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CONTOS DO LEITOR



No armazém de ração

 


Samuel era um empregado do meu pai, devia ter uns 25 anos quando eu era um adolescente. Um cara forte, tipo germânico, loiro, de poucas palavras, musculoso devido ao trabalho braçal no depósito de ração. No verão sempre trabalhava de camiseta sem mangas e calção de jogador de futebol.

Várias vezes observava ele trabalhando, em especial quando carregava um saco de ração na cabeça, deixando o corpão e os músculos enrijecidos bem à mostra. E o volume no calção mais saliente.

Eu me deliciava com aqueles momentos, embora nunca demonstrei nada. Até porque sempre fui discreto e um tipo normal, em termos de postura.

Eu "brincava" com um amigo, com um ano a menos de minha idade. Ele gostava de chupar e eventualmente eu conseguia convencê-lo para ele deixar eu gozar no cuzinho. Porém eu nunca havia dado.

Nas férias de verão eu ficava todo o dia no armazém com os empregados, ajudando no que eu podia, menos nos trabalhos mais forçados.

Meus pais muitas vezes faziam programas de finais de semana prolongados, tipo quinta até domingo na praia. Aí eu e minha irmã adulta, cuidávamos do atendimento aos clientes, bem como do trabalho dos empregados que faziam os carregamentos e entrega de ração.

Como tinha um quarto, banheiro e cozinha, nos fundos do armazém onde era estocado o ração, eventualmente algum empregado pernoitava ali.
Samuel era solteiro, morava mais longe e se deslocava diariamente de bicicleta.

Naquela tarde armou-se um temporal grande no final da tarde e começou a chover muito forte. Como a chuva ainda era intensa no final do expediente, minha irmã sugeriu que Samuel pernoitasse ali, que iríamos fornecer a janta e o café da manhã. Ele gostou da ideia.

Encerramos o expediente e minha irmã disse ao Samuel que ele poderia tomar banho que ela pegaria uma roupa do pai, que era do mesmo porte dele, e que eu levaria a roupa para ele em seguida. Logo fui até os aposentos dos fundos, levar a roupa.


 

Ele estava tomando banho com a porta entre aberta. Fiquei ali, fazendo hora na cozinha, mas volta e meia tentando ver alguma coisa, mas o box estava fechado. Só enxergava o vulto e a água do chuveiro caindo naquele corpão.
Fui até a porta do banheiro dizer que eu tinha trazido a roupa.
- Espera um pouco que estou quase pronto, disse ele.

Em seguida saiu nú em pelo, sem cerimônia ficou de frente para mim, expondo um cacete menor do que eu imaginava, mas com um par de bolas de fazer inveja. O pau pendia por cima do saco. Parecia dormir ali. Era marcado por veias grossas num pau mais fino do que aparentava quando eu via o volume sob o calção, mas com um cabeção bem grande, fechado por uma pele igualmente grossa.

Na minha frente ele passou a toalha ao redor do seu corpo, pegou a roupa e foi até o quarto se vestir. Ele já deveria ter percebido que muitas vezes eu fitava meu olhar no volume de seu calção. Assim como naquele momento, com certeza percebeu que eu fiquei desconcertado, sem conseguir tirar meu olhar do seu "conjunto".
- Vem aqui pro quarto Henrique, eu não me importo, falou Samuel.

Fui até lá, ele estava só de cueca, colocando perfume e se penteando. Naquele momento ela estava bem mais falante do que no dia a dia no serviço. Ele terminou de se vestir e ficamos conversando sobre assuntos que iam surgindo.

Tinha uma tevê no quarto, mas não ligamos porque ainda tinha muitos raios caindo. Tinha uma cama de casal, na qual sentamos para conversar.

Falei para ele que iria até em casa e que mais tarde eu iria trazer a janta, que minha irmã já tinha me lembrado que essa era minha tarefa.
Então ele falou:

- Esse temporal deve parar logo, então quando vc voltar depois, pede para tua irmã se tu pode ficar comigo um tempo. Podemos olhar tevê e conversar para passar o tempo. Ele era bem mais simpático do que parecia ser.

