Slide 1 Slide 2 Slide 3

NOTICIAS DO MUNDO GAY

Obama cria primeiro monumento em homenagem a comunidade Gay.




WASHINGTON (Reuters) – O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, transformou nesta sexta-feira o local de um evento que representou um divisor de águas na história dos direitos dos gays norte-americanos, a revolta de Stonewall de 1969 na cidade de Nova York, em um monumento nacional, o primeiro a homenagear as contribuições dos homossexuais do país.

O bar foi alvo de uma ação infeliz policial na época que resultou em insultos, brigas, e obviamente uma longa jornada a visibilidade dos direitos GLBTS nos Estados Unidos. o bar gay Stonewall Inn, fica situado no bairro de Greenwich Village, em Manhattan.

“Ainda existe uma distância considerável para se percorrer, mas através do engajamento político e do sistema judicial, assim como de atos individuais de coragem e aceitação, este movimento fez um tremendo progresso para obter direitos iguais e igual dignidade”, discursou Obama durante o evento.

Obama é o presidente que mais tenha se preocupado com causas glbts e não fez feio, além de criar o primeiro monumento gay, ele destruiu a lei onde proibia gays de servirem o exercito americano e legalizou o casamento homoafetivo.

Papa Francisco diz que Igreja deveria pedir perdão aos gays pelo modo que são tratados.




O Papa Francisco disse deste domingo (26) que a Igreja Católica Romana deveria pedir eternas desculpas à comunidade LGBT pelo modo pelo qual são tratados.

Em uma conversa de mais de uma hora com os repórteres presentes no voo que estava levando ele de voltar a Roma da Armênia, o Papa foi questionado se ele concordava com os comentários de um cardial alemão, Karl Marx, que pouco depois do massacre em Orlando em uma boate gay, disse que a igreja deve um pedido de desculpas por tê-los marginalizados.

“Eu acho que a igreja não só deve pedir desculpas… aos gays, mas também para os pobres, para às mulheres que foram exploradas, pedir desculpas por abençoar “tantas armas”, e por ter falhado enquanto deveriam estar do lado das famílias que tiveram que enfrentar o divórcio.”

Ele ainda ressaltou um dos ensinamentos da Igreja, e afirmou que os gays não deveriam ser discriminados.

São Paulo: Violência gratuita- Casal gay é agredido por homofóbico em bar no Itaim, em São Paulo.


2


Um casal foi agredido em um bar na noite desta sexta-feira (24), em São Paulo. Eles acreditam que tenham sido vítimas de homofobia. A agressão ocorreu por volta das 21h na Rua Jerônimo da Veiga, no Itaim Bibi, na Zona Oeste da cidade.

“Estávamos conversando, entre amigos, quando uma pessoa veio e gratuitamente nos agrediu porque éramos um casal e por sermos um casal. Começou a falar palavras pejorativas para gente, deu um soco e começou a querer nos agredir mais”, afirma um dos rapazes.

Ele ainda afirma que teve dificuldade para registrar o caso como homofobia na delegacia. “O que houve foi uma tentativa de nos coibir, de tentar intimidar como nós deveríamos agir hoje”, alega.

No boletim de ocorrência, o caso foi registrado como injúria e lesão corporal consumada. O agressor também prestou depoimento e, segundo o que consta no registro, negou que tenha sido um caso de homofobia. Disse que a briga foi provocada pelo uso do karaokê.

Esse foi o segundo caso de violência envolvendo casais do mesmo sexo em duas semanas na capital. No dia 11, dois rapazes foram agredidos por um segurança do centro de tradições nordestinas, na zona norte, durante um show da cantora Ivete Sangalo. Testemunhas contam que policiais militares estavam perto e não fizeram nada. O caso está sendo investigado pela polícia civil e pela corregedoria da polícia militar.

A vítima da agressão no bar no Itaim diz que espera que o caso seja investigado como homofobia. “Eu espero que essas pessoas, como essa pessoa teve essa atitude, seja punida por isso."

A polícia Civil informou que, ao ouvir todos os envolvidos, o delegado do 14° Distrito policial, em Pinheiros, entendeu que a ocorrência foi um desentendimento que levou à agressão. A polícia diz ainda que foi requisitado exame de corpo de delito para a vítima, e que o caso foi encaminhado ao juizado especial criminal.

Jovem denuncia ataque homofóbico por usar saias no Centro de BH.


