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MINHS VIDA GAY

Beijo de militares durante casamento viraliza na internet.


O casal se conheceu há poucos meses, mas Adriano não perdeu tempo em pedir o militar em casamento
A foto foi compartilhada por página que apoia o relacionamento gay no exército americano


O casal se conheceu há poucos meses, mas Adriano não perdeu tempo em pedir o militar em casamento. Shane Adriano e Tristian Resz se casaram na presença de poucos amigos e familiares. Entretanto, o que era para ser uma cerimônia privada, tornou-se viral nas redes sociais.

A página no Facebook "The American Military Partner Association", que apoia o relacionamento gay no exército americano, compartilhou a foto do casal se beijando.


"Ele é uma pessoa que não posso viver sem", declarou Resz

Segundo o jornal britânico “Daily Mail”, a cerimônia aconteceu na cidade de Springfield, em Missouri (EUA), na última quinta-feira (11).

A foto já conta com 5 mil curtidas e mais de 1 mil compartilhamentos. Nos comentários, os internautas apoiaram o casal.

“Nada além de felicidades para vocês dois. Qualquer comentário negativo reflete as inseguranças dos outros, o ódio a si mesmos e a ignorância. Sejam fortes os dois”, disse um comentário.

"Se isso fosse possível quando eu estava na Força Aérea em 1967, eu teria tido uma vida feliz. Tudo foi feito em segredo e aberto a poucos amigos”, revelou outro usuário.

“Amor à primeira vista”

O casal se conheceu há poucos meses, mas Adriano não perdeu tempo em pedir o militar em casamento. Segundo ele, foi “amor à primeira vista”. "Ele é uma pessoa que não posso viver sem", concordou Resz em entrevista ao jornal britânico.

Sobre a repercussão da foto, os recém-casados agradeceram à homenagem. “É muito bom encontrar alguém que faça você feliz”, disse Resz. “Muito obrigado a todos”, completou Adriano.

Palestino gay consegue asilo permanente em Israel depois de 5 anos.





Um palestino que não quer ser identificado conseguiu, depois de ser preso seis vezes pela polícia israelita, uma permissão para viver permanentemente em Israel. Ao fugir da violência contra homossexuais imposta pelos palestinos de West Bank, o homem morou por cinco anos em cidades de Israel, entre períodos com permissão e sem permissão do governo. Foram necessárias seis prisões para que ele fosse à julgamento no Supremo Tribunal de Justiça de Israel, onde só então o caso foi estudado e a autorização foi concedida.
 
A história dele segue essa cronologia: Quando chegou em Israel pela primeira vez, cinco anos atrás, fugindo para salvar sua vida, o homem conseguiu asilo temporário. Quando a permissão expirou, ele não conseguiria outra imediatamente, e ficou à mercê do destino e dos perigos da polícia do país, uma vez que ela é treinada para capturar e prender pessoas que vivem sem permissão no país. Por esse motivo, o rapaz foi preso diversas vezes em um curto espaço de tempo. Sua recente prisão, nesta semana, em Tel Aviv, fez com que o palestino fosse à julgamento na maior instância do país. O resultado foi feliz, depois de muitos anos sem saber se seu futuro estava assegurado. Ele conseguiu asilo em Israel e pode fixar residência no país.

Israel é o único país no Oriente Médio, além da Turquia, onde ser homossexual não é crime. Em Israel a comunidade gay goza de certa liberdade, apesar de conservadores reagirem contra o governo prega o respeito à diversidade. Gays e lésbicas são comumente perseguidos pelas autoridades e grupos miliacianos em toda a região. A discussão sobre a busca de asilo de refugiados palestinos gays já é de longa data. O perigo é iminente para essas pessoas, uma vez que os muçulmanos não aceitam a homossexualidade e, vertentes mais radicais, como o Estado Islâmico, perseguem homens gays e os matam atirando de cima de prédios públicos. Histórias como essas já ganharam até roteiros para cinema.

O filme Além da Fronteira, de 2012, é um lindo longa que conta a história de amor de um Palestino, Nimer, por um Israelense, Roy. O amor dos dois vira um problema para a família conservadora de Nimer, que sofre com o sequestro de um amigo gay bastante próximo, assassinado pelos religiosos fundamentalistas. A direção da película é de Michael Mayer.

Diversos casos de pedido de asilo de homossexuais palestinos ou árabes esperam resposta, alguns há mais de uma década, de Israel.

Passaporte brasileiro inclui dois pais com campos Genitor 1 e Genitor 2 em formulário.




Por muito tempo, no Brasil, o relacionamento entre um casal homossexual não poderia gerar filiações ou, pelo menos, elas não eram reconhecidas. Os documentos exigiam que os campos “Nome da Mãe” e “Nome do Pai” fossem preenchidos com uma designação de filiação. Entretanto, as instruções para solicitação do Passaporte, no site da Polícia Federal, trazem a notícia de que os campos “Nome da Mãe” e “Nome do Pai” foram alterados para “Nome do Genitor 1” e “Nome do Genitor 2”, incluindo um campo para especificar o sexo de cada genitor, o que permite que ambos sejam homens ou mulheres.

A mudança afetou diretamente o casal David Harrad e Toni Reis, ativista brasileiro que integra o Grupo Dignidade de Curitiba. Toni relata que, em 1996, seu marido David Harrad, britânico, foi detido por estar de forma irregular no Brasil. Visto que, na época, a legislação brasileira não aceitava as uniões gays como legais e, assim, não ofereciam a emissão do visto de permanência para o parceiro estrangeiro. A David foram dados 8 dias para sair do Brasil. O caso ganhou repercussão quando a mãe de Toni disse ao Fantástico que poderia se casar com David para que ele permanecesse no país.

20 anos depois, em 2016, o casal levou seu filho de 15 anos, Alyson, para tirar o primeiro passaporte na Polícia Federal e se surpreenderam positivamente quando descobriram que, agora, ambos podem aparecer como genitores masculinos no documento do filho. “Estamos muito felizes porque 20 anos mais tarde, entramos pela porta da frente da Polícia Federal com a nossa cidadania plena respeitada”, comemorou o casal.



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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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