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HOMOSSEXUALIDADE

Depressão na adolescência pode levar ao uso de drogas e até ao suícidio.




Na maioria das vezes, a depressão na adolescência tem seus sintomas confundidos com alguns atos de insubordinação, já que essa é encarada como a fase da rebeldia, do distanciamento dos pais, da puberdade e das transformações características da idade. No entanto, o buraco é muito mais embaixo e precisa de atenção.

De acordo com levantamento recente da Organização Mundial da Saúde (OMS), 20% da população infantojuvenil mostra sinais da doença. No Brasil, esse tipo de distúrbio está presente em entre 8% e 12% dos jovens. Trata-se de um número preocupante. Por isso, saber lidar com a problemática, que jamais esteve restrita a adultos e idosos, é providência urgente para pais e educadores.

Sintomas da depressão na adolescência.

O quadro depressivo na adolescência é caracterizado, especialmente, por irritação persistente, tristeza e tormentos que comprometem as relações sociais e familiares, assim como o desempenho escolar. É o que explica a vice-presidente do Departamento de Saúde Mental da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), Miriam Silveira.

“O adolescente chora sem motivo, não tem vontade de estudar ou trabalhar, mostra-se desinteressado por tudo”, completa. A doença acarreta ainda mudanças no apetite, alterações no sono, apatia, perda de energia, diminuição significativa da capacidade de concentração, entre outros sintomas que prejudicam a qualidade de vida do jovem.

Com o passar do tempo e a chegada da puberdade, os sentimentos ficam mais intensos, sofrimentos e insucessos ficam ainda mais ampliados. Perdas de qualquer natureza ou reprovações no colégio podem levar a depressão. Neste aspecto, ainda temos o bullying com adolescentes negros, gordos, homossexuais, entre outros.

Para diferenciar o luto ou a tristeza momentânea da doença em si, é preciso levar em conta a duração desses sentimentos. “Desconfie se o quadro se prolongar por muito tempo”, alerta a especialista.

Drogas e suicídio.

Outro fator importante da adolescência é o imediatismo, e isso também é um prato cheio para a depressão. Os jovens cultivam a esperança de resultados rápidos e eficientes, mas, quando frustrados, podem recorrer a algo que diminua o seu sofrimento. É aí que o uso de drogas pode representar esse alívio.

Muitos depressivos veem nessas substâncias uma forma de válvula de escape da realidade. No entanto, algo que momentaneamente lhes faz sentir bem pode se transformar em um vício. Em casos mais graves, a depressão pode levar ao suicídio, e adolescentes representam o maior índice.

Segundo Miriam, os casos ocorrem normalmente em momentos de impulsos, em que há a sensação de extrema angústia. A forma como a vida é encarada pelo jovem, associada ao seu desejo pelo imediato, faz com que ele busque um fim rápido para sua dor, explica a médica.

Por esses e outros motivos, a depressão na adolescência precisa ser levada a sério e o tratamento deve se iniciar o mais rápido possível. O procedimento padrão indica a psicoterapia familiar e, às vezes, medicamentos.

Casos mais graves com tristeza profunda e duradoura são diagnosticados como melancolia. No entanto, para se evitar complicações, a avaliação do paciente por um bom profissional é imprescindível. “Depressão muitas vezes aparece como sintoma de outros transtornos, como o transtorno bipolar ou a esquizofrenia”, finaliza a especialista.

Tratamento da depressão.

O tratamento para depressão inclui desde psicoterapia a antidepressivos. A escolha do tratamento mais adequado para o depressivo deve ser personalizada e feita depois de uma avaliação física e mental completa, e varia de acordo com o paciente.

A existência de um transtorno mental é considerada um forte fator de risco para o suicídio, mas a ocorrência envolve vários fatores socioculturais, genéticos, psicodinâmicos, filosófico-existenciais e ambientais, diz a Associação Brasileira de Psiquiatrica (ABP).

Segundo a entidade, coeficientes de mortalidade por suicídio são estimados em número de suicídios para cada 100.000 habitantes, ao longo de um ano. O do Brasil gira em torno de 4,5 (7,5 em homens; 2 em mulheres).

Segundo a associação, o índice pode ser considerado baixo, quando comparado aos de outros países. De acorddo com a ABP, estima-se que as tentativas de suicídio superem o número de suicídios em pelo menos dez vezes.

PERGUNTAS & RESPOSTAS


Boy da academia: Como conquista-lo?




Comecei na academia desde setembro do ano passado e desde o primeiro dia em que vi um garoto lá, malhando todo lindo e fofo, não consigo parar de pensar nele.

O fato é que o meu gaydar apitou, embora eu não sei se isso é uma ilusão da minha cabeça porque ele é gostoso pra caralho e eu pisco todo quando o vejo ou se é o meu gaydar mesmo que realmente me diz que ele no mínimo é curioso, mas o fato de eu insistir nisso é que, depois de eu analisar bem, resolvi dar em cima, claro que com descrição.

Olho muito pra ele a ponto dele perceber, e não desvio o olhar, só quando tenho a certeza de que ele tá me olhando. Só que ele, de uns tempos pra cá, está adicionando  todos  os meus amigos e amigas (os famosos bests) no facebook dele, afinal.. pra que? Justamente um atrás do outro, não tem sentido, aliás, tem sim, porque na minha concepção esse boy está arrumando uma forma de eu ver que ele tem Facebook pra eu add ou algo do tipo, só que na verdade, eu já tinha encontrado o face dele desde o primeiro dia, porque quando eu quero algo eu vou até o fim. Mas eu não adicionei nem nada, porque tirando os olhares que ele sempre me dá e essa coisa do Facebook.

