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NOTICIAS DO MUNDO GAY

ONU pede que países deixem de tratar  gays e lésbicas como doentes.


Para ONU, tratar LGBT como doentes só piora a discriminação


O Organização das Nações Unidas (ONU) emitiu declaração pedindo que todos os países do mundo deixem de considerar a homossexualidade uma doença.

O comunicado antecede o Dia Mundial Contra a Homofobia (celebrado no próximo 17 de maio) e solicita que os governos reformem classificações médicas e adotem medidas para prevenir tratamentos forçados a quaisquer pessoas LGBT.

O documento é co-assinado pelo Comitê da ONU sobre os Direitos da Criança, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, a Comissão Africana dos Direitos Humanos e dos Povos e do Comissário para os Direitos Humanos do Conselho da Europa.

“A patologização de adultos e crianças LGBT – apelidando-os de doentes com base na sua orientação sexual, identidade ou expressão de gênero – tem sido, historicamente, e continua a ser, uma das principais causas por trás das violações dos direitos humanos que enfrentam. Ela também é um obstáculo para a superação de atitudes negativas, estereótipos e as múltiplas barreiras para a realização das pessoas LGBT de direitos humanos mais fundamentais”, diz trecho do comunicado.

Bispo católico diz que união  gay na Itália é 'fascismo'.


Igreja fez pressão durante anos contra a união civil homossexual no país


A união civil homossexual aprovada na Itália esta semana não foi bem digerida pela Igreja Católica, que tem força política no país.

Ao jornal La Repubblica, o arcebispo Michele Pennisi disse: “Há uma grande fatia do país que não quer essa lei. Eu acredito que essa maneira de fazer é de um fascismo rastejante.”

A um jornal local, outro arcebispo, Bruno Forte, que dirigiu o Sínodo para a Família (encontro de bispos católicos do mundo todo que ocorreu na Itália em 2015), afirmou: “É sem dúvida uma derrota e um empobrecimento da vida democrática em uma questão que pode ter um enorme impacto sobre o futuro da sociedade.”

“Da parte da Igreja, existe sempre a proclamação do Evangelho da família como uma instituição fundamental do ser humano, social e da vida cristã”, completou.

Polícia da Nigéria prende seis  homens por causa de sexo gay.


Seis homens foram presos na cidade de Benin, no sul do país


A polícia nigeriana prendeu seis homens pelo crime de sexo gay. Eles foram capturados na cidade de Benin, no Estado de Edo.

Todos os acusados – na faixa dos 20 anos – teriam confessado o “crime de homossexualidade”. O mais novo deles, de 20 anos, disse ter sido estuprado pelo “líder da gangue”, de 24 anos, segundo a mídia local.

No país a homossexualidade pode ser punida com até 14 anos de prisão. No norte do país, a pena pode chegar à pena de morte.

Alemanha vai indenizar 50 mil gays que foram condenados após guerra nazista.




Eu ainda não conheço a Alemanha, mas tenho alguns amigos que já estiveram lá e me disseram que o povo tem um pesar, uma vergonha muito grande em relação aos feitos de Hitler.

Apesar de serem protagonistas de um dos momentos mais cruéis da história da humanidade, existe um esforço para tentar restituir de alguma forma as mazelas que aquele período provocou. Se é que isso é possível.

Na última quarta-feira (11), por exemplo, foi anunciado que a Alemanha vai reabilitar e indenizar 50 mil homens condenados por homossexualidade com base em um texto nazista que permaneceu em vigor muito tempo depois da guerra.

“Nunca poderemos remover as abjeções cometidas em nome do Estado de direito, mas queremos reabilitar as vítimas”, prometeu em um comunicado o ministro da Justiça, Heiko Maas.

Ele anunciou uma lei especial que anula as condenações e prevê indenizações, a fim de poupar uma abordagem individual. A principal associação alemã de gays e lésbicas, LSVD, instou o governo a agir antes das próximas eleições parlamentares de 2017 para “restaurar a dignidade das vítimas”.

A iniciativa “chega tarde, muito tarde”, lamentou o jornal “Berliner Zeitung”, notando que algumas das partes interessadas já “morreram há muito tempo”.

Texto.

A gravidade do antigo artigo 175 do Código Penal alemão, adotado em 1871 e que condenava “os atos sexuais contra a natureza (…), seja entre pessoas do sexo masculino ou entre homens e animais”, foi reforçada por um texto nazista de 1935 que previa até 10 anos de trabalhos forçados.

No entanto, a homossexualidade feminina nunca foi criminalizada, embora os nazistas tivessem considerado a questão várias vezes.

Mais de 42 mil homens foram condenados sob o Terceiro Reich, enviados para a prisão e alguns até para campos de concentração. Todos foram reabilitados por uma primeira lei de 2002, que também anulou as condenações de desertores da Wehrmacht.

Mas o artigo 175 foi mantido no pós-guerra, sendo o único vestígio legal da perseguição nazista, e levando a 50 mil novas condenações na jovem democracia da Alemanha Ocidental.

Estes processos ocorreram essencialmente até 1969, quando o artigo 175 retornou a sua versão anterior de 1935, mas o texto foi revogado em 1994. Na Alemanha Oriental, o artigo 175 foi restaurado imediatamente após a guerra na sua versão original e foi abolido em 1968.

Holocausto

Não sei se voce ja viu, mas postamos um filme chamado ARTGO 175 que conta a historia dos prisioneiros judeus gays nos campos de concentraçao nazista. Se nao assistiu, assista que vale a pena saber das atrocidades cometidas pelos nazistas, durante a II GUERRA MUNDIAL.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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