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CONTOS DO LEITOR



Conheci na Universidade


 


Sou professor universitário de uma instituição de um pólo regional do interior do estado. Na minha disciplina, que é comum para vários cursos, sempre existe uma variada gama de estudantes, tanto em tipos físicos, culturais, raça e idade.

No segundo semestre do ano passado, casualmente ocorreu um fato que me aproximou de um aluno e que me fez pensar.

Sou discreto, nas minhas aulas não dou muita moleza, cobro bastante, tanto em provas como em trabalhos. Os alunos já conhecem meu jeito que não é para muita brincadeira, na área profissional. Também não é anormal reprovar alunos que não estão afim de levar a sério minha aula. Tenho 35 anos, sou casado, 1,80, 90 kg, branco.

No início do segundo semestre do ano passado, num trabalho que dei para me entregar no final daquela noite, um aluno, Daniel, me procurou fazendo questionamentos sobre a tarefa. Percebi que ele estava um tanto perdido. Fui conversando e vi que ele estava no primeiro ano do curso recém iniciado. Sua base de educação básica era bastante fraca. Fui explicando. Como ele chegou de uma forma muito educada, retribui da mesma forma.
Passado um bom tempo, dei uma volta na sala, auxiliando os alunos em algumas situações e ao chegar no Daniel vi que ele não tinha tido muitos avanços na parte escrita. Me debrucei na sua classe e continuei as explanações no sentido de auxiliá-lo.

Aos poucos os alunos foram terminando o trabalho, me entregando e assim eu liberava um por um. Até o intervalo poucos ainda estavam na sala.
Pouco tempo depois somente o Daniel estava comigo. Fui até ele novamente, sentei ao seu lado e retomei várias questões.
Seu jeito humilde e educado me cativou. Por isso minha atenção foi redobrada em ajudar aquele rapaz.

Fui descobrindo que ele reprovou duas vezes na educação básica. Que estava com 19 anos e não tinha certeza da escolha do curso que fizera. Daniel era de estatura média, uns 10 cm a menos do que minha altura, magro, mais moreno do que eu.

Voltei a minha mesa e fiquei lendo enquanto ele trabalhava. Depois ele veio novamente e estava com seu corpo encostado na minha mesa, conversando comigo. Ao dar as explicações, fiquei gesticulando com minhas mãos na altura da mesa e intencionalmente encostava no seu jeans, na altura do zíper. Ele voltou à mesa e depois de um tempo me entregou seu trabalho, agradeceu o auxílio e saiu.


Algumas semanas depois outro trabalho e toda a sistemática se repetiu. Quando Daniel estava sozinho na sala, solicitou mais uma explicação, sentei ao seu lado, explicando e conversando. Volta e meia eu me apoiava em sua perna, acima do joelho, e apertava sua coxa. Acredito que ele já estava desconfiando. Sentei na minha mesa, ele veio até a mesa, expliquei, gesticulei e encostei mais uma vez propositalmente as costas de minha mão no seu jeans, dando uma esfregada no seu membro flácido. Olhei para ele e ele me olhou, porém ficou meio embaraçado e continuamos a falar do trabalho. Como era hora do intervalo e eu sabia que ele morava próximo do meu prédio, sugeri que a gente fosse até meu apartamento, que lá eu ajudaria ele a “acabar” . Foi o termo que passei a usar propositalmente. Ele topou e saímos em seguida no meu carro. (Naquela semana eu estava sozinho em casa)

Chegando em casa ajeitei ele na mesa da sala, dizendo que eu só trocaria de roupa e já iria ajudá-lo. Liguei o ar no quente, porque o inverno aqui no sul é bastante frio. Voltei em seguida com a calça de moleton que sempre usava e a jaqueta. Sentei ao seu lado e ajudei-o, expliquei bastante, dizendo que eu estava afim de auxiliá-lo até o final do seu curso, caso ele quisesse.

