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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Obama pede por “Igualdade de Direitos” aos LGBT do mundo todo.




Com Junho sendo oficializado como mês do Orgulho LGBT, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez um discurso valorizando as recentes conquistas de direitos LGBT nos Estados Unidos, mas sem se esquecer de que ainda temos muito a conquistar no mundo por uma igualdade plena de direitos.

Vale a pena ler o discurso do presidente americano e refletir sobre quem temos no poder no Brasil, um país ainda com um único representante assumidamente LGBT no congresso. Por um lado, Dilma e o PT que sempre cederam a pressão de bancadas evangélicas, vetando o kit anti-homofobia nas escolas. Do outro, todo conservadorismo do PMDB e o PSDB, de quem é mais difícil ainda conseguirmos qualquer avanço.

É verdade que ainda há muito a ser conquistado nos Estados Unidos, como na recente problematização da questão do uso do banheiro por pessoas transgênero, que vem dividindo o país. Mas é inegável reconhecer que estão muito a nossa frente, principalmente analisando trechos do pronunciamento à nação, do presidente Obama, que afirmou: “Esta luta, liderada por pessoas com pensamento muito a frente, nunca foi fácil. O esforço por dignidade e igualdade para pessoas lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros, que lutam sem descanso por uma sociedade cada vez mais inclusiva. (…) Ano passado a Suprema Corte dos Estados Unidos aprovou o casamento entre pessoas do mesmo sexo em todos os 50 Estados do país, o que foi uma grandiosa vitória para cidadãos americanos, que agora tem os mesmos direitos. Somos mais livres quando somos todos tratados iguais pela lei. Pessoas LGBT merecem ter seu país ao seu lado e é por isso que meu governo se colocou ao seu lado, entendendo suas necessidades e criando iniciativas que apóiam LGBTs americanos.

Foi por isso também que me opus à proposta de tratamento de cura-gay, por isso que apoiei iniciativas que ajudam LGBTs expulsos de casa, por isso que apoiei estratégias que reduziram os índices de novas contaminações de HIV e AIDS nessa parcela da população já tão vulnerável.

Peço ao congresso que dê continuidade ao progresso que fizemos, porque ninguém merece viver com medo de perder o emprego simplesmente pelo fato de ser quem é ou amar alguém.

É verdade que ainda há muito a ser feito, mas por conta de atos de coragem de milhões de bravos LGBTs americanos, conseguimos progredir no reconhecimento de que, amor é amor e ninguém deve ser julgado por algo que não diz respeito ao seu caráter. Que isso sirva de exemplo para todo o mundo.

Eu, Barack Obama, como presidente dos Estados Unidos, proclamo Junho de 2016 como o mês do Orgulho LGBT. Convoco todo cidadão americano a eliminar seus preconceitos se existirem, e celebrar a grande diversidade da nação americana.”

Parabéns Obama! Nos resta agora torcer pela vitória de Hillary Clinton nas eleições presidenciais contra o candidato conservador Donald Trump, pra que todo avanço não corra o risco de sofrer qualquer retrocesso.

Rodrigo Duterte: Presidente filipino levanta ira da  igreja por apoiar casamento gay.


Novo chefe de Estado do país comprou briga com a Igreja Católica



Recém-eleito, o presidente filipino Rodrigo Duterte, que ainda não foi empossado ganhou a ira da Igreja Católica. Um dos motivos é porque ele se mostra favorável ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. “Todo mundo merece ser feliz”, disse.

Contrariando as posições da Igreja, no país em que mais de 80 milhões dos 100 milhões de habitantes são católicos, Duterte também quer trazer de volta a pena de morte no país asiático e é favorável ao controle de natalidade.

Duterte, que foi prefeito durante 22 anos de Davao, cidade do Sul do país, onde ele se gaba de ter conseguido uma drástica queda na criminalidade, é acusado pelas organizações de direitos humanos de estar ligado ao surgimento na cidade, a partir dos anos 1990, de um esquadrão da morte, que executou sumariamente traficantes e usuários de drogas, mas também em alguns casos simples moradores de rua.

O futuro presidente filipino não esconde que acredita em Deus à sua maneira, mas não tem a Igreja Católica no coração. Durante a visita do Papa Francisco ao país, em janeiro, que causou engarrafamentos monstruosos, Duterte chamou o pontífice soberano de “filho da puta”. Em seguida, ele escreveu ao Papa para se desculpar, e em troca Roma respondeu que Francisco rezava para que ele fosse tocado pela “sabedoria e pela paz” divinas.

