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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Economia da Carolina do Norte  sofre com lei transfóbica.


Estado está no alvo de boicote por causa de lei transfóbica


Estado está no alvo de boicote por causa de lei transfóbica
O Estado sulista norte-americano da Carolina do Norte já sofre com o ônus da sua intolerância. Desde março, quando o governador Pat McCrory assinou lei que impede que pessoas transgêneros usem banheiros públicos de acordo com sua identidade de gênero, diversos eventos – sobretudo musicais – foram cancelados nas cidades do Estado.

Segundo a Agência Associated Press, o The Greensboro Coliseum Complex – uma enorme arena onde são realizados shows – teve um prejuízo estimado em R$ 680 mil após cancelamento de três eventos.

“Quando ouvimos que o Coliseum está sofrendo, isso significa que os empregados estão sofrendo”, disse a prefeita da cidade de Greensboro, Nancy Vaughan. “As pessoas que trabalham meio período para ajudar no orçamento da casa. Isso afeta desde funcionários de hotéis até faxineiros, copeiros. São pessoas que dependem do pagamento de cada contracheque.”

Há eventos esportivos grandes, como um torneio de basquete para 2017 e um campeonato de natação e mergulho para 2018, que aconteceriam no Estado e agora não se sabe se realmente vão ser realizados lá.

Por enquanto, o que mais tem sido cancelado são shows. Maroon 5, Bruce Springsteen, Pearl Jam, Nick Jonas e Demi Lovato, Bryan Adams, Ringo Starr e Mumford Sons são alguns dos artistas que deixaram de ir para o Estado alegando que não compactuam com a lei transfóbica vigente.

Austrália se desculpa por leis antigas que criminalizavam a homossexualidade.




Ah se todos os nossos governantes fossem como o chefe do Executivo do estado australiano de Victoria, Daniel Andrews, que pediu oficialmente desculpas por antigas leis que criminalizavam a homossexualidade e que enviaram à prisão milhares de pessoas.

“Pelas leis que aprovamos, as vidas que arruinamos e os padrões que fixamos, pedimos com humildes desculpas”, disse Andrews perante o parlamento de Victoria, que estava repleto de ativistas da comunidade de lésbicas, homossexuais, transexuais e bissexuais, assim como de vítimas das normas já abolidas.

Andrews lembrou que estas leis, que “não têm cabimento em uma democracia liberal”, não somente supuseram “a supressão do sexo, mas também do espírito” de muitas pessoas que receberam “sentenças e foram condenadas para toda a vida”.

As leis contra a sodomia que criminalizavam as relações homossexuais consentidas, herança da época colonial britânica, foram abolidas progressivamente nas distintas jurisdições do país oceânico desde 1972 até 1997.

O estado de Victoria aboliu estas leis que sancionavam até com 15 anos de prisão os atos homossexuais em 1981, e desde setembro do ano passado as pessoas condenadas por causa destes decretos podem solicitar nessa jurisdição que sejam eliminados os antecedentes e penas dos registros oficiais.

Uma das milhares de vítimas destas leis que criminalizavam a homossexualidade foi o dançarino e coreógrafo aborígine Noel Tovey, que sua humilde condição o obrigou a se prostituir durante sua juventude e foi condenado em 1951 por atos de sodomia.

Tovey, agora com 84 anos, disse à emissora local “ABC” que as desculpas oficiais “realmente significam que está sendo dado um passo adiante para aceitar os casamentos do mesmo sexo e que a homossexualidade não é perverso como algumas pessoas acham”.

Após sair da prisão, o antigo dançarino mudou de nome e saiu do país porque suas opções profissionais eram limitadas devido a sua pena e desde seu retorno à Austrália, se tornou ativista pelos direitos dos homossexuais e dos aborígines.

“A desculpa significa finalmente que o governo reconhece que os homossexuais são seres humanos”, contou Tovey.

Segundo a “ABC”, pode ser a primeira vez que um governo do planeta pede desculpas oficiais pela criminalização da homossexualidade.

Tribunal sul-coreano  rejeita casamento gay.


Casal já se uniu em cerimônia simbólica, mas situação legal de ambos não mudou


Um tribunal da Coreia do Sul rejeitou, na semana passada, o pedido de casamento de um casal do mesmo sexo. A ação foi proposta pelo diretor de cinema Kim Jho Gwangsoo que pretendia se unir com o companheiro de longa data, Kim Seung-Hwan.