Ele ficou entusiasmado, dizendo que agradeceria e gostaria muito, sempre que eu pudesse auxiliar, principalmente nas áreas humanas, que era sua maior deficiência.

Como eu estava explicando e com uma mão apoiado em sua perna novamente, passei a movimentar levemente minha mão, acariciando sua coxa, sempre que podia, encostava no seu saco. Vi que seu jeans já estava inchado. Terminamos o trabalho. Assim que ele tinha guardado seu material, passei minha mão no seu pau, segurando o mesmo e perguntei:
- E agora Daniel, vamos fazer o quê? Te ajudei a acabar o trabalho, mas você não “acabou” ainda, continua muito duro. E fui apertando aquele cacete pulsante.

Ele ficou sem saber o que dizer, balbuciou, se embaralhou. Eu falei:
- Se você não quiser falar nada, não precisa. Eu sei o que fazer. E dei uma risadinha sem soltar aquela vara. Pedi para ele vir comigo e sentar no sofá da sala.
Quando eu levantei e ele viu meu moleton em forma de barraca, acho que ele se assustou um pouco.

Ao se levantar e irmos até a sala, fui abrindo seu zíper, o cinto e o botão da calça. Baixei a calça, deixando o rapaz só de cueca. Continuei a agarrar o ferro e ele em pé na minha frente.

 

Baixei meu moleton, ficando somente de cueca também. Ele olhava sem saber o que fazer, ou dizer.
Perguntei se ele já tinha transado com homem. Me falou que não, a não ser brincadeiras de guri com um primo na infância, mas nada a mais.
Lembrei ele que a discrição nesse caso é absolutamente necessária. Que ninguém deveria jamais saber do nosso encontro e ele ficou aliviado. Falando a primeira vez uma frase inteira desde que comecei a buliná-lo:

- Que bom professor, isso é que mais me preocupa. Minha família nunca pode nem imaginar.
- Fique tranquilo Daniel, retruquei. Nem a minha família pode sequer pensar nisso.

Deixamos assim combinado. Quero te ajudar muito, como te falei e quero me encontrar muitas vezes ainda contigo, depois de hoje, mas temos que ser muito discretos e fazer tudo bem feito.

Daniel trouxe outra preocupação:
- Professor, preciso te dizer que nunca vou dar pra ti.
- Fica tranquilo Daniel. Dei aquela amassada na sua vara que tinha o tamanho da minha. Em torno de 17 cm, grossura média.

Sentei na sua frente, baixei a cueca e comecei a lamber suas coxas lisinhas até chegar no saco barbudo. Uma das poucas vezes que encontrei um saco menor que o meu. Lambi o saco, chupei as bolas. E ele me olhando maravilhado e incrédulo ao mesmo tempo.

Aquela pica gostosa, apontada pro teto, meio torta, virada para a direita, tinha uma pele fina que cobria todo o pau. Massageie o saco e abocanhei a cabecinha do meu mais novo macho.

Puxei a pele para trás até sentir o gosto do cabeção na minha boca. Chupei muito, engolia a vara até onde podia. Lambia, passava aquele cacetão no meu rosto e chupava novamente.

 

Quando peguei na base e comecei a punhetar e chupar o cabeção ao mesmo tempo, não deu tempo de pensar e os jatos de sêmen invadiram minha boca, sem estar preparado. Engoli um ou dois jatos e aparei os demais, chupando e babando aquele pau e o saco. Deixei-o todo babado e fui até o banheiro cuspir mais uma bocada na pia.

Voltei logo com meu pau quase estourando e ele ali, praticamente imóvel . Olhou para mim envergonhado. Solicitei que ele se lavasse no chuveiro. Levei Daniel quase pela mão. Abri o chuveiro e pedi para lavar bem as partes íntimas, sem molhar o cabelo, para não deixar pistas.
Ele voltou do banho, sem roupa, com o pau a meia bomba.
Eu também estava peladão agora, exibindo meu varão com uma cabeça vermelha toda descoberta.

