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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Mississippi sanciona lei que permite empresas negar atendimento a gays.




Quer um pouco de retrocesso pra te fazer lembrar que ainda temos muita coisa pra mudar nesse mundo? Então vamos lá!

O governador do Estado do Mississippi (EUA), Phil Bryant, promulgou uma lei que permite que empresas públicas e privadas neguem atendimento a gays com base nas crenças religiosas de seus empregados.

Mesmo com a oposição de associações de defesa dos direitos gays e de algumas empresas, como a montadora de carros Nissan, Bryant assinou a norma nesta terça (5). Por outro lado, a decisão é apoiada por grupos conservadores e religiosos.

A intenção da medida, segundo o Estado, é proteger aqueles que creem que o casamento deve ser constituído apenas por um homem e uma mulher, que as relações sexuais só devem ocorrer dentro do matrimônio e que masculino e feminino são gêneros imutáveis.

“Este projeto de lei apenas reforça os direitos de liberdade religiosa que existem atualmente, como está indicado na Primeira Emenda da Constituição dos EUA”, escreveu o governador republicano em uma publicação em sua conta no Twitter.

A lei permite que igrejas, instituições religiosas de caridade e empresas privadas neguem atendimento a pessoas cujo estilo de vida violem essas crenças. Funcionários públicos também podem optar por não realizar trabalhos a casais gays, embora a medida afirme que os governos ainda devem prestar serviços.

“Esta lei não limita nenhum direito ou ação constitucionalmente protegidos sob as leis federais ou estaduais de qualquer cidadão deste Estado”, disse Bryant. “A medida não tenta desafiar as leis federais, mesmo aquelas que estão em conflito com a Constituição do Mississippi, já que a legislatura reconhece a proeminência da lei federal em algumas circunstâncias limitadas.”

A lei faz parte de uma série de iniciativas similares em Estados conservadores em resposta à decisão da Suprema Corte americana, em junho de 2015, de legalizar a união entre pessoas do mesmo sexo em todo o país.

Enquanto a Carolina do Norte promulgou uma lei que, entre outros pontos, obriga as pessoas a usarem os banheiros públicos de acordo com seu sexo de nascimento, o que irritou transgêneros, governadores na Geórgia e na Dakota do Sul vetaram propostas.

“Esta lei vai contra princípios norte-americanos básicos de equidade, justiça e igualdade e não irá proteger a liberdade religiosa de ninguém”, diz, em comunicado, Jennifer Riley-Collins, diretor-executivo da American Civil Liberties Union of Mississippi. “Longe de proteger alguém de ‘discriminação do governo’, como a lei reivindica, trata-se de um ataque contra os cidadãos de nosso Estado e vai servir como emblema da vergonha do Estado do Mississippi.”

Diversos grupos econômicos e esportivos pedem que a lei seja revogada, enquanto várias organizações, entre elas a influente associação de defesa das liberdades civis ACLU, recorreram aos tribunais.’


2 milhões de colombianos assinam  petição a favor da adoção gay.


Apoio foi mais do que o necessário para fazer avançar projeto


Uma campanha pela adoção por casais do mesmo sexo angariou mais de 2 milhões de assinaturas na Colômbia. Isto foi mais do que o 1,8 milhão de assinaturas que era necessário para avançar um projeto de lei sobre o tema.

O abaixo-assinado foi proposto pela senadora Viviane Morales, do Partido Liberal. Outros 45 senadores dos partidos Centro-Democrata e Conservador apoiaram a iniciativa.

Agora, o projeto deve ser levado ao Tribunal Constitucional, o mesmo que ainda este ano deve analisar o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

 Pai mata filho gay nos EUA e polícia ainda tem que desvendar outra morte na casa.





Um homem de 69 anos, Shehada Khalil Issa, é acusado em Los Angeles de assassinar o próprio filho Amir, de 29 anos, por homofobia. O senhor alegou legítima defesa depois de encontrar a esposa morta esfaqueada em casa e ser ameaçado pelo filho que portava uma arma brancas. O rapaz ue está desempregado havia relatado no Facebook como sua família o controlava e parecia querer se apropriar do seu dinheiro, ganho quando era designer de software. O jovem que era cristão como os pais parece confuso em suas postagens, reclamando da família e dizer que quer ir ver Jesus.

