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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Enrique Peña Nieto: Presidente mexicano promete legalizar  casamento gay a nível nacional.


Chefe do poder executivo mexicano quer direitos iguais


O presidente mexicano, Enrique Peña Nieto, prometeu legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo a nível nacional.

O político disse que pretende apresentar um projeto de lei sobre o tema ao Congresso local. “Assinei iniciativas de reforma para aumentar o matrimônio igualitário e consagrá-lo na Constituição e no Código Civil”, anunciou Peña Nieto no Twitter.

Em 2015, a Suprema Corte mexicana decidiu que era inconstitucional que os Estados do país continuassem vetando o casamento gay e instou que os Estados a legalizar essas uniões.

Até o momento, a união homossexual é permitida apenas na capital do país, a Cidade do México, e nos Estados de Coahuila, Quintana Roo, Jalisco, Nayarit, Chichuahua e Sonora.

Igreja da Escócia autoriza  casamento gay entre pastores.


Pastores podem se casar entre si, mas não celebrar uniões homossexuais


Em assembleia gerak, a Igreja da Escócia votou, no sábado, 21, a favor do casamento gay entre seus pastores e os que optarem por esse matrimônio poderão continuar a exercer seu ministério dentro da instituição.

A histórica votação, realizada em Edimburgo, possibilita que os pastores estejam casados com pessoas de seu mesmo sexo, mas não permite a celebração de uniões homossexuais dentro da igreja.

O resultado da votação – 339 votos a favor e 215 contra – se segue a um ano de deliberações sobre um assunto que gerou divisões dentro da instituição.

No ano passado, a Assembleia deu sinal verde para que os pastores homossexuais dessa instituição formassem uniões civis.

A Igreja Nacional Escocesa – conhecida como The Kirk – adota uma postura tradicional sobre o casamento entre homem e mulher, mas autoriza cada congregação a decidir por si mesma se desejam nomear um pastor ou um deão homossexual.

Primeiro transplante de pênis feito nos EUA foi um sucesso.




Os médicos do Massachusetts General Hospital estão radiantes, depois de realizarem o primeiro transplante peniano dos Estados Unidos, na semana passada. Tudo transcorreu normalmente, transformando a cirurgia num verdadeiro marco para a medicina.

O paciente é Thomas Manning, de 64 anos, que recebeu a doação após ter o pênis amputado em 2012, por conta de um câncer já superado. Essa é apenas a terceira cirurgia do tipo já realizada em todo o mundo.

De acordo com o hospital, os cirurgiões estão “cautelosamente otimistas” com o resultado. Manning já fica de pé normalmente e está otimista em relação ao futuro. Na melhor das hipóteses, como o órgão aparentemente não foi rejeitado, Manning deve recuperar as funções urinárias e até sexuais nos próximos meses.



A cirurgia

O procedimento levou 15 horas (de 8 a 9 de maio) e era de fato muito complicado. Afinal, é preciso conectar as estruturas neurais e vasculares do pênis do doador com o corpo do paciente. Antes disso, foram mais de três anos desenvolvendo o conceito da operação e muito tratamento psicológico com o futuro receptor.

A equipe por trás da operação é formada por cirurgiões plásticos, urologistas, psiquiatras, infectologistas e especialistas em serviços social. A ideia é que o transplante ajude veteranos feridos, pacientes que venceram o câncer na região e vítimas de acidentes de automóvel ou trabalho.

A primeira cirurgia do tipo foi registrada em 2014 na África do Sul. O paciente, segundo a Stellenbosch University, recuperou o funcionamento completo da parte transplantada.

Jean Wyllys: 'Brasil pouco avançou em  políticas públicas para LGBT'.


Para deputado, a homofobia tem muitas expressões, como a discriminação no trabalho e na própria família


Em entrevista ao programa Espaço Público, da TV Brasil, o deputado federal Jean Wyllys (Psol-RJ) afirmou que pouco foi avançado em relação a políticas públicas para LGBT nos últimos anos.

Para o parlamentar, apesar de os governos dos presidentes Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva e da presidente afastada Dilma Rousseff terem avançado na abertura do diálogo com a comunidade LGBT, essa aproximação não resultou em uma atuação efetiva.

“Efetivamente pouco se avançou em termos de políticas públicas, porque eram governos de coalizão, compostos por forças muito conservadoras”, disse Wyllys durante entrevista, que foi ao ar na terça-feira, 17.

“Nenhuma democracia pode se considerar uma democracia se direitos de gays, lésbicas e transsexuais não forem observados e promovidos de alguma maneira, se houver discriminação jurídica, se as leis não protegerem os direitos desses cidadãos”, afirmou o deputado.

“Tem muita gente que acha que homofobia só existe quando se mata um homossexual. A homofobia tem muitas expressões. A mais comum delas é a homofobia social, aquela que é praticada por quase todo mundo. Aquela praticada pelo pai ou pela mãe quando diz que não quer ter um filho gay, que prefere ter um filho bandido do que ter um filho gay, aquela praticada pelo patrão quando demite o empregado quando ele assume sua homossexualidade, ou praticado pelas escolas, por exemplo, em relação aos alunos. E não é porque ela não se expressa como uma violência dura que ela não ofende.”

Temer dá posse pela primeira vez a um gay assumido em alto cargo alto do governo federal.




A assessoria de imprensa do presidente em exercício Michel Temer informou nesta quarta-feira (18) que o secretário de Cultura da cidade do Rio de Janeiro Marcelo Calero, de 33 anos, comandará a nova Secretaria de Cultura do governo federal, vinculada ao Ministério da Educação, comandado por Mendonça Filho (DEM-PE).

Nascido no Rio, Marcelo estudou no Colégio Santo Inácio e se formou em Direito na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). Tem passagens pela CVM e pela Petrobras. Em 2007, passou a atuar como diplomata e chegou a trabalhar na embaixada do Segundo escalão. As nomeações para o segundo escalão do governo começaram no início desta semana. Além de secretários-executivos das pastas e chefes de gabinetes dos ministros, alguns nomes passaram a ser confirmados. Entre esses nomes estão os de Maria Silvia Bastos para a presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento e Econômico e Social (BNDES), subordinado ao Ministério do Planejamento, e Flavia Piovesan na Secretaria de Direitos Humanos, vinculada ao Ministério da Justiça.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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