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CONTOS DO LEITOR



Dupla felicidade

 

Bruno sempre fazia o mesmo percurso, sempre que saía do trabalho e ia para a faculdade. Era uma vida cansativa que ele pretendia tirar proveito assim que se formasse e fosse exercer uma atividade que os estudos lhe permitiria. De outro estado, ele, aqui em São Paulo, alugara um quarto e assim vivia em sua solidão, apenas tendo como companhia os livros. Não namorava pois achava que era perder um tempo precioso se envolver com uma garota, que iria desviar o foco de suas atenções. Mesmo assim, as vezes dava um "pega" em alguma atrevida que se insinuava. Tinha uma amiga de trabalho que sempre oferecia seu corpo onde se aliviava, e a ela também. Apesar de ser uma garota fácil, Angélica, não saia com outros rapazes, o que indicava que sentia algo mais por Bruno.

Com seus 20 anos, ele não pensava em ter uma garota do seu lado para ser uma companhia, nas horas solitária e para que não falassem que ele era esquisito, já que bastava que um cara não fosse visto com uma garota para associarem o mesmo como gay. Gostava de transar com Angélica e procurava dar tudo de si para impressiona-la, o que sempre acabava conseguindo. Ela era perita em sexo oral, o que o deixava louco quando ela tinha seu pau na boca, passando a língua da glande até o saco cobrindo de saliva toda a extensão da vara. Fazia sempre uma garganta profunda, engolindo seus 18cm com facilidade. Gostava de segurar sua cabeça e passar a executar uma copulação bucal, até que sem conseguir se segurar, gozava em sua boca, esperma que ela engolia e espremia o pau para retirar até a ultima gota. Davam um tempo, recuperavam as forças, entre brincadeiras, lanches leves e muitas caricias.

Bruno adorava quando Angélica, ficava de bruços e o deixava apreciar seu belo traseiro, sempre o provocando para que se apossasse do mesmo. Bruno, se debruçava sobre aquelas nádegas redondas e passava a beija-las enquanto acariciava as costas dela. Arranhava a pele delicada e a deixava arrepiada, empinando a bundinha para demonstrar que estava com tesão, desejando que as caricias fossem mais profundas. Bruno, procurava, dar pequenas mordidas sobre os montes arrepiados e corria a língua no rego, procurando tomar contato com o cuzinho dela. Era mais torturante para ela, que ansiava para que ele subisse sobre suas costas e roçasse seu pau em sua bunda. Adorava aquela preparação pré posse, que a deixava elétrica, ansiando para sentir aquela dorzinha que perturbaria seus sentidos por breves momentos, até se acostumar com a penetração. Gostava se sentir o corpo dele. sobrepesando sobre o seu e o pênis indo e vindo em seu ânus. Olhava para trás e via o rosto dele, transfigurado pelo prazer que estava sentindo. Empurrava a bunda de encontro a cada estocada e com a mão por baixo dos corpos, levava os dedos na boceta molhada, dedilhando o clitóris com ansiedade, esperando pelo gozo de Bruno que seria compartilhado com o dela. Assim encerravam mais uma transa gostosa.

Mesmo com aquela amizade liberal, Bruno não se sentia muito satisfeito, com o desenrolar do pós transa. Sentia um vazio que chegava a lhe causar raiva, porém sabia que não era culpa de Angélica, mas dele. Na verdade, Bruno andava ansioso por algo que vinha atormentando-o de há muito, mas que não deixava transparecer, para ter paz em sua vida.

Quando ia para a faculdade, coincidentemente, pegava sempre o mesmo ônibus e ia lá para trás onde se encostava na lateral de um banco e ali ficava, até que... Na verdade era sempre a mesma coisa o que acontecia naquele determinado lugar. Por pelo menos meia hora, Bruno sentia aquela pressão em suas costas. Para disfarçar que não estava percebendo nada, sacava um livro da mochila e passava a "lê-lo". Ler era o que queria que pensassem, mas na verdade ele não mudava a pagina do livro, pois curtia aquela situação. Por vezes tivera a curiosidade de olhar para trás e ver quem era a pessoa que o estava encochando, fazendo-o sentir seu pau duro, contra a bunda. A sensação que sentia era de profanação, mas que o deixava "embriagado" de tesão. Adorava quando o veiculo passava por alguma depressão e balançando jogava o assediador sobre ele, fazendo-o sentir toda a dureza do membro que o estava desejando. Aquela "brincadeira" durava todo o percurso até faculdade e não era difícil, Bruno, ir diretamente para o banheiro e lá relembrando a dureza prensada em seu traseiro, se masturbar atingindo o prazer, que era mais satisfatório, do que quando transava com Angélica.


Nas aulas chegava a ficar desconcentrado, só pensando na pessoa que o excitava no coletivo. Mas quem seria? Estava disposto a descobrir. Na tarde seguinte, quando se repetiu a cena que vinha acontecendo sempre que tomava aquele coletivo, Bruno resolvera agir e levando a mão atrás, fez de conta que ia pegar um lenço no bolso traseiro da calça e tocou na "peça" que o inquietava e que fazia volume em sua bunda. Foi bem discreto, mas sabia que estava dando asas para um eventual confronto. Sentiu que o pau ficara mais duro ainda e com uma ousadia que desconhecia em si, tentou e com uma certa facilidade, desceu o zíper e meteu os dedos pela abertura chegando até o pau.