Motorista do Uber é demitido após passageira gravar discurso homofóbico.


Um motorista do Uber foi demitido pelo discurso homofóbico


“A Uber não tolera qualquer forma de discriminação”, disse porta -voz da empresa.

Um motorista do Uber foi removido do serviço depois de ser gravado fazendo comentários homofóbicos a um casal australiano no último sábado. Lucy Thomas estava num carro em Merlbourne, na Austrália, com a namorada Chelsea Lang, quando seu motorista a chamou de “bichas” ao perceber o relacionamento.

Lucy, que é cofundadora do grupo anti-bullying Project Rockit, contou ao site “Mashable Austrália” que estava jantando com amigos quando solicitou o Uber. Ao entrar no carro, comentou que as duas estavam indo assistir a um jogo de futebol. “Ele disse: ‘Eu odeio futebol, é para um bando de viados que andam por aí tocando um ao outro’”, contou Lucy. Foi então que, quando ele parou de falar, a passageira disse a ele que entendia o jeito brincalhão que ele falava, e que aquilo não era um problema para elas. O motorista, então, perguntou se as duas estavam juntas e se tornou agressivo e ameaçador.

Preocupada, ela começou a gravar a conversa que, mais tarde, postou no Twitter. “Você vai me dar uma classificação ruim e fazer uma reclamação?”, diz o homem que ainda as expulsa do carro. Ela reclamou com o Uber que removeu o motorista do cadastro.

After being threatened by our @uber driver, my girlfriend and I stood up to him and recorded it. LISTEN: https://t.co/5IIdpBLSHJ #homophobia

— Lucy Thomas (@lucylockit_) 5 de junho de 2016
“A Uber não tolera qualquer forma de discriminação, e entramos em contato com o passageiro para oferecer o nosso apoio, que tomaram conhecimento deste incidente, removemos o motorista da plataforma”, disse um porta-voz da empresa ao “Mashable”. Segundo o Uber, a empresa tem uma política de tolerância zero com casos de assédio e abuso. Neste domingo ela usou o Twitter para comemorar a demissão.

THEY SACKED HIM ??????? thanks @UberAus
— Lucy Thomas (@lucylockit_) 6 de junho de 2016

STJ mantém na prisão acusado de ataque por homofobia na Bahia.



Homofobia: o Tribunal de Justiça da Bahia concluiu que o crime, ocorrido em Camaçari, foi cometido por "motivos homofóbicos


Homem é acusado de integrar um grupo que agrediu irmãos gêmeos, o que resultou na morte de um deles, por achar que eram um casal.

A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a ordem de prisão preventiva de um homem acusado de integrar um grupo que agrediu irmãos gêmeos por achar que eles formavam um casal.

Os irmãos, que voltavam abraçados para sua casa, foram atacados com chutes, socos, pedradas e cortes de facão, o que resultou na morte de um deles e politraumatismo no rosto do outro.

O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ/BA) concluiu que o crime, ocorrido em Camaçari, foi cometido por "motivos homofóbicos". Diante da gravidade dos delitos, a Corte decretou a prisão preventiva de nove acusados "a fim de resguardar a ordem pública".

As informações foram divulgadas nesta segunda-feira, 6, no site do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O acusado que recorreu ao STJ está preso preventivamente desde junho de 2012, aguardando julgamento pelo tribunal do júri.

No pedido de habeas corpus, a defesa requereu a revogação da preventiva e a imediata emissão de alvará de soltura. Alegou excesso de prazo na tramitação da ação penal, constrangimento ilegal e ausência de fundamentação do decreto prisional.

O relator do recurso em habeas corpus no STJ, ministro Jorge Mussi, destacou a complexidade do processo, que envolve nove réus, e constatou que "não existem notícias de que estejam ocorrendo morosidade, retardo excessivo na implementação das fases processuais ou inércia na prestação jurisdicional".

Citando precedentes, Mussi reiterou que os prazos indicados na legislação para finalização dos atos processuais servem apenas como parâmetro geral.

O ministro argumentou que não se pode deduzir eventual excesso tão somente pela soma aritmética dos prazos, "admitindo-se, em homenagem ao princípio da razoabilidade, certa variação, de acordo com as peculiaridades de cada processo".

Segundo o relator, o constrangimento só pode ser reconhecido como ilegal "quando o retardo ou a delonga sejam injustificados e possam ser atribuídos ao Judiciário, o que não se verifica no caso em questão".

Assim, por unanimidade, a turma rejeitou o pedido, mas determinou que o tribunal baiano agilize o julgamento de recursos pendentes de apreciação.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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