Então queria a ajuda de vocês gente, como me aproximar dele na academia sem ser muito forçado ? ou aparentar que eu quero algo ? porque o meu problema é essa timidez em conversar ou ter assunto com um desconhecido.

Lucas, 18 – Minas Gerais

~*~

Olá Lucas; Sério, dei muita risada na hora que você falou que pisca todo pelo cara!

Você já está um passo na frente, já que falaria sobre trocar olhares com o cara e ver se ele retribui. Só tente não parecer a caçadora da academia, porque isso pode complicar você na conquista do boy da academia.

Uma boa forma é se aproximar dele com conversas sobre academia, treinos, suplementos… Sei lá, pergunta qual o Whey Protein que ele toma, onde ele compra, se ele pode te levar na loja e te ajudar a escolher. Seria uma boa foram de ficarem juntos, sozinhos e quem sabe rolar alguma coisa.

Prontifique-se a ajuda-lo a pegar aquela carga extra durante algum exercício. Supino é o melhor, porque você ficará bem posicionado para olha-lo bem nos olhos… E como muitos dizem: Os olhos são a janela da alma, e no seu caso, da conquista do boy da academia.

Não sei, mas acho que lá dentro o boy da academia pode se sentir um pouco acuado por conta do preconceito e das pessoas vendo o que rola dentro, por isso a dica de chamar ele para fazer algo fora dali. Assim não tem ninguém vendo.

Dica: Adicione o cara no Facebook. No meu caso seria a primeira coisa que faria, e já trocaria ideia e tudo mais. Pode parecer que não mas o Facebook aproxima as pessoas, mesmo que virtualmente no início.

Abraços.

~*~

Passivo por falta de opção.



Passivo porque ele não quer ceder.

A história é complicada. Namoramos à pouco mais de três anos e nos damos muito bem, não temos problemas com a família e não temos muitos problemas, salvo os problemas comuns de casais. MAS existe uma questão que causa muitas discussões: eu nunca comi ele.

Eu fui o primeiro relacionamento gay dele e antes dele eu já havia me relacionado com outros caras e em todas as situações fui ativo mas depois que começamos a namorar eu tive que me tornar passivo por falta de opção, porque se não fosse assim não faríamos sexo.
Logo no início ainda tentávamos fazer. E tentamos de tudo possível e imaginável para eu conseguir come-lo e a reclamação era e continua sempre a mesma: ele diz sentir uma dor impossível de suportar.

Antes eu até discutia com ele sobre isso e tentava arrumar algum outro jeito, falavámos sobre eu ter uma permissão para eu poder fazer sexo com outra pessoa mas quando isso é quase colocado em prática ele não gosta e discutimos.

Conversando com amigos e o único conselho que me dão é que eu me separe dele porque essa situação não tem muito futuro, porém fora o sexo o restante do nosso relacionamento é muito bom e agradável mas eu não aguento mais, é uma necessidade minha, de homem que eu não consigo mais deixar pra lá.

Não consigo cogitar a ideia de trai-lo porque acho isso uma falta de respeito, porém não tenho mais ideia do que fazer.

Sidnei, 20 anos – São Paulo

~*~

Olá Sidnei;

Complicada essa situação! Sou preferencialmente ativo, mas claro que durante meus namoros gays já fui passivo diversas vezes. Realmente não curto, mas acredito que dentro de um relacionamento gay não há muito essa coisa de ativo ou passivo, mas sim tesão!

Já vivi um namoro maravilhoso com um cara também ativo e sinceramente o término foi justamente por causa das briga de espadas constantes, eu assumo. Hoje sinceramente teria agido de outra forma, tentando conversar muito mais, fazer com que nos entendêssemos na cama, mas infelizmente não dá para voltar atrás. Assim como você nos dávamos muito bem.

Complicado quando o outro lado não quer ceder. As vezes em um namoro precisamos aprender que nem sempre tudo é como nós queremos, no caso ele precisa entender que você também sentem necessidade de ser o ativo no sexo.

Em um relacionamento as pessoas precisam entender que somos como um cavaleiro e seu cavalo. As vezes precisamos ser o cavalo enquanto o outro assume o papel de cavaleiro. Em outro momento o cavaleiro precisa descer da sela e ser um pouco o cavalo. Isso se chama companheirismo, isso também é amor!

Cômodo para seu namorado fazer apenas aquilo que curte mais enquanto você precisa ser submisso a essa preferência dele! Isso só mostra uma coisa: ele realmente não liga muito para o que você quer ou não, quer saber apenas de si mesmo. Abre o olho!

Tente conversar com ele e expor novamente o assunto. Nem que vocês usem algum gel anestésico durante o sexo anal, daqueles 2% que são mais fracos, não impedem de sentir prazer e nem tira completamente a sensibilidade dando para sentir se machuca ou não. É uma saída para a dor que ele sente.

Não sou a favor de você permanecer passivo o resto de sua vida já que ser ativo também é algo que você curte no sexo anal.

Converse. Converse de novo. Converse novamente! Não deu resultado? Comece a repensar sobre seu relacionamento já que seu namorado só quer fazer as vontades dele e nunca as suas. Isso mostra um pouco de sua personalidade. Pense bem nisso!
Abraços.



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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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