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HOMOFOBIA

Cinco adolescentes foram vítimas de homofobia em shopping de Santa Maria.



Cinco adolescentes dizem ter sido vítimas de agressão e homofobia em um shopping de Santa Maria. O caso ganhou repercussão nas redes sociais.

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Cinco adolescentes foram vitimas de homofobia em shopping de Santa Maria

Com citação a Bíblia, 5 atacam  transexual Viviany Beleboni.


Viviany ficou conhecida por ter se crucificado na parada de São Paulo




A transexual Viviany Beleboni, que ficou conhecida nacionalmente por se crucificar na parada de São Paulo em 2015, foi atacada por cinco homens no fim da tarde da segunda 11 na capital paulista.

Em vídeo, a modelo relatou o caso. Com dificuldade de falar, ela disse que quebraram alguns de seus dentes. Segundo ela, os agressores a cercaram e citavam trechos da Bíblia e a chamavam de demônio.

É  a segunda vez que ela é agredida por conta de sua atuação na parada. Sua intenção, revelou, é sair por um tempo de São Paulo.

Vítima de homofobia, rapaz morre após ser espancado ao sair de boate LGBT na BA.


Leonardo Moura morreu após ser espancado no Rio Vermelho

Leonardo Moura, de 30 anos, foi encontrado em praia e levado ao HGE. Ele foi localizado desacordado no sábado (9) e passou por uma cirurgia.

Um rapaz de 30 anos morreu na manhã desta segunda-feira (11), no Hospital Geral do Estado (HGE), em Salvador, depois de ficar internado desde o sábado (9), quando teria sofrido agressões após sair de uma boate LGBT no bairro do Rio Vermelho. A suspeita da família é que Leonardo Moura tenha sido vítima de um caso de homofobia.

De acordo com os relatos da prima da vítima, Caroline Moura, que morava junto com Leonardo no bairro da Barra e o chamava de irmão, ele saiu da boate nas primeiras horas da manhã de sábado, na companhia de um amigo. Ainda de acordo com Caroline, o amigo pegou um ônibus em direção ao bairro de Itapuã e o rapaz seguiu sozinho caminhando para achar um táxi.

Depois, ele foi achado desacordado na praia do Rio Vermelho, com muitos ferimentos e levado por uma ambulância do Samu até o Hospital Geral do Estado. O óbito foi registrado às 6h10 desta segunda-feira.

Conforme relatos dos familiares, Leonardo sofreu uma grave lesão nos rins e passou por uma cirurgia. Caroline detalha que, durante o fim de semana, ele chegou a apresentar uma melhora no quadro de saúde, foi levado para a enfermaria do hospital e até conseguia se comunicar. No entanto, não conseguiu lembrar do que ocorreu com ele para que ficasse em estado grave.

A irmã ressalta que Leonardo não tinha envolvimento com crimes ou drogas e que não faz ideia do que possa ter ocorrido, ou de quem possa ter cometido as agressões.

No relatório de necropsia da vítima, do Hospital Geral do Estado, consta que Leonardo deu duas entradas na unidade de saúde durante o sábado. Na primeira delas, detalha a prima, o paciente teria se desentendido com uma médica e saiu do HGE por conta própria. No entanto, na tarde do mesmo dia, devido às fortes dores abdominais e ocorrência de vômito, Leonardo retornou ao HGE acompanhado de familiares, foi internado e submetido a uma cirurgia. Após o procedimento, a prima diz que ele chegou a apresentar uma melhora, mas o quadro mudou e ele veio a óbito nesta segunda-feira.

De acordo com informações da Polícia Civil, uma equipe do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) será responsável pelas investigações do caso.

Jovem relata agressão homofóbica  após parada LGBT de Búzios.


Jovem estava apenas deitado no colo do namorado


Um jovem de 20 anos foi agredido após participar da 3ª Parada LGBT de Búzios (RJ), na madrugada da segunda-feira, 11.

Ao jornal Extra, o atendente Lucas Sobral relatou que estava deitado no colo do namorado dentro de uma van quando começou a ser provocado por um grupo de sete pessoas. Eles diziam insultos como “viadinhos” e “merecem morrer”. Um dos agressores estava armado.

“Tentamos correr, mas meu namorado já estava com muitas dores no pé. Por isso, inclusive, voltamos de van. Fugimos o máximo que pudemos, mas quando olhei para trás, tinham alcançado ele. Daí começaram as agressões cometidas por três ou quatro dos sete que estavam na van. Estas marcas no meu rosto não são só de socos, mas de pedradas também”, contou.

“Não sei dizer por qual motivo eles pararam de nos bater. De repente acharam que tínhamos morrido… não sei — cogita o atendente, que, ao lado do namorado, voltou para sua casa, ambos muito machucados, registrando o caso apenas no dia seguinte, na 127ª DP.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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