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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Donald Trump se nega a falar  sobre casamento gay.


Republicano tem se alinhado cada vez mais com ideias homofóbicas


Principal nome do Partido Republicano para concorrer à presidência dos Estados Unidos nas eleições deste ano, Donald Trump se recusou a comentar sobre o casamento gay.

Quando um repórter recentemente o questionou em uma coletiva de imprensa sobre o assunto, o bilionário respondeu que já falou sobre isso “150 vezes” e mandou o jornalista se sentar.

Trump sempre pareceu o mais liberal dentre os republicanos a respeito de temas LGBT. Entretanto, para cortejar ainda mais direitistas, o pré-candidato já indicou que se vencer não irá bloquear legislação que garanta liberdade religiosa e que pode indicar nomes conservadores para o Supremo Tribunal Federal para tentar reverter a decisão do ano passado que garantiu a união homossexual no país.

Rússia quer criar salas de exames para ‘tratamento’ de gays e transexuais.


O Ministério da Saúde da Rússia está propondo novas regras que determinam a criação de salas de exame de saúde dedicadas ao “tratamento” de pessoas com “transtornos de identidade de gênero”, “transtornos de orientação sexual” e pedofilia. Essas recomendações fazem parte de uma série de alterações sobre o cuidado de pessoas com “transtornos mentais e comportamentais”, que foram publicadas em fevereiro no site do governo russo.

Segundo o projeto, a medida exigiria “salas de exame de sexologia” em hospitais psiquiátricos, onde os médicos atenderiam “pacientes com doenças relacionadas a problemas de identificação de gênero e desvios sexuais”. As instalações também seriam um lugar para “tratamento forçado”, determinado pela justiça, de pessoas acusadas por pedofilia.

A homofobia na Rússia é institucionalizada e recebe forte apoio popular. De acordo com uma pesquisa realizada pela organização independente russa Levada Center, o percentual de pessoas que desejam a exclusão da população LGBT no país aumentou após o fim da URSS.

Pra você ter uma ideia, 37% acredita que a população LGBT deveria ser isolada da sociedade. O resultado de hoje registra um aumento de 28 % em relação a 1989. Do total de pessoas pesquisadas, 21% afirma que a população LGBT deveria ser liquidada nos dias atuais

Rainha Elizabeth II é  contra o casamento gay.


Monarca assinou a lei da união homossexual contra seus valores


A Rainha Elizabeth II é a favor de parcerias civis, mas contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo, segundo fontes ouvidas pelo jornal Daily Mail.

Por causa de sua “fé cristã enraizada”, a monarca de 89 anos é contra a legislação que ela mesma assinou em março de 2014 permitindo que homossexuais pudessem se casar na Inglaterra e no País de Gales.

“O casamento é algo que ela achava errado porque o casamento deveria ser sagrado entre um homem e uma mulher”, disse a fonte a respeito dos pensamentos da rainha.

“Eu disse a ela que ela não poderia nada sobre isso. E ela respondeu: ‘Eu não posso. Eu só posso aconselhar e alertar”, afirmou a fonte à reportagem.

Palácio de Buckingham desmente que Rainha seria contra o casamento gay.




Em 2013, a monarca inglesa, Rainha Elizabeth II, assinou a lei que autoriza o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Devido ao longo silêncio e indiferença da família real com relação à comunidade LGBTQ, não se sabe se a rainha é mesmo a favor ou não. Duas publicações já deram versões distintas. O Daily Mail trouxe a declaração de uma pessoa próxima da realeza que contou sobre a frustração da rainha ao assinar a lei. Já o Pinknews abordou a declaração do ator Stephen Fry que afirmou ter ouvido que a rainha estava maravilhada em ter a oportunidade de assinar o documento.
 
Uma fonte próxima da rainha teria quebrado o sigilo do protocolo real e contado ao jornal sobre o seu desapontamento com a legalização do casamento gay. Ainda segundo a fonte, a motivação desse sentimento seria sua forte ligação religiosa, uma vez que a Rainha da Inglaterra é, também, a Governadora Suprema da Igreja da Inglaterra. Ela teria dito que assinou apenas para manter o seu posicionamento político neutro. Tal posicionamento sobre o movimento é evidente, uma vez que a realeza não dá declarações e nem incentiva políticas públicas voltadas à comunidade LGBTQ.
 
Já o Palácio de Buckingham teria oferecido uma coletiva de imprensa e desmentido essa história na semana passada. Nela, os assessores citaram uma matéria que saiu no Pinknews, onde o ator Stephen Fry conta sobre o deslumbramento da rainha ao assinar a lei. “Quem teria imaginado 62 anos atrás, quando eu herdei o trono, que eu estaria assinado algo assim? Não é maravilhoso”, teria dito ela. Eles citam também, o fato de a rainha ter assinado publicamente a lei, o que não acontece com muita frequência.
 
