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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Porto Rico ganha monumento às vítimas  do massacre de Orlando.


Carmen Yulin, prefeita de San Juan, inaugurou a homenagem


Porto Rico ganhou monumento em homenagem às vítimas porto-riquenhas do massacre ocorrido na boate LGBT Pulse, de Orlando (EUA), no último 12 de junho.

Ao lado dos nomes das 26 pessoas naturais de Porto Rico (dentre as 49) que foram alvejadas no local há um texto onde se lê: “Esta homenagem à vida reforça nosso compromisso de combater o ódio – o produto da homofobia – com amor e respeito. Nosso slogan ressoa em todos nossos corações: Amor é amor, é amor, é amor…”

A frase faz referência ao discurso do dramaturgo porto-riquenho Lin-Manuel Miranda que prestou tributo às vítimas na noite do massacre durante a entrega dos prêmios Tony 2016.

A placa foi inaugurada pela prefeita de San Juan, capital do território, Carmen Yulin. “Hoje, celebramos a vida”, disse a prefeita. “Precisamos trabalhar juntos para erradicar a discriminação e a homofobia.”

Temer não atende pedido de reunião de LGBT.


Michel Temer não deu resposta a pedido de encontro


Desde maio, grupo de ativistas LGBT, principalmente de partidos, tais como PPS e PSDB, esperam resposta do presidente interino Michel Temer a solicitação que fizeram de encontro.

Dentre os pedidos que estão na carta enviada pelo coletivo ao mandatário está o apoio ao projeto de lei de identidade de gênero, proposto pelos deputados federais Erika Kokay (PT-DF) e Jean Wyllys (Psol-RJ).

Até o momento, o coletivo conseguiu reunião com o ministro da Justiça e Cidadania, Alexandre de Moraes.

Reação: Erika Kokay quer cassação de  deputada distrital homofóbica.


Deputada federal Erika Kokay (ao centro) e apoiadores da ação contra parlamentar distrital


A deputada federal Erika Kokay (PT) e integrantes de entidades civis protocolaram na quinta 7 representação pela cassação do mandato da deputada distrital Sandra Faraj (SD).

Integrante da bancada evangélica, Faraj pediu explicações a uma diretora de escola do DF por professor da unidade ter feito trabalho com os alunos sobre homofobia e transexualidade. De acordo com a norma distrital, uma deputada não possui essa prerrogativa.

Assinaram o pedido também o Conselho Regional de Psicologia do DF, Conselho de Direitos Humanos do DF, a ONG Elos e Sindicato dos Professores do DF (Sinpro).

Visibilidade: Jean Wyllys pode se candidatar  a presidente da Câmara.


Possibilidade de vitória é nula. Ficaria o simbolismo do ato


Que tal trocar um homofóbico na liderança da Câmara dos Deputados por um homossexual assumido e ativista? Com a renúncia de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) à presidência da casa, novas eleições serão realizadas na próxima semana.

Dentre muitas conjecturas, o Psol estuda lançar nome próprio para a disputa. E dentre os nomes mais prováveis caso a ideia progrida estão Luiza Erundina (SP) e Jean Wyllys (Psol).

A possibilidade de vitória é nula, mas o simbolismo é o que busca o partido.

As baladas estão seguras? Policiais armados ajudam ou são um risco a mais?




Um policial federal causou constrangimento e assustou clientes em uma casa alternativa de Curitiba nesta quinta-feira. O homem queria fazer valer seu direito de andar armado mesmo sendo solicitado a aguardar até que fossem providenciadas as burocracias previstas em lei municipal para policiais armados. O homem discutiu com o gerente do estabelecimento e o ameaçou, fazendo com que a casa chamasse a Polícia Militar, que chegou com várias viaturas, criando ainda mais burburinho sobre o caso. No dia seguinte, hoje, na internet, as histórias foram aumentando e abriu-se uma discussão sobre a segurança nos clubes, sobretudo em boates GLS.

Segundo a lei municipal Nº 14699, policiais, mesmo de folga, podem andar armados mas precisam ser identificados nos estabelecimentos noturnos e terem uma comanda de consumo de cor diferente dos outros clientes, constando a proibição de venda de álcool para eles. Ainda, precisam assinar um termo de responsabilidade. Na prática, eles acabam bebendo na comanda de amigos, disseram as fontes ouvidas pela Lado A.
 
A lei surgiu na cidade depois que dois policiais exibiram suas armas dentro de uma casa sertaneja e depois de diversos incidentes de abuso de poder. A discussão é antiga mas necessária. Por um lado, eles representariam hipoteticamente um lugar mais seguro, no caso de algum atentado ou incidente, por exemplo, porém, por outro, podem gerar uma tragédia, como várias já vistas, por algum descontrole.
 
Cresce a necessidade de uma campanha “Se estiver armado, não beba”. Policiais devem ainda enfrentar fila e pagar entrada, como todos os clientes, salvo em exercício de função, quando devem apresentar suspeita de flagrante de delito ou ainda decisão judicial autorizando a ação da casa noturna. Além disso, é abuso de poder.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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