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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Banco Mundial não vai financiar projetos de países intolerantes com pessoas LGBTs.




O presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, falou na conferência “Pride and Prejudice” para economistas mundiais, que aconteceu em Londres, Nova York e Hong Kong, esta semana, sobre o posicionamento da instituição com relação a países que podem causar mal a pessoas LGBTQs. Ele afirmou que a decisão é não ajudar com financiamentos de projetos desses países.
 
O grupo é uma instituição financeira especializada em empréstimos para países em desenvolvimento, visando ajudá-los a se desenvolver e criar infraestrutura para um crescimento longe da pobreza. Em 2014, ele havia sido criticado por ter negado um empréstimo de $90 milhões para clínicas de tratamento na Uganda. O país, entretanto, havia aprovado uma lei que penalizava homossexuais e incentivava civis a denunciar pessoas que mantinham relações homoafetivas. Consequentemente, essas pessoas eram torturadas e acabavam nessas clínicas.
 
Ele afirmou que não está tomando posições políticas, mas o banco, como uma instituição, precisa se posicionar com relação a alguns princípios. Ele afirmou: “Descriminação contra pessoas LGBTs em seus países não serão tolerados”. Dessa forma, uma das maiores empresas do mundo se posicionou e criou políticas internas que podem influenciar a forma que países com políticas antigays vivenciam a sua realidade. “Nós ainda não chegamos lá, mas estamos no caminho para conseguir um mundo mais tolerante”, completou.

USA: Tribunal se recusa a desafiar  Suprema Corte sobre união gay.


União gay foi liberada nos EUA em junho de 2015


O Supremo Tribunal do Alabama, nos Estados Unidos, recusou, na sexta-feira, 04, desafiar a decisão da Suprema Corte do país a respeito do casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Segundo a Agência Associated Press, o tribunal emitiu uma ordem descartando o desafio de um juiz de paz e um grupo conservador que queriam barrar a união gay do Estado sulista norte-americano.

Desde o final de junho passado, a Suprema Corte dos EUA determinou ser inconstitucional a proibição que havia em dezenas de Estados do país de proibir o casamento gay, mas até hoje, vários juízes tentam meios de proibi-lo.

Foto de casal com filho é usada em propaganda contra direitos LGBT.


A foto original dos pais conhecendo seu filho Milo, que nasceu através de uma inseminação artificial. Os embriões foram depositado em uma barriga de aluguel


.Extremistas usaram o clique em propagandas contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

A foto do casal B.J. Barone e Frankie Nelson segurando o seu filho, que viralizou nas redes sociais em julho de 2014, está sendo usada por um motivo bem diferente da qual foi tirada. Campanhas contra o casamento e adoção por casais do mesmo sexo estão se apropriando da imagem pra compartilhar mensagens nas redes sociais - tudo sem o consenso do casal.

Partido de extrema direita italiano compartilhou a foto com mensagem contra adoção por casais do mesmo sexo.

A política irlandesa Mary E. Fitzgibbon compartilhou repetidamente a imagem em suas redes sociais. “Nós precisamos reafirmar que uma criança tem direito de crescer e ser amada quando possível por seu pai e sua mãe de verdade", disse em um post no Twitter.

Outro partido de extrema direita na Itália, o Fratelli d’Italia, também publicou a foto junto com a mensagem “Ele nunca poderá dizer ‘mãe’. Deveríamos estar defendendo os direitos da criança.”

Procurado pelo site Buzzfeed, Barone revelou que a foto está sendo usada sem a autorização do casal ou da fotógrafa, Lindsay Foster. “Eles estão afirmando que toda criança precisa de uma mãe,” disse. "Estão usando nossa foto pra apoiar uma ideologia política que afirma que nós estamos negando o direito do nosso filho, Milo, de ter uma mãe. Obviamente, isso é algo que nós não apoiamos nem concordamos!”

“Famílias não são só mãe e pai, é uma questão de amor. Milo é tão amado que se todos tivessem tanto amor quanto ele, este mundo seria um lugar melhor", finalizou.

Roma tem protesto a favor da  união civil homossexual.


Mais de dois terços dos italianos são favoráveis à união civil gay


A Piazza del Popolo, em Roma, recebeu milhares de manifestantes no sábado, 05, em favor da união civil homossexual.

Os organizadores afirmam terem recebido 10 mil pessoas no local, incluindo muitas crianças levadas pelos pais.

A união civil gay foi aprovada no mês passado pelo Senado italiano, mas sem incluir a adoção de enteados pelo cônjuge. Ela também não tem o mesmo peso que o casamento.

“Conseguimos um primeiro resultado, mas ainda há um longo caminho para alcançar o pleno reconhecimento de uma condição igualitária”, declarou a secretária da Confederação Geral Italiana do Trabalho (Cgil), Susanna Camusso, de acordo com a Agência Ansa.

Recente pesquisa divulgada pelo jornal La Reppublica mostrou que 70% dos italianos são favoráveis à união civil entre pessoas do mesmo sexo.

Político russo promete prender  atletas e público de evento LGBT.


Deputado russo e autor da lei da 'propaganda gay'


Um político russo prometeu prender atletas e público que participem do festival chamado Paint with Winter, que acontece até segunda-feira, 07, em São Petersburgo.

O evento foi anunciado como uma celebração do atletismo, esporte e de famílias arco-íris num país, a Rússia, onde é proibido expressar a homossexualidade em frente a menores de idade.

Vitaly Milonov, o político intolerante, é exatamente o autor da lei da “propaganda gay”, que primeiramente foi aprovada em São Petersburgo e em 2013 foi adotada por todo o país pelo presidente Vladimir Putin.

“A lei não deve permitir que qualquer um [dos gays tenha] oportunidade de tocar nossos filhos”, disse Milonov a uma emissora de rádio. Os organizadores do evento, entretanto, disseram que ele está em conformidade com a legislação pois é direcionado a LGBT e adultos.

Campo Grande (MS): Prefeitura é condenada a  indenizar professora lésbica.


Professora foi demitida por conta de sua orientação sexual


A Prefeitura de Campo Grande (MS) foi condenada a indenizar em R$ 25 mil uma professora da rede municipal de ensino que foi discriminada e demitida por causa de sua orientação sexual. A decisão é de desembargadores da 1ª Câmara Cível da Capital.

Segundo o Correio do Estado, em abril de 2007 a professora e a companheira (que também lecionava na mesma escola), foram chamadas pela diretora para tratar sobre o relacionamento delas.

Na reunião, a diretora disse estar surpresa com a situação e que trataria do assunto com ética e profissionalismo, mas que por se tratar de educador, seria necessário cuidado porque poderia ter consequências “desastrosas” se chegasse ao conhecimento da comunidade.

A diretora disse ainda que foi orientada pela Secretaria Municipal de Educação (Semed) a manter uma das professoras, que era funcionária efetiva, e rescindir o contrato da companheira.

A professora, então, entrou com ação na Justiça alegando que teve a honra ferida, pois foi demitida em razão de sua orientação sexual, sem que houvesse provas de conduta indecorosa.

O relator do processo, desembargador Divoncir Schreiner Maran, explicou na decisão que ficou evidente que as professoras sofreram preconceito no ambiente de trabalho, tendo suas vidas expostas à conduta arbitrária da administração pública, sendo demitida para evitar que a situação chegasse ao conhecimento da comunidade.

De acordo com a reportagem, o desembargador salientou ainda que os acontecimentos caracterizam situações humilhantes e discriminatórias, portanto, caracterizando também danos morais. Dessa forma, a prefeitura foi condenada a indenizar a vítima de discriminação.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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