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NOTICIAS DO MUNDO GAY

União civil gay: 'Não jurei sobre o Evangelho',  diz Matteo Renzi.


Primeiro-ministro foi um dos maiores defensores da lei de união civil gay


O primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi, falou sobre críticos da lei de união civil homossexual, que foi aprovada nesta semana no país, e disse que ele fez seu juramento com a mão na Constituição, não no Evangelho.

“A atitude negativa de parte da hierarquia e de parte do mundo católico era obviamente esperada. Eu sou católico, mas faço política como laico. Jurei sobre a Constituição, não sobre o Evangelho”, declarou Renzi, em entrevista ao programa “Porta a Porta”, principal talk show de política do país.

No entanto, o primeiro-ministro ressaltou que respeita quem não concorda com ele. Na quinta-feira, 12, o “Avvenire”, maior jornal católico da Itália, publicou um editorial pedindo para os que são contra a lei da união civil gay “resistirem” e barrarem novas concessões aos homossexuais, como a possibilidade de adoção e a equiparação ao casamento, itens que foram sacrificados pelo PD para que o projeto pudesse ser aprovado.

Igreja evangélica autoriza casamento gay, mas é na Alemanha.




É segunda vez que falamos sobre gays na Alemanha hoje e a segunda vez que falamos sobre casamento entre pessoas do mesmo sexo em igrejas evangélicas na Europa. Ou seja, a tendência é boa!

Na Alemanha, homossexuais que fizerem questão do casamento religioso poderão contar com o apoio da Igreja Evangélica de Berlim, Brandemburgo e Oberlaustiz que já aprovou a união de pessoas do mesmo sexo.

Os casamentos poderão ser realizados a partir de 1º de julho segundo a decisão do sínodo que votou a favor da proposta. Foram 91 votos a favor e dez contra. A reunião aconteceu em Berlim no último sábado e fez com que a Igreja Evangélica se tornasse a terceira denominação protestante do país a permitir a união religiosa de casais formados por pessoas do mesmo sexo.

O bispo de Berlim, Markus Dröge, afirmou ao jornal “Tagesspiegel” que a decisão atende à necessidade de acolher a todos os casais que queiram formar uma família.

Desde 2002 a igreja evangélica de Berlim, Brandemburgo e Oberlausitz vem abençoando uniões gays, mas o ofício não era chamado de casamento. Com a decisão, os casais passarão a ser realmente casados pela igreja.

Com isso, os nomes dos casais serão inclusos nos registros da igreja e ainda poderá realizar a troca de alianças, algo que não era autorizado no ofício anterior.

O casamento gay não tem apoio de todos os pastores da denominação, por isso, ficou decidido que nos próximos cinco anos eles poderão se recusar a oficiar essas cerimonias alegando motivos de consciência.


Assumido: Premiê de Luxemburgo critica  criminalização da homossexualidade.


Xavier Bettel se casou com o marido há um ano


O primeiro-ministro de Luxemburgo, Xavier Bettel, criticou o fato de que o sexo entre homossexuais continua sendo criminalizado em alguns países.

“Um ano de felicidade já, mas não devemos esquecer nunca que estar apaixonado é ainda crime em alguns países”, escreveu Bettel no Twitter, no domingo, 15, em comemoração ao seu primeiro aniversário de casamento com o arquiteto belga Gauthier Destenay.

Bettel, que iniciou seu mandato em dezembro de 2013, se casou no dia 15 de maio de 2015, poucos meses depois que o Parlamento de seu país aprovou a lei do casamento entre pessoas do mesmo sexo e que também permite a adoção.

Bangladesh: Polícia prende suspeito  de matar ativista gay.


Ativista morto editava revista de conteúdo LGBT no país


A polícia de Bangladesh prendeu, neste domingo, 15, um homem suspeito de ter matado um ativista gay no fim de abril.

Identificado como Shariful Islam Shihab, o suspeito, de 37 anos, é ex-membro do grupo islâmico banido Harkatul Jihad. Segundo a polícia, desde meados de 2015, ele se juntou a outro grupo militante, Ansarullah Bangla Team.

Segundo a polícia, ele teria matado o ativista Xulhaz Mannan por ele era militante pelos direitos LGBT e promovia a causa por meio de uma revista, a única dedicada à comunidade arco-íris do país, da qual era editor.

No atentado, também morreu um amigo de Mannan, Tanay Majumder. Mannan também foi responsável por organizar uma parada do orgulho gay no país que foi proibida pela polícia.

Governo de Brasília lembra do dia contra a homofobia e internautas cobram lei.


No Facebook, postagem afirma que regulamentação está em andamento


No Dia Internacional contra a LGBTfobia, celebrado nesta terça-feira (17), a página do Governo de Brasília fez uma postagem para celebrar a data. Usuários da rede parabenizaram pela iniciativa, mas também cobram a regulamentação da Lei 2.615 de 2000, que pune estabelecimentos que discriminarem pessoas com base na orientação sexual ou identidade de gênero.

Em resposta, o Governo de Brasília afirma que o processo está em andamento. "Durante o mês de maio do ano de 2015, foram realizadas três reuniões internas para discussão e afinamento das ideias referentes às sanções e infrações administrativas. Foram realizadas as alterações necessárias e o processo foi remetido ao Gabinete da SEDESTMIDH o para que se seguissem os trâmites".

