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CONTOS DO LEITOR



No rastro do rapaz cheiroso


 


Me chamo Lorenzo, tenho 22 anos, cabelos curtos castanhos escuros, olhos verdes, uso óculos de grau e tenho a pele branca. Sou gay e curto carinhas como eu de boa na deles estilo boy.

Estava eu no shopping ouvindo uma música nos fones, acompanhando minha mãe e suas intermináveis compras quando alguém passa por mim deixando um rastro do seu perfume. O cheiro me faz arrepiar cada pelo do meu corpo e claro, meu pau dá um pulo dentro de minha bermuda. Olho em direção onde o cheiro tinha se dissipado e percebo um rapaz com uma blusa de frio com uma mochila nas costas, boné para trás e bermuda caminhando em direção ao banheiro.

Dou uma desculpa qualquer a minha mãe e entro no banheiro que aparentemente estava vazio apenas com o rapaz que tinha acabado de entrar em um daqueles vasos na parede. Sem muito o que pensar avanço em direção a ele, mas ouço a porta de um dos reservados se abrir, gelo na hora e mudo minha rota para o lavabo onde finjo lavar meus óculos. Um senhor sai do box lava suas mãos, ajeita seus óculos no espelho e sai. Tudo não passou de alguns minutos, mas para mim foi como se tivesse durado uma eternidade, afinal o carinha poderia terminar e sair a qualquer momento e lá se ia minha chance de ver ou ao menos tentar ver sua rola.

Passado o perigo, volto ao plano inicial, mas ao me aproximar do rapaz um daqueles fiscais de banheiro entra e eu procuro o primeiro vaso que vejo. O Fiscal verifica todo o local e sai.


 

Enfim o senhor saiu, o fiscal se foi, mas e agora o que eu faria? Afinal eu estava a dois vasos do rapaz. Se eu trocar para o vaso do seu lado ele iria perceber que eu queria algo, e se ele não fosse gay? Milhares de coisas passaram pela minha cabeça naquele momento. Além disso, alguém poderia chegar a qualquer momento, ele poderia terminar de mijar e sair e...


 

De repente o rapaz se afasta um pouco do vaso com seu pau na mão e da umas balançadas, olha para mim e sorri com uma cara de safado. O puto percebeu que eu o segui provavelmente e estava me atiçando. Seu sorriso me era familiar, mas o nervosismo não me deixava lembrar de onde.

Aquele pau branquinho com algumas veias, não era grande, uns 16 cm assim como o meu, cabeça rosada com prepúcio que fazia um biquinho quando ele empurrava a pele e depois liberava aquela cabecinha mais fina que o corpo quando a puxava de volta.

Sorrio de volta e imitei seu movimento mostrando também meu pau. O Rapaz fez um movimento com a cabeça indicando para que eu entrasse no penúltimo box  e o segui. Entrei e já fui logo beijado ele. Seu perfume tomou conta do box todo e sua boca da minha, seus lábios chupavam os meus sua língua procurava e sugava a minha e suas mãos invadiam por dentro de minha roupa.



O Rapaz passava suas mãos quentes pelas minhas costas e desciam até encontrar minha bunda e apertava minhas duas bandas de uma só vez. Depois vinham pela frente apertando meus mamilos, percorriam minha barriga e atiçavam meu pau. Então abri os olhos com o rosto dele bem próximo ao meu e....

_Puts! Emanuel?!

_ Que foi priminho ainda não tinha me reconhecido? Precisa trocar de óculos hem!

E antes que eu pudesse dizer mais alguma coisa meu primo me puxou de volta para junto de seu corpo e me beijou o que me fez relaxar um pouco. Então parti para o ataque. Eu beijava sua boca, sua bochecha, seu pescoço, sentindo a maciez de sua pele roçando meu rosto no dele, meus lábios em sua pele alva macia quente e cheirosa, mordiscando em sua orelha.

 

Sem perder mais tempo o rapaz direcionou minha cabeça para baixo de encontro ao seu cacete o qual eu não recusei e de pronto abocanhei. Que delicia, como o restante do seu corpo cheiroso. Sem problemas eu sugava com meus lábios, o masturbava e minha língua completava o serviço principalmente em volta de sua cabeça e no buraquinho, recolhendo seu pré gozo. Lambo suas bolas lisinhas. Então ele me puxa e me dá um beijo intenso, sugando minha língua sentindo em minha boca o gosto do seu pau.

Ouvimos então a porta do banheiro se abrir. Me viro, ficando de costas para ele com a intenção de abrir um pouco da porta para verificar o perímetro. Mas antes que eu minha mão alcance a fechadura, meu primo me segura, abaixa minhas mãos e me trás para junto do seu corpo. Com uma mão tampa minha boca e com a outra trás e segura meu corpo. Os movimentos foram rápidos, nem pude resistir e com isso e seu pau lubrificado pela mistura de pré-gozo e minha saliva, duro feito pedra como estava, se encaixou como uma chave em uma fechadura. O formato do seu pênis com a cabeça mais fina que o corpo também ajudou, o que fez a penetração ser mais fácil. Com a cabeça dentro, mais um puxão e mais da metade do seu pau estava dentro de mim.

