo que todos chamavam de Tony. Já havia algum tempo que eu não os via e fizeram a maior festa com minha chegada.

A casa do meu padrinho era bem confortável. Tinham quatro quartos, o dele, um onde os dois irmãos mais velhos dormiam, um menor de Tony e um que estava sendo feito de “deposito” o quartinho da bagunça. Meu padrinho disse que iriam limpar para eu dormir lá, mas disse que se o Tony não se importasse eu poderia dormir no beliche no quarto com ele, e assim foi feito.

O tempo foi passando Tony e eu fomos ficando cada vez mais próximos, eu contava minhas histórias do sitio e ele me mostrava um monte de coisas que eu ainda não sabia. Eu não era um matuto com a questão destes celulares modernos com acesso a internet. No campo temos acesso a muita coisa, mas sempre há alguma coisa que para nós que não moramos na cidade não tem muito interesse, mas que ao se mudar para a cidade se torna útil. E assim riamos, brincávamos, nos divertíamos e nem víamos os dias passarem.

Tony gostava de me ver tocando e cantando algo que eu gosto muito e me relaxa. As vezes a cantoria ia até tarde da noite. Meus padrinhos iam dormir e eu ficava com Tony na sala.

_ Me ensina a tocar Roberto?
_ Claro Tony. deixa eu te mostrar.

Comecei ensinando as cordas, o som que elas faziam e assim por diante. Em certo momento, Tony com dificuldade me pediu para auxilia-lo e eu fui sem maldade alguma. Ambos estávamos sem camisa apenas vestidos com calção. Peguei na mão de Tony que segurava o braço do violão e encostei meu peito em suas costas. Meu rosto ficou peto do dele e com a outra mão ia tocando para ele ver.

O toque do seu corpo no meu, aquele calor que vinha dele, seu cheiro. Nossa, que pele macia! Eu nunca tinha percebido Tony daquela maneira, mas naquele momento meu corpo todo se arrepiou, meu pau deu sinal de vida. Achei melhor parar e disse a Tony que continuaríamos em outra hora. Fui deitar precisava tirar aquilo da cabeça, não consegui dormir.

Os dias foram passando e parecia que tudo que Tony fazia era sensual. Até o movimento de sua boca quando falava, minha boca se enchia d’agua querendo beija-la. Instintivamente eu passeia a arrumar desculpas para sempre estar junto e tocando em Tony, mas quando me dava conta que eu estava excitado me afastava. Creio que Tony percebeu, pois começou a me olhar diferente, as vezes eu percebia seus olhares para meu peito, meus braços, que pelo trabalho no sitio ficaram desenvolvidos sem exagero da academia, e para meu pau que devido a excitação apresentava um volume.


 

Tony passou a também arrumar desculpas para estar junto de mim e mesmo quando eu não o tocava ele me tocava, encaixava e as vezes até esfregava seu corpo no meu. Aquilo me deixava louco. Os banhos gelados não estavam mais controlando minha excitação. Embora já tivesse três anos que eu não conseguia me envolver com outro alguém, mesmo assim não procurava ninguém, pois sempre a imagem de Tony me impedia.

Eu estava saindo do banho enrolado apenas com uma toalha, estávamos apenas Tony e eu em casa quando passo pelo corredor vejo Tony tentando pegar uma caixa no quarto da bagunça, mas como ele tem 1,65 não estava alcançando.

Espera eu pego para você. Cheguei por trás de Tony, me estiquei e peguei a caixa. Então a toalha caiu. Tony estava sem camisa, se virou e olhou para baixo, viu meu pau meia bomba, olhou para mim e sem falarmos nada nos beijamos. Começamos a nos tocar, mas Tony me afastou, pediu desculpas e saiu correndo. Enfim a confirmação, ele também queria, ele sentia algo por mim. Aquele beijo não saia da minha cabeça, mas Tony passou a evitar ficar comigo sozinho e quando íamos dormir ele fingia estar dormindo.

O dia de aniversario de Tony chegou. Ele estava fazendo 18 anos e uma grande festa meu padrinho organizou. Eu já estava com 21 anos.
Enquanto eu cantava era impossível não olhar direto nos olhos de minha inspiração, Tony, mas ele foi ficando sem graça e após o refrão, saiu correndo. Parece que ele percebeu que a música era para ele e que parecia ter sido feita para nós.