Voltei para casa e antes ele lembrou para pedir autorização para minha irmã, afim de ficar olhando tevê com ele até mais tarde.

Cheguei em casa e a janta já estava servida numa bandeja. Minha irmã disse que ela tinha preparado janta para nós dois. Que eu era para fazer companhia com ele, para Samuel não ficar sozinho. Pedi se podia assistir tevê com ele depois, ao que ela respondeu que sim, até gostando da ideia.

Voltei para os aposentos onde Samuel estava, bati na porta, ele pediu para entrar. Coloquei a bandeja na mesa e ele apareceu só de calção, com o corpo cheiroso e másculo. Falei que iríamos jantar juntos, ele adorou a ideia. Também disse que eu poderia assistir tevê até mais tarde. Vi que ele ficou feliz. Arrumamos a janta, peguei o refri e nos alimentamos.

Como minha irmã era muito detalhista, ela já havia colocado uma escova de dentes nova e um creme dental, para entregar a ele. Logo Samuel foi escovar os dentes.

Ao voltar ele me convidou:
- Vamos deitar na cama para assistir tevê, aí podemos ficar à vontade e confortável.
- Pode ser, falei.

Como tinha mais algumas almofadas, além dos travesseiros. Fizemos um encosto e já me ajeitei de um lado.

Samuel voltou ao banheiro e escutei que ele estava mijando. Demorou mais um pouco e veio pro quarto.
- Henrique, vc se importa se eu ficar só de cueca?
- Não, sem problema, falei.
Ele sentou do meu lado e foi trocando de canal até encontrar um filme que parecia ser legal.

Conversamos e olhamos o filme por um tempo, até que deu uma cena de sexo, daquelas que só aparecem panos, vultos e gemidos, mas nada explícito.
- Nossa que tesão que me dá quando vejo isso, disse Samuel.
Só dei uma risada.

Ele perguntou:
- E vc também gosta de ver isso? Já olhou filme de sexo explícito?
- Gosto, falei. Já olhei sim, na casa do Vitor, meu amigo.
- Ah, tu não é bobo não, né Henrique? Com essa carinha de inocente, mas já tá ligado no que é bom, não é mesmo?
- É, falei. Sem saber o que dizer.

Ao olhar para sua cueca, vi que ela estava esturricada, e ele muito à vontade naquela cena, parecendo que estava querendo me mostrar.
Fiquei sem saber direito o que fazer, ou o que dizer.
- Me diz Henrique, vc já fodeu bastante?
- Fiquei sem jeito, sem saber o que responder.

Aquela hora já não prestávamos mais atenção na tevê. Ele pegou no seu pau, ainda sob a cueca, apertou, levantando e deixando seu corpo bem reto sobre a cama, dizendo:
- Ah, foder é a melhor coisa que já inventaram, olhando para mim.


 


Me conta mais uma coisa, Samuel pediu para mim, e o Vitor é um amigão, não é? Dando uma risadinha.
Sim é meu amigo, por quê?

Um tempo atrás, ao meio dia, tu levou ele para o armazém. Eu estava descansando numa pilha de ração e vi tudo.
- Tudo o quê? perguntei, meio irritado.
- Vi como ele chupou bem teu pau. E tu é foda hein? Nem tirou da boca dele na hora de gozar, por mais que ele murmurava. Hahahahaha , essa tua carinha de inocente não me engana mais. Fiquei sem saber o que dizer.

Mas eu gostei de ti. É assim mesmo que a gente precisa agir, se o cara chupa teu pau ou tu come ele, é tu que precisa dar as ordens..... hahahahaha

Só de pensar naquela cena, quando vi vocês, meu pau quase explode. Ai ele baixou a cueca e começou a se punhetar bem devagar e gemendo.....
- Ai, que coisa boa....

- Oh cara, tu tá de pau duro também, bate uma pra ti. Isso, vamos bater uma punheta juntos? Vamos lá.... Quero ver.... Baixa o calção....

Baixei minha roupa, liberei meu pau e comecei a bater meio envergonhado.
- Mas olha o filho do patrão, é calçado o guri, hein?