Meu coração disparou, seu pau quentinho era gostoso. Uma ardência veio e passou. Escutamos o barulho do mijo na água do vaso, depois a porta abrir e a água da torneira e então a porta do banheiro abrir e fechar. Respirei fundo e soltei o ar relaxando meu corpo. Então senti a estocada em meu cu. Era Emanuel cravando o restante do seu pau em mim. E não perdeu mais tempo, num vai e vem frenético metendo seu cacete em meu cu. Meu primo bombou até gozar dentro de mim. Pegou um pedaço de papel tirou seu pau gozado o limpou e também a minha bunda.

_ Vai abre a porta e vai.
_ E eu? Também quero gozar!
_ Vai logo antes que o fiscal nos volte.

Saí meio contrariado, mas ao sair, alguns segundos depois, o fiscal entra. Meu primo sai do reservado e vem lavar as mãos. Eu saio e logo em seguida. Ele sai atrás de mim e fala em meu ouvido.
_ Fique tranquilo priminho logo mais te faço gozar gostoso na sua casa!

O puto sorriu e me deu uma piscada. Antes que eu pudesse dizer algo, minha mãe nos encontrar, abraça meu primo e pergunta o que ele estava fazendo ali e tudo mais e claro o convida a ir na nossa casa.

Meu primo conversou com minha mãe dizendo o motivo que o fez vir a nossa cidade, pois ele não mora aqui e já fazia tempo que não nos víamos. Na verdade, talvez por isso eu não o reconheci de cara. Meu primo iria passar a noite aqui e no outro dia. Emanuel dormiria na cama que sai debaixo da minha. Bom, pelo menos era o que se esperava, mas assim que as luzes se apagaram e a casa ficou em silencio meu primo passou para minha cama e tentou me pegar de conchinha, mas segurei sua mão que tentava abaixar meu short e disse:

_ Me prometeu que iria me fazer gozar vai cumprir ou não?
_ Como nunca gozou antes!

Meu primo se levantou, eu sentei na cama tirei o calção ficando nu e ele também tirou o seu calção, abriu minhas pernas e depois de um beijo intenso começou um boquete delicioso em mim. Eu me contorcia e esforçava para não gemer alto para não acordar meus pais. Meu primo colocou a mão sobre meu peito e foi empurrando para que eu deitasse. Trouxe minha bunda mais para a beirada da cama deixando meu cuzinho livre e aberto. O safado então deu uma lambida no meu rego e abocanhou meu pau. Repetiu mais duas vezes e continuou a me mamar. Com meu buraquinho molhado passou a dedilhar com um, depois dois dedos. Seus movimentos se intensificavam tanto dos dedos quanto da boca, já não conseguia mais conter meus gemidos. Então ele pegou sua camiseta e me fez morder para abafar meus gemidos. Sua camiseta tinha seu perfume o que fez meu tesão aumentar e com sua boca sugando intensamente meu pau meu cu piscava feito louco. Puxei sua cabeça, retirei a camiseta da boca dei um beijo de língua e disse olhando no fundo daqueles olhos azuis:

_ Me fode agora seu puto!

 

Não precisou repetir, foi eu soltar sua cabeça, colocar sua camiseta na boca e sentir seu cacete quente me invadir. Algumas estocadas depois eu já gozava apertando seu cacete, mas meu primo não tinha a menor intenção de gozar ainda. Com os pés no chão, ele colocou as minhas pernas em seus ombros e as segurando bombava em meu cu. Pelo espelho do meu guarda roupa eu via seu quadril mexer. Com os movimentos de sua bunda branquinha, o suor escorria em suas costas e meu cu sentindo seu cacete entrar e sair. E depois me coloca de quatro. Meu primo meteu por um bom tempo até gozar em meu cu e meu pau se restabelecer. Ele resistiu um pouco, mas eu não poderia deixar de meter naquela bundinha de macho.


 

O coloquei de quatro e tentei penetra-lo, parecia ser realmente virgem de cu. Então peguei um creme e untei meu pau e voltei a brincar com aquele cuzinho apertado e peludinho. Puts que delicia sentir meu pau abrir caminho naquele cu quente e apertado. Entreguei a camiseta a meu primo e soquei. Aaaahh como eu bombei naquele cu! De inicio seus olhos esbugalhados pareciam estar sentido muita dor, mas depois aquele puto relaxou e começou a rebolar em meu pau até receber toda minha porra. Quando tirei meu pau do cu dele, porra e um pouco de merda saíram, seu cu parecia uma flor todo arrombado rosado e melecado. Rimos e fomos ao banheiro. Saí rápido, apenas lavei meu pau e uma ducha rápida para tirar o suor e depois foi sua vez.

Emanuel voltou depois de algum tempo dizendo que seu cu ardia, mas que tinha curtido dar para mim e claro, me comer foi ótimo também. Agradeci e retribui o elogio e dormimos agarrados. No outro dia iniciamos o dia com um 69. Infelizmente ele não quis trepar, pois disse que ainda estava ardido, mas que na próxima nos divertiríamos mais...



Autor: Mrpr2

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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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