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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Vitória do amor: Chipre realiza primeira  cerimônia de união gay.


Casal fez bela e grande cerimônia com parentes e amigos


O Chipre, pequena nação europeia no meio do Mar Mediterrâneo, realizou sua primeira cerimônia de entre um casal de homens.

A união foi entre o casal de ascendência grega Marios Frixou, de 36 anos, e Fanos Eleftheriades, 26, celebrada pelo distrito de Nicosia.

A mãe de Frixou apresentou os dois noivos com moedas de ouro antigas que pendiam ao redor de seus pescoços, na cerimônia que contou com centenas de amigos e parentes do casal.

Os dois mantinham relacionamento há sete anos mas só puderam celebrar agora porque só em novembro passado o país aprovou a parceria civil entre pessoas do mesmo sexo.

Padre gay demitido ganha direito  de apelar contra igreja.


Igreja afastou religioso quando ele se casou com companheiro


Um padre gay ganhou direito de recorrer da decisão da Igreja Anglicana, que o afastou por conta de sua orientação sexual.

Jeremy Pemberton levou a igreja à corte no ano passado contra a instituição religiosa por não poder assumir um cargo como capelão do hospital porque se casou com seu companheiro.

A audiência ocorrerá até o fim do ano, segundo o religioso. “É importante apelar porque este é um caso de teste e casos de testes precisam de testes”, disse.

Polícia da Escócia terá  treinamento para atender LGBT.


Polícia contará com 60 oficiais treinados para inclusão


A entidade arco-íris Equality Network está trabalhando junto com a polícia escocesa para dar um treinamento a alguns policiais do país em relação à homofobia.

São ao todo 60 novos Oficiais da Ligação LGBT que vão espalhar os conceitos de direitos iguais para aumentar a confiança do público na polícia.

“Esperamos que esses agentes especialmente treinados encorajam as pessoas LGBT a confiar na polícia escocesa”, disse Jim Baird, superintendente do Departamento da Polícia Escocesa para Comunidades Seguras.

Travesti é assassinada a tiros  na Zona Oeste do Rio.


Camila era do Recife e morava no Rio de Janeiro


Uma travesti foi morta a tiros em Rio das Pedras, Zona Oeste do Rio de Janeiro, na madrugada do sábado, 12.

Camila Rios, de 29, era natural do Recife e morava na capital fluminense. De acordo com testemunhas, ela foi atingida por homens que estavam em uma motocicleta.

Segundo informações do G1, foi instaurado inquérito para apurar as circunstâncias da morte. Testemunhas estão sendo ouvidas e imagens de câmeras foram solicitadas para ajudar a esclarecer o crime.

Hackers pró LGBTs invadem página de militares e fazem o fervo.




A página “Militares e Reservistas do Exército Brasileiro” no Facebook foi invadida por simpatizantes à comunidade LGBTQ na noite do último domingo, 13. Logo, diversas publicações com teor cômico, usando divas Pops e ícones gays, tomaram a timeline da página, que tem 130 mil curtidas. Muitas  das curtidas são de homens que servem ou já serviram ao Exército verde e amarelo, boa parte conservadora e defensora de Jair Bolsonaro. Piadas com o uniforme, com a música Make Love, da Inês Brasil, pedindo para não fazer guerra, e com o nome de guerra dos fãs bombaram de comentários.

Com a mensagem “Convocação! Migas, agora a página é nossa!”, a invasão começou. Logo abaixo, a postagem, que trazia a imagem de Kim Kardashian, chamava as pessoas a comentarem com o seu nome de guerra. A adesão foi instantânea e diversos navegadores usaram sua criatividade para trazer nomes longos e hilários, como Lohane Vekanandre Stephany Smith Bueno de Hahaha de Raio Laser Bala de Icekiss.

“As Gays estão comprando briga com peixe grande? Eu to passando mal”, comentou um internauta, dando apoio à invasão. Vale ressaltar que a página não tinha nenhum vínculo com as páginas oficiais do Exército Brasileiro. Mais tarde, ao recuperar a página, os administradores postaram uma mensagem falando sobre preservar os valores sociais: “É tarefa de toda sociedade fazer com que esses valores vivam e se desenvolvam". Depois de ser bastante atacada, a página foi excluída pelos donos.

Na semana passada o perfil de Jean Wyllys foi invadido e foram postadas imagens de apoio a Jair Bolsonaro, que na página dos militares é ovacionado. Aparentemente, as duas invasões tem correlação.

Inconstitucional: Comissão de Direitos Humanos rejeita Dia do Orgulho Hetero.




Com 5 votos e uma abstenção do deputado estadual Soldado Prisco, a Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública da Assembleia Legislativa da Bahia aprovou nesta terça-feira (15), durante a reunião do colegiado, o parecer da deputada Luiza Maia contra o Projeto de Lei nº 21.081/2015 do deputado Pastor Sargento Isidório, que institui o Dia Estadual do Orgulho Heterossexual, a ser comemorado no terceiro domingo do mês de dezembro.

