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CONTOS DO LEITOR



Transei com Meu Amigo de Balada


 

Tínhamos um grupo de amigo, na verdade um trio de amigos, que sempre saia juntos nas baladas. Às vezes, se juntavam a nós mais um ou outro amigo, mas, certo mesmo éramos sempre nós três, eu, Carlos e o Paulo, que chamávamos de Paulão por ser o mais alto da turma, mas, ao mesmo tempo o mais atrapalhado.

Tínhamos por volta de 22 anos na média nesta época e saíamos com muita frequência. Confesso que bebíamos também com muita frequência, e sempre fazíamos festinhas, tipo lual e churrasquinhos sempre regados a muita cerveja e bebidas, especialmente uísque que eu gostava muito.

Nós éramos famosos por frequentar as festas e danceterias da região serrana e sempre pegar muitas garotas, mas, cada um com suas particularidades, o Paulão por exemplo era famoso por pegar as mais velhas, o Carlos as mais gatas e eu todas kkkk... Porém isso não era uma regra, aliás, apesar da fama, isso variava muito, o que é natural.

Por vezes acontecia de ficarmos um na casa do outro ou na casa de uma terceira pessoa, especialmente nos fins de semana e dias de festa, pois nem sempre era possível retornar pra nossas casas no mesmo dia e etc...

Certa vez ficamos na casa de uma amiga linda, loira, alta e super louca que nos deu “abrigo” após uma festa próximo a sua cidade. Eu estava com maior tesão nesta garota, mas ela já tinha namorado e eu sabia que não rolaria nada entre a gente. Nessa noite, fomos dormir na sua casa. Ficamos num quarto pequeno, mas bem aconchegante que só tinha uma cama de casal e um colchonete pra por no chão que o Carlos logo se apoderou ficando por tanto a cama para eu e o Paulão. Como a gente nunca tinha tido problemas com isso mesmo, fomos logo dormir, pois já era por volta de 4:00 h da madrugada e teríamos que acordar no máximo as 8:00h.
  
Como só estávamos com a roupa do corpo, tratamos de dormir só de sunga mesmo para não amassar as roupas. Logo peguei no sono e nem vi se os meninos já haviam deitado, mas, pouco antes das 7 horas, imagino, senti algo tocando em meu pau; meu sono era profundo e logo comecei a sonhar com a dona da casa, mas acabei despertando ao sentir as mãos tocarem minha bunda e me lembrei que era o Paulão que estava por ali. Despertei e tirei aquela mão cheia de dedos de mim deixando claro que não havia gostado, mas, me peguei a pensar porque ele teria feito aquilo, pensei que fosse por conta da bebida e deixei pra lá.


O tempo passou sem mais nenhum contratempo até o dia que reservamos um sitio para fazer um churrasquinho. Era meio de semana e não havíamos planejado nada de mais mesmo, era só pra relaxar, beber umas cervejas e curtir um papo entre amigos. Já havíamos feito isso outras vezes ali mesmo, a diferença que desta vez a gente estava querendo era algo mais light só pra descansar e por isso não chamamos a “meninas do rock” pra rolar sacanagem. Todas as mulheres presentes eram só amigas mesmo, aliás nem eram tantas, umas 3 ou 4 além de nós 3 e outros 4 amigos... E tudo rolou muito bem, aproveitamos a sauna, a piscina e principalmente o churrasco e as bebidas.

Por volta das 1:30 da manhã tudo já havia acabado e já estávamos todos indo embora. Como era caminho meu mesmo fiquei de deixar o Paulão e outro amigo em suas casas. Nem preciso lembrar que todos já bem embriagados, mas, eu dirigia com cuidado e no caminho senti o Paulão tentar pegar no meu pau. Estranhei, mas logo eu tirei sua mão achando se tratar só de uma brincadeira mesmo. Ele estava no banco de trás e deveria ser o primeiro a ficar em casa, mas como ele já estava pra lá de Bagdá deixei por último, pois, já estava acostumado a deixa-lo em casa mais tarde e o outro amigo reclamava da hora. Então deixei primeiro esse amigo em casa e retornei para deixar o Paulão que nesta hora acordou e sentou-se no banco da frente (carona).

