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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Revista Globe diz que Príncipe Charles é gay e publica foto de beijo com rapaz.




Caiu como uma bomba a edição esta semana da revista Globe que traz na capa uma foto do Príncipe Charles e a frase “Charles flagrado beijando garoto de programa”. A foto, em sequência, aparece no interior da publicação mas não mostra o beijo em si. A edição teria estarrecido a coroa britânica e sua esposa Camilla Parker, duquesa de Cornwall, estaria pensando em se divorciar.

O Palácio de Buckingham não se pronunciou sobre as imagens. O príncipe de Gales é o primeiro na linha de sucessão da coroa britânica, filho da rainha Elizabeth, é pai William e Harry, ambos com a princesa Diana. Em 2005, ele se casou com Camilla Parker, duquesa de Cornwall, com quem Diana dizia que ele tinha um caso.

Apesar da foto, a publicação não tem muito crédito, então não se sabe se foi mais uma das manchetes para vender jornal, ou se é verdade. Mas entre o príncipe se assumir e uma foto duvidosa, resta acompanhar o andar da carruagem.

Igreja mexicana diz que união gay  não pode ser comparada a casamento.


Presidente mexicano quer legalizar uniões gays a nível federal


Para a Igreja mexicana, a união matrimonial entre casais do mesmo sexo não cumpre uma “função social plena” e não pode ser comparada a um casamento heterossexual, já que este último pode gerar filhos.

“Reconhecemos a grande variedade de situações familiares que podem atribuir certa estabilidade, mas as uniões de fato ou entre pessoas do mesmo sexo, por exemplo, não podem ser comparadas ao casamento”, disse a Conferência do Episcopado Mexicano (CEM), em comunicado divulgado na quarta-feira, 18.

Isso se deve em parte, segundo a Igreja, ao fato de que “nenhuma união precária ou fechada à comunicação da vida nos assegura o futuro da sociedade”.

Na semana passada, o presidente do país, Enrique Peña Nieto, declarou que pretende legalizar as uniões entre pessoas do mesmo sexo em toda a nação, uma vez que alguns Estados já a reconhecem.

Parada do Orgulho LGBT reúne cerca de 3 milhões de pessoas em São Paulo.


Cerca de 3 milhões de pessoas acompanharam os 17 trios nos trajetos entre a Av.Paulista e Rua da Consolação, em São Paulo.


A 20ª edição da Parada do Orgulho LGBT confirmou sua posição como a maior manifestação em favor dos segmentos LGBT do mundo. Cerca de 3 milhões de pessoas acompanharam os 17 trios nos trajetos entre a Av.Paulista e Rua da Consolação, em São Paulo. O tema desta edição foi “LEI DE IDENTIDADE DE GÊNERO, JÁ! – Todas as pessoas juntas contra a Transfobia!” #chegadetransfobia, em favor do segmento T: mulheres transexuais, homens trans e travestis. Este ano, a Parada do Orgulho LGBT passou a integrar o calendário oficial de eventos da cidade de São Paulo.


Parada do Orgulho LGBT reuniu multidão na Avenida Paulista neste domingo, 27, em São Paulo

A manifestação contou com a presença do deputado federal, Jean Wyllys, autor da lei que tramita no Congresso para garantir os direitos civis do segmento T, celebridades e representantes da sociedade. Todos os trios trouxeram a bandeira T e frases que representavam cada um dos segmentos. A ideia era fazer uma grande mobilização para que a “Lei de Identidade de Gênero”, seja aprovada e que todos assumam a luta pelo fim da transfobia no Brasil.

A manifestação foi organizada pela Associação da Parada do Orgulho de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros de São Paulo (APOGLBT) com apoio da Four X Entertainment, Groupe 360 e OCP.

A 20ª edição da Parada do Orgulho LGBT teve a parceria de Skol, Bob´s, Caixa e Prefeitura de São Paulo, que destinou R$ 1,5 milhão em estrutura para a Parada (divididos entre manifestação e show de encerramento).

Dilma aproveita Parada para alertar que ministro de Temer quer o fim do nome social.


Dilma Rousseff lembra de decreto assinado por ela em abril sobre nome social para travestis e transexuais


Dilma aproveitou as postagens para lembrar um decreto assinado por ela em abril deste ano, autorizando que servidores do funcionalismo público federal usem o nome social nos crachás de trabalho.

A medida é voltada especialmente para travestis e transexuais dos quadros civil e militar que preferem ser chamados pelo nome do gênero que se identificam.