Lázaro dos Anjos escreveu post no Facebook falando sobre o ataque que sofreu


Rapaz registrou ocorrência de agressão contra homem por empurrões e cabeçadas na Rua da Bahia. Ele também reclama do comportamento de policiais ao registrar a denúncia.

O autônomo Lázaro Henrique dos Anjos Silva, de 23 anos, relata ter vivido momentos de pânico na última sexta-feira no Centro de Belo Horizonte. Em meio ao movimento intenso no cruzamento da Rua da Bahia com a Avenida Augusto de Lima, ele foi ofendido e empurrado para o meio da rua, correndo risco de ser atropelado, por estar usando saias. Lázaro conversava com um amigo transexual, o que ele acredita também ter motivado o ataque. A situação foi relatada em um desabafo no perfil dele no Facebook e já tem mais de 400 curtidas. Ele registrou boletim de ocorrência na Polícia Militar, mas denuncia que também sofreu preconceito dentro de uma unidade policial e pretende procurar a Polícia Civil para que o caso seja investigado.

Lázaro caminhava com um amigo transexual pela Rua da Bahia por volta das 14h quando parou para conversar na esquina com a Avenida Augusto de Lima. Nesse momento, ele relata que ouviu diversas ofensas, entre as quais “nojento”, “aberração” e “não sei se você é homem ou um traveco”. Sem entender o motivo dos xingamentos, Lázaro viu o homem loiro, com cerca de 1,90 metro e vestindo jaqueta de motoqueiro se aproximar e começar a dar cabeçadas contra ele. “Depois disso, ele olhou para um lado e para o outro e falou que eu tinha que morrer. Me pegou pela manga da minha camisa e me puxou em direção à Rua da Bahia. Meu amigo que estava junto me puxou de volta, o que eu acho que evitou o pior. Meu amigo saiu correndo de medo”, afirma o jovem.

O agressor, então, subiu em uma moto e fugiu pela Rua da Bahia. Lázaro acredita que foi vítima de uma tentativa de homicídio, pois poderia ter morrido se algum carro passasse na hora em que ele foi jogado na rua. O caso de homofobia aconteceu a poucos metros da 4ª Companhia do 1º Batalhão da Polícia Militar, que fica no quarteirão seguinte da Rua da Bahia. “Eu entrei em pânico na hora e só consegui correr para casa, onde eu estaria seguro. Me acalmei e contei com a ajuda de dois amigos, que foram comigo até a unidade da PM”, afirma.

Ao chegar na 4ª Companhia, ele diz ter se sentido discriminado. "O policial me perguntou como eu deixei que uma coisa dessa acontecesse. Se fosse ele, bateria na pessoa que fez aquilo comigo. Falei que não fui educado para bater em ninguém. Além disso, eu estava vestindo saia e fui examinado de cima para baixo várias vezes”, complementa. Ele também conta que o militar fazia algumas piadas com a situação e brincou novamente na hora de preencher o gênero da vítima no boletim de ocorrência. “Ele falou que colocaria meu gênero como indefinido, mas eu disse que tenho definição, sou do gênero fluido. Também vieram piadas com a minha cor, pois sou negro da pele mais clara e ele também ridicularizou a situação. Nesse momento eu e meus amigos mostramos que aquilo não era uma brincadeira”, conta Lázaro.

Do momento em que entrou na unidade até o fim do registro foram cerca de três horas, segundo o autônomo. O que era para ser o início de uma solução para o caso se transformou em decepção. “A conclusão que eu tiro é que a sociedade não está pronta para lidar com pessoas como eu. Sou uma pessoa normal, faço tudo como quem é normal. Só que o normal para eles é ser masculino, heterossexual”, desabafa. "Eu vou procurar a Polícia Civil para que esse caso seja investigado e outras pessoas não sejam vítima do que eu fui”, completa.

O major Sandro de Souza, da assessoria de comunicação do Comando de Policiamento da Capital (CPC), informou que os cursos de formação da Polícia Militar tanto para soldados como oficiais preveem “o estudo e discussão ampla sobre a questão da diversidade”. “O cidadão é nosso cliente, não importa o gênero, se é branco, negro ou roxo”, afirmou. Em relação à queixa de discriminação sofrida, no momento de realização do boletim de ocorrência, o major informou que precisa ser investigado. Nesses casos, segundo ele, a orientação é procurar o órgão de correição da própria PM e órgãos fiscalizadores, como Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil e as comissões de segurança pública e direitos humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (Alemg).
Poderá gostar também de:
Postado por Andy | (0) Comente aqui!

0 comentários:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...