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SEXO

Além da penetração, Zika também pode ser transmitido pelo sexo oral.




Sim! A gente fala bastante sobre sexo aqui, assim como também falamos diariamente sobre sua saúde. E existem pautas em que esses dois assuntos se encontram. O sexo é um possível meio de transmissão do zika vírus, mas uma análise recente mostra que a passagem do micro-organismo pode não estar limitada à relação com penetração anal ou vaginal. Pode rolar transmissão com sexo oral!

Como o zika vírus é transmitido pelo sexo oral?

Cientistas franceses, do “National Institute of Health and Medical Research”, descobriram que o zika pode ser transmitido pelo sexo oral ao investigar um caso específico que aconteceu na França. Uma mulher de 24 anos em Paris (França) apresentou sintomas de zika depois de ter relações sexuais com um homem que teve sintomas de zika pouco depois de deixar o Brasil.

Toda vez que o casal tinha relações sexuais, eles mantinham sexo vaginal sem ejaculação e sexo oral com ejaculação como uma estratégia para evitar gravidez. O homem tinha altos níveis de zika vírus no sêmen e na urina, mas nenhum indício da presença do micro-organismo no sangue ou na saliva. A mulher tinha o vírus na urina e na saliva e anticorpos em seu sangue, mas o que mais chamou atenção foi a ausência de zika vírus na vagina.

Transmissão do zika através do sexo: outros casos

O primeiro caso notificado de transmissão do zika vírus através de relações sexuais foi relatado em 2011. A contaminação aconteceu no Senegal, mas o paciente só sentiu os sintomas em casa, nos Estados Unidos. Quatro dias depois ele notou a presença de sangue no sêmen e, no mesmo dia, sua esposa passou a ter sintomas da doença.

Segundo estudos, depois que o indivíduo é picado pelo Aedes Aegypti, o zika vírus passa a circular pelo seu sangue e chega às secreções corporais, como sangue e urina. Depois disso, o homem passa o micro-organismo para a esposa pelo sêmen, durante a relação sexual.

Depois do caso de origem senegalesa, outros casos de suspeita de transmissão do micro-organismo foram investigados e a Organização Mundial da Saúde (OMS) chegou a declarar que a “transmissão sexual é mais comum do que se imaginava”.

Como evitar

Como ainda se sabe muito pouco sobre a transmissão do zika através da relação sexual, as organizações médicas, como o Centers for Disease Control and Prevention, órgão governamental dos Estados Unidos para Controle de Doenças, afirmam que “não fazer sexo é a única maneira de ter certeza de que o zika não será sexualmente transmitido”.

No entanto, os casos descritos em periódicos científicos de infecção por zika através do sexo ocorreram quando o preservativo não foi utilizado ou foi usado de maneira errada.

É isso que acontece no seu cérebro quando você está apaixonado.




Amar é um vício e não digo isso à toa. De acordo com a ciência, este sentimento reage no corpo humano como uma droga, liberando doses de substâncias químicas capazes de criar sensações de euforia, prazer e conforto.

Diferentemente do que os filmes de romance mostram, o amor não é “criado” no coração. O cérebro que é programado para amar. Abaixo, vou listas as cinco coisas que acontecem no seu cérebro para que seu crush se transforme no amor da sua vida.

A primeira dose.

Pode ser amor à primeira vista ou uma atração ao ver a pessoa. É neste estágio inicial que os neurônios liberam a dopamina, hormônio que provoca euforia. De acordo com estudos da antropologista Helen Fisher, o sistema límbico, voltado para as recompensas, é ativado quando estamos apaixonados.

Toda vez que você pensa na pessoa amada, mais dopamina é liberada. O seu amor, contudo, não fica restrito apenas à pessoa, mas a tudo ao seu redor parece mais “colorido”. Esta necessidade desenvolvida desde os tempos da caverna ajudou o homem evoluir. Afinal, a procriação e a criação de filhos nada mais é do que uma resposta a estes estímulos.

Borboletas no estômago.

Sabe aquela sensação de ter “borboletas no estômago” quando você encontra a pessoa amada? Ela existe devido ao sinal que seu cérebro envia para a glândula adrenal (localizada nos rins), onde adrenalina, epinefrina e norepinefrina são bombeadas.

São estes hormônios que aumentam os batimentos cardíacos e provocam excitação sexual. Enquanto a dopamina traz um sentimento de felicidade, a norepinefrina aumenta a vontade de se estar com a pessoa. Além disso, os apaixonados têm baixos níveis de serotonina, um hormônio encontrado em pouca quantidade em pessoas com transtorno obsessivo-compulsivo. Por isso, alguns indivíduos apaixonados tornam-se obcecados pelos parceiros.

O amor é cego.

Quando estamos apaixonados, a amigdala passa a funcionar mal – e isso tem grandes consequências. Se dizemos que o amor é cego, é por conta desse mal funcionamento. Localizada no lobo temporal do cérebro, é ela que comando o bom senso do ser humano, ajuda na tomada de boas decisões, reconhecimento de situações de risco, entre outras funções.
Se você já deixou de lado coisas importantes para estar com seu amor, vá em frente e culpe a amigdala.

Eu, você, dois filhos e um cachorro.

A partir do momento que o relacionamento amadurece, os apaixonados se tornam menos obsessivos. Após um ano, o crescimento neural retorna a um estágio normal. O cérebro volta a produzir serotonina e, por isso, um sentimento de confiança começa a fazer parte do relacionamento.

Segundo um estudo norte-americano, outro hormônio que torna a relação mais estável é a oxitocina. Ele é conhecido por ser liberado durante o orgasmo, porém ele também diminui a necessidade de estar com o parceiro todo o tempo.

Até que a morte nos separe.

Quando duas pessoas estão juntas por muito tempo, uma área do cérebro chamada ventral pallidum é ativada. Nela são produzidos a oxitocina e os receptores de vasopressina, que estão associados à monogamia. Enquanto a oxitocina aumenta com o decorrer de um relacionamento, os níveis de dopamina diminuem.

Isso não significa que você não fica mais excitado ou feliz do lado da pessoa que ama. Na realidade, a necessidade deste hormônio é substituída por uma molécula chamada CRF. Ela é liberada sempre que casais estão longe – o que causa uma desagradável sensação de separação e falta.

Além disso, o sistema límbico continua a funcionar, ou seja, relacionamentos longos têm duas vantagens: a excitação do primeiro beijo e a segurança de estar com quem se ama.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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