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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Papa recebe ativista  contra o casamento gay.


Francisco já declarou que não se envolve na questão da união gay nas legislações de cada país


O papa Francisco recebeu, na segunda-feira, 29, a fundadora do movimento francês “Manif pour Tous” (“Manifestação para Todos”), Frigide Barjot.

Frigide promoveu, em 2015, grandes protestos contra a união entre pessoas do mesmo sexo sob a bandeira de defesa da “família tradicional”.

A ativista intolerante havia enviado o pedido para ver o pontífice há bastante tempo, mas só agora foi convidada – exatamente no momento em que a Itália discute o projeto de legalização do casamento gay.

Político italiano gay é atacado  por usar barriga de aluguel.


Nichi Vendola recebeu ataques dos políticos conservadores


O presidente do partido Esquerda, Ecologia e Liberdade (SEL, na sigla em italiano), Nichi Vendola, gay assumido, anunciou o nascimento de um filho proveniente de barriga de aluguel nos Estados Unidos.

De acordo com informações da Agência Ansa, a criança foi gestada por uma mulher californiana e será criada pelo político e por seu companheiro, o canadense Ed Testa.

Morador de um país de maioria católica, a Itáia, Vendola recebeu críticas, principalmente por parte do partido de extrema-direita Liga Norte. O secretário-geral da legenda, Matteo Salvini, afirmou que em um supermercado se compra “DVDs e lava-louças, mas não crianças”.

“Vendola e o companheiro se tornaram papais alugando o útero de uma mulher californiana. Para mim isso não é futuro, isso é um nojento egoísmo”, escreveu Salvini no Twitter.

Já o líder esquerdista rebateu que “não há vulgaridade dos esquadrões da política que possam perturbar a felicidade que o nascimento de um bebê provoca”. “Compartilho com o meu companheiro uma escolha e um percurso que estão anos-luz da expressão ‘barriga de aluguel”, disse.

Na semana passada, o Senado italiano aprovou o projeto de lei que legaliza as uniões civis homossexuais, mas o projeto não incluiu a adoção de enteados, que foi retirada para que o projeto tivesse mais chance de passar, o que acabou ocorrendo.

Seicheles derrubará  proibição a sexo gay.


Até hoje gays podem ser presos por 14 anos no país


As ilhas Seicheles vão finalmente derrubar a criminalização da homossexualidade. Hoje, gays podem ser punidos com até 14 anos de prisão no país africano.

O governo do país anunciou, na segunda-feira, 29, que vai retirar a proibição da homossexualidade do Código Penal.

O presidente James Mitchel disse que quer ver a lei alterada para permitir que “todas as pessoas sejam livres de discriminação por quaisquer motivos”.

 Homofóbicos tentam sabotar baile LGBT e acabam financiando o evento.




Dá até vontade de rir na cara desses idiotas, mas precisamos manter a compostura. É que um grupo conservador tentou sabotar uma festa inclusiva para jovens LGBT, mas acabaram provocando um efeito oposto. Isso acabou ajudando os organizadores a arrecadar três vezes mais grana do que era necessário para a realização do evento.

A organização australiana Minus 18, tava chamando a galera pra organiza um baile para adolescentes de todos os gêneros de 2010. A ideia foi criar uma campanha de financiamento coletivo na internet para pagar os paranauês da comemoração.

Aí o grupo Stop Safe Schools Coalision descobriu o auê das manas e pediu que seus seguidores no Facebook sabotassem o evento comprando todos os ingressos. Como os bilhetes são intransferíveis e não podem ser reembolsados, a proposta era “quanto mais ingressos comprarmos, mais jovens iremos proteger”,explicou o administrador da página. Ou seja, na cabeça deles, os jovens não poderiam entrar no baile e “contrair” aquela homossexualidade básica, sabe?