A tragédia familiar aconteceu na última terça-feira, dia 29, no subúrbio de North Hills. O jovem gay foi morto do lado de fora de casa por um tiro de pistola mas no local não foi encontrada a faca que matou a mulher, supostamente usada para ameaçar o pai que alega legítima defesa. Para a polícia, a morte do filho tem como motivação a homofobia do pai. Já o assassinato da mãe será investigado à parte.

Se condenado o pai poderá pegar prisão perpétua. No próximo dia 11 acontece a primeira audiência do caso.

Jovem é espancado após dar selinho em namorado no Burger King.





A homofobia fez mais uma vítima. Desta vez, foi o jovem Jordan Schaeffer, que foi brutalmente espancando após dar um selinho em seu namora, Eric Danko, ambos com 25 anos. A agressão aconteceu dentro de uma lanchonete do “Burger King”, em Miami.

“Foi apenas um beijo simples em meu namorado. E, em seguida, logo após aquele beijo, fui abordado por um homem. Ele então começou a usar termos pejorativos”, conta Jordan, em entrevista à CBS. De acordo com o rapaz, uma segunda pessoa segurou o seu namorado no momento do ataque, impedido que ele intervisse a agressão. Uma câmera de segurança filmou o momento de toda a confusão.

“Tudo aconteceu tão rápido! Logo em seguida ele me jogou no chão e eu vi apenas uma espécie de borrão”, acrescentou. Com o rosto completamente desfigurado, Jordan está abalado com o ataque. “Falar sobre isso me deixa desconfortável. Estamos em 2016 e em uma cidade como Miami Beach, onde eu pensei que ser gay seria muito aceito”, finalizou.



Até o momento, o “Burger King” não se pronunciou sobre o caso e os agressores continuam foragidos. 

Militante gay é morto em casa em Canoas na Grande Porto Alegre.




André Pereira Santana, 28 anos, militante homossexual e portador de necessidades especiais iria em maio participar da Conferência Nacional LGBT mas na tarde da última sexta-feira (1º) seu corpo foi  encontrado em seu apartamento, no Centro de Canoas, Região Metropolitana de Porto Alegre. Segundo a polícia, André foi estrangulado até a morte. Marcas finas foram encontradas na região do pescoço da vítima, que trabalhava em uma empresa de elevadores. ?A militância local prestou homenagens ao jovem que era descrito como carinhoso e dedicado.

Segundo vizinhos, o suspeito de ter assassinado o homem estava na casa da vítima há 2 dias e foi ouvido um barulho de porta na manhã da sexta-feira. A polícia acredita que o crime ocorreu por volta das 11h da manhã e que a motivação do crime foi passional, já que o assassino estaria na casa da vítima com seu consentimento.

Em 2011, outro crime parecido chocou a comunidade gay de Canoas. Thiago Knowles, 21 anos, figura querida na noite gaúcha, foi encontrado morto dentro de seu apartamento, onde morava sozinho, enforcado com cordas de varal.

O que aconteceu com Ediego Fernando?




 A polícia de Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba, ainda não tem pistas do assassino de Ediego Fernando, encontrado morto na manhã da última segunda-feira, dia 28 de março. Técnico de enfermagem, 25 anos, o rapaz morreu depois de receber três tiros na Avenida Curitiba, no bairro Santa Maria, em frente a um matagal. Os disparos acertaram pescoço, costas e tórax do rapaz. 

O crime teria ocorrido de madrugada segundo o s moradores do local, quando ouviram cinco disparos. Por medo, vizinhos ao local não saíram à rua por medo até de manhã. Ou seja, o rapaz morreu sem receber qualquer socorro.

Uma pista ou fato chamou atenção no crime: junto de Ediego foram encontradas roupas femininas em uma sacola: uma saia, cinto e sapatos vermelhos. É sabida de sua homossexualidade, mas não se sabe se isso foi fator que contribuiu para sua morte. Como após os disparos não foi ouvido barulho de motor de veículo saindo do local, e Ediego estava longe de casa, acredita-se que o assassino possa morar na região.


