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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Bomba! Omar Madeen teria se revoltado depois de participar de festa bareback sem saber, diz suposto amante.




Um homem porto riquenho deu esta semana uma entrevista para o canal latino Univision e alegou que Omar Madeen era seu amante e que ele ficou revoltado depois de saber que dois rapazes com quem ele havia transado, também de Porto Rico, sem proteção, seriam portadores do vírus HIV. Bareback são festas onde homens com o HIV transam sem camisinha com pessoas que não tem o vírus com a intenção de infectá-lo, geralmente com consentimento. O homem que usou uma máscara durante a entrevista afirma que teve um relacionamento entre outubro e dezembro do ano passado com o homem de 29 anos que matou 49 pessoas na boate Pulse, em Orlando, há 10 dias.

Miguel, como foi identificado, afirma que deu sua versão para o FBI e que acredita que não foi um ato de terrorismo. Segundo ele, Omar contou que sua esposa sabia que ele era gay e ainda que o atirador não tirava fotos com outros gays. Ele revelou que na intimidade Omar não se aceitava e que gostava de dormir de conchinha. Os dois se conheceram pelo aplicativo Grindr e teriam se encontrado em um hotel mais de 20 vezes, onde teria havido a prática de sexo oral.

Segundo o homem, o mais provável é que Omar tenha agido por vingança já que o outro clube da cidade, a The Parliament , seria mais letal por concentrar mais pessoas. Lá foi onde os dois se encontraram pela primeira vez e o homem revela que Omar era doce e adorável e que foi um encontro como outro qualquer.
 
Omar gostava de latinos mas não fazia muito sucesso com eles, e bebia muito. Ele movia um ódio por gays de Porto Rico e se sentia usado por eles, principalmente depois do incidente a três. Naquela noite, uma noite latina acontecia na Pulse.
 
Miguel revelou ainda que Omar teria testado para o HIV e dado negativo mas que ele tinha medo que o tempo da janela imunológica tivesse dado um resultado falso e ultrajado pela exposição que teve, queria fazer os homens “sofrerem”.
 
“O motivo que faz com que eu queira falar a verdade é que ele não fez isso por terrorismo. Na minha opinião, ele fez isso por vingança”, disse o homem na entrevista.

O canal informou ainda que o Hotel Ambassador confirmou que Omar esteve no local 63 vezes no ano passado.

Parada Gay de Viena lota o  centro da capital austríaca.


Irã, que pune homossexuais com a morte, também foi lembrado na marcha com cartaz que pedia uma parada gay na capital Teerã


Milhares se reuniram no centro de Viena para celebrar a 21ª edição da parada gay da cidade no sábado, 18.

Homenagem às vítimas da boate Pulse, de Orlando, que foi alvo de um massacre no domingo, 12, puderam ser vistas em todo o evento.

Segundo a Agência France-Presse, o público da marcha passou por todo o centro de Viena houve um espaço vazio, deixado propositalmente para simbolizar os que morreram em Orlando ou em outros crimes de ódio. Cerca de 130 mil participantes estiveram na parada.

A bandeira do Irã também surgiu no evento para protestar contra o país do Oriente Médio, que pune homossexuais com pena de morte.

Parada Gay da Turquia é cancelada  por razões de segurança.


Organizadores disseram que vão recorrer na Justiça

A Parada do Orgulho Gay de Istambul, na Turquia, que seria realizada no fim deste mês, foi proibida pelo governo do país. Quem desobedecer a determinação, poderá ser preso.

O evento já foi realizado 12 vezes, mas no ano passado deu confusão e a polícia usou gás lacrimogêneo, canhões de água e balas de borracha para dispersar as pessoas.

Para os organizadores, a proibição trata-se uma “violação flagrante da Constituição e da lei”. Eles vão recorrer à Justiça. “O dever do Estado não é impedir o exercício dos direitos, mas eliminar quaisquer obstáculos para exercer estes direitos”, disseram.

“Anjos” bloqueiam homofóbicos em funeral de vítimas de Orlando.



Neste final de semana, as vítimas do atentado contra a boate gay Pulse, em Orlando, começaram a ter seus funerais. Protestantes anti-gays como os da Igreja Batista de Westboro, do Kansas, chegaram à cidade. Conhecidos por protestar em funerais de gays com placas dizendo que Deus odeia os gays, uma operação anti-homofobia foi montada em Orlando para neutralizar os homofóbicos.
 