Por não entenderem muito bem como funciona o esquema de financiamento colaborativo, a tentativa do grupo não poderia ter sido melhor. Rolou um aumento de acessos à página e, com o apoio do grupo que pretendia boicotar o baile, o evento teve uma arrecadação muito acima da prevista inicialmente. Graças aos manos, todas as entradas para a festa serão gratuitas.

“Isso só mostra como essas organizações perderam o contato com o mundo e estão lutando uma batalha perdida”, declarou Micah Scott, chefe executivo da Minus 18, em entrevista ao jornal The Guardian. “A comunidade mostrou que não vai mais tolerar a homofobia e a transfobia, e mandou uma mensagem clara para essas pessoas de que os jovens LGBT merecem sentirem-se incluídos e seguros.”

Escola suspende estudantes homofóbicos que espancaram aluno em SP.


Lucas Salvattore precisou de sete pontos na cabeça


Vítima levou pauladas na cabeça na porta de colégio estadual em São José dos Campos.

A Escola Estadual Professora Lourdes Maria Camargo, em São José dos Campos (SP), suspendeu cinco alunos acusados de espancar um outro estudante na porta do colégio, motivados por homofobia. Segundo a Secretaria de Educação de São Paulo, a direção da unidade de ensino também já entrou em contato com os responsáveis pelos agressores. Além disso, o caso foi registrado na Polícia Militar, e a escola se pôs à disposição para ajudar nas investigações.

De acordo com a vítima do espancamento, o aluno Lucas Salvattore, de 18 anos, os estudantes acusados já vinham o agredindo verbalmente dentro da escola. Em um texto publicado no Facebook neste domingo, ele conta que a direção chegou a trocá-lo de turma, mas isso não pôs fim à perseguição. Segundo o post, no último dia 22 de fevereiro, ele foi agredido com pauladas na cabeça pelos colegas, na porta da escola. Lucas publicou uma foto da cabeça com os ferimentos deixados pela violência.

O post já teve mais de 3,5 mil compartilhamentos, e o aluno recebeu centenas de mensagens de apoio. "Desde o primeiro dia de aula eu tinha virado 'Chacotinha', comuniquei a direção da escola e como o 'PROBLEMA ERA EU POR SER GAY'. A Diretora Da Noite Me Mudou De Sala!", escreveu ele, antes de concluir sua denúncia agradecendo a Deus por estar vivo e dizendo que "Deus nunca irá me deixar de lado por eu ser gay!".

NO FACEBOOK

Lucas Salvattore
Primeiramente Obrigado DEUS!

Na Segunda Na Saída Da Escola Pef Lourdes Maria de Camargo, Fui Agredido Por 5 Garotos Homofóbicos. Um Deles Estudava Na Minha Sala, Desdo Primeiro Dia De Aula Eu Já Tinha Virado "Chacotinha" Dele Na Sala, Comuniquei a Direção Da Escola e Como o "PROBLEMA ERA EU POR SER GAY" A Diretora Da Noite Me Mudou De Sala!
Saindo Da Escola Esse Garoto veio com Mais 4 Garotos Me Baterem, Antes Disso Ele Já Tinha Dito Que Iria Me "Matar", Saio Da Escola e Ele...


Foto de Lucas Salvattore.

A denúncia sobre o ataque ocorre duas semanas após entrar em vigor uma lei federal que obriga escolas e clubes a adotarem medidas de prevenção e combate contra o bullying. Aprovada pelo Congresso em novembro do ano passado, o texto da lei nº 13.185 define bullying como a prática de atos de violência física ou psíquica exercidos intencional e repetidamente por um indivíduo ou grupo contra uma ou mais pessoas com o objetivo de intimidar ou agredir, causando dor e angústia à vítima.

O projeto determina que sejam tomadas medidas para a capacitação de docentes e equipes pedagógicas para implementar ações de prevenção e solução dos casos, assim como a orientação de pais e familiares para identificar vítimas e agressores.

Em nota, a Secretaria de Educação de São Paulo repudia qualquer ato de violência e mantém medidas constantes para combater esse tipo de situação.