No caminho de volta até sua casa fui surpreendido mais uma vez com o Paulão pegando no meu pau por sob a calça de moletom que eu vestia. Pensei em dar aquela bronca nele, mas como sabia que não adiantaria devido ao seu estado e também porque eu já estava de certa forma até curioso com tudo aquilo, deixei que ele continuasse. Ele então tirou meu pau pra fora e começou a me bater uma punheta e como estava bom, resolvi parar o carro e entrar de vez na brincadeira. 

 

Não seria a primeira vez que eu transaria com outro homem, mas fazia muito tempo e o Paulão era um amigo com quem eu não imaginava que podia acontecer. Parei o carro próximo a um mercadinho na beira da estrada, em um local meio escuro e deixei o Paulão continuar aquela punheta que tava bem gostosinha. Pra não ficar só aproveitando resolvi retribuir o carinho, tirei seu pau também pra fora e me pus a punheta-lo também. Ficamos assim por um bom tempo e o tesão já era evidente, mas, o Paulão só ficava batendo aquela punheta de leve e então resolvi surpreende-lo de vez, e caí de boca no seu pau. Percebi que ele não imaginava que fosse aquela a minha reação e muito menos que ele imaginasse que eu fazia um boquete tão bem. Chupei seu pau como poucas vezes imagino alguém tenha feito com ele e, a essa altura, ele já estava com as mãos na minha bunda. Como não ofereci resistência, logo ele começou a enfiar seu dedo no meu cu.

Confesso que eu já estava adorando tudo aquilo, não só a transa em si como também tudo estava acontecendo. As mãos dele eram grande e ásperas e seus dedos bem grossos. Ele sabia bolinar um rabo, imagino que já até rebolava em seus dedos com seu pau na minha boca; nunca havia sentido gosto de porra e pensei que poderia ser a primeira vez e então comecei a mamar seu pau com mais vigor e apertar seus dedos com meu cuzinho e não demorou pra perceber que ele iria gozar. Ele tentou puxar minha cabeça pra não gozar na minha boca, mas, segurei forte em seu pau e mamei feito uma puta querendo leite e não deu outra, ele gozou jatos e jatos de porra em minha boca e garganta. Percebia que não caberia tudo em minha boca, então engoli tudo não deixando cair uma gota sequer no meu carrinho. 

 

Mas Paulão continuava com seu pau duro feito estaca e como eu já estava surpreendendo mesmo, resolvi apelar, abaixei as calças de vez e sentei em seu pau. O pau dele não era assim tão grande e melado como estava entrou de certa forma bem fácil no meu rabo. Comecei a galopar como quem dizia: é cu que você quer seu safado? Então toma, me fode! E aumentei o ritmo e a pressão e comecei a me masturbar. Aí fui eu quem não demorou a jorrar porra com fartura e dessa vez não deu pra salvar o carro. Foi porra pra todo lado. Saí de cima de seu pau e comecei a punhetá-lo novamente e aí foi ele quem sujou meu carro agora...

Recuperando a consciência, me vesti logo e tratei de deixa-lo em casa sem dizer uma palavra.
Ainda meio atônito com o ocorrido, confesso que levei alguns bons dias para me recuperar emocionalmente dizendo para mim mesmo: “algo normal pra quem ainda não tem uma sexualidade definida e até um pouco de desinformação”.

Mas, todo esse sentimentalismo passou, aprendi que o que vale é viver a vida e gozar e foi o que passei a fazer sem nenhum pudor ou moralismo barato. Passei a viver melhor minhas fantasias e sem frescura, hoje topo o que vier, desde que esteja afim e, apesar de mais tarde tanto eu quanto Paulão termos assumido compromissos, acabamos ainda transando algumas boas vezes o que não afetou em nada nossos relacionamentos. Eu acho rsrsrs...


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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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