No dia 26 de junho, a 19ª edição da Parada do Orgulho LGBT de Brasília, terá como tema a regulamentação da 2.615, escolhida por enquete.

17 de Maio
Nesta data, em 1990, a Organização Mundial da Saúde excluiu a questão da orientação sexual, adotada como um caso de saúde pública e investigada inúmeras vezes por cientistas como distúrbio mental, da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde por distinguir que a homossexualidade é uma orientação tão sadia quanto a heterossexualidade.

A data passou a ser comemorada como o Dia Internacional Contra a Homofobia, instituída no Brasil como Dia Nacional de Combate à Homofobia em 7 de junho de 2010 por decreto assinado pelo então presidente Lula às vésperas da XIV Parada do Orgulho ?#?LGBT? de São Paulo.



Michel Temer elimina ministério que defende negros, mulheres e LGBTs.




Na manhã desta quinta-feira, o Brasil acordou com um novo presidente da república em exercício. Afastada por 180 por decisão da maioria do Senado Federal, Dilma Rouseff (PT), será investigada e pode sofrer impeachment de seu mandato. Com isso, Michel Temer (PMDB) recebeu autorização para governar o país e já tomou providências, como dar posse a novos ministros. Contudo, as mudanças das pastas do Executivo federal não agradou muita gente. Buscando "enxugar" ministérios, ele deixou de fora o das Mulheres, Igualdade Racial, Direitos Humanos e Juventude e também o da Cultura, eliminando-os de seu governo. A opção por escolher apenas homens para trabalhar ao seu lado também causou revolta dos eleitores, que o chamaram de "machista".

Discurso de posse

Durante a cerimônia de entrega dos novos Ministérios às autoridades escolhidas por Temer, o presidente da república interino fez um discurso informando que vai fazer um "governo de salvação nacional". Ele disse que não queria fazer uma cerimônia muito pomposa, já que o momento que o país passa não permite isso.

"O diálogo é o primeiro passo para enfrentar os desafios para avançar e garantir a retomada do crescimento. Ninguém tem as melhores receitas para as reformas que precisamos realizar. Mas nós, governo, parlamento e sociedade, juntos vamos encontrá-las. É necessário resgatar a credibilidade do Brasil, fator interno para que os trabalhadores de todas as áreas produtivas se entusiasmem e retomem os seus investimentos"

Sobre uma das medidas que irá tomar para isso, Temer revelou que irá investir nas Parcerias Público-Privadas (PPPs).

"Teremos que retomar as Parceria Público-Privadas para que o país possa crescer."

A respeito dos projetos sociais, ele indicou que não irá cortar nenhum dos que foram implantados por Dilma Rouseff.

"Eu reafirmo em letras garrafais: vamos manter os programas sociais. Bolsa Família, Pronatec, Minha Casa Minha Vida, entre outros, deram certo e terão sua gestão aprimorada. Vamos acabar com essa visão de que no Brasil ou tem o governo ou se vai destruir o que foi feito", pontuou.

"Eu reitero que nenhuma dessas reformas alterará os direitos adquiridos pelos cidadãos brasileiros. Quando me perguntarem o que se deve fazer, eu vou responder: o que é que diz o 'livrinho'. O 'livrinho' é a Constituição Federal", disse.

Já a respeito da governabilidade, Temer falou que quer o apoio do Legislativo.

"Estados e municípios precisam ganhar autonomia verdadeira. A força da União deriva da força deles. Há matérias comprometidas, como a reforma trabalhista e a previdenciária. Quando editamos normas para estas matérias serão para a compreensão da realidade brasileira. Por isso queremos uma base parlamentar sólida. Executivo e Legislativo precisam trabalhar de forma integrada e nacional. No Congresso é onde estão os votos de todos os brasileiros", pontuou.

Viva o amor! DF tem um casamento  homossexual a cada 3 dias.


349 casais de gays e lésbicas se uniram em três anos no DF


Desde maio de 2013, o Distrito Federal já foi palco de 349 casamentos entre pessoas do mesmo sexo – uma média de um a cada três dias, segundo dados da Associação dos Notários e Registradores do Brasil.

“Quando foi autorizado pelo CNJ, houve um boom nos casamentos homoafetivos em todo o país. Hoje o procedimento entrou em um ritmo de normalidade e, como vemos no DF, há estabilidade no número de casamentos realizados anualmente”, disse o presidente da entidade, Rogério Portugal Bacellar, ao G1.

Para a associação, o número se mantém constante ao longo dos anos. Entre maio de 2013 e abril de 2014 houve 122 registros. De maio de 2014 a abril de 2015, 123. No último período, 104. Os dados levaram em conta as uniões celebradas nos 14 cartórios de registro civil do DF.

Em 14 de maio de 2013, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) publicou resolução proibindo que qualquer cartório do País recuse a “habilitação, celebração de casamento civil ou de conversão de união estável em casamento entre pessoas de mesmo sexo”. Antes dela, Tribunais de Justiça de 12 Estados e do DF já tinham editado instruções administrativas nesse sentido.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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