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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Casamento gay: Filhas de Obama foram responsáveis  por ele mudar de ideia.


Antes de conversar com as filhas, Obama acreditava que união civil era suficiente para homossexuais


O presidente norte-americano Barack Obama disse que foram suas filhas, Malia e Natasha, que o fizeram mudar de ideia sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

“Tenho que confessar que minhas filhas geralmente exercem impacto em mim”, disse Obama para 500 líderes em uma conferência no sábado, 23, em Londres.

“Não é apenas uma questão de direitos legais, mas de sentimento e estigma. Se você se refere a algo de um jeito diferente, significa que, de alguma forma, seu significado é menor aos olhos da sociedade.”

Antes, segundo o site The Huffington Post, Obama acreditava que a união estável era suficiente para garantir os mesmos direitos para heterossexuais e gays, mas descobriu que o uso do termo casamento faria grande diferença para acabar com o estigma. “Pessoas que eu amo e que estavam em relações homossexuais e monogâmicas me explicaram o que eu deveria ter entendido antes”, disse.


Boicotes fazem eleitores da Carolina do Norte repensarem lei contra transexuais.


Ativistas LGBT protestam contra lei que é um retrocesso nos direitos humanos


Estado sofre boicotes e empregos perdidos provocados pela lei sancionada pelo governador em março, que proíbe o acesso de pessoas trans aos banheiros de acordo com seu gênero.

Parrish Clodfelter, um aposentado de 79 anos que vive em uma fazenda na região central da Carolina do Sul, expressa seu preconceito sobre pessoas trans que poderiam provocar sua demissão em uma empresa multinacional, apesar de que para muitos aqui, sua opiniões constituem uma sabedoria simples do campo.

"Se um homem quer virar mulher, ele tem um problema mental", disse Clodfelter na quarta-feira, durante um almoço no Spiro's Family Restaurant, onde cartazes na porta anunciavam aulas de porte de armas escondidas e um culto "Domingo Caipira" na igreja pentecostal.

Mas Clodfelter enfrenta um tipo diferente de problema. Um republicano de longa data, ele quer apoiar Pat McCrory, o governador republicano da Carolina do Norte, em sua tentativa de reeleição. Ao mesmo tempo, ele está preocupado com os boicotes e empregos perdidos provocados pela lei sancionada pelo governador em março, que proíbe o acesso de pessoas trans aos banheiros de acordo com seu gênero e elimina as proteções antidiscriminação para lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.

Se a reação continuar, disse Clodfelter, ele considerará votar no adversário democrata de McCrory, Roy Cooper, que apoia a derrubada da lei. "Temo que se não a mudarem, ela prejudicará o Estado", ele disse.

Antes mesmo de a lei ganhar destaque no debate nacional sobre os direitos LGBT, correção política e privacidade, a Carolina do Norte, um raro Estado sulista dividido igualmente entre liberais e conservadores, era considerada indefinida na disputa presidencial de novembro, particularmente se Donald Trump conquistar a indicação para encabeçar a chapa republicana.

Agora a lei, e a reação contra ela, introduziu um tipo diferente de energia volátil na política estadual daqui, influenciando na eleição ao governo estadual que pode ser a mais disputada do país. Também está afetando outras disputas cruciais, incluindo a do senador Richard Burr, que espera superar a forte adversária democrata Deborah K. Ross, uma ex-deputada estadual e ex-diretora estadual da União Americana pelas Liberdades Civis.

Na semana passada, Burr, que defendeu a lei, foi atacado pelos democratas que não perderam a chance de transformar uma questão cultural em uma econômica, já que o Estado vem sofrendo com a retirada de empresas que protestam contra a lei, incluindo o PayPal, que cancelou seu plano de trazer mais de 400 empregos a Charlotte. Na quinta-feira, o Comissário da NBA (a liga americana de basquete), Adam Silver, disse que a liga vai transferir seu All-Star Game (o jogo das estrelas) de 2017 de Charlotte se a lei não for mudada.

Até o momento, o rebuliço está causando mais mal a McCrory, um afável ex-prefeito de Charlotte que tem tido dificuldade, desde que assumiu como governador em 2013, em manter sua reputação como moderado diante de um Legislativo dominado pelos republicanos, que é consideravelmente mais conservador do que ele. Uma pesquisa realizada pela Universidade Elon entre 10 e 15 de abril mostrou Cooper, o procurador-geral de longa data do Estado, à frente de McCrory, 48% contra 42%, nas intenções de voto dos eleitores registrados. Foi a maior vantagem de Cooper nas cinco pesquisas realizadas pela Elon nos últimos 12 meses.

Mas novembro ainda está longe e questões sociais reverberam de formas complexas em um Estado com reputação de moderado, mas que também produziu Jesse Helms, o senador federal arquiconservador.

