Slide 1 Slide 2 Slide 3

MINHA VIDA GAY

Quando você descobre que seu melhor amigo é seu amor.




Ter um sentimento maior do que amizade pelo melhor amigo é quase que comum. A diferença está no tratamento entre ambos, na intensidade - se é um amor platônico ou apenas um crush - e como cada um lida com a situação. Um leitor do site LGBTQ Nation, que usava o codinome ProbablyGay1, fez um depoimento fofo e ao mesmo tempo reflexivo sobre o seu relacionamento com o melhor amigo Ian.

Confira:

“Ian e eu estávamos na mesma turma de Inglês no Ensino Médio. Eu assumi que ele estava fora da minha zona de amizades porque ele era realmente bonito - não do tipo trincado, mas geneticamente abençoado no departamento facial - inteligente e descolado. Então, o meu eu nerd assumiu que ele era super popular.

Nós acabamos nos vendo bastante. Eventualmente, decidi que era hora de parar de ter medo dele e tentar ser amigo. Mais ou menos um ano depois de eu realmente ter começado a sair com Ian, rolou um momento revelador em que eu percebi que realmente era o melhor amigo dele. Todo aquele tempo em que eu conhecia ele, eu tinha assumido que ele tinha uma gama de bons amigos dos quais ele apenas não falava sobre.

Eu estava tão errado sobre Ian. Sim, ele era quieto. Mas é apenas porque ele é meio introvertido e não gosta de falar sobre si mesmo. Além disso, descolado nada, Ian é tão nerd quanto eu. Ele assistiu todos os episódios de Pokemon, Digimon e Yu-Gi-Oh. A gente costumava se encontrar para fazer a tarefa de casa e assistir desenhos na residência um do outro.

Hoje em dia: Eu e Ian estudamos em colégios diferentes, mas conversamos todos os dias. Puberdade tem sido bondosa comigo. Eu ainda não cheguei ao nível dele de beleza, mas tenho me sentido mais confiante ultimamente. Ultimamente, eu tenho pensado se Ian e eu somos mais do que melhores amigos. Alguns motivos:
 
* Ian odeia ser tocado. No início, percebia que ele se sentia desconfortável quando eu tocava ele, então eu parei. Após algum tempo, ele começou a fazer. Quando estamos sozinhos, ele encosta em mim e coloca sua cabeça no meu ombro. Agora, nós estamos em contato físico o tempo todo, seja com ele se apoiando em mim ou passando o braço sobre meus ombros.
 
* De início, quando dormíamos um na casa do outro, um de nós dormia no chão, ou sofá. Agora, a gente divide a cama. Eu acordei com o braço dele ao redor de mim. Não vou mentir, meu coração bagunçou as coisas quando isso aconteceu. Eu acordei antes dele e pensei como aquilo era bom e como eu era sortudo. Ele acordou um pouco depois e encarou o meu sorriso. Eu disse: Gay. E nós caímos na gargalhada.
 
* Nós vamos nas viagens de férias juntos.
 
* Uma vez ele foi em uma viagem de pesquisa com o colégio. Quando voltou, ele me contou que identificou uma nova espécie de algo e que a nomeou em minha homenagem. Eu fiquei chocado e perguntei o porquê. Ele respondeu: “Quem mais eu poderia homenagear?”.
 
* Nenhum de nós saiu em encontros recentemente. Pessoalmente, sinto que não encontrei alguém porque tenho Ian. Eu não tenho uma preferência de gênero e os meus amigos sabem disso. E Ian é sempre vago sobre o assunto.

* Quando estamos no colégio, ele me manda várias mensagens fofas, como “Estou com saudades” ou “Algo me lembrou de você”. Eu descobri pelos amigos dele que Ian fala muito de mim, o que foi um alívio, porque eu falo bastante sobre ele.

* A gente troca presentes por correio sempre. Ele me manda amostras de espécies que ele pesquisa, como rochas e folhas legais. Pode parecer bobagem, mas eu tenho um espaço reservado para elas. Tenho certeza que se ele me mandasse cocô da sua pesquisa, eu ainda assim guardaria.

Enfim, eu penso sobre ele o tempo todo. É embaraçoso o quanto eu chego a gostar dele. Ele consegue fazer meu dia valer a pena apenas mandando uma mensagem. Nosso relacionamento tem muitas coisas que amigos heteros fazem, mas tantas outras que não.

Eu me formo do colégio este ano, enquanto ele permanecerá para conquistar um diploma mais alto. Pela primeira vez na vida, posso escolher onde morar, mas percebi que o que eu quero mesmo é morar com ele. Mas sinto que se formos morar juntos, eu finalmente preciso descobrir se somos apenas amigos ou namorados. Ele é bastante reservado, então parece que terei que ter muita coragem para tomar essa decisão”.

Tom Daley diz que o amor pelo namorado salvou sua carreira.




Ah, o amor! O atleta olímpico, Tom Daley, revelou que seu namorado, o escritor Lance Black, é a razão dele não ter desistido da carreira esportiva.

Em entrevista ao The Times, Tom – que logo virá ao Rio participar das Olimpíadas 2016 – disse que quase desistiu de tudo em 2012 após ganhar uma medalha de bronze: “Depois de 2012, perdi toda minha motivação para treinar. Pensava que não mergulharia nunca mais e voltaria a ser um adolescente normal.

Frequentei psicólogos e fiz um tratamento de stress pós traumático em Londres. Ficava aterrorizado só por correr o risco de repetir o erro que me rendeu uma medalha de bronze na frente de 18 mil pessoas. Eu não poderia passar por isso novamente. Tive machucados, deixei de treinar e comecei a mergulhar cada vez pior. Foi quando meu treinador me sugeriu tirar umas férias para relaxar.



Então, viajei por 8 semanas e o melhor aconteceu: em março de 2013, conheci Lance e me apaixonei. Foi quando pensei que aquele cara com quem eu queria tanto ficar, teria que ter alguma razão para me admirar. Voltei a treinar e dar o melhor de mim. Me sentia feliz e apaixonado, nada me confundia mais. Ele me apoiou muito e acabamos trocando alianças.”

Com 20 anos de diferença entre si (Tom tem 21 anos e Lance, 41), o casal se conheceu em 2013 e não se largou mais, comemorando 3 anos de relacionamento recentemente. Ambos inclusive já fazem planos de se casar após a participação de Tom nas Olimpíadas 2016 no Rio.

#NãoAoRótulo: Com direito a beijo gay, novo comercial da Nextel busca derrubar os rótulos.




Depois de Avon, Skol e Close UP, a operadora de celulares Nextel é mais uma a mostrar seu apoio a comunidade LGBT! Em um novo comercial para a internet, intitulado #NãoAoRótulo, a empresa mostrou uma cena de beijo gay entre dois homens, além de convidar figuras importantes do movimento arco-íris para participar da ação.

Maria Gadú, integrantes do Canal das Bee, e o youtuber Murilo, do canal Muro Pequeno, são alguns dos convidados para a propaganda, onde comentam sobre rótulos. Também foi criado um site exclusivo para a campanha. Lá, é possível encontrar os vídeos e comentários feitos com a hashtag #NaoAoRotulo reunidos num único lugar. A Nextel ainda não informou se os vídeos também vão ser exibidos na TV.



Poderá gostar também de:
Postado por Andy | (0) Comente aqui!

0 comentários:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...