Dei uma desculpa que ia ao banheiro e fui atrás de Tony.
Encontrei Tony em um canto. Quando me aproximei ele foi saindo, mas segurei sua mão.
_ Não gostou da musica?
_ Sim, muito bonita e você canta muito bem?
Respondeu Tony sem me olhar.
_ E a letra?
Silencio...
_ Tony eu...
_ Roberto, não!

_ Mas Tony eu não posso nem quero mais esconder o que sinto por você, desde o primeiro dia que te vi eu me apaixonei, esse seus olhos que mais parecem duas estrelas brilhantes, teu perfume inebriante, seu sorriso, ah esse sorriso, que faz com que os problemas sumam por alguns instantes.

_ Roberto não podemos, você é como um irmão para mim, meu pai te acolheu aqui e... Ele ficaria decepcionado com nós dois.

_ Não sou seu irmão, agradeço tudo que o padrinho fez por mim, mas ele terá que entender que eu não tenho culpa, aconteceu eu me apaixonei. E quero saber se você sente o mesmo por mim.
Tony abaixou a cabeça e baixinho disse:
_ Meu pai...

Levantei o rosto de Tony e olhando no fundo dos teus olhos eu disse:
_ Não, você! Eu perguntei sobre os seus sentimentos, se você disser que só sente carinho de irmão por mim vou ficar feliz, mas terei que pegar minhas coisas e vou embora.

_ Não! Não faça isso!
_ Mas não posso continuar tão perto assim de você e não... Não fazer nada.

Nossas faces foram se aproximando, já estava a poucos centímetros de Tony, sentia sua respiração e nos beijamos. Um beijo que iniciou carinhoso, delicado, doce, mas que foi ficando intenso.
_ Não, não vai embora eu te amo!
Dizia sussurrando em meu ouvido beijando meu pescoço e minha orelha


 

Tony que me pegou pela mão e me levou até seu quarto. Nos despimos, beijamos um o corpo do outro. Colocamos o colchão de Tony no chão, fizemos um delicioso 69 acariciando o corpo um do outro. Passei a lamber seu reguinho abri e enfiei a língua em seu cu. Tony tentava abafar seus gemidos com a mão, rebolava a bunda em minha cara delirando de prazer. Levantei e peguei um creme. Lubrifiquei meu pau e coloquei ele de ladinho, encostando suas costas em meu peito. Virei seu rosto para o meu e enquanto nos beijávamos eu ia enfiando aos poucos meu pau em sua bundinha. Ele respirava fundo, as vezes trancava o cuzinho, mas ao relaxar eu colocava mais um pouquinho até estar tudo dentro.
_ Esta doendo ?
_ Estou amando estar com você!

Comecei a me movimentar no vai e vem sentindo a pele macia de Tony, seu perfume de homem que exalava do seu suor, seu cuzinho apertado quente. Que delicia! Acelerei, metia muito ouvindo seus gemidos abafados de prazer. O coloquei de quatro e bombeei bastante. 

 


Estava quase gozando, mas queira gozar vendo seu rostinho lindo. O coloquei de frango assado e mandei ver. Nos beijávamos e seu pau começou a melar ainda mais e apertar seu cu. Ele estava gozando. Logo seu cu apertou forte meu pau e um jato de gozo pulou no meu queixo e um pouco em minha boca. Não aguentei e gozei muito dentro do seu cu. Nos beijamos sentindo o gosto adocicado de sua porra.
Ficamos abraçadinhos por um tempo, depois nos limpamos e voltamos para a festa.

A partir desse dia tranzamos todos os dias. Gravamos eu tocando e cantando algumas músicas e colocamos para tocar para abafar um pouco nossos gemidos de prazer.

Agora já estou perto de terminar minha faculdade. Falta apenas mais um ano. Tony prefere que continuemos sem revelar nosso envolvimento até eu acabar minha faculdade e conseguir um bom emprego. Assim, qualquer coisa podemos ir morar juntos caso seu pai não aceite nosso relacionamento.

Tony também entrou na faculdade. Está mais difícil para encontrarmos tempo, mas dormimos junto todas as noite. Estamos muito felizes e esperamos que nossa história seja feliz por muito e muito tempo, afinal o errado é não se permitir ser feliz!


Autor: Mrpr2


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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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