Carter Wrenn, um estrategista político veterano que trabalhou com Helms, disse que ultimamente os democratas estão vencendo nas discussões a respeito da lei. Mas ele disse que os republicanos terão tempo para defender sua posição junto aos eleitores de que a lei ajuda a assegurar privacidade e segurança em sanitários públicos. "Não sabemos ao certo como tudo isso vai se desdobrar", disse Wrenn.

A questão é particularmente incômoda para McCrory. Pesquisas de boca de urna de 2012 mostram que ele obteve apoio de 49% dos eleitores que se descreviam como moderados e 19% dos que se descreviam como liberais.

Na semana passada, McCrory, 59 anos, mal conseguia conter sua irritação com o fato de a lei ter se transformado em um tema central da eleição, desviando a atenção de sua mensagem principal: a de que tem sido um condutor sábio da economia, que conseguiu promover o que ele e sua equipe rotularam como "Recuperação da Carolina".

Segundo ele, o vespeiro não foi chutado por ele, mas pela Câmara Municipal democrata de Charlotte, que aprovou uma portaria antidiscriminação em fevereiro, permitindo às pessoas trans o uso de banheiro de acordo com seu gênero. Antes de sua aprovação, ele disse, ele enviou um e-mail à Câmara alertando que se ela mudasse as "normas básicas para banheiros e vestiários", ele seria forçado a apoiar uma lei estadual as anulando.

McCrory preferiria falar sobre a melhora da economia do Estado desde que assumiu no lugar da ex-governadora democrata, Beverly Perdue. Ela se recusou a tentar a reeleição após um único mandato no qual a Carolina do Norte enfrentou uma recessão e no qual ela entrou em choque com o Legislativo, que passou a ser controlado pelos republicanos em 2010, em torno da política tributária. A recuperação do Estado, segundo McCrory, foi obtida por meio de sua capacidade de implantar uma redução de impostos de US$ 4,4 bilhões, incluindo o que sua campanha descreve como "uma das maiores reduções de impostos na história do Estado".

"Eu herdei um governo falido e uma economia falida", ele disse. "Tínhamos a quinta maior taxa de desemprego do país quando tomei posse: 9,4%. E tivemos uma das maiores recuperações nos Estados Unidos da América." O desemprego no Estado agora é de 5,5%.

Em um café em Raleigh na semana passada, Cooper, que serve como procurador-geral desde 2001, argumentou que a recuperação da Carolina é um mito, dizendo que ocorreu "uma melhoria geral da economia em todo o país".

"Não há uma recuperação da Carolina para o trabalhador comum", ele disse. "A maioria das pessoas está trabalhando mais arduamente, por mais horas, e ganhando menos do que antes da recessão."

Por que o Brasil está mesmo vulnerável a um ataque do Estado Islâmico.




Até pouco tempo restrito às redes sociais e a outros continentes, o grupo terrorista Estado Islâmico chegou - aparentemente - mais perto dos brasileiros na última semana.

A Agência Brasileira de Inteligência confirmou que mensagens que ameaçavam o Brasil e que foram postadas pelo grupo terrorista eram autênticas.

"Brasil, vocês são nosso próximo alvo."

A mensagem foi postada em novembro do ano passado por Maxime Hauchard, integrante do Estado Islâmico. A conta, reconhecida como autêntica, já foi desativada.

Em entrevista ao HuffPost Brasil, o professor de Segurança Internacional Bernardo Wahl afirmou que seria mais provável que o Brasil fosse palco de um atentado do que o alvo propriamente dito. "No caso das Olimpíadas, por exemplo, o palco seria o Brasil, mas o alvo seria o evento, ou até mesmo a delegação de algum país considerado inimigo do grupo, mais ativo nas batalhas."

Para Wahl, mesmo que tardiamente, a notícia não foi divulgada por acaso. A demora, segundo o especialista, tem a ver com o tempo que a Abin precisou para confirmar a autenticidade do perfil autor e da própria ameaça.

"Acho que ao divulgar uma informação como essa há o propósito de conscientizar a população, e só o fato de a gente discutir e ter consciência sobre isso já é algo importante", explica Wahl, que devido à falta de espaços para discutir o tema, criou um curso sobre a Atividade de Inteligência no Brasil e a Segurança Internacional.

Ainda que remoto, caso um atentado terrorista acontecesse no Brasil, segundo análises de estudiosos, provavelmente seria perpetrado por um lobo solitário, uma pessoa que não tem ligação com o grupo, mas que se identifica com a ideologia. A Abin, inclusive, já identificou alguns indivíduos que têm afinidades com as ideias pregadas pelo Estado Islâmico em território brasileiro.

