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HOMOSSEXUALIDADE

Nós aceitamos o amor que achamos que merecemos.




POR: Allan Johan


A frase “Charlie, nós aceitamos o amor que achamos que merecemos”, descobri, é parte do livro As Vantagens de Ser Invisível (The Perks of Being a Wallflower, 1999) de Stephen Chbosky, que também já virou um filme. Ela surgiu em minha vida em uma discussão sobre vida amorosa e assombra as minhas conversas com a minha melhor amiga, valendo para os dois, sempre. Seria fácil colocá-la como conclusão da discussão “por que aceitamos receber de volta  menos do que merecemos”, mas queria abordar aqui o porquê acreditamos que merecemos menos ou mais. Ainda não li o livro, e nem o filme, mas pretendo em breve.
 
Relacionamentos abusivos
Qualquer relacionamento descompassado, quando um se dá demais ou quando há cobranças excessivas, ciúmes, é um relacionamento não equilibrado. As pessoas entram neles, conscientes, mas por algum motivo acreditam que vai dar certo... não vai.
 
Traição
O tema é relativo ao que cada um chama de traição, mas muitas pessoas aceitam serem apunhaladas pelas costas. Seria excesso de amor pelo outro ou falta de amor próprio? A traição também é um tipo de abuso, abuso de confiança, assim como a mentira.

Perdão
A vaca já foi pro brejo mas as pessoas resgatam ela e a colocam no mesmo lugar de antes. Nos relacionamentos não é incomum terminar e voltar, dar uma segunda chance.
 
Vai melhorar
E tem gente que fica anos achando que é uma fase ruim. Apimenta-se a relação, investe-se tempo, sentimentos para salvar o que todo mundo sabe que acabou faz tempo. Ninguém merece.

Eu te amo
Se todos amassem o quanto dizem, dificilmente haveria tantos problemas. O eu te amo foi banalizado, confunde-se o verdadeiro sentimento com o peso e obrigação de dizer que ama e é amado, pois as pessoas querem um amor, nem que seja de mentira. Porque não ser amado é pior do que não ter uma perna.

O príncipe
E se tem aqueles que toleram deslizes e imperfeições no amor, tem aqueles que o idealizam demais. Não é possível dizer quem sofre mais, aquele que se decepciona depois de pensar ter encontrado, ou se é aquele que se engana dizendo que achou o amor mesmo sabendo que não é verdade.

Os errados
E aquela frase, “vamos nos divertir com os errados enquanto não achamos o certo”... Bem, talvez seja errado dizer isso, pois talvez não haja o certo. Talvez apenas haja aquele que está querendo o mesmo que você, e pode ser um desses errados que você julgou. Mas lá na curva da vida ele pode descobrir que queria outra coisa. A vida é assim. Então você precisa procurar não por características e objetivos, mas uma pessoa estável e sincera, que ao menos não irá te iludir, fazendo pensar que ela é a pessoa certa e que você é a certa para ela. Mire no que constroem juntos, no resultado concreto de uma relação.

E por que achamos que merecemos algo?
A resposta está nos nossos modelos. O amor entre nossos pais, amigos que acompanhamos ou nos identificamos é o que nos sugere se estamos no “padrão”. Ou seja, filhos de relações desequilibradas entendem que o amor é assim, pelo menos na casa deles, e podem aceitar situações que outros não aceitariam. Filhos de pais ciumentos, que traem, que não se respeitam podem não estranhar esses comportamentos em suas próprias relações.

Mas qual é o correto?
O amor, como disse o Papa Francisco, está longe de ser o das novelas. Não há formula, não há receitas. O importante é os dois estarem felizes, cientes de que a vida dá voltas e que o compromisso e companheirismo de construir uma vida juntos é muito mais forte do que os preconceitos do amor.


"Não toca Britney": 10 tweets que mostram a diferença entre baladas gay e hétero.


Não toca divas POP, não conhecem Inês Brasil"


As casas de shows e baladas LGBTs cresceram nos últimos anos e ganham destaque pelo público alegre, divertido e colorido

O público que frequenta baladas LGBTs é conhecido pela diversidade, humor e por conhecer as divas pop que agitam o mundo da música. Já em baladas voltadas ao público hétero, é difícil encontrar glitter, drag queens e coreografia de "Bang".

Com isso, há tweeteiros que fazem questão de registrar suas impressões sobre as baladas héteros. Separamos algumas publicações que mostram essas diferenças.

Lembrando: Independentemente da orientação sexual e identidade de gênero, qualquer pessoa pode gostar de qualquer gênero musical e curtir qualquer balada.

Música pop é extremamente importante para alguns:

Héteros querem que eu acredite que balada hétero é divertida mas eu já estive nesse mundo e não toca Britney

— Liv (@livraz) 24 janeiro 2016
Conhecer Inês Brasil é essencial:

balada de hetero:

não tem lady gaga
não tem BRITNEY
não tem madonna
n tem gente recitando os bordões da INES
n tem bate cabelo
É o inferno

— Ina (@Inayarabty) 3 fevereiro 2016
A fila é uma atração. Lá você faz novos amigos, o "esquenta", canta Lady Gaga...

Como será que é passar nessa vida sendo hétero sem conhecer uma fila de balada lgbt????

— Rodrigo D. (@oqrodrigo) 27 janeiro 2016
Tipo uma novela das nove:

Balada hetero vc olha pra todos os lados e ta todo mundo com roupa igual, dançando igual, parece que vc entrou no mundo da padronagem

— bebelle dezze (@dezzeb) 26 janeiro 2016
De Anitta a Rouge, a coreografia é de lei!

realmente, desculpa falar mas balada "hétero" pra quem só vai pra dançar é um saco, balada gay é mara, as gay sabe as coreô

— Sabrina Ribeiro (@sabrinamribeiro) 13 janeiro 2016
Percebeu que divas pop é o fator principal, né?

balada gay
>sem héteros chatos
>tm diva pop
>gnt purpurinada
>falam miga

balada hetero
>hét. chatos
>tem arrocha
>camisa polo
>falam top

— Meu nomi é Nomi (@fkng_b) 25 janeiro 2016
Ninguém vai elogiar sua make e look no banheiro:

fala sério qual a graça de balada hétero??Kk ngm usa gírias tipo "ahazo viado" ngm dança em cima da caixa de som ngm grita quando toca Gaga

— Marceline (@imaginemarce) 25 janeiro 2016
Em balada gay você só sai quando te expulsam:

como vcs conseguem virar a noite em balada hetero ???? consigo ficar nem na fila esperando pra entrar

— ray (@rayanecost13) 25 janeiro 2016
Algumas pessoas vão às baladas héteros por motivos especiais:

minha namorada é a única pessoa que faz balada hetero ser legal pq sério

— BRUNA (@fckitz) 24 janeiro 2016
Ninguém fica parado quando toca "Crazy in love", ninguém!

Ser hetero deve ser muito ruim ne? Ja pensou ir pra balada e ficar pagando de controlado qndo ta tocando crazy in love da Beyoncé, credo!

— BREJAS (@sapas_brejo) 7 janeiro 2016
As baladas LGBTs são abertas a qualquer público. Então, se você ficou curioso e quer experimentar a noite com os amigos, se joga e seja feliz!

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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