Realmente meu pau era maior e mais grosso que o dele, mas meu saco acho que dava um terço do dele, e minha cabecinha bem pequena e fina.
- Vc já chupou o Vitor também? perguntou.
- Claro que não, respondi.

- Ah, mas então tu não sabe o que tu tá perdendo. É muito bom.... Olha aqui meu pau, vem cá, eu deixo tu chupar meu cabeção....
- Eu não, não sou viado? respondi

- Deixa disso. Para chupar meu pau não precisa ser viado. Ah, só um pouquinho. Te juro, nunca vou contar para alguém.

Nisso ele levantou da cama, dizendo que iria chavear a porta da cozinha.
Voltou todo pelado, atirou a cueca no canto, dizendo:

- Pronto, chavei a porta, agora tu pode mamar meu cacete... Nisso ele vinha em minha direção, do lado da cama.

- Tá ficando louco, Samuel. Não vou fazer isso, e tu para senão vou contar pro meu pai.

- Tu não vai contar nada porque eu sei de ti e do Vitor. Tu sabe que teu pai não iria gostar nada de saber o que eu sei. A mãe do Vitor é uma louca. Então fizemos assim, tu me chupa hoje e nunca ninguém saberá de nada.


 

Nisso ele segurou minha cabeça e foi puxando contra seu corpo, até esfregar a vara no meu rosto.

Protestei, reclamei, mas ele fazia de conta que não era com ele. Como eu não abria a boca, ele se irritou.

Puxou minhas pernas, me deixando de costas sobre a cama, se ajoelhou com meu corpo entre suas coxas e começou a esfregar o pau no meu peito e rosto.
Então ele ordenou:

- Agora começa a chupar, senão abro tua boca com minha mão e posso te machucar....

Comecei a chupar aos poucos. Realmente o cabeção enchia a boca. Eu queria muito aquilo, mas ainda tinha medo. Ele me dizia como fazer, como chupar e lamber. Com a mão direita batia punheta e ficava metendo na minha boca. De repente ele parou. Desceu e me mandou ficar deitado de barriga.
- Por quê? perguntei.
- Quero te ensinar mais uma coisa que sei que tu vai gostar muito.
Nisso ele já virou meu corpo e já senti seu peso em cima de mim.

Percebi ele salivando o cacete e quando passou saliva na minha bunda, sabia o que iria acontecer.

Quando senti a vara sendo pressionada contra meu cuzinho, ele perguntou:
- É a primeira vez que tu vai dar o cú? Porque tá muito apertado ainda.
- Sim, falei.

- Fica tranquilo, vou fazer bem devagar... Ele deu uma arremetida e senti como se meu cú estivesse rasgando. Senti muita dor e pedi para ele parar, implorei, mas de nada adiantou.
- Isso, pede pra tirar, geme gostoso. Toma.... ele metia mais alguns centímetros.... Ahhhh que cuzinho gostoso.

- Eu vi a muito tempo que tu queria dar pra mim, tu nunca tirava o olho do meu pau. Agora aproveita. Isso que te quero dar... Ahhhhhnnnnnn. Agora fica firme....ahhhhh, enfiei tudo...ahhhh

Começou a estocar sem parar dali em diante, num vai e vem alucinante. Passados alguns minutos, já estava me acostumando e gostando. Comecei a sentir um tesão muito gostoso a cada instante que ele metia a vara.

 

- Cara, tu tem um cuzinho muito gostoso, ahhhhh, coisa mais boa...ahhhhh
- Deixa eu te abraçar com força. Ele deitou todo o corpo sobre mim, me abraçando com força. Ao sentir sua respiração ofegante no meu ouvido, seu cheiro de macho misturado com o perfume, me deixava cada vez mais excitado.

Logo eu estava gozando muito, sem que ele sequer encostasse no meu pau.
Parecia que ele estava sentindo, pois quase ao mesmo tempo ele anunciou que estava gozando. Deixou dentro por mais um tempo.

Depois tirou devagar, limpou na minha bunda e foi ao banheiro se lavar...


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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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