"Vale destacar que o #SUS foi pioneiro em reconhecer o nome social, garantindo dignidade e inclusão a todos e todas", disse Dilma nas mensagens de hoje no Twitter e no Facebook. "É uma forma de tirar essas pessoas do processo de exclusão da educação, do trabalho, da vida social, enfim, das políticas públicas."

Na sequência, ela menciona que "um dos ministros do governo provisório pretende derrubar o decreto, tendo assinado Projeto de Sustação de Atos do Poder Executivo".

A frase se refere ao ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, que antes de assumir a pasta ocupava uma cadeira na Câmara dos Deputados pelo PTB-RS. Seu nome consta como sendo um dos autores do PDC 395/2016 (Projeto de Decreto Legislativo de Sustação de Atos Normativos do Poder Executivo).

De acordo com informações da Câmara, a emenda do PDC 395/2016 susta o Decreto nº 8.727, de 28 de abril de 2016, que "Dispõe sobre o uso do nome social e o reconhecimento da identidade de gênero de pessoas travestis e transexuais no âmbito da administração pública federal direta, autárquica e fundacional".

No dia 24 de maio, o projeto foi encaminhado pela Mesa Diretora da Câmara à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, e está sujeito à apreciação do Plenário.

Nas redes, Dilma afirmou que "é preciso estar atento e seguir na luta pela democracia, pelas conquistas sociais e pelos direitos das minorais". Ela encerra dizendo que a batalha "contra todas as formas de intolerância e preconceito" deve se estender para além da Parada do Orgulho LGBT. "Essa é uma tarefa constante e de todos", escreveu.

Acontece hoje, em São Paulo, a Parada LGBT, uma das maiores manifestações do mundo pelo respeito à diversidade.

— Dilma Rousseff (@dilmabr) May 29, 2016
Há 20 anos, manifestantes ocupam a Av. Paulista e mostram que é possível reivindicar avanços de forma pacífica e democrática.
— Dilma Rousseff (@dilmabr) May 29, 2016
Em abril, assinei decreto autorizando uso do nome social e reconhecimento da id. de gênero de travestis e transexuais no serviço público.
— Dilma Rousseff (@dilmabr) May 29, 2016
Vale destacar que o #SUS foi pioneiro em reconhecer o nome social, garantindo dignidade e inclusão a todos e todas.
— Dilma Rousseff (@dilmabr) May 29, 2016
É uma forma de tirar essas pessoas do processo de exclusão da educação, do trabalho, da vida social, enfim, das políticas públicas.
— Dilma Rousseff (@dilmabr) May 29, 2016
Um dos ministros do governo provisório pretende derrubar o decreto, tendo assinado Projeto de Sustação de Atos do Poder Executivo.
— Dilma Rousseff (@dilmabr) May 29, 2016
É preciso estar atento e seguir na luta pela democracia, pelas conquistas sociais e pelos direitos das minorais.
— Dilma Rousseff (@dilmabr) May 29, 2016
Que a batalha contra todas as formas de intolerância e preconceito se estenda além da Parada LGBT. Essa é uma tarefa constante e de todos.
— Dilma Rousseff (@dilmabr) May 29, 2016

Puxando o grito: Parada LGBT repete Virada Cultural e vira ato contra Temer em SP.



Depois de dominar a Virada Cultural em São Paulo no final de semana passado, os protestos contra o presidente interino Michel Temer (PMDB) também prevaleceram na 20ª edição da Parada do Orgulho LGBT, neste domingo (29), na capital paulista. Ativistas e políticos presentes no trio elétrico de abertura puxaram o grito "Fora Temer", mas, antes disso, manifestantes já portavam cartazes, adesivos e até leques com frases contra o peemedebista.


A Polícia Militar estimou um público de 190 mil pessoas no horário de pico do evento: 15h15. A estimativa da corporação "não considera o público flutuante". Já os organizadores divulgaram que mais "três milhões de pessoas" participaram da Parada.

Além das frases "Fora Temer" e "Temer jamais", que apareceram em número maior, havia cartazes pedindo a volta da presidente afastada Dilma Rousseff (PT) e faixas "Fora todos", contrárias a ambos. Adesivos contra o presidente interino foram distribuídos pela UNE (União Nacional dos Estudantes).

Os ativistas entendem que o governo Temer representa um perigo para a agenda de inclusão da população LGBT. "É um momento arriscado. Pode haver retrocesso em direitos adquiridos", disse a artista Drag Tiffany.