A família pouco sabe da vida do filho fora de casa. Ediego era querido por amigos e tinha uma vida social agitada. O envolvimento com drogas não foi descartado pela polícia que procura testemunhas e pessoas que possam ajudar a traçar os últimos momentos do rapaz para ajudar nas investigações que por enquanto não desconsidera outras hipóteses para a motivação do crime.

Se você tiver qualquer informação que possa ajudar a polícia a solucionar este crime, entre em contato com a delegacia de Fazenda Rio Grande. As denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos telefones: 41 3608-7200 ou 8791-4412.

Pesquisa aponta que gays saem do interior para ter mais liberdade nas capitais.




O Brasil ainda é um país conservador e ser homossexual assumido, em cidades pequenas, é dar a cara à tapa todos os dias ao sair na rua. Homossexuais do interior contam que os maiores medos em se assumir por lá é de ficar mal falado na cidade inteira, ser apontado em público e sofrer violência homofóbica, até dentro de casa. Outros fatores que pesam na escolha de migrar para cidades maiores são o senso de comunidade LGBT, organizações sociais que prestam serviço e auxiliam a classe e mais opções de entretenimento e emprego.

Um estudo realizado pelo Projeto Arco-íris, na Irlanda do Norte, comprova que homossexuais que moram em áreas rurais têm maior tendência a desenvolver algum nível de depressão e maior probabilidade de enfrentar discursos homofóbicos e transfóbicos na sua rotina. Descobriram também que em 43% dos casos, a orientação sexual foi, mesmo que parcialmente, o motivo da migração da área rural para a capital. 

No Brasil, o IBGE não traz esses dados para elaborarmos parâmetros, mas conseguimos enxergá-los no nosso cotidiano. Quem nunca conheceu um amigo gay que veio do interior porque era assumido na sua cidade e, por causa disso, não encontrava emprego por lá? Há ainda casos piores, de famílias que expulsaram os filhos de casa ao descobrirem sobre sua orientação sexual. 

Nelson Farias Jr., 33 anos, nasceu em Timbó, Santa Catarina, município com 40 mil habitantes, no Vale do Itajaí, e se mudou ainda pequeno para Curitiba. Seguindo o caminho inverso, precisou voltar para a sua terra natal há alguns anos e planeja agora morar na capital paranaense novamente. “Quando tinha meus 10 anos de idade, lembro que de haver um homem gay assumido na cidade toda, e era comum ouvir piadas feitas sobre ele na escola, na família, em qualquer lugar. Nunca cheguei a conversar com ele, mas nem precisei. Isto em si já foi desde então me desencorajando inconscientemente a ser um dia tão corajoso como ele”. 

Junior fundou em Curitiba no início da década de 90 um site chamado OEvento.com, um dos primeiros nas coberturas de festas noturnas na cidade, e também descobriu seu alter ego, a drag Gloria Godiva. Os projetos ficaram de lado quando precisou largar tudo e voltar para Timbó, em 2007. “Em Curitiba, por exemplo, eu pude assumir tudo aquilo que sempre fui desencorajado a admitir, porque não era só um, nem dois homens homossexuais assumidos, mas uma cena inteira bem resolvida que explora esse nicho e favorece o auto-conhecimento e liberdade individual. Isso não garantiu que eu nunca sofresse preconceito, mas garantiu que eu tivesse mais respaldo de outros LGBT, aproveitando o maior encorajamento à pluralidade”, explicou ele.

Alguns vivem na capital, ou em cidades maiores, uma vida diferente de casa, outros assumem para a família depois de encontrar independência. A entrada para uma universidade longe de casa é uma oportunidade de abertura de um mundo novo para os jovens gays, bem como se mudar com o pretexto de fazer um cursinho melhor. A distância apesar de causar saudades de cara é crucial para se viver com mais liberdade, sem pressão e em busca da felicidade de ser quem é.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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