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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Irlanda do Norte permitirá que gays e homens bissexuais doem sangue.


Inglaterra, Escócia e País de Gales suspenderam proibição em 2011


Doadores terão que respeitar prazo de 12 meses sem praticar sexo. Inglaterra, Escócia e País de Gales suspenderam proibição em 2011.

A província britânica da Irlanda do Norte vai suspender a partir de setembro a norma que proíbe gays e homens bissexuais de doarem sangue, anunciou nesta quinta-feira a ministra da Saúde regional, Michelle O'Neill.

O anúncio foi feito durante uma visita de O'Neill à sede de um grupo que luta pelos direitos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, em Belfast, afirmou seu partido, o Sinn Fein.

A ministra pediu, no entanto, que os candidatos a doadores respeitem o prazo de um ano sem sexo exigido para gays e homens bissexuais no resto do Reino Unido.

"Nem mesmo os exames mais avançados são 100% confiáveis, por isso é vital que todos os doadores cumpram as regras de moratórias que vigoram nos seus casos", afirmou.

A proibição de que gays e homens bissexuais doem sangue foi estabelecida em todo o Reino Unido em 1981, para combater a Aids, mas a Escócia, o País de Gales e a Inglaterra suspenderam a norma em 2011, com a condição de que o doador não tenha praticado sexo nos 12 meses anteriores.

Complexo hoteleiro de Portugal  recusa quartos a gays e lésbicas.


Hotel se recusou a se pronunciar sobre discriminação explícita a hóspedes homossexuais


O complexo hoteleiro português Casa D’João Enes em Afife, Viana do Castelo, está negando acomodações a gays e lésbicas.

No site da empresa, quem ler os termos da “política de cancelamento e condições de venda” percebe que há várias regras incomuns e discriminatórias:

“Estimado hóspede caso se encontre numa das quatro situações abaixo indicadas, queira fazer o favor de não prosseguir com a sua reserva, ou de a cancelar caso a mesma já tenha sido concretizada, sob pena de ser vedada a vossa admissão às instalações: Adeptos de futebol; Frequentadores/adeptos de festivais de música de verão; Gays e lésbicas; Consumidores de estupefacientes e/ou quaisquer substâncias psicotrópicas.”

O site Notícias ao Minuto tentou falar com alguém do hotel, mas se recusaram a prestar quaisquer declarações.

A Ilga (Associação Internacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Transexuais e Intersexuais) disse ser “discriminação explícita em função da orientação sexual no acesso a bens e serviços”, e pediu que quem tenha sido alvo de situações como estas que os denunciasse.

“Este caso mostra bem a necessidade de legislação que permita prevenir e punir este tipo de discriminação”, escreveu ainda a associação, que acrescentou: “Temos vindo a reivindicar a criação de uma lei-quadro contra todos os tipos de discriminação, incluindo a com base na orientação sexual e na identidade de gênero, e que abranja também a discriminação múltipla – e esperamos que este exemplo ajude a tornar evidente a sua importância e urgência”.

Cresce número de alunos transexuais que usam nome social nas escolas de SP.




Você sabia que o número de estudantes que usam o nome social na rede estadual de educação de São Paulo teve um aumento significativo ao longo do último ano? Subiu de 44 no primeiro semestre de 2015 para 290 alunos em 2016, de acordo com levantamento da Secretaria de Estado da Educação.

O pedido pode ser feito por transgêneros, transexuais e travestis. Segundo a Secretaria, 78% das solicitações são de pessoas que querem ser chamadas por nome social feminino, e 22% são de estudantes que pedem o uso de nome masculino.

A maioria (65%) dos estudantes que usam o direito estão matriculados na EJA (Educação de Jovens e Adultos). Os outros 35% se dividem entre os ensinos fundamental e médio. Após a solicitação do aluno, o nome é atualizado em documentos como lista de chamada, carteirinha de estudante e boletim.

Vítima de homofobia, adolescente é espancado em escola de Brasília.


O adolescente registrou Boletim de Ocorrência na Delegacia do Gama (24ª DP) e seguiu para o hospital


Ricardo, de 17 anos, relata que foi agredido verbal e fisicamente pelo jovem.

Um estudante de 17 anos foi vítima de homofobia no Centro de Ensino Médio 3 do Gama, Distrito Federal, nesta segunda-feira (30/5). O jovem Ricardo explicou que o outro aluno o xingava e o ameaçava constantemente na instituição, sempre com ofensas relacionadas a sua sexualidade.

De acordo com o relato de Ricardo, ele conversava com amigas no pátio da escola quando levou um tapa do agressor. Em seguida, os dois discutiram e o outro jovem partiu para cima dele.

“Levei vários socos, cai no chão e, então, ele conseguiu me bater mais”, conta. O adolescente registrou Boletim de Ocorrência na Delegacia do Gama (24ª DP), por volta das 21h20, e seguiu para o hospital.

“Não estou conseguindo comer nada. Acho que desloquei meu maxilar”, contou. Ricardo também frisou que o agressor era conhecido na escola por ameaçar jovens LGBT da instituição. “Ele sempre mexeu com a gente”, completou.

Apesar das ameaças, Ricardo conta que, por medo da exposição, nunca relatou as ameaças aos professores e aos diretores do Centro de Ensino.

Em uma postagem no Facebook, o adolescente relatou o caso e recebeu dezenas de mensagem de apoio.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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