Logo abracei ele de frente, esfregando meu pau no seu pau e corpo, dizendo que eu adorava deixar os paus brincar, mas ele estava sem jeito. Parecia não estar gostando daquela brincadeira.

Disse a ele que era falta de consideração me deixar de pau duro. Que ele havia gozado e eu também precisava. Peguei sua mão e fiz ele segurar meu pau e sugeri que ele me punhetasse. Começou sem jeito e a contra-gosto, até criar coragem e falar:
- Olha, não me leva a mal. Já te avisei que eu não dou pra ninguém e também não vou chupar e também não gosto de bater uma pra ti.
- Mas não vou te deixar sair daqui hoje de noite antes de você me fazer gozar também, falei simulando irritação.
- Então bate o senhor uma punheta. Se quer que eu olhe, posso olhar, não me importo. Também com voz pouco alterada.

Sorrindo, olhei para Daniel, dizendo:
- Tu pode me fazer gozar sim. Eu sei que pode. Tu tem um pau maravilhoso, tu é um cara muito gostoso. Tu vai me fazer gozar, sem tocar no meu pau, só não pode gozar antes de mim.
- Como assim? Ele perguntou curioso.
- Vem cá, vou te mostrar.

Sentei na sua frente e abocanhei aquela vara a meia bomba e comecei outra chupeta. Num instante ele estava duraço novamente. Vesti uma camisinha naquela rola com auxílio da minha boca.

Expliquei que agora ele iria me comer, e que as estocadas de seu pau no meu cú, iriam me deixar muito excitado, e que ele não poderia parar de me comer até que eu conseguisse gozar.
- Mas isso dá certo pra ti? Perguntou curioso.
- Claro que sim, retruquei.


 

Fiquei de quatro , ajoelhado contra o sofá e conduzi aquele pau gostoso até minha portinha, sem antes passar uma grossa saliva no seu pau e no meu cuzinho.

Logo senti ele ofegante e excitado naquela posição de dominador. Senti o cacete abrindo caminho e tomando seu lugar dentro de mim. Fiz ele me abraçar forte e pedi para ele meter sem parar. A cada estocada meu gozo se aproximava mais da saída.

Porém, acho que fiquei nervoso, pensando que ele iria gozar rápido que nem na primeira vez e me deixaria na mão novamente. Não conseguia gozar, e ele metendo sem parar.

Pedi para ele parar, meio que empurrei ele e pedi para ficar deitado de costas no tapete. Sentei na sua vara bem devagar, com meu pau virado pro rosto de Daniel.

Ele adorou aquela performance e fui cavalgando e fiz meu cuzinho chupar aquela pica e sentar nela com muito tesão. Fiquei naquele vai e vem cada vez mais ritmado até sentir que meu macho estava finalmente me satisfazendo. Comecei a gozar em jatos, que foram se espalhando na barriga e esguichando até o peito de Daniel, sem encostar na minha vara. Parei com os movimentos para cima e para baixo e notei que Daniel começou a me estocar cada vez com mais violência, e logo também começou a gemer e esboçar no seu rosto feliz, que ele tinha “acabado” dentro de mim pela segunda vez naquela noite.

Logo fomos pro chuveiro, ele com cara de nojo ao se deparar com parte do seu corpo coberto por minha porra. Mas eu sabia que era questão de tempo e ele iria se acostumar. Foi o que aconteceu.

Autor: Henrique Gostoso

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Postado por Mac Del Rey | (6) Comente aqui!

6 comentários:

  1. vocês têm o vídeo da primeira imagem? ... Ou o link?

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  2. Que tesão. Sou professor também, fiquei aqui Imaginando

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    1. Não precisa imaginar. Queria um professor pra me ajudar.

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    2. Não precisa imaginar. Queria um professor pra me ajudar.

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    3. Vc é de onde? Ativo, passivo ou flex? Eu sou mineirinho. Flex.

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