Um arrepio quente passou por seu corpo ao sentir a textura daquele pedaço masculino que o fazia vibrar. Para Bruno, que pela primeira vez, agia daquela forma. Ter o pênis de um outro homem em sua mão, era algo que o surpreendia. Estavam chegando a faculdade e isso os fez se recomporem, porém ao se virar para ver quem estava atrás de si, ficou abismado ao perceber que estava sendo assediado por um de seus professores. Ficaram se olhando e nem ligaram quando o coletivo fechou novamente as porta e prosseguiu viagem para o seu destino. Bruno, entre envergonhado e vislumbrado, com a descoberta. procurava uma saída para o clima que estava formado naquele insólito local. No entanto o professor tomara a dianteira e lhe disse:
__Vamos matar aulas hoje?

Desceram, quando a parada solicitada fora acionada, num ponto que ficava bem distante da faculdade. Atravessaram a rua e foram para o ponto que ficava em frente, onde tomaram um coletivo em sentido inverso.

Desembarcaram e caminharam por alguns minutos e depois entraram em pequeno sobrado onde subiram os degraus de uma escada que o levou para o andar superior. Entraram em uma porta aberta pelo professor e mal a mesma se fechou, ele agarrou Bruno, procurando sua boca de forma selvagem. Naquela ânsia de desfrutarem os corpos um do outro, as roupas foram se espalhando pelo chão e logo, a nudez de dois machos potentes refletiam no grande espelho que estava fixado numa das paredes, revelando formas definidas, onde as mãos passavam atrevidas procurando e encontrando o que buscavam. Se encararam quando a rigidez dos pênis foram sentida, onde os mesmos resvalavam, sentindo os pelos dos corpos.

 

Bruno, estava ansioso e quando o professor o virou de costas para ele e encaixou, seu pau que não era pequeno e nem fino, entre as nádegas do seu aluno. Para Bruno a sensação fora extremamente excitante e ele deu uma leve agachadinha para o ter mais em contato com seu rego. Levou a mão atrás e acariciou o pau. Sentindo-se mais a vontade se voltou e curvando o corpo foi de boca no mastro empinado. O contato pela vez primeira com um pau o deixou ansioso. Chupou aquele pau com maestria como se sempre o fizera. Sentiu as mãos do professor deslizarem pelas costas indo para sobre suas nádegas que naquela posição estava bem separada. Sentiu o dedo com saliva percorrer seu rego e pousa sobre o cu que se contraiu como que convidando o dedo para o penetrar.

O professor, deu um tapa na nádega de Bruno e o fez largar seu pau. O levou para a cama e o colocou de quatro na beira da mesma. Afastou-se em direção ao criado mudo, de onde tirou preservativo e gel lubrificante. Colocou a proteção e depois com o gel nos dedos lubrificou o rego de Bruno e introduziu o dedo no cu do pupilo, Bruno se contraiu, quando o dedo o penetrou e ficou imaginando como seria o pau que o invadiria. Não demorou muito para sentir a cabeça da pica, colada ao seu ânus. Com a pressão continua, uma a uma das pregas foram se distendendo e causando uma dor que fora se tornando incomoda. Bruno começou a suar e já começava a recuar a bunda, da investida. Porém o professor estava obcecado e não deu folga, forçando o pau para dentro daquele caminho virgem. Segurou com firmeza os quadris de Bruno e empurrou com força:

__Aaaaaiiiiii!!! - gritou Bruno sentindo o cu ser lacerado pela rola, grossa e comprida, que o invadiu até a metade. Seu cu latejava, quando o professor se aquietou, saboreando a pressão em torno do pau.


 

__Minha menininha gostosa, esta gostando do pau do professor?
__Você me machucou! - lamentou-se Bruno, tomando cuidado em se contorcer, pois doía muito seu cu.

__Desculpe, mas não resisti esse seu cu virgem. A muito que estou de olho em seu rabo, garoto. Quando te descobri naquele ônibus e vi que o meu viadinho era um aluno meu, a minha tara aumentou. Adorava de encochar e só esperava o dia que pudesse te cantar de fato. Não sabia que você estava afim de dar mesmo essa bundinha deliciosa. Mas quando percebi que a tua leitura era apenas um disfarce planejei o instante que te traria para cá. Agora meu gostoso, pisca esse cu que vou te foder.

__Espera. Vai com calma, não precisa ter pressa. Quero aproveitar a minha primeira vez.


 

Segurou no pau e passou a manipula-lo num vaivém cada vez mais acelerado, enquanto era estocado pela pica que tinha no cu. Não demorou muito e a dor se transformou em prazer, com o mesmo latejando a cada investida. Foi lentamente relaxando e sentindo cada vez mais as delicias do coito anal. A punheta que tocava estava frenética e chegou no seu apogeu, quando, o professor soltou um urro animalesco e em uma fincada violenta passou a esporrear no cu de Bruno que ao mesmo tempo chegava ao seu prazer. O suor era intenso. Foram para o banho, onde as caricias rolaram, sem que houvesse penetração.

Bruno, continuou a ter encontros com seu professor, apenas não matavam mais aulas. Estava sentindo um cara de sorte, pois agora podia ter em Angélica, o disfarce que o ajudaria e ter uma dupla vida de felicidade!


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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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