E agora, será que os direitos LGBTQs estão fadados a ficarem estagnados na Inglaterra? O Príncipe William, segundo na linha sucessora pela coroa, se mostra bem menos conservador. No ano passado ele condenou a homofobia e falou abertamente também sobre preconceito.

Conselho de Ética arquiva processo de deputado homofóbico contra Jean Wyllys.


Jean Wyllys reagiu à fala do parlamentar, chamando o colega de “facista” e “ladrão”


.Motivo da representação foi uma resposta dele para outro deputado. Relatório do deputado Marchezan Júnior foi aprovado por 11 votos a 0.

O Conselho de Ética da Câmara decidiu nesta terça-feira (8) arquivar a representação contra o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) por conta de uma resposta dele ao deputado João Rodrigues (PSD-SC), ocorrido no ano passado em uma sessão do plenário. O relatório do deputado Nelson Marchezan Júnior (PSDB-RS), que pedia o arquivamento, foi aprovado por um placar unânime de 11 votos a 0.

A representação, apresentada em novembro passado pelo presidente do PSD, Guilherme Campos, pedia a cassação do mandato de Jean Wyllys alegando que ele havia “denegrido” o colega parlamentar. O relator, porém, considerou que Wyllys respondeu à fala de Rodrigues, que tinha “termos fortes”, em “termos igualmente fortes”.

A discussão começou quando Rodrigues subiu à tribuna para criticar parlamentares que se opõem à revogação do Estatuto do Desarmamento. No discurso, o deputado de Santa Catarina ironizou a trajetória de Jean Wyllys e chegou a chamá-lo de “escória” do país.

Jean Wyllys reagiu à fala do parlamentar, chamando o colega de “facista” e “ladrão”, e citando vídeo pornô que Rodrigues teria assistido durante uma sessão em maio. E completou: “Resta saber se seu vídeo pornô era hétero ou não”.

Em seu relatório, Marchezan ponderou que as punições do Conselho de Ética devem ser impostas com parcimônia, "sob o risco de prejudicar o funcionamento das instituições democráticas, criando-se uma situação de temor do uso da palavra, justamente no Parlamento, que é a última trincheira do direito à liberdade de expressão".

Apesar de concordar com o arquivamento, o deputado Fausto Pinato (PRB-SP) pediu mais cuidado no uso das palavras em plenário. "Temos que ter muita cautela em generalizar as palavras no plenário", ponderou.

Alguns correligionários saíram em defesa de Wyllys. “Ele reagiu a uma agressão inominável”, justificou o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ). Glauber Braga (PSOL-RJ) engrossou o coro: “O deputado Jean Wyllys sofre cotidianamente um conjunto de agressões que devem ser também repelidas e que não podemos aceitar como naturais”.

Jean Wyllys não acompanhou a votação no Conselho de Ética. Mas, em novembro, à época da representação, disse que achava que se tratava de uma “retaliação” de deputados aliados ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pelo fato de o PSOL ter sido um dos autores do pedido de cassação do mandato do peemedebista. Ele é acusado de ter mentido à CPI da Petrobras quando disse que não possui contas bancárias no exterior – o que ele nega.

 Homem é apedrejado até a morte Florianópolis; amigos apontam homofobia.




Na madrugada deste sábado (05), Alexandre João Batista Santiago, de 32 anos foi encontrado morto na praça Parque Walter Lange, no Centro de Florianópolis. Ele estava nu, com as pernas amarradas e com feridas provocadas por pedradas, como informou o jornal local Notícias do Dia.

Segundo a Delegacia de Homicídios da Capital, as investigações ainda estão no começo, mas a polícia já está recebendo informações sobre o que pode ter levado o ex-comissário de bordo e músico à morte. Nas redes sociais, amigos de Santiago sugerem homofobia como a causa do crime, mas a polícia acredita que o assassinato pode estar relacionado a um problema entre a vítima e outras pessoas.

“Tudo aponta para uma briga com moradores de rua. Ainda estamos levantando as informações, mas a princípio foi uma confusão com esse pessoal”, afirma o delegado responsável pelo caso, Ênio de Oliveira Matos.

A família nega que o rapaz fosse morador de rua. No Facebook, seu meio irmão André postou uma homenagem: “Um crime sem nexo, e opiniões sem fundamento… História de que era morador de rua, o que NUNCA FOI, e tampouco era.(…)Todo mundo tem defeitos, mas não para ser agredido até a morte. Ao meu ver, há muito o que ser investigado por trás de tudo isso. Não foi uma simples briga”.

Ainda de acordo com a autoridade policial, nenhum nome de suspeito ainda foi apontado, mas a polícia trabalha para levantar essas informações e identificar os envolvidos. O sepultamento de Santiago aconteceu na manhã deste domingo (6) no cemitério municipal de Barreiros, em São José.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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