"Primeiro, foi a extinção do ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos. Depois, a extinção da coordenação nacional LGBT. A secretaria do Conselho Nacional LGBT está vaga. No ministério da Saúde, o orçamento para a Aids e para a política de saúde da população LGBT está congelado, e a pasta que cuida dessas agendas está vaga", argumentou a estudante de direito Phamela Godoy.

Transfobia

Além disso, reclamam da ação de parte da bancada evangélica de tentar derrubar o decreto assinado por Dilma que permite a transexuais e travestis usar o nome social nos órgãos públicos do governo federal.

O tema da edição 2016 da Parada foi a defesa do projeto de lei de Identidade de Gênero, justamente em favor de transexuais e travestis. O segundo dos 17 trios elétricos presentes foi o da "Visibilidade Trans".

Phamela Godoy estava em um grupo que portava cartazes contra Temer logo depois do segundo trio. De acordo com ela, o grupo era apartidário e se reuniu depois de uma mobilização via Facebook. Entre os presentes, havia um militante com bandeira do PT.

No nono trio, com um cartaz contra Temer à frente, a modelo transexual Viviany Beleboni fez um protesto artístico contra a bancada evangélica, que, segundo ela, barra o avanço, no Congresso, do projeto de lei da Identidade de Gênero - no ano passado, Viviany apareceu "crucificada" na Parada também como forma de protesto.

De autoria dos deputados federais Jean Wyllys (PSOL-RJ) e Erika Kokay (PT-DF), o projeto de lei prevê que o SUS (Sistema Único de Saúde) e os planos de saúde banquem os custos de tratamentos hormonais e cirurgias de mudança de sexo aos interessados.

Discursos

Wyllys e outros políticos como os deputados federais Orlando Silva (PCdoB-SP) e Ivan Valente (PSOL-SP) e o ex-senador Eduardo Suplicy (PT) circularam pela Parada.

Suplicy disse que Dilma não cometeu crime que justifique o impeachment. "Os 54 milhões de votos que ela recebeu devem ser respeitados", discursou em cima de um trio elétrico. Silva ajudou a puxar o grito "Fora Temer".

Orlando Silva também discursou e citou o caso da adolescente de 16 anos estuprada no Rio de Janeiro. Afirmou que o machismo "leva homens a pensarem que podem mandar nas mulheres" e que essa violência também tem forma de " homofobia e autoritarismo".

"A Parada sempre teve um caráter político. O Legislativo nunca nos representou", afirmou ao UOL Fernando Quaresma, presidente da Associação da Parada do Orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros).

"Percebo que a Parada está cada vez mais politizada. As pessoas se expressam. Não estão aqui apenas por diversão", disse o perfomer Érico Androgina, que participou da Parada pela 12ª vez.

Nos três trios vinculados à Prefeitura de São Paulo, no entanto, manifestações políticas e discursos políticos estavam vetados, segundo o vereador Nabil Bonduki (PT).

Os trios se concentraram na avenida Paulista, entre o Masp (Museu de Arte de São Paulo) e a avenida Brigadeiro Luis Antonio desde as 9h. No trecho, está o prédio da Fiesp (Federação das Indústria do Estado de São Paulo), em frente ao qual ainda há barracas montadas por manifestantes contrários a Dilma Rousseff. Mesmo sem proteção policial, o clima foi de tranquilidade nesse ponto da avenida.

A festa também atraiu famílias como a do professor de geografia Bruno Picchi, que levou a filha Alice, de 4 anos. "Eu a trago desse sempre para que perceba que ser gay, lésbica ou trans é tão normal quanto ser hétero", disse Picchi.

Detidos

Os trios que arrastaram uma multidão de milhares de pessoas para a Paulista começaram a circular por volta de 13h30 para descer a rua da Consolação rumo ao Centro de São Paulo. Shows encerram a programação no vale do Anhangabaú.

A Polícia Militar informou que até o começo da noite três pessoas haviam sido detidas na Parada e levadas ao 78º Distrito Policial, mas não informou o motivo das ações.

Contra homofobia, cristãos vão à Parada LGBT espalhar amor na Avenida Paulista.




Por conta dos altíssimos níveis de preconceito que alguns líderes religiosos disseminam, a gente acaba generalizando e colocando todas as pessoas que praticam a fé cristã num balaio homofóbico. Mas essa não é uma verdade absoluta!

No centro dessa discussão estão os evangélicos, que são acusados de condenarem a homossexualidade como Judas entregou Jesus aos soldados romanos. Mas, felizmente, existem pessoas como Clauber Ramos, que sabe exatamente o quanto esses pastores midiáticos distorcem a percepção dos seus fiéis, espalhando ódio em vez de amor.