Cerca de 200 voluntários vestidos de anjo fizeram um cordão humano em volta da catedral de São Lucas, no Centro de Orlando, onde era realizado o funeral de Christopher “Drew” Leinonen. O jovem de 32 anos morreu ao lado do namorado na boate e seu caso ficou conhecido quando sua mãe, desesperada, cobrava informações sobre o filho logo após o massacre.

fotos de Leinonen

O grupo homofóbico acabou removido das proximidades pela polícia e os anjos comemoraram a vitória. Com asas e túnicas feitas de tecido banco pelo grupo de teatro Orlando Shakespeare Theater e muitas placas com as cores do arco-íris, eles reproduziram uma ação feita em outro enterro icônico, o de Matthew Shepard, morto em 1998 em um dos crimes homofóbico mais cruéis já ocorrido nos EUA, em Wyoming.
 

fotos de Leinonen

Dentro da catedral, o arcebispo da Flórida Central, Greg Brewer, pediu desculpas pelo passado de ausência da igreja com a comunidade gay. “Há histórias com algumas igrejas do centro da cidade, incluindo a nossa, que eles eram menos abertas às pessoas gays” disse o religioso antes de declarar que desejava que as pessoas se sentissem mais abertas à Igreja, que por isso aceitaram receber o velório quando solicitados.

O grupo homofóbico que reúne pouco mais de 40 pessoas protestou em outros funerais na cidade e houve ainda um incidente onde uma mulher furou o bloqueio no trânsito e atingiu as motos de dois policiais, segundo ela por ter interpretado errado o sinal de pare do oficial.

Após Orlando, OEA se une contra a homofobia e promete ser mais direta na defesa dos LGBT.



A Organização dos Estados Americanos (OEA), que reúne Brasil, Argentina, Canadá, Chile, Colômbia, Estados Unidos, México e Uruguai, anunciou na semana passada que irá atuar junto aos seus membros para combater a homofobia. Há alguns anos a instituição reporta as violações aos direitos LGBT no continente e decidiu assumir a linha de frente perante a homofobia como resposta ao atentado de Orlando. O anúncio deste reforço foi oficializado na 46ª Sessão Ordinária da Assembleia Geral da OEA, em São Domingos, na República Dominicana.

O objetivo da aliança internacional é assegurar que pessoas que vivem ou se sentem LGBT tenham o direito a uma vida sem violência e discriminação baseadas em orientação sexual, identidade ou expressão de gênero. A OEA resolveu publicamente condenar todas as formas de discriminação e violência contra LGBTs mais uma vez mas agora irá exigir que seus países membros acabem com as barreiras jurídicas que promovem a discriminação, adotando medidas contra o preconceito social. A OEA quer mais estudos sobre o tema e reforço contra a homofobia, com a adoção de leis e apoio a iniciativas práticas, este são alguns dos caminhos indicados pelo grupo que passa a se reunir para debater o tema em um grupo de trabalho especial.

UnB investiga ataques homofóbicos  e racistas no campus.


Manifestantes pediam a volta da ditadura militar

Ataques homofóbicos e racistas ocorridos no Instituto Central de Ciências (ICC) da Universidade de Brasília (UnB), na sexta-feira, 17, estão sendo investigados pela instituição.

Segundo o Correio Braziliense, manifestantes chegaram ao local, conhecido como Minhocão, por volta de 20h, gritando palavras de protesto e exigindo a volta da ditadura militar. Eles ainda teriam feito o uso de bomba caseira.

O prefeito do câmpus, professor Marco Aurélio de Oliveira, recebeu relatos de que, durante o protesto, alunos que passavam perto dos manifestantes eram agredidos verbalmente, principalmente com frases racistas. “Sabemos que a ação foi muita rápida. As informações ainda são muito desencontradas. Na segunda-feira, 20, vamos intensificar a busca de depoimentos de alunos e funcionários que estavam de plantão”, detalhou.

Dois estudantes registraram ocorrência na 2ª Delegacia de Policia (Asa Norte). Em depoimento, eles disseram que estavam saindo do ICC em direção ao estacionamento, quando foram abordados pelos manifestantes. Os universitários disseram que o grupo ameaçou agredi-los. A dupla de alunos teria ainda sido seguida por um motociclista vestido todo de preto. O homem arremessou objetos no carro dos alunos. A Polícia Civil investiga o fato.

Na redes sociais circula um vídeo em que pessoas vestidas de preto e com camisas da seleção brasileira agridem estudantes da instituição. “Eu sou empresária, pago imposto caríssimo pra manter esse parasita. Gay, safado, parasita”, grita uma mulher a um aluno. O vídeo também mostra o momento em que uma bomba caseira é lançada no ICC. Entre as manifestantes, aparece Kelly Bolsonaro, ativista de direita.



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Postado por Andy | (1) Comente aqui!

Um comentário:

  1. Caso Omar Mateen.

    Como tinha dito, de varios casos de homofobia que publiquei, muitos sao praticados por ``Gays enrrustidos`` que nao aceitam a sua homossexualidade, e assim, agridem outros que vivem plenamente a vida com satisfaçao, onde popularmente podemos chamar de ``ìnveja``. Devido a varios fatores, como a repressao familiar, sociedade e religiao, eles nao conseguem se livrar das amarras que o prendem. Ainda mais, no caso de Omar Mateen, de descendencia de Afegaos, tem a influencia familiar e da religiao e cultura muçulmana, rigida na questao da homossexualidade. Nao me sai da cabeça, o torcedor ingles ``hooligan``, que se tornou transsexual e confessou, depois que seu odio foi a nao aceitaçao de sua sexualidade e assim, agrediam seus semelhantes que conviviam bem com ela.

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