O presidente da comissão, deputado Marcelino Galo, afirmou que o Brasil ainda é o país que mais mata por homofobia e lembrou que o projeto contribui para estimular o preconceito. “Precisamos integrar essas minorias que sempre sofreram tentativa de marginalização e segregação social. Devemos lutar, efetivamente, para que não se retire das escolas e dos planos de educação a discussão de gênero, pois a intolerância crescente é a principal causa da violência”, avalia.

Para a relatora, que solicitou o arquivamento do projeto, a proposição é uma medida que vai de encontro às diversas ações governamentais voltadas a garantia da igualdade e dignidade da pessoa humana. “Não é preciso esforço mais intenso para concluir que a proposição apresentada, além de inconstitucional, também não se ajusta as diretrizes atualmente apontadas pelos estudiosos, órgãos e entidades que lidam com a temática dos direitos humanos”, afirma a deputada, ao que lembrar que não há notícias de que a manifestação da heterossexualidade tenha sido proibida, tal qual tem ocorrido com os cidadãos que manifestam sexualidade diferente desta. “Não se tem notícias de homicídios decorrentes do fato de determinada pessoa ter se manifestado com heterossexual, por outro lado, são inúmeros os registros de agressões, das mais diversas naturezas, praticadas contra cidadãos simplesmente pela circunstância de se afirmarem homossexuais”.

A Comissão aprovou ainda o parecer favorável ao Projeto de Lei de autoria do ex-deputado Álvaro Gomes, que institui atendimento especial para os deficientes visuais em agências bancárias.

Alerta: ONG internacional alerta para possíveis casos de homofobia nos Jogos Olímpicos.





A organização não governamental (ONG) Fare Network fez durante todo mês de fevereiro uma campanha global para chamar a atenção para a homofobia no futebol. O Football v Homophobia é uma iniciativa que desde 2010 busca promover ações positivas contra a discriminação com base na orientação sexual ou identidade de gênero no esporte. Em 2016, cerca de 20 grupos europeus – entre clubes, ligas e ONGs – aderiram à campanha e organizaram atividades relacionadas à luta contra qualquer tipo de preconceito a lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais em diversos países europeus.

Agora, a preocupação da organização é com a Olimpíada no Brasil. A ONG acompanhou de perto a Copa do Mundo de 2014, no Rio de Janeiro, e fez um relatório listando 14 incidentes. A entidade já entrou em contato com a organização Rio 2016 se oferecendo para acompanhar de perto os Jogos Olímpicos.

A Fare Network explica que a preocupação com o Brasil leva em conta a diversidade étnica do país. “Uma sociedade multiétnica como a do Brasil não é geralmente associada a questões de discriminação, mas esta ideia contrasta com uma realidade de uma população racialmente diversificada, mas economicamente estratificada em que o racismo é muito presente. Em 2013, a ONU disse que o racismo no Brasil permanece institucionalizado e injustiças históricas continuam a afetar profundamente a vida de milhões de brasileiros."

Homolesbotransfobia

A Fare Networking faz um alerta específico em relação à homofobia e ao machismo no país. “Em 2014, de acordo com grupos de direitos LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros] no Brasil, o ritmo de assassinato de homossexuais e transexuais estava perto de um por dia. Incidentes homofóbicos foram testemunhados nos estádios de futebol durante e depois da Copa do Mundo de 2014 e tem havido pouca resposta.”

Apesar do alerta, a ONG acredita que esses eventos são uma oportunidade para aprofundar as discussões sobre direitos humanos e questões de discriminação e deixar um “legado social no país”.

“O esporte, que acaba sendo identificado com a nação, não comporta a diversidade. A noção de que a construção da nação é uma representação viril e eugênica passa também para as modalidades que são identificadas como a nação”, disse. “Nessa visão de que existe uma "guerra" em campo, as armas utilizadas, geralmente, pelas torcidas, são as ofensas racistas, homofóbicas, xenófobas etc.”, acrescentou.

Já a antropóloga Ana Paula defende que é preciso muito mais trabalho para mudar o contexto atual. “Não sei se campanhas como abertura de faixas contra a homofobia ou racismo melhorariam a situação. O que talvez minimizasse esses problemas seria a desconstrução dos esportes nacionais. Nesse sentido, as categorias cor/raça, sexualidade, gênero, classe, entre outras, são combustíveis que quando acionadas transformam-se em xingamentos, particularmente da torcida adversária”, explica.

Para ela, a questão econômica também influencia o debate sobre racismo e homofobia. “Essas questões têm elos mais profundos e que só mudando a perspectiva dos esportes pode ser que alguma coisa mude a longo prazo. Resta saber se os grandes investidores dos megaeventos esportivos estão, de fato, interessados nessas mudanças.”

Denúncias

A Fare Networking afirma que, até por ser uma organização europeia, ainda não recebeu denúncias brasileiras. Mas que compila mensalmente incidentes no futebol pelo mundo, inclusive os ocorridos no Brasil, que são noticiados em redes sociais e pela mídia. A organização informa que, caso alguém presencie algum incidente, pode denunciar pelo site da entidade. A ONG acrescenta que está implementando um projeto mundial com a Federação Internacional de Futebol (Fifa) para observar práticas discriminatórias nas eliminatórias para o Mundial de 2018.


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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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