E ele juntou um grupo de cristãos e foi espalhar o amor na Parada LGBT de SP, assim como fez no ano passado. Na AV. Paulista, ele chamou a atenção com um cartaz que que estava escrito: “Desculpe-nos pela forma que a “igreja” trata vocês” e “Transfobia? Não em meu nome, não em nome de Deus”.

“Nosso lema já dizia a que veio “Jesus cura a homofobia” e minha ação era simples, empunhar o cartaz que escolhi “Desculpe-nos pela forma que a “igreja” trata vocês” e sorrir o máximo possível”, disse Clauber.

Curitiba: Atores e produtores da peça Porno Gospel sofrem ameaças de morte.




Estreou no último dia 19 de maio, no mini auditório do Teatro Guaíra, a peça teatral Porno Gospel. A comédia  que se passa em um lugar fictício e é uma sátira às relações das religiões, sexo e o poder. Uma crítica à exploração da fé.  Na cidade de Paradise City, a "cidade perfeita", liderada pela Igreja Missionária do Senhor" do Pastor Jair Malagaia e da cantora gospel Nara Lira que planejam assumir a prefeitura da cidade. O espetáculo arrecadou mais de R$13 mil reais em vaquinha online!

Desde seu anúncio, atores e produtores do espetáculo vem convivendo com ameaças e críticas à obra na internet. Por exemplo, um lutador de MMA chegou a dizer que “se continuarmos ofendendo a fé de milhões vamos pagar e será muito triste para nós”, relatou um dos atores. O homem teria dito ainda que “a mão de deus vai pesar sobre nós e que seremos castigados”, contou o artista que narrou ainda que grupos organizam boicote e fazem pedidos de explicação ao Teatro Guaíra que alugou o espaço para a peça.

Um envelope anônimo foi deixado no prédio de um dos atores, Fernando Cardoso, com referências a sua família e ameaças como "se esse espetáculo estrear, as coisas vão ficar feais para o seu lado". As ameaças já se encontram denunciadas para a polícia que investiga todas as ocorrências contra os artistas.

O espetáculo fica em cartaz até o próximo dia 05 de junho. Às quintas, a entrada tem preço único de R$ 15,00.

PORNO GOSPEL
Quando? De 19 de Maio a 05 de Junho. De Quinta a Sábado às 21h e Domingo às 20h.
Onde? Mini Auditório do Teatro Guaíra - Rua Amintas de Barros, s/n - Curitiba - PR
Quanto? R$ 30,00 (Inteira) e R$ 15,00 (Meia) - Às quintas-feiras, ingressos
Inadequado para menores de 16 anos.

Ator é agredido em frente à boate alternativa de Florianópolis.




Aconteceu de novo, um grupo espancou mais um gay e desta vez a vítima foi o ator catarinense Nando Schweitzer. Na madrugada do feirado do dia 26 de maio, Nando estava na balada 1007, no Centro de Florianópolis, quando foi agredido com um soco por outro frequentador da casa, segundo ele sem motivo. Os seguranças do local, segundo o ator, expulsaram os dois do local e já do lado de fora o mesmo rapaz e amigos espancaram a vítima que caiu e chegou a ficar com a marca da sola do tênis de um deles no rosto depois de diversos pisoes.

Segundo testemunhas, o agressor se chama Alinson. Ele e outros amigos agrediram Nando até que um flanelinha os socorreu. Segundo o ator, os seguranças do 1007 nada fizeram para impedir a agressão.

Nando contou para a Lado A que há alguns anos teve que correr e pular dentro de uma casa para fugir de um motoqueiro que o persegui na madrugada. Ele diz que ataques assim são comuns em Floripa e que na casa noturna onde ocorreu o fato há muitos héteros que, apesar de estarem uma casa alternativa, não toleram os homossexuais. A casa levou o ator para prestar primeiros socorros depois da chegada da polícia. Para Nando, a violência empregada na agressão sem motivo indica que foi mais um caso de homofobia.

O ator teve que cancelar a estréia do seu novo espetáculo que ocorreria neste próximo final de semana em Joinville.

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Postado por Andy | (1) Comente aqui!

Um comentário:

  1. C$69 - Ciro Gomes: A Briga Entre PT e PMDB é FALSA! ACORDA BRASIL! https://www.youtube.com/watch?v=YKwc9IoK-0o

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