 ‘Ele ia me matar’, diz jovem de 17 anos sobre agressão do pai homofóbico.

Aos 17 anos, Anderson Santos é mais um jovem vítima de uma agressão por homofobia sofrida dentro da própria casa


Adolescente se mudou definitivamente para a casa da mãe, no Centro de São Paulo.

Ao telefone, uma voz aliviada não parecia transparecer todo o terror sofrido por Anderson Santos, de 17 anos, morador de São Paulo. Na última sexta-feira, o adolescente viu a morte bem de perto. E o pior: pelas mãos do próprio pai, com quem vivia desde os dois anos de idade, quando foi abandonado pela mãe, que fugiu sem nunca mais dar notícias. O motivo? Era espancada diariamente pelo marido.

"Passei 15 anos sem ter notícias dela. Até que pedi a um amigo, que trabalha no Poupa Tempo, para que tentasse achar algumas informações. Em outubro, a encontrei e, desde então, vinha frequentando a casa dela" conta Anderson Santos, que relatou a agressão sofrida em um post no seu perfil no Facebook. Detalhe: o rapaz decidiu não registrar o caso pelo fato de o pai ser arrimo de família, sustentando, além de Anderson, outras três crianças (de 4, 6 e 11 anos).

Na sexta-feira, o adolescente voltava de um terreiro umbandista que frequenta, quando chegou em casa, no bairro do Grajaú, e foi confrontado pela madrasta, que teria insinuado que Anderson estivesse sob efeito de drogas. Com a chegada do pai, as coisas pioraram.

"Ela me desafiou e me jogou contra ele. Cheguei a um ponto de pressão que não consegui sustentar. Entrei no quarto dele e contei a ele que era gay" relembra, logo depois iniciando o relato sobre a sequência de violências sofridas.

Socos, chutes, tentativa de enforcamento, golpes com uma colher de pau e chibatadas nas costas com uma alça de bolsa em brasa. Mas o mais grave ainda estava por vir...

"Ele insistiu para que minha madrasta pegasse uma faca. Eu sabia que ele ia me matar. Ela abriu o portão de casa e pediu para que fugisse, pois também sabia que eu iria morrer" conta Anderson, que conseguiu escapar das garras do pai ao pular de uma sacada da casa, com pouco mais de três metros de altura. Na queda, quebrou uma das mãos.

Na sequência da fuga, se abrigou na casa de uma amiga. Decidiu apenas descansar, procurando atendimento médico no sábado, quando foi ao Pronto Socorro Municipal Dona Maria Antonieta, no mesmo bairro do Grajaú.

"Ainda no sábado, criei coragem e voltei para buscar minhas coisas. Meu pai não estava em casa, mas minha madrasta me passou o recado de que ele não queria me ver nunca mais" relata o adolescente, que, no domingo, se mudou definitivamente para a casa da mãe, no Centro de São Paulo.

Ao ser indagado sobre a possibilidade de voltar a ter contato com o pai, Anderson se mostra reticente e surpreende com uma resposta resignada.

"Agora, logo após isso tudo, é claro que não quero vê-lo, não quero saber dele. Mas meu pai é uma pessoa boa, eu sei disso. Ele foi criado assim" acredita Anderson

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Postado por Andy | (3) Comente aqui!

3 comentários:

  1. O que pode ser tão difícil de aceitar?
    Somos pessoas boas, somos parte da nação humana, não somos diferentes, somos tratados como!

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  2. Gente, visitem minha página????
    www.facebook.com/oliviaagorda

    ResponderExcluir
  3. unknown, pessoas intolerantes seguem um livro de regras religiosas, que aceitam todo tipo de interpretaçoes (e fazem, por conveniencia propria ou por interesses da igreja(templo, mesquita). Geralmente, as pessoas dizem ser contra porque deus nao permite essas coisas (Religiao). Todo intolerante, tem ou fala, de modo religioso.

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