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HOMOSSEXUALIDADE

Vídeo mostra coisas que atores pornô gays estão cansados de ouvir.




Um novo vídeo da produtora Men.com reuniu todos os maiores atores do mundo pornô gay para comentar algumas coisas que eles já estão cansados de ouvir sobre seu trabalho.

Atores como Rafael Alencar, Diego Sans, Alex Mecum, Colton Grey estão nesta lista. “Nossa, você é mais esperto do que eu achei que seria” comenta Colton com um tom irônico. “Quando é que você vai arranjar um emprego de verdade” fala Alex.

“Atores pornô, são também atores de verdade” diz Dirk com um tôm de gente que se acha superior. “Por acaso seu avó sabe que você faz essas coisas?”.

As perguntas são intercaladas com as reações de cada ator que torna o vídeo mais divertindo e deixa de lado o preconceito por trás do pornô.
Veja no youtube: Things Gay Pornstars Are Tired Of Hearing

Conheça a ABRAFH: Porque toda família merece proteção.




A ABRAFH, Associação Brasileira de Famílias Homoafetivas, nasceu em 2013, depois de uma audiência pública na Comissão dos Direitos Humanos do Senado. Com o objetivo de resguardar os direitos e proteger as famílias de casais e pessoas LGBTQs, a ideia surgiu através de um grupo do Facebook de pessoas que tinham o interesse de compartilhar experiências sobre suas famílias homoafetivas. Hoje, dois anos depois, a associação já conta com mais de 400 membros e busca ganhar mais voz e maior representatividade.
 
A ABRAFH tem o propósito de congregar todos os membros LGBTQs, em toda e qualquer composição familiar, simpatizantes das causas homoafetivas. Além de ajudar com informações de utilidade pública, como adoção, registro com os sobrenomes dos pais ou mães, a organização busca fazer um mapeamento de todas as famílias homoafetivas brasileiras que, segundo dados do IBGE, já são mais de 600 mil.

Em um primeiro momento, a Associação definiu três pilares de atuação: divulgação da ABRAFH para sensibilizar o público e buscar novas adesões, orientação e apoio psicológico para escolas e famílias e, por fim, incentivas propostas artísticas que ajudem a promover a visibilidade da família homoafetiva em âmbito civil.
 
“Muito ainda precisa ser feito. O preconceito a combater é grande. Juridicamente há muitos desafios pela frente, sendo possivelmente o primeiro, o registro das crianças nascidas da união homoparental. A associação conta com um forte aconselhamento jurídico. Sabemos da importância deste movimento em prol de milhares de famílias”, aponta o site da organização.

A campanha de divulgação já começou, com o apoio dos atores Marisa Orth,  Mateus Solano e Maria Eduarda de Carvalho



No site da ABRAFH, é possível acompanhar as informações atualizadas sobre a luta política, fazer a associação, ler o estatuto e conferir aspectos da jurisprudência.

Cartaz com nova técnica de impressão combate o preconceito em escolas de Toronto.



O Canadá é um país que está à frente quando o assunto é respeito e direitos das pessoas LGBTQs. Frequentemente você encontra casais homoafetivos trocando gestos carinhosos em público e raramente são repreendidos ou sofrem algum tipo de preconceito por conta disso. Boa parte desse ambiente amigável se deve ao trabalho feito pelo governo canadense em suas escolas e universidades públicas. O que está chamando a atenção agora é um cartaz colado nos corredores dos colegiais de Toronto.
 
A campanha criada pelo grupo Pflag, chama a atenção para a rotulação das crianças por suas orientações sexuais, enquanto elas deveriam ser vistas como amigos, parceiros, companheiros de time e bffs. Com a frase “É tempo de enxergar as coisas de forma diferente”, o cartaz traz uma nova tecnologia de impressão e ilusão de ótica, criada pela agência J. Walter Thompson Canadá. A peça traz as cores do arco-íris com as palavras “Lésbica, Gay, Bissexual, Trans, Hétero, Queer e 2-Spirited” - sendo queer uma denominação para pessoas que preferem não definir seus gêneros e 2-Spirited faz referência à diversidade indígena.




A surpresa acontece quando os jovens tiram fotos com flash do cartaz, como o próprio explica: “Tire uma foto com flash deste poster para ver e compartilhar o que realmente importa”. Novas palavras surgem no cartaz, com a luz, “lésbica” ganha a adição de “parceira”, “gay” é um “colega de time”, “bissexual” tem “amigão” ao lado e assim por diante. O objetivo é incentivar o respeito, mostrando que as pessoas não são definidas apenas a sua orientação sexual e identidade de gênero.
 
Espaço Livre de Preconceito
Essa não é a única campanha que merece atenção aqui no Brasil. Em 1995, a Universidade de Toronto foi pioneira nesse tipo de conscientização ao criar o selo “Positive Space”. Adesivos escritos “this is a positive space” foram colados nas portas de estabelecimentos em toda a cidade de Toronto para indicar que aqueles espaços são livres de homofobia e preconceito. A iniciativa começou dentro da própria universidade e ganhou as ruas da cidade mais tarde, perdurando até hoje.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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