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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Obama quer construir  monumento aos homossexuais.


Monumento ficaria em parque que está localizado em frente ao Stonewall Inn, histórico bar gay nova-iorquino


O presidente norte-americano quer construir um monumento em homenagem aos homossexuais em frente ao Stonewall Inn, famoso bar gay de Nova York, onde ocorreu a Revolta de Stonewall, em 1969.

Segundo o jornal The Washington Post, fontes do governo afirmam que a estátua ficaria em um parque, em frente ao bar, e que haverá uma audiência pública em 9 de maio para ouvir a população sobre o tema.

“Nós estamos animados com isso e achamos que o presidente devia levar isso em frente”, disse Kristen Brengel, vice-presidente de assuntos governamentais da Associação para Conservação de Parques Nacionais, ao jornal The New York Times.

Carolina do Norte: Departamento de Justiça diz que lei  anti-LGBT é violação federal.


Governador da Carolina do Norte está na mira

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos notificou o governador da Carolina do Norte, Pat McCrory, de que a lei anti-LGBT em vigor no Estado é uma violação federal.

“O Estado está envolvido em um padrão ou prática de discriminação contra funcionários transgêneros do Estado”, disse a sub-procuradora geral de justiça Vanita Gupta em uma carta ao governador.

A Carolina do Norte tem até a próxima segunda-feira, 09, para confirmar que “não vai cumprir ou implementar” a lei HB2. Esta lei proíbe que pessoas transgêneros usem banheiros públicos de acordo com sua identidade de gênero.

Homem morre após ser agredido  e deixado congelado nos EUA.


Steven Nelson foi deixado nu, após ser agredido, sob baixa temperatura

Um homem morreu após responder a anúncio de um acompanhante em Idaho, norte dos Estados Unidos.

A vítima, Steven Nelson, que era abertamente gay, se encontrou com Kelly Schneider no estacionamento de uma unidade do Wal-Mart e pouco depois, o criminoso teria encontrado mais três homens, na sexta-feira, 29.

Todos eles teriam chutado ao menos 30 vezes Nelson com botas de bicos de aço e o deixado nu sob uma temperatura de 1 grau negativo. A vítima conseguiu pedir ajuda, mas não resistiu e morreu no hospital. Antes disso, Nelson explicou o que ocorreu, o que fez com que a polícia chegasse aos criminosos.

Todos foram detidos, sem direito à fiança. Os três homens alegam que Schneider foi o único que encontrou a vítima e foi ela quem o chutou, segundo o canal KTVB. Os promotores não descartam pedir a pena de morte, que é legal em Idaho.

Jean Wyllys é destaque em jornal francês por sua luta solitária contra homofobia.




O deputado Jean Wyllys ganhou destaque no jornal francês “Le Monde”, que relatou sua “luta solitária” pelos direitos dos cidadãos LGBT, em um país que insiste em ter homofobia e transfobia. O periódico da França destaca ainda o posicionamento do parlamentar contra o processo do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

A notícia diz que votação ocorrida no dia 17 de abril pelo deputados a favor da abertura do processo de impedimento da petista foi um espetáculo constrangedor por parte dos políticos, que tiraram selfies, homenagearam suas famílias e a Deus.

O Le Monde dá ênfase para o discurso do deputado Jair Bolsonaro (PP), o qualificando como uma espécie de “Jean-Marie Le Pen do Brasil”, que votou pelo impeachment, homenageando o torturador Carlos Alberto Brilhante Ustra, culpado de atrocidades durante a ditadura militar.

“Quando chegou a vez de Jean Wyllys, deputado do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL, esquerda), anunciar o seu voto, o mesmo Jair Bolsonaro teria feito comentários no mínimo inapropriados ao deputado homossexual: “viado”, “boiola”, ou ainda “queima-rosca”. Antologia de grosserias do “festival off” que escaparam dos microfones e dos telespectadores. Contactado, Sr. Bolsonaro não respondeu às nossas solicitações”, diz a tradução que o deputado do PSOL veiculou na rede social.

Na sequência, o jornal conta que Jean Wyllys ficou ofendido e cuspiu no rosto do parlamentar, assumindo seu ato e afirmando que repetiria.

“O quadragenário, filho de uma lavadeira do Nordeste, defensor dos direitos das minorias sexuais, raciais, religiosas, a favor da legalização do aborto e da maconha, é o exato oposto de Jair Bolsonaro, seu inimigo declarado. Ele também é o seu alvo preferido. O jovem político quase se acostumou a ouvir seus comentários humilhantes nos corredores da Câmara dos Deputados”, destaca a publicação traduzida.

O diário francês aponta que, depois do ocorrido na votação, seus amigos políticos esperado vários dias para se posicionar favoráveis ao deputado nordestino. Continua a notícia buscando dados da Secretaria de Direitos Humanos do governo brasileiro, mostrando que as notificações de violências físicas, verbais, psicológicas e discriminações sofridas pela comunidade de lésbicas, gays, bissexuais e transsexuais (LGBT) aumentaram 94% entre 2014 e 2015.