A outra possibilidade, bem mais remota, seria a de o atentado ser cometido por uma célula relativamente organizada e com contato operacional com a base do Estado Islâmico no Oriente Médio - onde o grupo vem perdendo território, conforme reflete o especialista em segurança:

"Por conta desse enfraquecimento, o Estado Islâmico tem outras prioridades, e trava uma guerra com múltiplos atores ao mesmo tempo. Uma situação como essa, no entanto, pode levar a medidas desesperadas e mudanças de táticas: o EI poderia deixar de ser aquilo que eu chamo de 'protoestado' e começar a operar como uma organização terrorista que funciona em forma de célula".

Nos ataques recentes e perpetrados fora de sua área principal de atuação, o Estado Islâmico concentrou seus ataques em áreas com elevada circulação de civis: em Paris, os alvos foram restaurantes e uma casa de shows, e na Bélgica, a área de embarque do principal aeroporto do país.

Em função disso, o trabalho de inteligência se torna ainda mais importante. Cabe principalmente à Abin monitorar as possibilidades de ameaça e ter informações no tempo necessário para evitar qualquer tipo de ataque.

Esse trabalho, de acordo com Wahl, é silencioso e não vem à tona — a não ser quando interessa ao próprio serviço, como no caso da potencial ameaça do Estado Islâmico, divulgada pelo diretor do Departamento de Contraterrorismo, Luiz Alberto Sallaberry.

"Quando se lida com o terrorismo, o fundamental é agir proativamente, e evitar que o atentado aconteça. Para isso, precisamos obter informações no tempo certo", explica Wahl.

"A Abin faz um bom trabalho, mas os recursos de inteligência do Brasil são limitados, e essa é uma área que tradicionalmente recebe pouca atenção do governo. Justamente por conta disso, pode existir uma vulnerabilidade. Nós contamos com o apoio de serviços de inteligência estrangeiros, mas é muito importante que a informação relevante chegue a tempo."

Selvageria: Suspeito de agressão homofóbica  é acusado de lesão corporal grave.


Vítima foi agredida na Praça Tiradentes, centro da cidade

Foi indiciado pela 5ª DP (Gomes Freire) do Rio de Janeiro o suspeito de agredir um promoter de 20 anos no último dia 10 na Praça Tiradentes, centro da cidade.

Mayson Mendes Carneiro, de 19 anos, prestou depoimento e admitiu que agrediu Paulo Victor. Segundo o jornal O Dia, na versão apresentada aos agentes, ele afirma que a vítima teria “passado a mão na bunda” pela segunda vez em dois meses.

Paulo Victor precisará passar por uma cirurgia para a reconstrução da face já que teve um osso quebrado pelo criminoso. Ele levou 16 pontos, parte na maçã do rosto e parte no interior da boca.

O suspeito, que é garçom em um restaurante da região, disse aos policiais que conhece o promoter de vista e que há dois meses ele já havia cometido o mesmo assédio sexual repetido no último dia 10. Mayson afirmou aos agentes que Paulo Victor ainda saiu rindo do restaurante. Segundo disse no depoimento, ele foi tomar satisfações e, irritado, desferiu um soco na vítima.

Justiça: Promotor recebe indenização após  ser demitido por ser gay.


Após deixar de ir a cultos, ex-funcionário era convocado para reuniões para tratar de sua orientação sexual


Um promotor de eventos receberá indenização de R$ 25 mil após ser demitido por ser gay. O profissional passou a ser perseguido no trabalho depois de assumir sua orientação sexual e deixar de ir ao culto evangélico frequentado pelos donos da empresa.

O ex-funcionário, que não teve nome divulgado, era constantemente convocado para reuniões com os sócios da empresa com intuito de “tratar da sua orientação sexual”. Ele foi chamado de “sem caráter” e “ladrão”, dentre outros termos. Depois, foi demitido e desalojado, já que alugava uma casa nas dependências da empresa.

A 7ª Vara do Trabalho de Florianópolis condenou a empresa à revelia, já que ninguém apareceu para se defender. Para o juiz Carlos Alberto Pereira de Castro, a empresa expôs o funcionário ao constrangimento.

“Trata-se de procedimento vexatório, que excede o limite de cobrança e gerenciamento, transformando-se em violação à intimidade e dignidade do empregado.”

Além da indenização, a empresa foi condenada a restituir ao funcionário bens como fogão, geladeira e sofá, que ficaram retidos na empresa. Juntos, eles somam R$ 9,3 mil. A empresa não recorreu da decisão.

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Postado por Andy | (2) Comente aqui!

2 comentários:

  1. Se essa ameaça de atentado terrorista for verdadeira, há uma grande chance de ser durante as Olimpíadas.

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  2. E verdade. onde tiver grande concentraçao de massa para usar como ``propaganda`` posteriormente. Ha grande concentraçao de muçulmanos no sul do Brasil ( Foz do Iguaçu) e por ali que penso, pode surgir os FUNDAMENTALISTAS. Espero que nao aconteça nada.

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