Segundo a imprensa local, eles esperavam que o juiz, da capital Seul, visse a união como de um “gênero neutro” para manter a igualdade de direitos prevista na Constituição.

“Circunstâncias relacionadas ao casamento mudaram”, declarou o tribunal. “Mas ao menos que haja uma legislação específica, uma união de pessoas do mesmo sexo não pode ser reconhecida como casamento sob o sistema legal existente.”

O casal pretende recorrer.


Homem transexual consegue mudar  corpo com ajuda de juiz.


João fez a cirurgia de retirada das mamas há duas semanas


Um homem transexual conseguiu realizar seu sonho com a ajuda de um desconhecido. João Felipe Meira Damico, de 22 anos, realizou, no último 18 de maio, cirurgia de retirada das mamas.

Segundo o Campo Grande News, a cirurgia custou R$ 9,7 mil e foi metade bancada pelo juiz federal Odilon de Oliveira, que ainda conseguiu a outra metade (R$ 5 mil) com dois amigos.

“Vi uma entrevista que ele deu e telefonei para ele”, contou Oliveira à reportagem. “Me chamou atenção porque isso deve causar um desconforto muito grande, tendo em vista a discriminação.”

“A sociedade ainda não está instruída para entender as diferenças, há preconceito de tudo nesta vida. Eu, que ando muito e quase diariamente, percebo que os outros não são instruídos para compreensão da sociedade”, afirmou o juiz.

Deputados aliados de Temer protocolam projeto para impedir uso do nome social.


A proposta é de autoria de João Campos (PRB/GO), um dos líderes da bancada evangélica


Deputados do PSDB, PRB, PV, PR, PHS, PSC, PROS, DEM e PSB assinam o projeto de decreto aprovado pela presidenta afastada Dilma Rousseff, no dia 28 de abril.

Parlamentares de dez partidos protocolaram, nesta quarta-feira, projeto de decreto na Câmara dos Deputados que pretende sustar os efeitos do decreto nº 8727, aprovado pela presidenta afastada Dilma Rousseff, no dia 28 de abril. O PDC 395/2016 defende a suspensão do direito concedido a pessoas travestis e transexuais que trabalham no serviço público federal de utilizarem o nome social em seus crachás e documentos oficiais.

Deputados do PSDB, PRB, PV, PR, PHS, PSC, PROS, DEM e PSB assinam o projeto de decreto, que tem como um dos argumentos o fato de que Dilma teria assinado a decisão "no apagar das luzes".

A proposta é de autoria de João Campos (PRB/GO), um dos líderes da bancada evangélica e também autor da proposta de Emenda Constitucional que permitiria às entidades religiosas contestar a constitucionalidade das leis diante do Supremo Tribunal Federal (STF).

O projeto de decreto está nas mãos de Waldir Maranhão (PP/MA), que agora decidirá qual comissão receberá o documento para análise e possível encaminhamento ao plenário. Também assinam o projeto: Evandro Gussi – PV/SP; Paulo Freire – PR/SP; Diego Garcia – PHS/PR; Gilberto Nascimento – PSC/SP; Flavinho – PSB/SP; Geovania de Sá – PSDB/SC; Pastor Eurico – PHS/PE; Ronaldo Nogueira; Pr. Marco Feliciano – PSC/SP; Givaldo Carimbão – PHS/AL; Professor Victório Galli – PSC/MT; Eros Biondini – PROS/MG; Carlos Andrade – PHS/RR; Missionário José Olimpio – DEM/SP; Ezequiel Teixeira – PTN/RJ; Elizeu Dionizio – PSDB/MS;; Anderson Ferreira – PR/PE; Marcelo Aguiar – DEM/SP; Alan Rick – PRB/AC; Ronaldo Fonseca – PROS/DF; Marcos Rogério – DEM/RO; Sóstenes Cavalcante – DEM/RJ; Tia Eron – PRB/BA; Jony Marcos – PRB/SE; Rosangela Gomes – PRB/RJ; Carlos Gomes – PRB/RS; Silas Câmara – PRB/AM; Takayama – PSC/PR.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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