Mostra ainda, que o país é foi o que mais registrou crimes contra pessoas “trans” (transgêneros, transsexuais, travestis…), com 802 vítimas registradas entre 2008 e 2015 pela organização não governamental Transgender Europe (TGEU).

“Apesar de sua imagem libertária, o Brasil é um país profundamente conservador, confirma o sociólogo Daniel Pereira Andrade, professor da Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo. ´Se Bolsonaro provoca dessa maneira, é também para agradar o seu eleitorado´, diz o sociólogo”, revela o jornal.

Jovem gay é agredido em  saída de boate no Rio.


Agressão gratuita ocorreu depois da balada na Zona Oeste do Rio

Um jovem gay foi agredido a socos após sair da boate Fênix, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro, no domingo, 1º. “Já tomei tantos socos não literais a vida toda, que os que levei agora nem doeram tanto”, contou Jonathan Alves, de 21 anos, ao jornal Extra.

O rapaz disse que foi arrastado para fora de uma van e espancado com socos e chutes por quatro homens. “Meu amigo e eu saímos da festa com fome, passamos em uma lanchonete e compramos algumas esfirras. Depois entramos numa van em direção às nossas casas. Então, entraram alguns caras e começaram as provocações: nos xingando de “viadinhos”, “menininhas”… Tentaram roubar nossa comida”, disse Jonathan.


O estudante de publicidade contou que o motorista e o cobrador da van tentavam impedir as agressões verbais, sem sucesso. “Antes de descerem do carro, um deles me puxou pela gola da camisa. Pedi respeito e para que também me soltasse. Nesse momento, me arrastaram para fora da van e começaram a me bater”, diz. “Não foi uma agressão por motivos pessoais, apenas me escolheram aleatoriamente por ser gay.”

Com a sessão de espancamento interrompida pelo motorista, o cobrador e outros passageiros, os agressores fugiram. Posteriormente, Jonathan tentou pedir ajuda a uma viatura da Polícia Militar próxima, mas afirma ter sido ignorado e alvo de comentários debochados dos policiais.

O jovem, então, foi ao hospital West D’or, onde foi diagnosticada a fratura do nariz. No entanto, ainda não foi confirmada a necessidade de intervenção cirúrgica. Na segunda-feira, 02, Jonathan passou o dia registrando seu caso na 35ª Delegacia de Polícia Civil.

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Postado por Andy | (5) Comente aqui!

5 comentários:

  1. Nos, do blog Entre Homens, temos incentivado a denuncia de crimes de homofobia. Sim, devemos FAZER A DENUNCIA, SIM!!e apesar dos esforços de combatrer a HOMOFIA, alguns segmentos da POLICIA, nao esta preparada e ao inves de socorrer, viram as costas e fazem chacota do caso, deixando a vitima ao desampáro. Devemos DENUNCIAR, estes agentes que fazem pouco caso, e anotar ou memorizar a viatura para podermos ter, pelo menos, amparo da justiça. Sem denuncia, os orgaos competentes nao farao nada. Punir e educar esses profissionais a serviço da sociedade (nos pagamos os impostos; os salarios deles) e´ necessario.

    Ap

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  2. Nos Estado Unidos, a lei e´ severa e casos de assassinato, dependendo do caso, podem levar a puniçao de prisao perpetua a pena de morte.

    No Brasil. por questoes economicas, a pena e´ muito branda e os criminosos, ociosos em casas de detençao, nao tendo nenhum amparo dos governantes para uma reeducaçao social.(salvo daqueles que tiveram crimes leves e correçao juvenil).

    Com penas mais severas, os criminosos teriam de pensar duas vezes para cometer algum delito e consequentemente, a criminalidade cairia no Brasil.

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  3. O que e´impensavel , num pais como o Brasil, e´ a impunidade, onde os criminosos festejam e os familiares das vitimas choram seus mortos.

    Ora, existe a lei que e´ de 1947 que nao se atualiza, e muitos juristas dizem que deveriam ser mudadas , mas nenhum resultado concreto se ve.

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  4. Precisamos mudar nosso sistema penal, evitando que o criminoso fique ocioso. E aplicar penas alternativas: que não sejam prisão, mas trabalhos forçados sob vigilância. Só que isso demanda investimento. Quanto aos crimes de homofobia, é denunciar sempre e, também, aprender a se defender, deixar no ar uma ideia de força que intimida e de não fragilidade; ser prudente e evitar andar sozinho de madrugada, por exemplo, também pode diminuir os crimes desses covardes.

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  5. E´ verdade. No Japao, os que estao presos devem trabalhar para manter o seu sustento. Desde o levantar, arrumar a cama e limpeza, sao funçoes deles. Tomam o cafe da mnha e vao trabalhar no proprio presidio, onde as empresas mandam materiais para serem confeccionados e recebem salario, parte dele para o sustento e o restante para guardar para uma eventualidade de uso ou ter uma reserva quando cumprirem a pena.

    Existem formas e exemplos para modificar o sistema prisional no Brasil. Ociosidade e´ falho e nao reforma ninguem. Muito menos, ajuda quando saem da prisao, que, sem recursos, voltam a cometer crimes.

    Falta seriedade e vontade politica dos governantes brasileiros.

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