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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Itália pode legalizar união  civil homossexual em breve.


Projeto aprovado no Senado está em comissão especial


O primeiro-ministro da Itália, Matteo Renzi, afirmou, na quarta-feira, 13, que espera ver o projeto de lei que autoriza a união civil entre pessoas do mesmo sexo no país sancionado ainda em abril.

O projeto foi aprovado no Senado e está em análise na Comissão de Justiça da Câmara dos Deputados, que deve terminar seus trabalhos nesta semana e liberá-lo para votação em plenário.

“Acredito que dentro deste mês poderemos assinar a lei sobre união civil. Será um grande dia de festa. Poderemos assinar uma lei que já existe em tantos outros países”, declarou Renzi durante um bate-papo com internautas no Facebook e no Twitter, segundo a Agência Ansa.



Judeu que matou jovem em parada  gay é condenado por assassinato.


Assassino havia acabado de sair da prisão quando matou jovem no evento


O judeu ultra-ortodoxo que matou uma jovem de 16 anos e feriu cinco pessoas na Parada do Orgulho Gay de Jerusalém, em 2015, foi condenado por assassinato e seis tentativas de assassinato.

Yishai Schlissel esfaqueou a adolescente Shira Banki, que morreu no hospital dias depois por causa dos ferimentos. Uma das praças mais famosas da cidade será rebatizada em homenagem à jovem.

Na época do crime, Schlissel havia sido libertado há apenas três semanas depois de passar dez anos preso justamente por tentar matar pessoas na mesma parada em 2005.

O assassino diz que não reconhece o tribunal onde está sendo julgado e recusou advogados. Em determinado momento do julgamento ele gritou: “A parada gay deve ser parada para que a alma de Shira Banki ascenda ao céu.”

Ainda não foi determinada a pena do homofóbico. A próxima parada gay de Jerusalém está marcada para 21 de julho.

Agência de Inteligência Britânica pede perdão por banir gays do Serviço Secreto.


Alan Turing


É conhecida a história de Alan Turing, o homem gay que decifrou o código nazista e colaborou com o fim da Segunda Guerra Mundial, que se matou e morreu no anonimato. O professor, perseguido após ser dispensados de seus trabalhos na Agência de Inteligência Britânica (GCHQ), em tempos que ser gay na Inglaterra era crime, já foi alvo de desculpas por parte do governo britânico. Foi a vez da própria agência se desculpar por Alan e todos os gays banidos de lá até 1991.
 
O chefe da GCHQ, Robert Hannigan, entrevista ao site Pink News na semana passada, comentou as declarações de Tim Cook, da Apple, e Chelsea Manning, que vazou para o Weakleak os monitoramentos secretos dos EUA, que o acompanhamento em massa poderia ser prejudicial especialmente aos LGBTs. O chefe da agência, que tem parceria com os Emirados Árabes, por exemplo, garantiu que os dados são selecionados antes de repassados para países em que informações triviais podem causar impacto nos direitos individuais.

Ele explicou ainda que homossexuais eram banidos no passado de serviços secretos pois suas relações secretas poderiam ser alvo de chantagem por troca de informações. Ele aproveitou para pedir desculpas pelo banimento de gays da agência. Na prática, ainda se sabe que os governos usam a homossexualidade para coptar infiltrados em governos antigays e obter informações.

Exaltação de torturador por Jair Bolsonaro faz OAB-RJ ir ao STF pedir cassação.




O torturador Carlos Alberto Brilhante Ustra, morto por um câncer em outubro passado, foi mencionado em discurso de voto do deputado federal Jair Bolsonaro no processo de admissão do impeachment presidencial neste domingo. Pesa sobre Ustra a brutalidade e desumanidade de suas torturas realizadas no DOI-Codi-SP, nos anos 70. Ele quem torturou a presidente Dilme Rousseff, e é acusado de lhe arrancar dentes com socos. O torturador, o primeiro militar julgado após o fim da ditadura, ainda colocaria ratos vivos nas vaginas das presas políticas como forma de tortura, uma grávida, inclusive, e tinha o hábito de aplicar eletrochoques nas suas vítimas.

"Perderam em 1964, perderam agora em 2016. Pela família e pela inocência das crianças em sala de aula, o que o PT nunca teve. Contra o comunismo, pela nossa liberdade, contra o Foro de São Paulo, pela memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, o pavor de Dilma Rousseff...”, declarou o parlamentar.

A Ordem dos Advogados do Brasil Seção Rio de Janeiro (OAB-RJ) vai  acusar Bolsonaro de crime de apologia à tortura, e vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedir a cassação do mandato do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ). Espera-se que a OAB nacional questione a imunidade parlamentar e ainda entre com representação na Corte Interamericana de Direitos Humanos.

"O que ele fez ali é como um deputado subir no parlamento alemão para exaltar Hitler e defender a morte dos judeus. A apologia à tortura, ao fascismo e a tudo que é antidemocratico é intolerável”, afirmou o presidente da OAB-RJ, Felipe Santa Cruz, é filho do desaparecido político Fernando Santa Cruz. “Qual é o limite efetivo dessa expressão de imunidade no parlamento? Eu posso defender o crime, a ilegalidade? Eu sempre achei o deputado Bolsonaro uma figura folclórica. Mas ele está virando um porta-voz do ódio”, afirmou o advogado.

Minutos depois de declarar seu voto, Bolsonaro foi alvo de um cuspe de Jean Wyllys, depois chamar o deputado gay que votava de "boiola" e "queimador de rosca".

Recife (PE): Estudante gay denuncia agressão  homofóbica em ponto de ônibus.


Robson apanhou enquanto ouvia insultos homofóbicos

O estudante de Pedagogia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Robson Guedes denunciou, em sua página no Facebook, agressão ocorrida no domingo, 10.

O jovem havia passado o dia ao lado do namorado, no bairro da Várzea, no Recife, quando levou o namorado até um ponto de ônibus. Segundo o jornal Extra, no caminho, o casal foi de mãos dadas conversando. Ao retornar para casa sozinho, Robson, então, foi surpreendido por dois homens que o espancaram e saíram correndo.

“Dois caras que estavam encostados num fiteiro, começaram a falar: cadê o outro viado? Tá sozinho, bichinha? Me puxaram, me deram uma rasteira, tapei o rosto com as mãos com medo dos socos que viria, e recebi alguns chutes na barriga, ao som de insultos. Tudo isso por um simples motivo: duas mãos dadas”, escreveu o estudante na rede social.

“A força se esvai e me questiono apenas do futuro, hoje, consegui sobreviver, amanhã terei de escolher entre abdicar ser quem eu sou, ou morrer lutando”, desabafou Robson, em outro trecho da publicação.
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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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